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Os filhos da floresta - Capítulo 5: Calamidade

Um conto erótico de Haedrig
Categoria: Heterossexual
Contém 4333 palavras
Data: 30/09/2026 10:04:57
Última revisão: 30/09/2026 10:16:38

Antes de começar, é sempre bom relembrar.

Os Filhos da Floresta é uma história sobre sofrimento, decadência humana e sobrevivência. Sobre pessoas presas em um lugar que não deveria existir, tentando sobreviver em meio ao medo, à exaustão e à ausência de uma saída. Algumas precisarão escolher entre aquilo que consideram certo e aquilo que precisam fazer para continuar vivas. Algumas resistirão, outras quebrarão. E algumas descobrirão que sobreviver pode ser apenas outra forma de morrer aos poucos.

Nem sempre as decisões dos personagens serão certas, heroicas ou justificáveis. Pessoas exaustas, desesperadas e encurraladas não agem como agiriam em condições normais, principalmente quando estão tentando fugir, perseguidas por algo que não entendem.

Respeite a floresta.

Tenha foco.

Guarde cada detalhe.

Siga em frente por sua conta e risco.

E, acima de tudo... aproveite a leitura!

*

Os filhos da floresta - Capítulo 5: Calamidade

Ato I

Voltei pelo pé da montanha, eu já conseguia enxergar o celeiro entre as árvores quando diminuí o passo. Entre os corpos dos moradores da Vila que eu havia executado, lá estava ela, a Caçadora.

Ela estava de pé, olhando para os cadáveres parcialmente sendo devorados pelo chão quando percebeu a minha presença. Virou lentamente o rosto na minha direção.

Ela pegou o arco, retirou uma flecha, puxou a corda. A ponta ficou apontada diretamente para mim.

Eu sabia que ela não iria atirar, por algum maldito motivo, eu sabia. A mão dela tremia, não era medo, era por raiva. Ela continuou me encarando por alguns segundos antes de abaixar o arco.

— Por quê? — ela fixou os olhos em mim.

— Eu precisava.

— Precisava? — ela riu. — Você matou a única fonte de alimento das pessoas que viviam aqui.

— Eu sei.

— Sabia o que estava fazendo.

— Sabia.

— Você condenou todos eles — ela apertou o arco. — Condenou todos nós.

— Foi um preço que precisei pagar.

— Para quê?

— Para sair daqui — cocei a cabeça. — A Bruxa pediu que eu matasse a Mãe. Em troca, ela me ajudaria a chegar até a Raiz Negra.

— Então foi isso? — ela riu. — Você matou todos eles por causa dessa maluca?

— É a única chance que eu... que nós temos.

— Eu devia ter te matado quando tive a chance — ela balançou a cabeça.

— É... deveria.

— Eu odeio você, eu me odeio por um dia ter deitado com você — o rosto dela se contorceu em raiva. — Eu vou te estripar feito o porco que você é.

Ela soltou o arco e o deixou cair no chão. Puxou uma faca de caça na cintura e avançou. Levantei o taco, o primeiro golpe passou perto do rosto dela. A Caçadora era rápida, ela recuou e desapareceu para o lado do celeiro.

Avancei atrás dela, se ela queria que as coisas fossem assim, por mim tudo bem.

Tentei acertá-la novamente, ela se esquivou. Meu golpe atingiu uma árvore, o impacto fez o taco estalar. Antes que pudesse reagir, a Caçadora avançou novamente. Tentei usar o taco uma última vez, mirei nela e ela se esquivou, a madeira se partiu contra o tronco.

Fiquei com metade do objeto nas mãos. Ela veio para cima de mim.

Joguei o pedaço quebrado nela, ela se defendeu, mas não recuou. A faca passou perto do meu abdômen. Senti o tecido da camisa se rasgar e, logo depois, uma ardência na pele. Recuei instintivamente e levei a mão até o local. Meus dedos voltaram sujos de sangue.

Ela tentou novamente. Segurei seu braço e empurrei seu corpo contra uma árvore. Tentei desferir um golpe nela, mas ela conseguiu se soltar com facilidade e recuou. Meu soco atingiu o tronco, rasgando a pele dos nós dos meus dedos. Antes que pudesse tentar novamente, ela já estava correndo. Entrei na floresta atrás dela. A Caçadora desaparecia entre as árvores com facilidade. Eu mal conseguia acompanhar seus movimentos.

Uma sombra surgiu ao meu lado, tentei desviar, porém era tarde demais. Ergui os braços e senti a lâmina raspando na pele. Senti o sangue escorrer imediatamente. O corte não parecia profundo, mas ardia como fogo. Reagi e tentei agarrá-la, em vão. Ela escapou novamente.

Ela usava as árvores como cobertura, aparecendo por um lado e desaparecendo pelo outro. Quando eu pensava que havia encontrado sua posição, ela já estava em outro lugar.

Então ouvi seus passos atrás de mim, me virei tarde demais. Ela tentou me atingir novamente. Consegui desviar por pouco, mas a lâmina abriu um corte na lateral do meu ombro. Senti uma dor aguda e cambaleei para trás.

Segurei seu pulso, a faca caiu. Ela me acertou no rosto. Minha visão ficou turva por um instante. Reagi com um soco na boca do estômago. Ela cambaleou, mas ainda tinha forças para tentar me derrubar.

Nós dois caímos no chão. Rolamos pela terra, cada um tentando alcançar a faca que estava a alguns metros. Cheguei primeiro e peguei a faca. Ela segurou meu braço.

Por alguns segundos, ficamos travados naquela posição. Mas estávamos cansados.

Ela tentou arrancar a faca da minha mão. Apertei os dedos ao redor do cabo, sentindo a mão dela pressionar meu pulso. Ela conseguiu me acertar novamente, dessa vez no rosto.

Minha boca se encheu de gosto de sangue. Segurei seus braços, ela tentou escapar.

