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O personal tímido me fodeu com força em Bragança

Um conto erótico de Casal Apimentados
Categoria: Grupal
Contém 2109 palavras
Data: 30/09/2026 00:02:59

Era um churrasco de comum, com gente comum, num sítio emprestado por amigos comuns. E terminou, madrugada adentro, com só cinco pessoas acordadas, uma piscina aquecida e uma putaria que ninguém tinha planejado.

Prazer, somos o Casal Apimentados. Quem escreve sou eu, a Lúcia. Nomes fictícios, por motivos que qualquer casal liberal entende.

Eu: 1,72 de altura, loira natural, olhos verdes, seios fartos de dar gozo e umas coxas grossas que o meu marido adora usar como travesseiro. Quarenta e três anos e uma buceta que ainda aperta como se tivesse vinte.

Ele, Jorge: negro, 1,85, corpo forte sem ser musculoso, pau grosso que me satisfaz há vinte e três anos. Hetero pra caralho, não é corno nenhum e sabe me foder do jeito que eu gosto.

O sítio é do Ricardo e da Fabíola, um casal que a gente conhece de fora do meio, gente absolutamente comum, festa PB, preto e branco, sem nada de colorido.

Ele negro, uns quarenta e sete anos, empresário do ramo de material de construção, jeito tranquilo, sempre de boné. Ela branca, uns quarenta e quatro, professora de yoga, risada fácil, bunda empinada que pedia pra ser comida.

Eles têm um sítio grande em Bragança Paulista, com piscina aquecida, sauna, churrasqueira de fazer inveja e uns seis quartos espalhados pela casa principal e por uma casinha de hóspedes no fundo.

E, todo ano, fazem um churrasco enorme, chamando amigo de trabalho, de faculdade, de condomínio, vizinho, gente de todo tipo. Aquele sábado teve, contando por alto, umas cinquenta pessoas.

A gente foi convidado porque a Fabíola é colega de yoga de uma amiga nossa, e a amizade tinha crescido devagar ao longo de uns dois anos, sempre naquele nível de churrasco de fim de semana, sem nenhuma segunda intenção de nenhum dos lados.

O dia foi exatamente o que se espera de um churrasco grande de sítio. Criança correndo, pessoal na piscina, fila pra sauna, música ambiente, cerveja gelada o dia inteiro, discussão boa sobre time de futebol.

A gente circulou bastante, conversou com gente nova, comeu bem, nadou um pouco, e por volta das nove da noite já dava pra sentir aquele cansaço bom de quem passou o dia inteiro ao ar livre.

As pessoas foram indo embora aos poucos, em leva, do jeito que festa de sítio sempre esvazia, primeiro quem tinha criança pequena, depois quem morava mais longe, depois o resto.

Por volta da meia-noite, já só sobrava um grupinho pequeno na varanda, terminando a última garrafa de vinho, comentando o dia, aquele momento gostoso de fim de festa que só quem fica até o fim consegue aproveitar de verdade.

E, por volta da uma da manhã, sobrou só a gente, o Ricardo, a Fabíola, e um amigo deles que eu vou chamar de Cauê.

O Cauê é solteiro, negro, uns trinta e nove anos, personal trainer, corpo em forma sem exagero, pau grande e grosso que já dava pra notar pela calça, jeito quieto que só quebrava quando alguém puxava assunto de série ou filme, aí ele não parava mais de falar.

Os cinco ficamos ali na varanda, terminando o vinho, comentando quem tinha vindo, quem tinha trouxe o quê, aquela conversa relaxada de quem já não tem mais nenhuma responsabilidade de anfitrião pra cumprir.

— Vamos pra piscina — a Fabíola sugeriu, em algum momento, já bem solta. — Está aquecida, seria pecado não aproveitar depois de todo mundo ir embora.

Todo mundo topou, e foi ali, na beira daquela piscina, já de madrugada, com o sítio inteiro silencioso ao redor, que a noite começou a mudar de direção, sem nenhum aviso, sem nenhuma conversa prévia sobre aquilo.

Entramos todos de roupa mesmo no começo, rindo, brincando feito criança, jogando água um no outro, aquela leveza boa de gente cansada que já não está mais se policiando.

Foi o Ricardo quem, num momento de brincadeira, puxou a camisa molhada por cima da cabeça e jogou na beira da piscina, comentando que roupa molhada era mais desconfortável do que estar sem nada.

A Fabíola riu, e no momento seguinte já tinha tirado o vestido também, ficando só de lingerie preta na água, os seios durinhos boiando.

Eu olhei pro Jorge. Ele olhou pra mim, aquele mesmo olhar de quem percebe que a noite pode ir pra outro lugar, mas espera confirmação antes de qualquer coisa. Eu dei um sorriso de cúmplice e ele já sabia.

