A virada de chave me fez ativar o modo professor. Eu agora tinha uma aluna disposta a aprender tudo, sem pressa e com todo capricho.
Por um tempo, mantivemos as atividades de sábado. Ela gozava na minha boca e depois esvaziava meu saco na punheta.
Com o tempo, ela foi ficando curiosa em colocar ele na boca, visto que eu me acabava na xaninha dela.
E eu fui mostrando vídeos com esse fim.
Nina ficava maravilhada com a habilidade das meninas. Principalmente aquelas que faziam garganta profunda.
Eu selecionava vídeos simples e ia mostrando. Evitava mandar para ela, pois isso poderia dar problemas na casa dela.
Quando, finalmente, ela decidiu abocanhar o sofredor, com certeza já tinha o roteiro definido.
Se ajoelhou com carinho e foi engolindo a vara com sua boca quente. Aquilo era uma loucura. Eu deixava ela à vontade. E ela chupava tudo: bolas, pica e coxas.
Com o tempo, fui ajustando abertura de boca, velocidade e o toque dos dentes na cabeça.
Nina ia mamando e aprendendo. E, num belo dia, depois de muitos avisos, ela continuou chupando e esperou pacientemente o meu gozo.
Ver aquela doce menina tomando todo meu gozo foi maravilhoso. Sem saber, ela já tinha avançado mais uma casa no fabuloso xadrez do amor.
Avisei para a Nina que o grande dia, o momento dela perder o cabacinho, seria em grande estilo. Nós iriamos viajar para uma pousada no interior e lá, ela me daria tudo.
Absolutamente tudo.
Nina, a princípio se assustou, mas eu a tranquilizei pois teria tempo para que seu cuzinho também fosse preparado.
Assim, toda vez que eu fosse chupar sua buceta e colher seu gozo semanal, eu brincaria no seu rabinho, para ele estar pronto para o grande dia.
Os primeiros dias foram difíceis pois, mesmo lubrificando bem o dedo, seu buraco era bem apertado, e às vezes, ela reclamava.
Com o tempo foi se acostumando, e mais fundo o dedo foi entrando.
Um dia, finalmente, coloquei todo o dedo, enquanto ela gozava. Aquilo despertou algo nela, pois não parava de gozar na língua, tendo o rabinho totalmente preenchido.
Era um pequeno gozo anal, mas ela ainda não sabia disso.
Com o tempo, introduzi um segundo dedo e pude trabalhar o cuzinho dela nesses momentos.
Nina entrava em transe e gozava desesperadamente.
Era lindo.
Finalmente, chegou o dia da viagem e com a autorização da mãe, rumamos ao interior.
Pedi à Nina que levasse uma muda das roupas antigas, largas e fora de moda.
Iríamos fazer um ritual.
Queimar as lembranças da Nina antiga.
Agora, ela era outra.
Fomos para São Francisco Xavier e ficamos numa pousada num lugar bem alto.
Muito verde e natureza ao nosso redor, um verdadeiro paraíso.
Pedimos autorização para fazer o nosso ritual num lugar afastado e queimamos uma calça larga e uma blusa grande.
O brilho dos olhos dela era magnífico.
Carreguei a nova Nina para o chalé e jantamos.
Tomamos vinho para o aquecimento.
Brincamos na banheira e saí de lá com todo o roteiro pronto.
Ainda de roupão, nos beijamos muito. O ataque ao pescoço já era de praxe, depois, fomos andando para a cama, sem largarmos nossas bocas.
Desci abocanhando os seios e cheguei na xana melada.
O trabalho nela era fundamental. Cheirei, beijei, lambi e fui sorvendo cada gota do líquido do amor.
Nina gemia alto, como nunca gemeu em casa.
Era inebriante.
Nessa batalha, colhi quatro longos gozos dela, e colheria outros, se ela não pedisse para parar.
Nina tremia de tanto gozar.
Tratou de descer e abocanhar minha pica. E dar o talento que ela tinha aprendido.
Vendo aquela moça com tanta desenvoltura trabalhando o pau, me fez lembrar da menina tímida da escola.
Ela tinha mudado. Era outra, totalmente diferente.
Quando meu pau estava apontado para a lua, ela se deitou e pediu o seu prêmio.
Era hora da verdade.
Direcionei a pica para a fendinha, mas não empurrei. O objetivo era só encaixar.
Quando encaixou, sua vulva mordeu a cabeça do pau, e foi sugando ele para dentro, quase que convidando para a festa.
Tentei me controlar, mas não era hora. Nina queria, eu queria dar.
Empurrei olhando para ela, tentando fazer doer o mínimo possível, mas ela estava afoita e implorou que eu entrasse logo.
Senti o obstáculo e fui forçando, ela mordia o travesseiro e fazia positivo com a cabeça para que eu não parasse.
Não tive outra opção, empurrei o que restava e quebrei o sublime cabaço.
Uma explosão de emoções nos dominou e fiquei um tempo imóvel, só sentindo o calor da vulva, mordendo meu pau.
Quando comecei a me movimentar, Nina começou a gozar. Sua buceta ficou encharcada de gozo e sangue e não consegui manter o controle.
Ela já se prevenia e queria o primeiro gozo dentro. Eu nem consegui avisar.
Quando a abracei e martelei sua xana, nossos gozos se encontraram e o dono da pousada deve ter ouvido nossos gritos.
- Amor, amorrrrrr
Foi louco demais, eu não parava de meter e ela de gozar.
Ficamos exaustos e felizes.
Dormimos por longo tempo.
Quando acordamos, já de madrugada, fomos tomar banho e deitar de conchinhas. Não estava programado o cuzinho para o mesmo dia, mas a gente estava em êxtase. A sequência de gozos tinha sido maluca, e depois do cochilo, a vontade era maior ainda.
Quando deitamos, sua bunda linda começou a roçar minha pica e aquilo era muita provocação. A pobre pica foi crescendo e se instalando no meio das grandes bandas. Não tinha ideia se teria forças para mais uma foda daquelas, mas aquilo foi me enlouquecendo. Nina sabia provocar e começou a gemer enquanto roçava.
Pedi o tubo de lubrificante e passei na pica e no rabinho dela.
Agua mole em pedra dura, não tem jeito.
Quando a cabeça encontrou o buraquinho treinado, a invasão estava certa.
Nina já tinha aprendido, quando a pica tocasse seu buraco, ela deveria abrir a xaninha.
Colocou dois dedos fundos nela e esperou o meu menino fazer o trabalho atrás.
Empurrei um pouco até posicionar, ai disse:
- Mexe!
Nina virou um peixe elétrico, se mexeu igual uma enguia e torturou minha pica com vontade.
Quando finalmente guardou tudo, me disse: agora é sua vez.
Caralho, que cu macio ela tinha. Minha pica era agasalhada pelo rabinho e depois empurrada pra fora.
Um balé anal como nunca tinha visto.
Deixei ela se acabar no gozo com o pau no cu e quando finalmente anunciei o meu, ela avisou: eu vou junto.
- Gritos e gemidos dominaram o quarto e quando anunciei meu gozo, ela emendou: ai, eu vou também.
Naquele dia, eu não gozei, eu descarreguei todo meu amor no rabo dela. Foi tão louco que Nina começou a falar coisas que eu não entendia.
Quando nos despedimos no domingo, o dono da pousada nos disse: volte sempre, eu sei que gostaram.
A mãe dela nos pegou na rodoviária e estava feliz.
Eu também.
Obrigado, Nina!