Dessa vez, consegui agarrá-la e, usando o próprio impulso dela, a ergui. Por um instante, seus pés ficaram suspensos no ar antes que eu a arremessasse com força no chão. Ela gritou no impacto, e ouvi o som seco de alguma coisa se quebrando.

Ela continuou lutando, mesmo ferida, mesmo cansada, mesmo sabendo que estava perdendo.

Ela não parava, tentei segurá-la. Ela se debateu, rolei por cima dela e consegui prender seus braços. A Caçadora me encarou, havia ódio em seus olhos. Ela tentou me atingir com a cabeça, ela conseguiu, mas me deu uma abertura.

A segurei pelo pescoço. Ela agarrou meu braço, continuou tentando se soltar. Apertei mais, ela começou a perder força. Ainda assim, lutava, suas unhas arranharam meus braços, arrancando a pele e me fazendo sangrar. Depois foram ficando mais fracas, o corpo começou a pesar, continuei segurando.

Ela me olhou uma última vez, com aqueles olhos ainda cheios de raiva, de ódio, de arrependimento por ter desperdiçado a chance de ouro de me matar quando nos encontramos pela primeira vez.

Aos poucos, a raiva foi deixando seu olhar, restando apenas o cansaço.

Esperei, não afrouxei as mãos nem por um segundo, até que ela parou de se mover.

Ainda segurei por mais um tempo, então soltei.

O corpo dela permaneceu no chão.

Aproximei a mão do seu pescoço e procurei algum sinal de vida.

...

Morta.

...

Levantei devagar.

Olhei para a floresta ao redor, não havia mais ninguém, apenas eu e os corpos que eu havia deixado para trás.

...

Senti uma tristeza crescendo no peito, alguma coisa em mim, no fundo do meu coração, sentia uma necessidade enorme de chorar.

Eu tentei, juro que tentei, mas nenhuma lágrima saia.

...

Tinha que voltar, a noite estava se aproximando cada vez mais.

Ato II

Voltei para a cabana depois de mais um dia, um longo e difícil dia.

Fechei a porta atrás de mim. Dessa vez, não coloquei nada para barrá-la, nem me preocupei com isso. Passei a mão pelo rosto, pensei na Caçadora. Pensei nela tentando puxar o ar enquanto eu a segurava, enquanto apertava seu pescoço. Pensei em como seus lábios foram ficando roxos e seus olhos, avermelhados, injetados de sangue. A lembrança permanecia na minha cabeça, repetindo-se contra a minha vontade.

Deitei na cama, fechei os olhos na esperança de acordar de um pesadelo, na esperança de acordar numa casa, numa cama confortável, na esperança de que aquela floresta fosse apenas fruto da minha mente.

...

Quando abri os olhos, estava deitado em uma cama diferente. Fiquei alguns segundos olhando para o teto. O quarto era simples. A cama era confortável. Havia móveis espalhados ao redor.

Eu reconhecia aquele lugar, era a minha casa.

Um som estridente ecoava ao meu lado, estendi a mão e peguei o aparelho, desliguei o despertador. Os números vermelhos no visor iluminaram o quarto. Quatro e meia da manhã.

Foi então que percebi que havia uma mulher deitada ao meu lado, a minha esposa, nos casamos há cerca de um ano. Ela me olhou ainda sonolenta.

— Amor, não está muito cedo?

— Ontem eles me avisaram para eu ir cedo, deve ser algo importante.

Sim, meus superiores me pediram para ir trabalhar mais cedo, era algo importante, muito importante. Eu deveria lembrar, mas... tinha apenas um borrão na minha mente.

Levantei da cama e caminhei até a cozinha. Observei o apartamento enquanto passava pelos cômodos, era pequeno. Nos mudamos para lá por causa do meu trabalho, eles arcaram com todo o custo da mudança.

Ouvi um miado, era a Katiuska, uma gata rajada que já estava naquele apartamento quando chegamos, resolvemos adotá-la. Comecei a preparar o café. Quebrei alguns ovos e os coloquei dentro de um pão. Acrescentei maionese e me sentei à mesa. Comi, tomei o café, joguei alguns pedaços de pão no chão para a Katiuska depois dela me implorar por comida com aqueles olhos grandes e vesgos.

Terminei a refeição e me levantei, peguei uma roupa e fui tomar banho, deixei a água quente escorrer por alguns minutos até sair. Me enxuguei com a toalha e comecei a me vestir para o trabalho.

— Ursinho inocente... você não deveria estar aqui... era para você estar dormindo...

Ouvi o barulho da televisão. Fui até a sala, não tinha ninguém, minha esposa ainda continuava dormindo. A televisão foi ligada sozinha, aparentemente. Estava passando um programa infantil.

Foi então que todas as luzes se apagaram, toda a eletricidade pareceu ser cortada de uma vez.

Fiquei parado no escuro, não conseguia enxergar nada, então ouvi alguém bater na porta. Caminhei até ela, coloquei a mão na maçaneta e abri. Havia um homem parado do outro lado, ele era familiar...

Era o meu irmão, mas o que ele estava fazendo ali? Ele vestia uma farda do exército.

— Não dorme — a voz dele estava sobreposta a um chiado, a mesma estática de rádio.

...

Acordei imediatamente, abri os olhos. Estava novamente na cabana, fiquei sentado na cama. Escutei as mesmas vozes, distantes e fracas. O mesmo chiado constante misturado ao timbre da voz, como uma transmissão de rádio antiga tentando atravessar uma interferência.

Fiquei imóvel, tentando prestar atenção.

— ...ei... — o chiado aumentou, um ruído forte de interferência. — ...cê precisa...

— ...precisa vol... — a frase desapareceu no meio da interferência. — ...na escut...

O som falhou novamente, restou apenas o chiado. Continuei sentado, tentando identificar de onde aquelas vozes vinham. Elas sempre pareciam estar em todos os lugares ao mesmo tempo.

— ...precisa... vol... escut...

A transmissão parecia estar morrendo, fiquei esperando por mais alguma coisa. Mas depois, não veio mais nada. O chiado ainda continuou por alguns segundos até morrer de uma vez.