O Cauê, mais tímido, ficou só observando, até a Fabíola provocar, rindo:

— Cauê, relaxa, ninguém aqui vai te julgar. Solta esse pau aí, rapaz.

Ele riu, meio sem graça, e acabou tirando a camisa também, deixando aqueles abdominais à mostra.

A brincadeira foi ficando mais solta aos poucos, todo mundo já bem à vontade na água quente, o vinho ajudando, o silêncio do sítio criando aquela sensação de mundo particular, só nosso, sem mais ninguém por perto pra se importar.

Foi a Fabíola quem se aproximou de mim primeiro, ainda na água, com um sorriso provocante.

— Posso te confessar uma coisa? Eu sempre achei você linda, desde a primeira vez que te vi na aula. E tenho vontade de chupar essa buceta gostosa.

Eu ri, sentindo o calor da água misturado com outro calor completamente diferente.

— Eu também sempre achei você bonita. E já que a gente tá sendo sincera, eu queria muito chupar esses seios seus.

Ela se aproximou mais, e me beijou ali mesmo, na água morna daquela piscina, devagar, sem nenhuma pressa, enquanto suas mãos subiam pelos meus seios, apertando meus mamilos durinhos.

O Ricardo, do outro lado, trocou um olhar com o Jorge, e os dois riram, aquele riso cúmplice de homem que percebe pra onde a noite está indo e gosta do que está vendo.

Saímos da piscina aos poucos, ainda molhados, rindo, indo pra dentro da casa principal, pro quarto maior, aquele que a Fabíola sempre chamava de quarto de hóspedes especial.

E foi ali, com toalha ainda enrolada no corpo, que a coisa realmente ganhou intensidade.

A Fabíola me deitou naquela cama, ainda com gotas de água escorrendo pelo corpo, e desceu por mim devagar, beijando cada parte que encontrava, com uma dedicação generosa que eu senti em cada movimento. Chegou na minha buceta e começou a chupar com vontade, língua trabalhando meu clitóris, dedos entrando e saindo, me fazendo gemer alto.

— Chupa essa buceta, Fabíola, sua putinha! Gemi, puxando o cabelo dela.

Ela obedeceu, me comendo toda, até eu gozar na boca dela, sentindo o cheiro de cloro misturado com o resto, uma sensação nova que eu nunca tinha experimentado antes.

Enquanto isso, o Ricardo se aproximou do Jorge, e os dois ficaram um tempo conversando ainda, até se juntarem completamente ao que estava acontecendo, com aquela naturalidade tranquila que o Ricardo carregava desde a churrasqueira.

O Jorge, sem camisinha como sempre faz comigo, já estava duro e me enfiou o pau de uma vez, me fudendo com força, enquanto eu chupava o peito da Fabíola.

— Fode essa buceta, Jorge! Me chama de sua putinha!

Ele obedeceu, me dando porras fundas, me fazendo gozar de novo, enquanto o Ricardo já vinha com a Fabíola, comendo ela de quatro ao lado da gente.

O Cauê, mais reservado, ficou observando um pouco mais, até eu chamar ele pra perto, puxando pela mão, sentindo aquela responsabilidade gostosa de ajudar alguém mais tímido a se soltar.

Ele veio devagar, ainda um pouco inseguro, e eu fui com calma, deixando ele encontrar o próprio ritmo.

— Vem aqui, Cauê. Deixa essa gata te mostrar como se faz — disse eu, puxando ele pra perto.

Eu me virei pra ele, ainda com o pau do Jorge dentro de mim, e comecei a chupar o cacete do Cauê. Era grande, grosso, e já estava duro como pedra. Fui devagar, lambendo a cabeça, descendo até os bagos, sentindo ele tremer todo.

— Caralho, Lúcia! Que boca boa! — gemeu ele, segurando meu cabelo.

O Jorge me fodia com mais força, vendo eu chupar o Cauê, e a Fabíola se juntou a nós, começando a lamber o saco do Cauê enquanto eu chupava o pau dele. A gente formou uma cadeia de prazer, com o Ricardo comendo a Fabíola de quatro, ela lambendo o Cauê, e eu chupando o Cauê enquanto o Jorge me fodia.

A cama tremeu, os gemidos aumentaram, e em pouco tempo o Cauê não aguentou.

— Vou gozar! — gritou ele.

— Goza na boca dela, Cauê! — incentivou o Jorge.

E ele gozou, jorrando porra na minha boca, no meu rosto, pingando nos meus seios. Eu engoli o que pude, lambendo o resto.

A Fabíola veio lamber o rosto de mim, compartilhando a porra do Cauê num beijo sujo.

— Agora é a sua vez, Ricardo — disse ela, se virando pra ele.

O Ricardo, que tinha estado comendo a Fabíola, veio pra mim, me colocando de quatro.

— Vou te foder agora, Lúcia. Vou te mostrar como um homem de verdade fode.

