Capítulo 1 – O Começo da Degradação
Paola tinha 19 anos quando descobriu que o corpo dela não era feito pra ser respeitado.
Morena de pele morena clara, seios pesados e naturais que balançavam com qualquer movimento, cintura fina, bunda grande e arredondada que esticava qualquer shortinho. A boca era carnuda, sempre com um ar de quem queria engolir algo. E entre as pernas… uma buceta sempre molhada, inchada, com os lábios grossos e o clitóris sensível demais. Ela já sabia desde cedo que gozava fácil. Fácil demais.
Tudo começou numa sexta-feira qualquer.
O namorado, Lucas, um moleque de 21 anos que mal sabia comer ela direito, tinha combinado de ir na casa dele. Só que quando Paola chegou, não era só ele. Tinha mais três amigos: Pedro, Rafa e o Diego, o mais velho, 26 anos, olhar sujo e sorriso de quem já tinha fudido muita puta.
Lucas abriu a porta, beijou ela de qualquer jeito e puxou pro sofá.
— Trouxe a putinha pra gente, mano — ele falou rindo, já com a mão na bunda dela.
Paola sentiu o estômago revirar… de excitação. Não de medo.
Os três amigos olharam pra ela como quem olha pra um pedaço de carne. Ela estava de shortinho branco colado e uma blusinha preta sem sutiã. Os peitos duros já marcavam os mamilos.
Diego foi o primeiro a se aproximar. Sem pedir licença, passou a mão por baixo do short e enfiou dois dedos direto na buceta molhada.
— Porra… já tá pingando. Olha isso, molecada. A namoradinha do Lucas é uma putinha mesmo.
Paola gemeu baixo, abrindo as pernas instintivamente. Lucas só riu e puxou a blusa dela pra cima, expondo os peitos pesados. Pedro e Rafa já estavam de pau duro dentro da calça.
— Tira a roupa, puta — Diego mandou, sem carinho nenhum.
Paola obedeceu. Em segundos estava nua no meio da sala, peitos balançando, buceta brilhando de tesão. Diego a empurrou de joelhos e enfiou o pau grosso na boca dela sem aviso. Paola engasgou, saliva escorrendo pelo queixo, mas não se afastou. Pelo contrário: abriu mais a garganta e engoliu até o fundo, enquanto os outros dois já se masturbavam olhando.
Lucas se ajoelhou atrás dela, abriu as nádegas e enfiou a língua no cu. Paola gritou com o pau na boca. O barulho molhado de chupada ecoava na sala.
— Olha como a putinha gosta — Pedro falou, se aproximando e esfregando o pau no rosto dela. — Abre a boca, sua vadia.
Ela abriu. Dois paus na boca ao mesmo tempo. Saliva, gemidos, o cheiro forte de sexo. Diego puxou o cabelo dela com força e fodeu a garganta fundo, até os olhos lacrimejarem. Quando tirou, um fio grosso de baba e pré-gozo escorria da boca de Paola até os peitos.
— De quatro. Agora.
Paola ficou de quatro no carpete sujo. Lucas enfiou o pau na buceta de uma vez, gemendo. Pedro se ajoelhou na frente e enfiou o pau de novo na boca. Rafa, o mais quieto, passou a mão na bunda dela e cuspiu no cu.
— Vai dar o cuzinho também, putinha?
Paola só balançou a cabeça pra cima e pra baixo, com a boca cheia de pau. Rafa enfiou o dedo no cu dela, depois dois, depois três. Quando o dedo saiu, o pau grosso dele entrou sem lubrificação de verdade. Paola gritou, o corpo inteiro tremeu, mas a buceta apertou o pau do namorado ainda mais forte.
— Porra… ela gozou só de levar no cu — Diego riu, se masturbando olhando a cena.
Eles trocaram de posição várias vezes. Paola foi usada em todas as buracos. Boca, buceta e cu. Ao mesmo tempo. Um pau em cada. Ela gozou tantas vezes que a buceta ficou inchada e pingando no chão. Quando o primeiro gozou, foi na cara. O segundo no peito. O terceiro enfiou fundo no cu e despejou tudo lá dentro. Lucas, o último, gozou na boca e fez ela engolir.
No final, Paola estava deitada no chão, nua, suja de porra, saliva e suor. A buceta aberta, o cu latejando, o rosto coberto de porra seca. Os quatro homens olhavam pra ela rindo.
— Amanhã a gente chama mais gente — Diego falou, acendendo um cigarro. — Essa putinha aguenta.
Paola só sorriu, exausta, com o gosto de porra ainda na boca.
E foi assim que tudo começou.