Ato III

Quando me dei conta, o sol já havia nascido, havia perdido muito tempo pensando, pensando em nada, literalmente apenas sentado na cama, existindo, esperando alguma coisa acontecer.

Passei a mão pelo rosto e respirei fundo. Hora de ir. Antes de sair, peguei a mochila e comecei a verificar o que ainda tinha. Não restava muita coisa, mas ainda tinha a munição que havia pegado da Caçadora na troca, munição de revólver. Peguei o revólver e recarreguei imediatamente. Coloquei-o na cintura e voltei a mexer na mochila.

Havia uma faca de caça ali, eu conhecia aquela faca. Era a mesma que a Caçadora havia usado contra mim, a faca que estava com ela quando a matei.

Por que aquilo estava na minha mochila? Eu tinha pegado? Eu não me lembrava, mas não importava, seria útil. Guardei a faca na cintura, olhei para o machado que havia trazido do celeiro, também o levaria. Segurei-o com firmeza e me aproximei da porta.

Havia um grupo de pessoas esperando do lado de fora, moradores da vila, eram muitos. Assim que me viram, todos ficaram em posição, alguns seguravam facões. Outros carregavam garfos de ferro, pás e picaretas, havia até uma faca de cozinha entre as armas improvisadas. Eles não pareciam ter vindo conversar.

Fiquei diante deles até que o primeiro avançou. O machado desceu antes que ele pudesse chegar perto, e o segundo golpe o derrubou. Os demais vieram juntos.

Não pensei.

Não hesitei.

Apenas avancei.

O machado atravessava carne e osso enquanto eles tentavam me cercar. Crânios se partiam, pescoços eram abertos, dedos e membros eram arrancados pelos golpes.

Parecia que do céu, havia começado a chover sangue.

Quando tudo terminou, havia corpos espalhados diante da cabana, alguns quase irreconhecíveis. Fiquei parado entre eles, coberto de sangue, esperando sentir cansaço ou ao menos falta de ar.

Eles continuariam vindo.

A Vila sabia o que eu havia feito. A Mãe estava morta, sua fonte de alimento havia desaparecido, e a Caçadora também. Agora haviam tentado me matar pela segunda vez.

Se eu não fizesse alguma coisa, seria apenas uma questão de tempo até que outro grupo aparecesse.

...

Eu precisava matar todos eles antes que causassem problemas demais, antes que pudessem me desviar do meu real objetivo, sair daquela floresta. Olhei na direção da vila, segurei o machado e comecei a caminhar.

Assim que me aproximei, alguns moradores perceberam minha presença. Eles começaram a sair das casas, um depois do outro. Logo havia gente por todos os lados, estavam armados, com ferramentas agrícolas e utensílios domésticos.

Eles me encaravam aterrorizados. Um gritou e avançou, os outros vieram atrás. Segurei o machado com as duas mãos e comecei a avançar. O primeiro caiu com o golpe, o segundo teve o crânio aberto antes mesmo de conseguir reagir.

A luta se espalhou pela Vila.

O espírito de luta daquelas pessoas foi embora rápido, dando espaço apenas para a necessidade de sobreviver.

Eles tentaram fugir, esconder-se dentro das casas ou usar portas e móveis para me impedir, mas eu continuava atrás deles. Arrombava portas, virava camas, abria armários e encontrava pessoas encolhidas nos cantos, implorando por suas vidas.

Alguns ainda tentavam lutar, alguns corriam e outros tentavam implorar pela própria vida.

A cada casa que eu entrava, deixava corpos ensanguentados e paredes manchadas. Os gritos foram diminuindo até restarem apenas passos desesperados e portas sendo abertas à força. A Vila, pouco a pouco, ficou vazia de vida.

Encontrei a Chata escondida em uma das casas. Ela me viu e olhou ao redor, procurando uma saída que não existia. Aproximei-me, puxei a faca e passei a lâmina por seu pescoço.

Continuei procurando.

Encontrei outro escondido atrás de uma porta, outro tentando fugir pelos fundos e mais um agachado em um canto escuro.

Não poupei ninguém.

Continuei vasculhando cada casa.

Eu não pretendia deixar ninguém para trás.

Casa por casa, beco por beco. Até que quase não havia mais ninguém. A Vila estava irreconhecível, quase ninguém permanecia vivo. Foi então que percebi uma fumaça subindo ao fundo da Vila, segui naquela direção. Quanto mais me aproximava, mais forte ficava o cheiro de queimado, quando cheguei, encontrei a carcaça da Mãe, completamente carbonizada.

Alguém havia colocado uma coroa de flores sobre sua cabeça. No pescoço, havia um colar feito com restos de carne. No chão, havia um círculo desenhado ao redor do corpo. Aquilo parecia algum tipo de ritual, ainda mais com aquelas duas pessoas ajoelhadas, rezando, tremendo, venerando aquela coisa morta enquanto choravam.

Fiquei alguns segundos tentando entender, o que estavam tentando fazer?

Ressuscitá-la?

Soltei um suspiro.

Bando de idiotas.

O machado encontrou a cabeça de um e a faca foi direto no peito do outro.

Virei as costas, deixei a Vila para trás com a certeza de que eles não me incomodariam novamente.

Segui em direção à casa da Bruxa.

Ato IV

— Está tudo pronto — a Bruxa me observou por alguns segundos e então franziu a testa. — Você está coberto de sangue.

Olhei para minhas mãos. Ela tinha razão. Havia sangue seco nos dedos, no rosto e nas roupas.

— Sente-se.

Obedeci. A Bruxa pegou um pano, mergulhou-o em uma bacia com água e começou a limpar meu rosto. O tecido frio passou pela minha testa, pelas bochechas e pelo queixo, removendo lentamente as manchas escuras. Depois segurou minha mão e começou a limpar meus dedos.

— Tire — ela apontou para o casaco. — A camisa também.

