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Inimigos Íntimos 2

Da série Estocolmo
Um conto erótico de Emyrys
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 1840 palavras
Data: 30/09/2026 07:17:23

(II)

No quarto silencioso e escuro só o meu soluço fora de ritmo era ouvido, enquanto lá embaixo a festa rolava solta no quarto de Theo nossas roupas estavam jogadas pelo quarto, eu estava deitado de bruços, minha bunda apontada para o teto, em chamas, vermelha da punição de Theo, que depois de contar até a centésima lapada nas minhas nádegas com sua mão pesada decidiu usar o cinto para terminar o trabalho, ele estava inclinado na porta da sacada, nú, fumando seu vape enquanto observava o sua “obra de arte”. O vento leve vindo de fora soprava as cortinas contra sua pele suada enquanto a fumaça do dispositivo dançava ao seu redor, ele não só era o demônio, ele estava parecendo um naquele momento.

A cama embaixo de mim estava úmida de lágrimas, suor, catarro e provavelmente urina, pois eu devo ter perdido controle da minha bexiga em algum momento.

-Isso tudo é culpa sua, eu te avisei para não dançar mais.

Entre lágrimas eu vi sua silhueta iluminada pela luz que vinha de fora, ele estava acariciando com a mão livre seu membro, fazendo movimentos preguiçosos da base até a cabeça e voltando de novo.

Até o momento ele não tinha tocado em mim da forma que ele tinha tocado na cozinha, mas eu estava apavorado que isso estivesse para mudar.

-Me deixa ir embora Theo, por favor.

Eu implorei soluçando e tossindo, eu nunca deveria ter aceitado o convite para essa festa maldita. Eu devia ter ficado em casa, ajudando a mamãe.

Senti o peso de Theo sobre minhas costas, ele pegou meu cabelos e puxou para trás, me arqueando contra seu peito.

-Você me obrigou a fazer isso, eu só estou te ajudando a virar um homem de verdade. Mas eu gosto do seu cabelo, é bem prático.

Ele puxou mais forte, arrancando um gemido de dor.

Toc Toc.

Rapidamente, erguendo o corpo Theo me virou na cama de barriga para cima, sentou de novo em cima de mim tampando minha boca.

-Quem é?

Ele falou impaciente, alto o suficiente para ser ouvido do outro lado da porta.

-Theo? É a mamãe. Nós já vamos cantar os parabéns para sua irmã.

Theo começou a fazer movimento de vai e vem, seu pau grande, pesado esfregando contra o meu, mole e recolhido.

-Já to indo mãe, só vim trocar de roupa e me distrai.

-Ah, ok… O Maurim está aí com você?

Mesmo na penumbra eu vi seus olhos brilharem e seu sorriso branco de dentes perfeitos se abrindo, os caninos levemente pronunciados.

-Nah, ele já foi embora, disse que tinha coisa mais importante para fazer.

Sua mão livre deslizou pelo meu pescoço, grande o suficiente que quando ele fechou ela quase tocou os dedos na minha nuca.

-Nossa, que rapaz rude…

A mãe dele falou indignada enquanto Theo colocou pressão no meu pescoço, sua mão na minha boca cobriu meu nariz também. Meus olhos esbugalhados e ficando vermelhos encarando seus olhos brilhando com um tom maniaco.

Theo ia me matar, com sua mãe do outro lado da porta. Eu me debatia, arranhando seu braço e tentando empurrar ele com o quadril, mas a única reação era seu pau pulsar violentamente.

-Também acho mãe, pode ir na frente, já já eu desço.

Meu deus, esse pessoal não conseguia ouvir o veneno na voz dele? Era assombroso como Theo sempre tinha todos na palma da mão.

