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Obcecado e humilhado pela novinha safada

Um conto erótico de Jhonny
Categoria: Heterossexual
Contém 3146 palavras
Data: 29/09/2026 18:19:31

Olá, me chamo Jhonny, tenho 28 anos, sou branco, 1,72, cabelos escuros, nem gordo nem magro. Tenho uma vida bem confortável financeiramente, curto muito sair beber, night, me divertir, praias e resenhas em geral.

Apesar disso, nunca fui um cara muito bem-sucedido com as mulheres, estou um pouco inseguro e ultimamente devido há alguns boatos, as mulheres parecem estar correndo de mim. Meu pau mede cerca de 12cm e esse é um dos motivos da minha insegurança, a última mulher que levei para sair cancelou o date já no motel após insistir que tirasse a minha cueca, ela inventou uma desculpa e saiu na hora. Depois disso me explanou, na hora já sabia o motivo, e depois disso não tenho conseguido mais sair com outras mulheres. Tento levar isso na boa, afinal, ela não é a última mulher do mundo nem uma das que acho mais gostosa, apenas estava disponível no momento.

Entretanto, como outras mulheres do meu ciclo ficaram sabendo disso, elas não me dão nenhuma oportunidade e como tenho muito tesão, estou sofrendo há bastante tempo sem sexo.

Sendo assim, através de um amigo meu, fui buscar contato com umas mulheres de outro bairro, comecei a frequentar um bairro do subúrbio até para talvez compensar essa minha "inadequação" com o dinheiro, poderia impressionar essas mulheres de lá com restaurantes caros, baladas de alto padrão, bons clubes e festas etc. Afinal, o dinheiro para mim passa longe de ser um problema.

Nessas andanças pelo subúrbio, conheci a Bruna e me impressionei com ela. Muito diferente das mulheres do meu ciclo social, a Bruna me chamou atenção não por ser a mais bonita ou a mais cavalona, ela era "normal", gostosa do jeito e no lugar certo. Tinha carisma, extrovertida e espontânea, maluca, sapeca e com muita cara de safada, corpinho todo no lugar. Abaixo explico:

Ela tem 19 anos, é morena (parda), cabelos lisos e escuros até as costas, lábios carnudos, um belo e safado sorriso, magra e baixinha (cerca de 1,55 de altura), seios pequenos e bem empinados, zero barriga, coxas grossas de academia e uma bunda grande, redonda e chamava a atenção de como era empinada. Sempre usando micro calcinhas, podia perceber se estivesse com uma roupa mais colada, ela adora sair com tops e shortinho, ou minissaias e vestidos curtos. Seu jeito espontâneo e a maneira que falava abertamente sobre sexo, fazia minha imaginação ir à loucura.

Depois de conversar e insistir com ela algumas vezes, consegui levá-la para sair, a levei em um restaurante bem caro para tentar impressionar a gata. Ela estava com uma calça jeans justa e uma blusa soltinha com soutien. Nesse dia, nos divertimos bastantes e depois de alguma insistência, trocamos alguns beijos, me deliciei com o seu beijo e seus lábios carnudos, embora tenha insistido bastante não consegui levá-la pro motel ou trazê-la para a minha casa. Comemos bastante, bebemos, demos uns amassos no carro e depois a deixei em casa.

De cara, percebi que ela tinha topado por interesse financeiro, tava alucinado, seu beijo era uma delícia, seu jeito sapeca e seu corpo cheio de curvas me deixaram numa loucura como nunca tinha sentido antes.

Depois de levá-la para sair mais algumas vezes e trocarmos uns beijos, ela me disse que queria algo mais agitado, como estava mais acostumada, música alta e sair para dançar e então me convenceu a ir a um baile desses mais populares.

Marcamos o dia e fui buscá-la para ir no tal baile. Ela estava com um vestidinho preto, curto, soltinho até acima do meio das coxas, usava uma micro calcinha toda enfiada, como percebi na silhueta e aparentemente não usava soutien.