Tirei os dois e deixei apoiado na cadeira ao lado. Seu olhar percorreu meu peito, meus braços e, principalmente, as cicatrizes espalhadas pelo meu corpo, cicatrizes essas que eu nem sabia que existiam.

Seus dedos tocaram uma das marcas nas minhas costas, deslizando lentamente pela minha pele.

— Ainda pretende ir até a Raiz Negra? — ela parou atrás de mim. — Quando chegar perto daquela coisa, você pode morrer.

— Eu sei — meu olhar ficou fixo no vazio.

Ela contornou a cadeira até ficar novamente diante de mim. Ela me encarou por alguns segundos.

— Você realmente não hesita.

— Não tenho nada a perder.

— Então talvez eu possa lhe dar um último prazer antes que você caminhe para a própria morte.

Ela segurou a ponta da túnica, por um instante, apenas me observou. Então deixou o tecido escorrer lentamente pelo corpo até o chão. Ela estava diante de mim, completamente diferente da figura mística e encoberta que eu tinha conhecido até então. Havia algo provocador em sua expressão, percebi mesmo com aquela máscara cinza de sempre, mas também uma estranha serenidade.

O seu corpo era esguio, iluminado pelo brilho quente do fogo, e a pele pálida parecia brilhar sob a pouca luz. Ela se moveu, caminhou até mim, pude apreciar como suas curvas eram generosas e belas mesmo num lugar desgraçado como aquele.

Me levantei da cadeira, não podia ficar apenas observando, queria tocá-la, queria sentir sua carne, algo real em minhas mãos. A minha mão deslizou pela cintura fina que se alargava em quadris convidativos, coxas grossas e firmes que se uniam a uma bunda arredondada e perfeita. E os peitos, perfeitamente arredondados e pontudos, com mamilos escuros e eretos que apontavam para mim.

Meu pau endureceu na calça de imediato, um pulso súbito e um tanto doloroso. Ela deu um passo para a frente, diminuindo cada vez mais a distância entre nós, os pés descalços não faziam nenhum ruído no chão de terra batida. Aproximou-se de mim, o calor do seu corpo já me envolvia. O cheiro dela agora era mais forte, um misto de chuva, terra e um perfume completamente fora de órbita, destoante daquele lugar.

Com movimentos rápidos e práticos, me levantei e desabotoei a minha calça e puxei o meu pau para fora. Ele estava duro como pedra, a glande brilhando com o pré-gozo. Sem aviso, ela pousou a mão no meu peito e me empurrou para que eu me sentasse novamente na cadeira. Ela sentou em mim tão rápido que mal pude ter tempo para processar sua buceta apertada envolvendo todo o meu cacete. Estava molhada, escorregadia, pronta para mim. E então, começou a cavalgar com toda a força.

Um gemido baixo e rouco escapou da garganta. Era uma sensação avassaladora, o seu calor me envolvendo completamente, os músculos internos da sua racha me apertando com um abraço quase doloroso. Ela não parava, a todo momento subia e descia, desafiando a resistência da cadeira. Ela inclinou a cabeça ligeiramente para trás, mas sem interromper o ritmo nada suave.

A Bruxa sabia o que fazer numa situação dessa, cavalgava como uma profissional. Ela era insistente em cada movimento, fazendo tanta pressão em mim que eu mal me aguentava. Cada sentada era um impacto profundo, fazendo nossa pele se chocar uma a outra com violência. Eu agarrei seus quadris, os meus dedos afundaram na carne tentando controlar o ritmo assim como tentava controlar uma besta selvagem. Mas em vão, ela era quem mandava naquele momento.

A visão dela sentando tão freneticamente, os peitos saltando no meu rosto, estava demais. Eu precisava de mais, precisava de estar no controle de algum jeito se não perderia a cabeça ali mesmo. Com um esforço, agarrei-a firmemente pela cintura e forcei-a a parar. Ela tentou resistir, um grunhido de protesto saiu de seus lábios enquanto aquele único olho atrás de sua máscara me encarava. Mas eu era mais forte. Levantei-a do meu colo, sentindo o vácuo gelado onde o seu calor estava até poucos milissegundos atrás. A virei de costas, empurrando-a de bruços para a cama de palha no canto da cabana. Ela caiu com um baque suave soltando um gemido de surpresa, a bunda levantada na minha direção, uma oferta perfeita.

Não perdi tempo, fui até ela com as calças presa no meio das coxas, me posicionei atrás da Bruxa e guiei o meu pau até à sua fenda molhada e meti até atingir o seu fundo, até as bolas. Ela gritou, um som agudo que misturava dor e prazer ecoou pela floresta. Comecei a foder com uma brutalidade que surpreendeu até a mim mesmo. Cada estocada era forte, profunda, fazendo a cama ranger e as minhas bolas baterem contra o seu clitóris. O meu corpo cobria o dela, o suor saia dos poros e imediatamente escorria, culpa daquela cabana abafada.

O cheiro a sexo enchia o ambiente, o cheiro salgado do seu mel e suor entrava pelas minhas narinas só para aumentar a velocidade e força em que eu a comia. Arqueei as coisas e minhas mãos encontraram os peitos dela, pendentes e pesados. Agarrei-os, apertei-os com força, sentindo a maciez da pele cedendo sob a minha pressão. Os seus mamilos duros roçavam nas minhas palmas. Ela começou a gemer sem parar, uma série de sons incoerentes que me incitavam a ir mais fundo, mais forte.

O orgasmo se aproximava, podia sentir. Mas continuei na mesma intensidade. Até que o ritmo de seus quadris acompanharam as minhas metidas. Era tudo frenético, descontrolado. Apertei os seios dela com toda a minha força, usando-os como âncora enquanto a possuía. O seu corpo começou a tremer debaixo de mim, sua buceta contraindo-se ao meu entorno, os espasmos me esmagando violentamente foi a gota da água.

Num último impulso, enfiei tudo o que podia até que então, comecei a gozar. Jatos de esperma explodiram dentro dela, uma onda de prazer tão intensa que me fez ver estrelas.

