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Nina - O despertar da fêmea - Final

Um conto erótico de Enrabador
Categoria: Heterossexual
Contém 1158 palavras
Data: 29/09/2026 23:44:33
Última revisão: 01/10/2026 01:57:40

A virada de chave me fez ativar o modo professor. Eu agora tinha uma aluna disposta a aprender tudo, sem pressa e com todo capricho.

Por um tempo, mantivemos as atividades de sábado. Ela gozava na minha boca e depois esvaziava meu saco na punheta.

Com o tempo, ela foi ficando curiosa em colocar ele na boca, visto que eu me acabava na xaninha dela.

E eu fui mostrando vídeos com esse fim.

Nina ficava maravilhada com a habilidade das meninas. Principalmente aquelas que faziam garganta profunda.

Eu selecionava vídeos simples e ia mostrando. Evitava mandar para ela, pois isso poderia dar problemas na casa dela.

Quando, finalmente, ela decidiu abocanhar o sofredor, com certeza já tinha o roteiro definido.

Se ajoelhou com carinho e foi engolindo a vara com sua boca quente. Aquilo era uma loucura. Eu deixava ela à vontade. E ela chupava tudo: bolas, pica e coxas.

Com o tempo, fui ajustando abertura de boca, velocidade e o toque dos dentes na cabeça.

Nina ia mamando e aprendendo. E, num belo dia, depois de muitos avisos, ela continuou chupando e esperou pacientemente o meu gozo.

Ver aquela doce menina tomando todo meu gozo foi maravilhoso. Sem saber, ela já tinha avançado mais uma casa no fabuloso xadrez do amor.

Avisei para a Nina que o grande dia, o momento dela perder o cabacinho, seria em grande estilo. Nós iriamos viajar para uma pousada no interior e lá, ela me daria tudo.

Absolutamente tudo.

Nina, a princípio se assustou, mas eu a tranquilizei pois teria tempo para que seu cuzinho também fosse preparado.

Assim, toda vez que eu fosse chupar sua buceta e colher seu gozo semanal, eu brincaria no seu rabinho, para ele estar pronto para o grande dia.

Os primeiros dias foram difíceis pois, mesmo lubrificando bem o dedo, seu buraco era bem apertado, e às vezes, ela reclamava.

Com o tempo foi se acostumando, e mais fundo o dedo foi entrando.

Um dia, finalmente, coloquei todo o dedo, enquanto ela gozava. Aquilo despertou algo nela, pois não parava de gozar na língua, tendo o rabinho totalmente preenchido.

Era um pequeno gozo anal, mas ela ainda não sabia disso.

Com o tempo, introduzi um segundo dedo e pude trabalhar o cuzinho dela nesses momentos.

Nina entrava em transe e gozava desesperadamente.

Era lindo.

Finalmente, chegou o dia da viagem e com a autorização da mãe, rumamos ao interior.

Pedi à Nina que levasse uma muda das roupas antigas, largas e fora de moda.

Iríamos fazer um ritual.

Queimar as lembranças da Nina antiga.

Agora, ela era outra.

Fomos para São Francisco Xavier e ficamos numa pousada num lugar bem alto.

Muito verde e natureza ao nosso redor, um verdadeiro paraíso.

Pedimos autorização para fazer o nosso ritual num lugar afastado e queimamos uma calça larga e uma blusa grande.

O brilho dos olhos dela era magnífico.

Carreguei a nova Nina para o chalé e jantamos.

Tomamos vinho para o aquecimento.

Brincamos na banheira e saí de lá com todo o roteiro pronto.

Ainda de roupão, nos beijamos muito. O ataque ao pescoço já era de praxe, depois, fomos andando para a cama, sem largarmos nossas bocas.

Desci abocanhando os seios e cheguei na xana melada.

O trabalho nela era fundamental. Cheirei, beijei, lambi e fui sorvendo cada gota do líquido do amor.