Ele colocou a camisinha. Queria sentir aquele pau negro entrando em mim. E ele me fodeu com força, me segurando pelos cabelos, me chamando de puta, de cadela. Eu amei cada segundo.

O Jorge veio na frente, e eu comecei a chupá-lo, sentindo o sabor da minha buceta no pau dele. A Fabíola se deitou abaixo de mim, chupando meus seios enquanto o Ricardo me comia por trás.

O Cauê já estava duro de novo, e se juntou à festa, metendo o pau na boca da Fabíola, que gemia de prazer.

A cama era uma bagunça de corpos, suor, gemidos, palavrões. Era uma putaria dos diabos, e eu estava amando cada segundo.

— Dupla penetração! — gritou o Jorge de repente. — Vamos encher essa buceta de porra!

Eles me colocaram de costas, com o Jorge embaixo e o Ricardo em cima. Os dois paus entraram na minha buceta ao mesmo tempo, me esticando, me enchendo. Eu gritei de dor e prazer.

— Fode essa buceta, seus filhos da puta! Enche de porra! — gritei.

Eles me foderam assim, com os dois paus dentro de mim, até eu gozar de novo, dessa vez com um jato que molhou a cama toda.

O Jorge foi o primeiro a gozar, enchendo minha buceta com porra quente. O Ricardo seguiu em seguida, gozando dentro de mim também, achei que fosse estourar a camisinha de tanto que seu pau latejou.

A Fabíola veio lamber a porra escorrendo da minha buceta, enquanto o Cauê gozava nos seios dela.

Perto das quatro da manhã, todos já estávamos naquela cama grande, embolados, rindo de vez em quando de algum comentário besta, aproveitando aquela leveza que só noite assim, sem nenhuma pressa, consegue proporcionar.

O Jorge me achou com o olho no meio de tudo aquilo, como sempre acha, e sorriu.

— Ainda bem que a gente não foi embora cedo, hein?

— Melhor decisão da nossa vida, amor — respondi, beijando ele.

Terminamos a madrugada conversando, os cinco, ainda incrédulos com o próprio rumo que aquele sábado tinha tomado, comentando a sorte de ter ficado justamente até o fim, de a piscina estar justamente aquecida, do vinho ter dado justamente aquela coragem.

De manhã, já com o sol entrando pela janela, todos acordamos naquela mesma cama, e foi a Fabíola quem levantou primeiro, fazendo café pra todo mundo, comentando, rindo:

— Bom, esse churrasco definitivamente não vai ser esquecido tão cedo.

Todo mundo riu, tomando café ainda seminu na cozinha grande daquele sítio, comentando a noite anterior com aquela leveza de quem viveu alguma coisa boa e não sente nenhum peso estranho por cima.

Saímos de lá por volta do meio-dia, depois de mais um mergulho na piscina, agora só pra nadar mesmo, e um almoço leve que o Ricardo preparou com o que sobrou do churrasco.

No carro, na volta pra São Paulo, o Jorge comentou, rindo:

— A gente foi só pra um churrasco.

— E olha no que deu.

— Bragança Paulista, hein. Nunca mais eu vou olhar pra churrasco de sítio do mesmo jeito.

A gente ainda sai com o Ricardo e a Fabíola de vez em quando, e o Cauê virou amigo de verdade também, alguém que a gente encontra em festa e em churrasco comum, sempre com aquela mesma leveza descoberta naquela madrugada.

E, todo ano, quando chega a época do churrasco no sítio, o Ricardo manda a mesma mensagem no nosso grupo:

"Esse ano tem sauna nova. E piscina aquecida como sempre."

Se você chegou até aqui, obrigada por ler. A gente escreve essas histórias do jeito que elas aconteceram, sem inventar muito, e é sempre bom saber que tem gente do outro lado. Se curtiu, segue a gente, deixa um comentário contando o que achou e dá uma olhada nos nossos outros contos, tem bastante coisa por lá.

Casal Apimentados

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Foto de perfil de Apimentados Apimentados Contos: 56Seguidores: 40Seguindo: 0Mensagem Casal de São Paulo que adora novas amizades 🌶️

Comentários

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Seus contos sempre são gostosos!

Diga-se de passagem, já está virando um hábito...acordar e vir ler seu conto, publicado na madrugada!

Bj

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Boa tarde Mestre. Já acorda cheio de tesão né?

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E tem como não?!!

Daqui há pouco, já vou até saber desenhar onde fica aquela pintinha delicada que a Lúcia tem no topo da virilha e saber reconhecer o estado de espírito do Jorge, por sua respiração, rsrsrs

De qualquer forma, vocês são deliciosos, seus relatos e suas histórias são deliciosas e já estão fazendo parte da minha vida. O difícil é sair para ir trabalhar, com o pau meio-bomba... Rsrsrs

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Conto excelente merecida.ente 3 🌟

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Muito obrigado Doda, seja bem vindo e beijinhos no canto da boca.

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