Fiquei dentro dela, exausto, sentindo o último tremor do interior dela se misturando ao meu e o meu próprio coração martelando dentro do peito.

O silêncio que se seguiu foi ainda mais barulhento do que os nossos gemidos.

Me afastei e rapidamente subi a calça e voltei até a cadeira, enquanto ela ligeiramente se levantou e pegou a túnica. A Bruxa já estava vestida. Eu estava colocando a camisa ainda.

— Eu vou acompanhá-lo até certo ponto — ela disse. — Depois disso, você terá que seguir sozinho.

Assenti, ela caminhou até a porta e abriu. O ar frio da floresta entrou pela cabana. Peguei o casaco e comecei a colocá-lo.

A Bruxa deu um passo para fora e então ouvi o disparo da arma, em seguida, um baque seco.

Conhecia bem o som de um corpo caindo no chão.

Olhei para o lado, a Bruxa estava deitada.

Parte da cabeça havia sido destruída.

Uma poça de sangue começou a se formar embaixo dela.

Ato V

Continuei parado, olhando para o corpo da Bruxa. Por alguns segundos, meu cérebro simplesmente se recusou a aceitar o que estava diante dos meus olhos.

Outro disparo atravessou o ar. A bala atingiu uma das paredes de madeira da cabana. Eu me abaixei imediatamente. Múltiplos disparos vieram, as paredes de madeira foram atingidas enquanto eu permanecia agachado, as lascas voaram pelo ar.

O som dos disparos ecoava pela floresta até que de repente, cessaram. Foi quando ouvi passos lentos, vindos da floresta. Levantei a cabeça e olhei na direção do som. Saí da cabana.

O Velho estava entre as árvores, segurava um rifle nas mãos. Mas havia alguma coisa diferente nele, ele estava chorando. Não era como alguém assustado ou ferido. As lágrimas escorriam pelo rosto enquanto ele permanecia parado, olhando para mim.

— Por que você fez isso? — ele respirou fundo, mas a tentativa de controlar o choro falhou. As lágrimas continuavam escorrendo pelo rosto.

Ele apertou o rifle com tanta força que os dedos ficaram brancos.

— Eu encontrei ela... encontrei a minha filha... a minha menina...

Passou a mão pelo rosto, tentando limpar as lágrimas, mas parecia mais irritado por estar chorando do que triste.

— O taco que eu te dei estava por perto, seu desgraçado — o Velho ergueu o rifle e apontou para mim, continuou me encarando com os olhos vermelhos. — Você matou a minha filha, o bem mais precioso que eu tinha.

...

A Caçadora— Eu te dei tudo que tinha. Te mostrei tudo que sabia para você encontrar uma saída, para fazer aquilo que eu não consegui — ele respirou fundo. — Não para matar tudo que se mexesse, não para matar a minha filha!

O grito ecoou pela floresta. Ele abaixou o rifle por um instante, ofegante. As lágrimas voltaram a cair. O Velho voltou a apontar o rifle com uma bela determinação em seus olhos, digna de pena....

Ele puxou o gatilho, mas não saiu nada. O Velho apertou o gatilho novamente, as balas haviam acabado. Ele olhou para o rifle, como se só naquele instante tivesse percebido. Eu puxei o revólver.

O disparo ecoou pela floresta, o Velho levou a mão ao pescoço. O sangue começou a escorrer entre seus dedos. Ele caiu de joelhos e desabou na terra.

Andei calmamente até ele, ainda estava vivo. Tentou alcançar o rifle que havia caído alguns centímetros à frente, se arrastando pelo chão.

Ainda havia raiva em seus olhos, ele tentou novamente alcançar o rifle enquanto se afogava no próprio sangue.

Apontei o revólver de novo e dessa vez, atirei em sua cabeça. O corpo ficou estirado no chão.

Olhei primeiro para a Bruxa e depois para o Velho. A casa permanecia aberta atrás de mim. O vento atravessava a porta e fazia a chama da pequena lamparina oscilar.

Não havia mais ninguém, pela primeira vez desde que cheguei àquela floresta, não havia ninguém para me dizer o que fazer.

...

Respirei fundo.

Fechei os olhos.

Abri os braços.

Senti a brisa fresca passar pelo corpo.

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Foto de perfil de HaedrigHaedrigContos: 70Seguidores: 50Seguindo: 15Mensagem Um cara comum que escreve histórias não muito condizentes com a realidade. Email: ghaedrig@gmail.com

Comentários

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Eu ainda acho que ele está em coma em algum lugar após alguma espécie de acidente....

Ele... Eu sabia que ele teria que matar a Caçadora no momento que ele matou a mãe, não esperava que ele fosse fazer uma chacina...

Enfim... A floresta enlouquece... Ele realmente "Fez o Necessário", ou enlouqueceu como outros antes dele e a própria vila sabia que isso aconteceria...

A Bruxa eu não esperava uma morte assim, rápida e sem sentido pega no fogo cruzado do que ela mesma começou quando mandou ele matar a mãe.

Muito bom... Confusa... Mas fascinada.

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Fascínio!

Essa é a palavra correta para essa loucura de Floresta!

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Até eu fiquei louco kkkkkkkkkkk

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Querendo que todo mundo fique também kkkkkkkkkkki

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O que é melhor que uma loucura se não uma loucura compartilhada?

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Né...

Ainda bem que já sou tão maluca que não fui muito afetada.

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Agora quem tem um ponto e linha é você, um bando de loucos kkkkkkkkk

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Levando a gente juntos... kkkkkkkkkkkkkk

Mas ainda bem que sou bem centrada, eu sei que outlouco ninguém consegue, eu sou a mais doida. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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Com todo o respeito, mas eu não vou discordar não kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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Tá, é uma especie de sonho. Ele tem uma outra vida, com esposa, gato, irmão, trabalho e tals. Mas o sonho não parece ser só um sonho. Será um viajante do multiverso, alternando realidades, por algum motivo relacionado ao seu trabalho? Veremos.