Nesse dia, nem me preocupei com o que ia gastar, paguei nossos ingressos, o da prima dela, de alguns amigos, comprei baldes de cerveja, combos com whisky, camarotes, pista e tudo mais. Queria garantir que arregaçaria essa mulher no fim da noite. Dançamos sarrando, nos beijamos no baile e nem ligava quando ela dançava e aparecia sua micro calcinha vermelha toda enfiada no rego, estranhamente isso me dava mais tesão sendo na frente de todo mundo.

No fim da noite, estávamos bêbados, ela bem mais do que eu e a convenci de irmos num motel.

Tava tão animado com a oportunidade de despir e disfrutar daquela mulher que até esqueci o meu "pequeno problema", estava muito solto e confiante, tomado pelo tesão de aproveitar cada pedaço das curvas daquela vagabunda.

Então, ao chegarmos no motel nem perdi tempo, fui beijando todo o seu corpinho, finalizei com um beijo de língua delicioso e tirei o seu vestidinho. Como desconfiava, ela estava sem soutien e pude finalmente ver os seus lindos seios. Eram pequenos, porém muito durinhos chegando a serem empinados, bem redondinhos e com bicos e auréolas também pequenos e levemente escurecidos, uma verdadeira escultura da natureza. Ela usava uma calcinha vermelha, bem pequena na frente e apenas um fiozinho atrás, na parte de cima escrito "puta". Aquilo parecia um sonho, por dentro da calça o meu pau estourava de tesão, extremamente duro já babão. Então, ela tirou a minha camisa, sentou no meu colo e começou a me beijar, rebolava deliciosamente aquela raba deliciosa na minha pica, eu delirava de prazer, nesse momento abusava de passar a mão em sua bunda, descia com o dedo bem na valinha do seu cuzinho (ainda de calcinha) e mamava muitos seus maravilhosos seios.

Até que percebi que ela parecia querer sentir algo mais, vira e mexe metia a mão no meu pau e parecia que buscava algo maior, mas não me deixei levar pela insegurança e aproveitei o momento. Tirei a minha calça, ficando apenas de cueca, ela parecia meio desapontada ao olhar a minha cueca, eu ainda estava doido de tesão e segui explorando todo o seu corpinho, até que depois de algumas reboladas, ela apalpou meu pau ainda por cima da cueca e disse:

Bota o pau pra fora para eu ver um negócio.

Aí me bateu uma insegurança, já tava muito tomado pelo tesão e fiquei com medo de ser dispensado na hora H de novo, mesmo assim segui em frente e coloquei o meu pau pra fora, ao ver ela começou a rir e disse:

Porra, tá de sacanagem! Cadê o resto dele?

Eu fiquei sem reação, ainda mais porque não teve desculpa nem nada, ela falou ali na lata. Depois, ela acariciou o meu pau (babando) ainda debochando e disse:

Desculpe, mas não vai rolar. Desculpe a franqueza, mas não consigo, me sentiria fazendo caridade.

Não sabia que isso era possível, mas ver aquela jovem seminua rindo do meu pau, me humilhando, me rejeitando me deu mais tesão ainda, e então arranquei a calcinha dela e tentei fazer a força, mas ela ameaçou gritar e chamar a polícia, então recuei, fiquei admirando a sua linda buceta, totalmente lisinha, raspadinha, inchada e de lábios bem carnudos, então ela seguiu com os insultos:

Você vestido até parece um homem, mas pelado de fato é um menino.

Aquilo estranhamente me excitou num nível absurdo. Então ela deu uma última punhetada no meu pau, deu um tapinha na cabeça dele e disse que ia embora. Pegou o celular, mandou umas mensagens e foi pegando as roupas, eu estava tão excitado com tudo aquilo que disse:

Deixe pelo menos eu te chupar, até vc gozar, eu fico o tempo que for preciso.

Queria ao menos sentir o cheiro e gosto daquela buceta, nem que depois tivesse que gozar na punheta, tentaria fazer na frente dela, mas se não pudesse, só o fato de chupá-la já salvaria a minha noite, mas ela respondeu:

Não, nem pensar. Hoje quero gozar com um homem de verdade!