Ele esperou um pouco e soltou minha boca. O ar invadiu de novo meus pulmões enquanto eu arfava e tossia. Seu quadril não parou o movimento de vai e vem e nessa altura minha barriga estava melada pela baba que escorria da sua rola. Seu sorriso não sumiu, ele estalou os dedos de uma mão contra a outra olhando pra mim. O bíceps e o antebraço gigantes brilhavam com o esforço físico da última hora.

-Agora ninguém sabe que você tá aqui, essa noite a gente vai se divertir.

Relutante ele se levantou, vestiu a mesma roupa na minha frente, fazendo questão de me mostrar o quão difícil era fazer seu pau caber de novo nas calças, depois voltou até a cama, me pegou pelos cabelos e me arrastou até seu closet, me jogando dentro dele como se eu fosse um saco de batatas.

-Fica aí dentro enquanto eu vou cantar os parabéns. Ah, e se você sair desse armário também, eu te mato.

Ele disse sorrindo aberto e dando uma piscadinha pra mim, como se falar aquilo fosse uma piada. Então ouvi a porta do armário bater e a porta do seu quarto em seguida, com o barulho extra da chave trancando.

Eu levei um tempo para me recuperar do choque, e tive um surto de adrenalina quando lembrei do sorriso sinistro do Theo e dele estalando os dedos, ele ia me matar se eu ficasse também.

Eu me joguei contra a porta até ela abrir me custando provavelmente meu ombro, a porta dupla do seu quarto estava trancada, por ali eu não ia sair. Eu peguei o que pude das minhas roupas apressado.

A varanda era uma opção perigosa, eu conseguia descer escalando pela parede, talvez. Pela janela eu ouvi o pessoal da festa cantando parabéns, eu não tinha tempo para pensar, então tentei escalar e até obtive sucesso, visto que eu só despenquei nos dois metros finais, caindo em um jardim e destruindo várias flores, me cortando todo no processo.

Meia hora depois, exausto e machucado eu estava em casa, me arrastei até meu quarto no segundo andar, nós morávamos em cima da padaria da família.

Eu me joguei na cama depois de tomar um banho rápido e fazer um inventário do estado do meu corpo, nenhum corte profundo, meu ombro doía mas não parecia estar deslocado. Algum tempo depois a porta do meu quarto se abriu, eu tomei um susto achando que fosse Theo.

-Querido, você já está de volta?

-Sim mãe.

-Que rápido… você bebeu?

-Não mãe, eu não bebi, você já vai?

-Sim querido, tem que sovar a massa para o pão estar pronto amanhã cedinho.

Eu tentei me sentar, mas minhas costas reclamaram. Vendo isso minha mãe veio checar de perto.

-Eu vou também mãe, para te ajudar.

-Hummm, me parece que você está com um pouco de febre. Fica aqui descansando hoje, você me ajuda no turno da tarde amanhã se estiver melhor, ok?

No fim o cansaço acabou me vencendo e eu quase não vi minha mãe sair do quarto, eu já estava apagado.

Quando voltei ao mundo dos vivos tinha duas mãos em torno do meu pescoço, e Theo estava sentado sobre mim na cama.

-Eu te disse que ia te matar se você saísse do quarto.

Sua mão fez pressão ao redor do meu pescoço, mas eu estava cansado demais, chocado demais para esboçar qualquer reação.

-O que você tá fazendo aqui?

-Sua mãe me deixou entrar, eu ajudei ela a sovar a massa e preparar os bolos, e ela me deixou passar a noite aqui, sabe como é? Minha casa tá uma bagunça por causa da festa.

Sua mão no meu pescoço não estava apertando, mas com certeza fazia pressão.

Theo olhou ao redor.

-Cara, esse quarto me traz lembranças, acordar todo dia de manhã com cheiro de pão quentinho. Ah! Você se lembra que eu te chamava de pãozinho, por causa do cheiro que você sempre tinha?

Isso em outra vida, uma vida em Theo ainda era razoável, ainda era meu amigo, antes dele entrar na puberdade, antes dele se tornar esse monstro.

-Sabe outra coisa que a gente fazia?