A bruxa… Argh. A caçadora, que peninha. O resto da vila, que se fodam. O velho, dano colateral.

E agora vem a raiz negra, vai ser foda, mas depois dela a verdade o espera.

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Bayoux, a pergunta é, se é sonho, qual parte é a realidade, o lugar que não era para existir, como diz o próprio Autor, A Floresta, ou lugar que só existe na cabeça do Sem Nome, O Apartamento, dúvida razoável...

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Essa é a pergunta! Se o apartamento é um sonho ou uma ilusão, então o que exatamente podemos chamar de realidade nessa história? A floresta é real? O apartamento é real? E se os dois forem reais de alguma maneira? Dúvida razoável...

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Ou se os dois forem uma ilusão de uma mente que não consegue mais viver na realidade e busca algo que colabore com sua própria insanidade?

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Ele dorme num lugar e acorda em outro, seguidamente. Deve ser um multiverso ou algo do gêneroro. Nessa concepção, tudo é real, e nada é real. Schoerdinger é essas doideiras.

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A "droga" para nós é que o menino é viciado em games de terror!!

Eu parei no Pacman!!

kkkkkkkkkkk

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O gatinho tá dormindo ou tá igual ao rato, se fingindo de morto, kkkkkkkk mas morrer , morrer mesmo, mas eu acho que ele não morreu não, deu uma de uma Gato Houdini e fugiu da caixa sem ninguém ver nada kkkkkkkk

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Eu fico imaginando a cabeça de vocês no capítulo 6 e 7, pior que isso tudo até agora, nem foi nada perto do que vem a seguir

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Olha,

Vc está parecendo o Dodinha!!

Fica fazendo fofoca e atiçando a galera!

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Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk é que eu não posso dar nenhum spoiler, não posso confirmar nenhuma teoria para não perder a graça, então eu só fico cutucando mesmo kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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Mas se vc der algum spoiler ou confirmar alguma teoria perde a graça!!

Deixa a gente brincar que ta legal!!

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E mantemos assim, a única coisa que posso falar é, vocês não fazem ideia do que está por vir hehehehehe

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🙈🙉🙊🐵

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Mas Fofocar bem que sabe kkkkkkkkkkkkkkk

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Precisamos levar o Haedrig lá na nossa Musa Nanda.

Ele vai ficar doido com nosso QG.

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Acho que essa Nanda eu não conheço......

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Bom dia querido Lenhador!!

Nanda do Mark.

Nossa musa do Jornada.

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Bom dia meu amigo Faraó. Acho que já vi o Mark da Nanda por aqui, agora tem a Nanda do Mark kkkkkkkkkkkk vou adicionar na lista para ler depois!

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Ela tem contos deliciosas meu amigo, vale a pena.

Mark da Nanda é maravilhoso.

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Hoje eu passei a tarde toda lendo a série do Carlos Leonardo, tô quase acabando. Menino gosta de escrever uns contos mastodonticamente grandes.

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Eu adoro contos enormes quando são bons!

O dele é maravilhoso!

Mas tira seus zoio da minha Musinha Wendy tá?!

Carão já dedicou ela para mim!!

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Ué, não era a Manu? Ou aquela Megera?

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Manú é minha Musa Maior!!

Megerinha e Wendy são minhas Musinhas!!

Tem que ter hierarquia!! hahaha

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Acredita que nem quero saber nada agora e nem acertar o chute, só quero mesmo e expandir as possibilidades usando a imaginação e cutucando a criatividade sem compromisso, por isso sou tão grato a vocês Autores e colegas de Fórum também. É divertido demais, como Meu ou melhor Nosso Embaixador diz e compactuo "Amo muito isso aqui."

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E como não amar Meu, digo o mesmo...NOSSO Presidente!!!

É muito bom!!! Amo demais esse site!!

Ps. As vezes dá rolo mas o Love is in the air sempre!!!

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Outra coisa Presidente, pode representar o FUCDC lá naquele trem do Mark dos autores que nessa parada eu to fora.

É sua cara aquilo lá, mas não a minha!

Só tem fera e eu sou Neném!

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Mas você é nosso Embaixador você tem o poder agregador, eu já sou o contrário, manifesto sentimentos diversos com minhas colocações, mas dentro desses sentimentos o agregativo passa longe, neste caso sua capacidade agregadora é muito eficiente que minha oratória argumentativa, ou seja sua escrita simpática criaria muito mais efeito que minhas argumentações cansativas.

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Não senti uma boa vibe! É serio!

Acho que na maior parte das vezes sou simpático onde gosto de estar e principalmente com quem estou.

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Entendido, mas imagina eu lá, então vamos precisar de um outro candidato a motivar a todos em um mesmo caminho.

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Quem sab6quem deu a idéia, poderíamos dar incentivo e apoio .

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Isso parte para uma verdade confortável então.... veremos!

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Confortável em termos, e se as duas vidas forem projeções melhores que a própria realidade dele, talvez ele esteja imaginando ter perdido algo que ele jamais teve, pois é melhor que nunca ter tido nada, exatamente por NUNCA ter tido algo, talvez o Sem Nome seja fruto da "Inexistência" , RsRsRs já falei desse lugar que existe na minha cabeça, lá o lugar nem pode ser ruim, pois não tem a concepção de bom para comparar, kkkkkkkkkkk ausência total de tudo, o Nada completo, ninguém fica no escuro, pois nunca houve Luz, ninguém fica triste, pois NUNCA houve alegria etc, etc kkkkkk lugarzinho que não é da hora não kkkkkk

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Se fosse assim ele seria muito, mas muito louco mesmo e estaria em um hospício amarrado em uma camisa de força.

O que teria sentido tbm...vide o filmaço O Efeito Borboleta!!

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Um dia eu vou escrever uma série com esse final kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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Por aí, ou seria igual uma Mente Brilhante o Filme, uma vida linda, esposa, filhos, casa, jardim com cerca branquinha, mas uma mente que se desconecta e desconsidera a realidade, mesmo quando está vivendo a própria realidade, é uma prisão sem Muros e sem Guardas.