Como aquilo me deu mais tesão ainda, fui me tocando na frente dela, enquanto ela se arrumava para ir embora. Insisti para que fizéssemos qualquer, mas ela negou. Quando ela tava pronta para sair, eu ainda nu disse:

Fique me olhando até eu gozar, pelo menos, por favor! Não estou aguentando de tanto tesão.

Ela veio até a mim, me deu um beijo no rosto e se despediu.

Depois que ela saiu, usei toda aquela cena como inspiração e toquei uma punheta pensando nela, gozei horrores deliciosamente e fui tentar dormir no motel mesmo sozinho. Como não tava conseguindo dormir, toquei mais uma, depois de gozar pela segunda vez, bateu uma bad forte, mas muito sono também, então dormi.

Depois de alguns dias, não conseguia tirar toda aquela cena da cabeça, mas não sentia raiva, sempre me vinha a imagem daquela jovem morena, toda durinha e cheia de curvas, nua na minha frente, exibindo uma buceta maravilhosa e me negando prazer. Isso estigava minha curiosidade, meu tesão, me sentia humilhado, impotente e menos homem por um lado, mas por outro me sentia instigado. Tudo que mais queria era me sentir dentro daquela jovem, meter nela com toda força e provar que era homem suficiente para lhe dar prazer e fazê-la gozar.

Então, num ato de desespero resolvi procurá-la, fui aos lugares que ela frequentava, pois preferia falar pessoalmente com ela, talvez oferecer uma bebida cara, mas não a encontrei. Daí, tomei coragem e mandei mensagem para ela, perguntei se estava tudo bem e a convidei para sair, mas ela negou friamente. Sendo assim, só me restou partir para o tudo ou nada, mais alguns dias depois mandei outra mensagem para ela, mantivemos o seguinte dialogo:

Oi, Bruna, tudo bem?

Oi, tudo.

Sei que o nosso último encontro não foi o que vc esperava, mas pô, sinto falta da sua amizade, das nossas conversas, saídas... Posso te levar num lugar bem legal, o que acha?

Não vai rolar. Prefiro não ficar te iludindo, sem bem o que vc quer e vc não atende as minhas necessidades... você até atende, mas o seu pauzinho não...desculpe a sinceridade.

Ao ler isso, senti mais uma porrada dura e seca no meu ego, mas o meu pau ficou bem durão e babando na cueca, mais uma vez fui tomado pelo tesão (sem entender o porquê) e apelei:

Bruna, me dá mais uma chance, me deixa provar pra vc que posso ser homem suficiente, eu posso te chupar, eu faço o que vc quiser.

Esquece!

Se a questão é grana, eu pago, fala quanto é

...

Depois de oferecer dinheiro, ela me bloqueou. Não restava mais o que fazer, tentei me controlar, procurar outras mulheres, tentar dominar esse tesão por ela e me convencer que fiz além do possível.

Na semana seguinte, recebi uma mensagem dela no celular:

Oi, Jhonny.

Oi

Desculpe pela forma que tratei, vc é um cara legal, mas como decepcionei na hora, me deixei levar pelo lado sádico. Não sei o porquê, mas é mais forte que eu.

Tudo bem, sem problemas.

Mas também não falei mais nada.

Passados dois dias, ela entra em contato comigo de novo, e depois de me cumprimentar, manda esta:

Aí, aquela parada do dinheiro, era sério mesmo? Vc pagaria para ter intimidade comigo?

Como bom cachorrinho, me animei todo de novo ao ver essa mensagem e respondi:

Sim

Então acho que posso te dar uma chance rs

Quanto vc quer?

Vc pagaria pelo meu silicone?

Sim, fechado.

Mas vai ser do meu jeito (Respondeu Bruna)

Para piorar, depois de toda humilhação, ainda pagaria para ela ficar mais gostosa para outros homens, olhe ao ponto que cheguei.