Nina gemia alto, como nunca gemeu em casa.

Era inebriante.

Nessa batalha, colhi quatro longos gozos dela, e colheria outros, se ela não pedisse para parar.

Nina tremia de tanto gozar.

Tratou de descer e abocanhar minha pica. E dar o talento que ela tinha aprendido.

Vendo aquela moça com tanta desenvoltura trabalhando o pau, me fez lembrar da menina tímida da escola.

Ela tinha mudado. Era outra, totalmente diferente.

Quando meu pau estava apontado para a lua, ela se deitou e pediu o seu prêmio.

Era hora da verdade.

Direcionei a pica para a fendinha, mas não empurrei. O objetivo era só encaixar.

Quando encaixou, sua vulva mordeu a cabeça do pau, e foi sugando ele para dentro, quase que convidando para a festa.

Tentei me controlar, mas não era hora. Nina queria, eu queria dar.

Empurrei olhando para ela, tentando fazer doer o mínimo possível, mas ela estava afoita e implorou que eu entrasse logo.

Senti o obstáculo e fui forçando, ela mordia o travesseiro e fazia positivo com a cabeça para que eu não parasse.

Não tive outra opção, empurrei o que restava e quebrei o sublime cabaço.

Uma explosão de emoções nos dominou e fiquei um tempo imóvel, só sentindo o calor da vulva, mordendo meu pau.

Quando comecei a me movimentar, Nina começou a gozar. Sua buceta ficou encharcada de gozo e sangue e não consegui manter o controle.

Ela já se prevenia e queria o primeiro gozo dentro. Eu nem consegui avisar.

Quando a abracei e martelei sua xana, nossos gozos se encontraram e o dono da pousada deve ter ouvido nossos gritos.

- Amor, amorrrrrr

Foi louco demais, eu não parava de meter e ela de gozar.

Ficamos exaustos e felizes.

Dormimos por longo tempo.

Quando acordamos, já de madrugada, fomos tomar banho e deitar de conchinhas. Não estava programado o cuzinho para o mesmo dia, mas a gente estava em êxtase. A sequência de gozos tinha sido maluca, e depois do cochilo, a vontade era maior ainda.

Quando deitamos, sua bunda linda começou a roçar minha pica e aquilo era muita provocação. A pobre pica foi crescendo e se instalando no meio das grandes bandas. Não tinha ideia se teria forças para mais uma foda daquelas, mas aquilo foi me enlouquecendo. Nina sabia provocar e começou a gemer enquanto roçava.

Pedi o tubo de lubrificante e passei na pica e no rabinho dela.

Agua mole em pedra dura, não tem jeito.

Quando a cabeça encontrou o buraquinho treinado, a invasão estava certa.

Nina já tinha aprendido, quando a pica tocasse seu buraco, ela deveria abrir a xaninha.

Colocou dois dedos fundos nela e esperou o meu menino fazer o trabalho atrás.

Empurrei um pouco até posicionar, ai disse:

- Mexe!

Nina virou um peixe elétrico, se mexeu igual uma enguia e torturou minha pica com vontade.

Quando finalmente guardou tudo, me disse: agora é sua vez.

Caralho, que cu macio ela tinha. Minha pica era agasalhada pelo rabinho e depois empurrada pra fora.

Um balé anal como nunca tinha visto.

Deixei ela se acabar no gozo com o pau no cu e quando finalmente anunciei o meu, ela avisou: eu vou junto.

- Gritos e gemidos dominaram o quarto e quando anunciei meu gozo, ela emendou: ai, eu vou também.

Naquele dia, eu não gozei, eu descarreguei todo meu amor no rabo dela. Foi tão louco que Nina começou a falar coisas que eu não entendia.

Quando nos despedimos no domingo, o dono da pousada nos disse: volte sempre, eu sei que gostaram.

A mãe dela nos pegou na rodoviária e estava feliz.

Eu também.

Obrigado, Nina!

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