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Se eu fosse apostar, tipo All in seria:

Ele é um soldado, esta em coma, entre a vida e a morte e ali é seu Inferno pessoal. Ele tenta de todas as formas escapar desse Inferno e voltar a vida!

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Isso pode até ser a base, mas será que a Realidade do inferno Imaginário dele é pior ou melhor que sua Realidade Pessoal antes do Hospital???????

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Pior! Nesse Inferno é violencia pura. Puras duvidas, Eternas incertezas. Neurose 24 hrs. Inimigos em todos os cantos!

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Sonho, multiverso e loop temporal são, disparado, as teorias que mais estão aparecendo por aqui kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk frio...

Mas sim, se eu puder dar um spoiler, agora vem a Raiz Negra. E aí fica a pergunta, o que está por trás dela é uma mentira confortável ou uma verdade cruel?

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Saquei, ele é o deadpool , renascido dos inferno!

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Olha,

Minha nova teoria é que ele vem do futuro, tipo Exterminado do Futurom misturado com Assassins Creed que se ele morrer ele se desliga da maquina, diferente de Matrix que ele morreria.

🤪🤪🤪

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O Sem Nome passou de todos os limites, exterminar todos sendo uma ameaça ou não, NUNCA é uma boa estratégia, até para consolidar um poder e proteção pela força, se não tiver nenhuma testemunha disso, será uma consolidação inócua, mas o Sem Nome não é Puro Não, o cara nem se machuca e agora quando se machuca ele parece que se regenera, pois depois das lutas ferozes e mortais ele tava bonzinho para dar uma Bimbada de jeito na Bruxa, será que ele já é uma Raça Híbrida com Mãe?

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No fim das contas, o Esquisito se provou ser mais perigoso do que os monstros da floresta...

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Deu uma invertida que até tava latente minha cabeça e nos meus comentários anteriores, mas agora acho que toda essa violência poderá não ser justificada, mas terá um origem, assim como o citado Rambo, que sua violência extrema na origem, vinha de um fortíssimo Stresse Pós Traumático, que resultou numa arma de guerra até capaz até de diferenciar entre bem e o mal, mas os nuances se perderam por sua eficiência, proeficiência e eficácia em matar, mas que geraram com o stress pós traumático uma incacidade de distinguir a hora certa de parar. Aposto que ainda tem personagem a ser inserido na estória kkkkk

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O Ryu puxou o mesmo ponto ali embaixo.

Até que ponto alguém continua sendo vítima daquilo que sofreu antes de se tornar uma ameaça para os outros?

A violência pode ter uma origem, pode ter uma explicação, mas isso não significa que ela deixe de ser violência. E talvez o mais assustador no Esquisito seja descobrir onde termina o homem que está tentando sobreviver e começa aquilo em que ele está se transformando.

Lembrando que ele está preso num lugar que teoricamente não deveria existir e que teoricamente não tem saída. Queimar a Raiz Negra é apenas uma aposta onde ele tem uma chance de 50/50 de estar certo. Quem sabe ele não fique preso pelo resto da vida por ali?

E se ficar preso ali para sempre, ele vai enlouquecer até morrer ou matar até enlouquecer?

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"Quem sabe ele não fique preso pelo resto da vida por ali?"

Então ele é o Velho mais jovem, a Caçadora é filha dele e suas esposapoderia ter sido a Chata"

Doido hein!!!

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Quem sabe, né? Já pode começar a fazer um bingo de teorias kkkkkkkkkkkkkkkkk quem pontuar mais, eu pago um café! Ou uma cerveja, ou um vinho. Fica a critério do vencedor kkkkkkkkkkk

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Pode ser um frasquinho daquelas gotinhas milagrosas tbm tá!

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Pra ti vou te dar a receita da minha sopa de cogumelos

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Nããããããõooooooooooo!!!!!!!!!

Aí vou ficar louco que ne vc!!!!!!!!!!!!!!!!

Deixa eu com meu cafezin mesmo!!!

kkkkkkkkkkkkkkk

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Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk quem sabe você não começa a escrever umas histórias malucas também!

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Não!!

Sou um avido leitor e um péssimo escritor!

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Somos totalmente iguais nesse aspecto.

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kkkkkkkkk

Mal consigo escrever uma frase coerente!! Imagina um texto????

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Ou o pior não ter ninguém para ele achar que é inimigo, para uma "máquina" que só sabe matar, isso é o vazio completo, pois poderia nem ter mais amigos para transformar em inimigo, o Sem Nome já está bem perto disso, ou talvez até já esteja.

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Talvez o verdadeiro vazio não seja não ter para onde ir, mas não ter mais contra quem lutar.

Enquanto existe um inimigo, a violência pode ser confundida com necessidade, sobrevivência ou até propósito. Mas quando não resta ninguém para odiar, perseguir ou matar, o que sobra para alguém que passou tanto tempo existindo apenas para sobreviver? É aí que a fronteira entre o homem e aquilo que ele se tornou desapareça de vez.

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Bingo!!!!!! Sintetizou minha Visão, fico feliz quando me faço entender, pois sempre sou meio disléxico em expor minhas concepções, agradeço muito em externar seu entendimento.

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Disponha, meu amigo! Às vezes também sou assim, a ideia fica clara na cabeça, mas na hora de colocar em palavras... é... mas enfim, o ponto que você levantou é interessante. Veremos o futuro que aguarda nosso "herói"

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No fim todos mortos... o Esquisito limpou a floresta. A bruxa talvez não seja tão poderosa, afinal morreu por uma arma humana... ou será que é isso que ela quer que o Esquisito pense? kkkkkk.

Primeira parte desse comentário sou apenas eu delirando. A verdade é que eu achava que a bruxa teria um papel maior na trama e que talvez ela mostrasse realmente um poder que poderia ser um diferencial.