Marcamos em outro motel, de melhor qualidade, fui para lá mais cedo e fiquei a esperando ansiosamente. Ela chegou com um vestidinho vermelho e soltinho ainda mais curto que da outra vez, pela silhueta outra vez de micro calcinha e sem soutien, além de um belo salto alto e batom bem vermelho, parecia uma verdadeira puta dessas da esquina.

Me cumprimentou com um selinho, coloquei a mão em sua cintura fina e senti o meu pau pulsar. Ela pulou no meu colo e começou a me beijar intensamente, a segurei pela bunda e fui passando a mão em cada extensão abaixo do vestido e notei que estava de tanguinha mais uma vez.

Joguei-a na cama, tirei o seu vestindo e partir para mamar os seus seios, alternava com o pescoço de subia para beijar seus lábios carnudos, sempre sussurrando o quanto ela tava gostosa em seu ouvido. Ela vestia uma tanguinha vermelha, dessas que só tinha uma fiapo na valinha de seu cuzinho. Quando desci para perto de sua calcinha, pronto para tirá-la, ela disse:

Olha, ainda tem uma condição: tem que me fazer gozar com a boca antes.

Então, sem perder tempo, tirei sua calcinha e cai de boca em sua buceta lisinha, comecei pelos lábios, dei belos beijos neles, depois os afastei e comecei lambendo de leve o seu grelinho, que estava inchado. Fui aumentando a intensidade aos poucos e por vezes alterando com o seu cuzinho, conforme aumentava o ritmo, sentia se molhar, logo vi que conseguiria fazer gozar. Então segui aumentando gradualmente e alternando os movimentos, ela foi aumentando os gemidos, segurou a minha cabeça e mandou não parar, nesse momento com a voz alterada ela disse:

Até que vc chupa direitinho, deve ser porque vc também tem um grelinho entre as pernas

Ignorei o insulto, se segui fazendo o meu trabalho, passei a chupar com mais voracidade, ela prendeu a minha cabeça, puxou os meus cabelos e disse:

Isso filho da puta, seja homem de alguma maneira e faz essa putinha gozar!

Então fui mantendo um ritmo alucinante, senti sua pernas contraírem, ela gritou e disse:

Não pare ainda, seu projetinho de homem, vc tá conseguindo.

Daí sua pernas contraíram com mais força, sua bucetinha ficou extremamente molhada e cheirosa, ela deu uma última urrada e gozou intensamente em minha boca.

Eu estava fora de mim, de tão excitado que estava, tentei beijá-la, mas ela desviou, pediu alguns segundos para se recuperar sozinha e voltou. Ela sentou no meu colo e começou a me beijar, passou pela orelha e pescoço, desceu pelo peitoral, até chegar ao meu pau, segurou o meu pau extremamente duro e exclamou:

Nunca vi algo tão pequeno e inútil

Deu-lhe um peteleco com força na cabeça, o que me excitou mais ainda e começou a me chupar. Iniciou um boquete lento e bem molhado, foi acariciando o saco e por vezes descia até o períneo, fui ficando cada vez mais excitado, ela foi aumentando a intensidade, descia até o saco e deva umas boas punhetadas com força, foi chupando com cada vez mais intensidade, até que subiu, olhou no meus olhos meu deu um beijo na boca e disse:

Sinta seu gosto, seu lixo. Só pagando para vc ter uma mulher como eu.

Deu uma cuspida e finalizou.

Então a coloquei deitada de pernas abertas e finalmente penetrei naquela buceta maravilhosa, era muito apertadinha e conforme socava, se molhava, embora ela não manifestasse reação alguma. Sem me importar com isso, fui disfrutando cada vez mais daquela buceta, como se estivesse realizando um sonho, queria me segurar o máximo para que aquele momento durasse o máximo. Fui socando com mais intensidade para ver se ela esboçava alguma reação, mas não conseguia. Como estava alucinado de tesão, para melhorar, pedi para que ficasse de 4, ela prontamente atendeu.