Então eu percebi que Theo estava nú, suas roupas descartadas no chão ao lado da minha cama. Pra minha infelicidade eu me deitei nú também depois do banho.

Logo eu estava de costas novamente, com Theo sobre mim, grato pela sua mão ter saído do meu pescoço mas agora com um problema maior e mais pesado, que se alojou bem no meio das minhas nádegas.

-Se lembra disso, pãozinho?

Sim, eu me lembrava agora, desde que Theo descobriu que o negócio dele ficava duro era nessa posição que eu passava todas as minhas tardes antes de nós afastarmos de vez.

Meu ombro já devia estar roxo, pois ele percebeu.

-Você se machucou?

Sua voz pela primeira vez estava suave, ele estava preocupado?

-Quando eu… você sabe… sai do seu closet..

-Hahaha, eu vi a porta.

Então ele pressionou seu peso contra meu ombro, enquanto passava a mão por baixo de mim para tampar minha boca, uma dor aguda irradiou do meu ombro. Meu grito abafado pela sua mão.

-Você passou a noite irritando minha mãe: desrespeitando o aniversário da filha dela, vandalizando meu quarto, destruindo as flores favoritas dela no jardim. Isso não vai acabar bem pra você, e nem pra sua mãezinha. Ela vai fechar essa budega, vai acabar com essa padaria de merda.

O medo que eu senti foi maior que a dor do meu ombro, ela não podia, a padaria tinha sido o sonho do meu pai, ele trabalhou nela e por ela até o dia da morte dele.

Theo soltou minha boca.

-Por favor Theo, por favor, não deixa ela fazer isso! Eu vou embora da cidade Theo, vocês nunca mais vão se preocupar comigo, só não deixa ela fechar a pad…

SLAP!

Meu rosto ardeu onde o tapa de Theo acertou, olhando para trás eu vi seu rosto vermelho, os dentes cerrados.

-Fugir? Você acha que vai fugir daqui? De mim? Você é mesmo um viado estúpido.

Theo pressionou ainda mais meu ombro machucado, ao ponto deu ouvir um estalo.

-Você vai ficar bem aqui, e a partir de agora você vai me obedecer. Se eu mandar você pular você dá dois pulinhos, seu inútil.

Finalmente liberando meu ombro eu senti ele se deitando sobre mim, seu peito nas minhas costas. Ele falou no meu ouvido enquanto eu senti ele sarrando forte entre minhas nádegas.

-Porque é isso que você é seu merdinha, um inútil, você a sua mãe mal conseguem manter essa porcaria de padaria aberta, é uma surpresa vocês terem alguma coisa para comer, pobre fudido.

As lágrimas escorriam pelo meu rosto, ele tinha razão, eu estava falhando com meu pai, eu ia perder a padaria, eu estava nesse momento com um outro homem nú em cima de mim. Se apoiando nos cotovelos sobre mim Theo usou uma mão para segurar a minha, entrelaçando os dedos no meu. e a outra pra puxar forte meu cabelo, expondo meu rosto.

-Covarde do caralho, você só sabe chorar, você deveria me agradecer por eu estar perdendo meu tempo te ajudando.

Em seguida Theo urrou alto e eu senti minhas costas serem cobertas por algo quente, jatos quentes e fartos que alcançaram minha nuca enquanto Theo tremia todo em cima de mim, apertando minha mão ao ponto de quase quebrar meus dedos.

Depois de alguns minutos ele largou seu peso sobre mim, deitando a cabeça para o lado e pegando no sono, repetindo bem baixo:

-Shhh, tudo bem pãozinho, eu to aqui, eu to aqui.

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Foto de perfil de Mirellysub

* Delíiiicia! Preciso de um Macho como Théo para me mostrar como um viado deve obedecer seu Macho. Adoro quando o Macho deita sobre mim e me cobre todinha. Tô adorando essa estória. Valeu!

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