Seria curioso se o nome do Esquisito fosse Harald...ou Jorm kkkkk.

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Bom, o que posso dizer? A Bruxa cumpriu o papel dela, foi pego no fogo cruzado das consequências dos atos do Esquisito e acabou tomando.

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kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

To rindo alto!!!!!

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Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk tadinha, não merecia, mas é isso né

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John "Esquisito" Rambo!!!!

Tbm fiquei supresso com a morte dela. Para mim ela teria muitos gadgets para o Esquisito usar.

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John Machado Lenhador, o Esquisito

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John Machado Lenhador Faca Revolver Bastão Dedada nos Zoio, Vulgo O Esquisito!

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KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK porra tô rindo muito kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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O combo escalada da violencia e sua consequente desumanização. O nosso "heroi" cada vez menos afetado pelo que faz . A vida perdendo a importancia.

Me lembra muito os relatos que li sobre guerras, chega uma hora que os soldados sao submetidos a tamanha violencia que não se importam de matar quem quer que seja, homem, mulher, velho, criança.

Ele ali, no final de braços abertos, depois da matança, é libertação? é alívio? é insanidade?

Isso ai Haedrig, vc é mestre em nos deixar agradavelmente desconfortáveis.

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Nota-se um misto de sentimentos quando o Esquisito executa as pessoas. Ele ri quando deixa a Vila sem vida, ele sente tristeza quando vê que matou a Caçadora. Ele fica sem reação quando vê a Bruxa. Age com indiferença diante do Velho mesmo sabendo da relação dele com a Caçadora...

Vou pegar sua frase emprestada: autor comprometido com a produção de danos emocionais em larga escala kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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A reação do Esquisito para cada atitude deve ser uma pista então.

Confesso que ainda estou perdido. O final para mim sera uma surpresa, não tenha duvida.

Eu nem arrisquei teoria aqui, para não passar vergonha.

Pode pegar a frase emprestada 😂😂😂. Voce esta indo muito bem na nobre arte de produzir emoção nos leitores!

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E com o grande Plus de estar magnificamente bem escrito!

Da para sentir o cheiro de sangue saindo da tela do computador.

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Eu queria detalhar mais algumas coisas, tipo a perseguição inicial da Caçadora com o Esquisito, a cena da luta dos dois. A Carnificina da Vila. Mas o texto já estava grane demais, não gosto de deixar as coisas tão cansativas, adotei uma medida nessa história: curto, seco e perturbador!

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Da minha parte de leitor e agora seu admirador....Ficou perfeito!!! Nada de mais e nem se menos.

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Talvez seja uma pista... talvez seja eu brincando com vocês... hehehehe...

Mas falando sério, essa história é um puta quebra-cabeça e eu tenho plena certeza de que ninguém está esperando pelo final. Algumas teorias acertaram algumas coisas, mas foram detalhes mínimos.

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Eu acho que a Caçadora, a Bruxa e o Velho já eram conhecidos dele.

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Mas Haedrig, ele sente emoção com uns e não com outros.

Isso me faz permanecer na trilha de que ele esta em um Loop de idas e vindas!

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Pois é, com uns sim, com outros não................. hummmm qual será a causa disso? Será mesmo que eles está num loop do purgatório ou é uma falha no espaço-tempo?

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Prefiro pensar que é um fio desencapado no Animus.

Ou no cérebro dele.

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Sim!!! Traumas!!

Suas recordações voltando em flashes!

Mas agora sobre o Velho e a Caçadora.

A foto de um casal e uma menina no lugar que a Raiz Negra esta é o Velho!!

A Chata era esposa do Velho??

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Vamos lá! Minha teoria de que é um militar e esta em uma missão ficou mais real.

Mas ele agora é o Rambo!

Ele foi programado para matar todos? Ou ele já voltou tantas vezes que sua "humanidade" foi morrendo aos poucos e agora não sobrou mais nada?

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Tive a impressão de que o protagonista está em uma missão tb kkkk. Esse episódio foi intenso.

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Qual será a recompensa depois dessa missão.....?

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kkkkkkkkkkk

E eu que sei???? Só to viajando nas suas loucuras!!! hahahaha

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Vingança? Será que Kiev não é o irmão do protagonista...

O Velho é o pai da Caçadora... isso também é interessante. Seria a Bruxa a mãe dela? kkkkkkk

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Acho que a Mãe deve ser a Chata. A Bruxa pela descrição tem um corpo mais jovial.

Ou o mais provável é que ela já esteja morta.

Será???

Será??????

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Bora retomar aquela brincadeira do quente e frio, aqui foi quenteeeeeeeeeee

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Quente nada!!

Esta cadavericamente frio!!! hahahaha

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Gostei kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk esse capítulo foi cadavericamente frio!

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Ja tenho tido essa sensação faz algum tempo. O preparo militar dele é obvio. E o irmão estava fardado nas suas recordações.

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Mal vejo a hora de você descobrir a verdade kkkkkkkkkkk

Agora que parei para pensar, falta exatamente uma semana para o capítulo final!

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Estou adorando a experiência de ler uma história sua!

Fantástica! Muito bem elaborada e escrita!

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E eu fico muito feliz e muito grato pelo grande Faraó estar presente por aqui, pode não parecer, mas essa história significa muito pra mim. Você vai entender no final!

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Vou por partes.

Se o Esquisito esta em um Loop de idas e vindas, a Caçadora, de alguma maneira atrapalhava a missão dele de sair da Floresta?

Será que a tristeza que ele sente com sua morte é algum resquício de que ela sempre esteva presente nessas idas e vindas e agora acabou?

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Não sei se atrapalhava, mas esse capítulo inteiro foram as consequências tomando seu rumo.

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Para mim foi um capitulo muito bom!

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Ah, eu mudei o título, antes era "Maldito seja aquele que condena", mudei para "Calamidade" depois das conversas no último capítulo kkkkkkkkkkkkkkkkkk

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pqp n sobrou ninguém? vou parar de ler essa porra

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a caçadora viado

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