Parecia um sonho ver aquela buceta e cuzinhos apontados livremente para mim, para melhorar, ela botou a cara no travesseiro e empinou o máximo. Então, sem perder tempo fui socando sua bucetinha com intensidade, fui me soltando, dei uns tapas na rua raba e a chamei de piranha, vagabunda, vadia e coisas do tipo, então na empolgação disse:

Finalmente consegui te comer sua putinha do caralho, sente o meu pau te arregaçando, sua vadia!

Menos, piroquinha! Fica de onda que acabou com a sua farra. Lembre-se que quem manda sou eu.

Daí, calei a boca, segurei em sua cintura e foi socando mais forte ainda, sentia sua buceta já bem molhada e ouvia seus gemidos ainda que tímidos. Tentei botar em seu cuzinho, mas ela não permitiu, disse que só dá o cu para homens de verdade.

Insisti, mas como não obtive sucesso, segui socando sua bucetinha com vontade, até que foi vindo a vontade de gozar, como ela já tinha gozado poderia não me importar, mas a foda tava tão boa que não queria parar tão cedo. Quando pensei que não me seguraria, ela parou e disse:

Tá muito empolgadinho, lembra quando te disse que ia ser do meu jeito? Deita aí!

Deitei na cama, ela se levantou e foi até a bolsa, voltou com uma algema e disse:

Quietinho porque agora que o show vai começar.

Fiquei preocupado, mas resolvi me entregar, parece que o medo e a incerteza do que viria aumentou o meu tesão.

Daí então, ela prendeu minhas mãos e veio por cima e sentou de costas, parecia um sonho ver aquela bunda subindo e descendo no meu pau, quicando com cada vez mais velocidade, quando diminuía caprichava nas reboladas, em pouco tempo achei que não aguentaria, quando pensei que ia gozar, acho que ela percebeu, se levantou e veio sentar de frente.

Encaixou sua buceta de frente no meu pau, beijou bastante a minha boca e me empurrou para trás, começou a me enforcar com força e voltou a me insultar:

Seu moleque inútil! Esse pauzinho é incapaz de fazer uma mulher gozar. Vou arrancar todo o seu dinheiro, pois vc é incapaz de ser homem suficiente para alguma mulher.

Enquanto me enforcava, dava tapas com força na minha cara e seguia me humilhando, aquilo tava tão forte que não me ofendia, só me excitava cada vez mais, nunca tinha visto nada do tipo, mas resolvi ficar entregue.

Em pouco tempo, senti uma grande quantidade de líquido escorrer da sua buceta, pelo meu pau, descia pelas minhas pernas e molhava o lençol, ela aumentou o ritmo da quicada, começou a ficar trêmula e suas pernas se contraíram, senti que estava gozando mais uma vez.

Aquilo para mim foi o ápice do prazer, subiu uma onda de calor pelas minhas pernas e dessa vez sabia que não ia segurar, mesmo gozando, ela não parou de quicar e seguiu me travando, sua buceta estava muito encharca. Quando vi que não resistiria, tentei me desvencilhar para gozar fora, mas ela me travou, caprichou nas reboladas e não resisti. Gozei intensamente dentro dela, meu pau latejou por alguns instantes e ela não parou de quicar. Depois de alguns instantes gozando, o meu pau amoleceu e ela se levantou com a buceta escorrendo porra, antes que saísse da cama, puxei pela cintura, lhe dei um beijo bem demorado e puxei-a para que ficássemos abraçadinhos por uns minutos.

Me sentia realizado, nunca tinha tido uma experiência dessa e nunca tinha sentido um orgasmo tão intenso.

Ela queria ir embora, mas convenci a ficar, comprei uma champagne e fomos para a hidro.

O que ocorreu depois, vou colocar em outro conto, pois este já se estendeu demais.

Abraços e obrigado pela leitura.

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Comentários

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Aposto que se você pedi-la em namoro, ela vai te fazer um corninho muito feliz. Se pego uma novinha dessa, te devolvo toda arregacada

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Já pensei nisso, até porque como ela mora distante de mim, ninguém iria ficar sabendo. Pelo sexo vale a pena.

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