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Me Engravida, Meu Homem

Um conto erótico de Casado Anônimo
Categoria: Gay
Contém 3756 palavras
Data: 29/09/2026 13:02:54

Meu nome é Alex.

Casado há dez anos. Quarenta e três anos.

Minha esposa é linda. Safada pra caralho. Transamos quase toda noite. Basta ela encostar em mim que o pau já fica duro feito pedra e a gente se fode de verdade. Ela adora me chupar. Adora sentir eu gozar na boca dela. Eu também adoro.

Mas tem um negócio que nunca passa.

Quando eu era adolescente, meus primos me comeram. Várias vezes. E deixaram um foguinho no meu cuzinho que nunca se apagou. Um desejo constante, sujo, de ser pegado de verdade. De ser dominado. De sentir uma rola grossa me abrindo e me fodendo sem dó.

Em 2023 precisei viajar a trabalho. A empresa alugou um apartamento pra mim numa cidade de Minas. Trabalhava o dia inteiro e à noite… pornô na veia. Não tinha muita coisa pra fazer. Baixei o Tinder, mas mulher é complicado. Então baixei o Grindr.

Coloquei no perfil:

**Casado Carente procura ativo**

Foi um pipoco de mensagens. Eu viciava. Ficava teclando com vários caras entre 25 e 35 anos. Mas nunca ia até o fim. Até que o **CasadoAtivo** apareceu. Direto. Sem enrolação.

— Tem local?

— Tenho.

— Que dia dá pra você?

— Amanhã. Sexta à noite.

Conversamos mais um pouco. Marcamos.

Ele tocou o interfone. Eu já tinha tomado banho. Estava limpinho, cheiroso, de shorts e camiseta. O coração batendo forte.

Abri a porta.

Ele chegou cheiroso. Bem limpo. Banho tomado, pele macia, aquele cheiro bom de homem que acabou de se lavar — sabonete, um toque de perfume masculino, nada de suor sujo. Rústico, sem beleza nenhuma, mas limpo e cheiroso pra caralho. Peito largo, braços grossos, barba por fazer, olhar de quem não pede licença.

Convidei ele a entrar. Ofereci uma cerveja. Eu estava meio sem graça, meio nervoso. Ele ficou em pé na sala, olhando pra mim, esperando. Como se já soubesse que eu ia me entregar.

Fiquei quieto uns segundos.

— Tudo bem? — perguntei, só pra quebrar o silêncio.

Ele só soltou, seco:

— Cadê sua cama?

Não precisou de mais nada.

Entrei no quarto na frente. Ele atrás. Assim que a porta fechou, ele já foi tirando a camisa. Eu também. Ele tirou a calça, ficou só de cueca preta, aquela cueca de homem mesmo, marcando o volume grosso. Deitou na cama, pernas abertas, braços atrás da cabeça, me olhando como quem manda.

Foi aí que eu liguei o lado vadia.

Ajoelhei na cama e fui me enfiando entre as pernas dele. O cheiro bom subiu forte. Cheiro de homem limpo, de pele quente, de pau recém-lavado. Eu adorei.

Passei o rosto pela coxa interna dele, lambendo devagar. Ele não falou nada. Só abriu mais as pernas. Puxei a cueca pro lado e o pau dele saltou. Grosso. Não era o maior do mundo, mas era grosso pra caralho. Veias marcadas, cabeça rosada, já meio duro. E o saco pesado, peludo, limpinho, cheirando a macho limpo.

Eu não pensei duas vezes.

Enterrei o nariz no saco dele e puxei o ar fundo. Cheirei até o fundo. Depois lambi. Lambi o saco inteiro, chupando as bolas uma de cada vez, sujando a cara de saliva. Ele soltou um gemido baixo, quase um grunhido. Eu continuei. Subi a língua pela base do pau, lambendo devagar, sentindo o gosto limpo de pele e de tesão. Quando cheguei na cabeça, passei a língua em volta, lambendo o freio, chupando só a glande primeiro, bem molhado, bem puta.

Ele enfiou a mão no meu cabelo e puxou pra baixo.

— Engole essa porra.

Eu engoli.

Abrí a boca o máximo que deu e desci. O pau grosso abriu minha garganta. Eu engasguei, mas não parei. Desci até sentir o saco bater no meu queixo. Fiquei ali, engasgando, babando, olhos marejados, enquanto ele segurava minha cabeça e fodia minha boca com calma de quem sabe que eu tava gostando.

A cada estocada eu gemía. A cada gemido ele empurrava mais fundo. Eu chupava com vontade, com tesão de vadia casada que finalmente tava comendo porra de homem. A baba escorria pelo pau dele, pingava no saco, molhava a cueca que ainda tava puxada pro lado.

Ele tirou o pau da minha boca de repente. Estava duro pra caralho, brilhando de saliva.

— Vira. Quero ver esse cu.

Eu virei de quatro na hora. Abaixei a cabeça, levantei o cu. Ele puxou minha cueca pra baixo e abriu minhas nádegas com as duas mãos. Ficou um tempo só olhando. Eu sentia o olhar dele no meu cu.

— Tá limpinho, hein… — murmurou.

E cuspiu. Cuspiu bem no meio. A saliva quente escorreu pro meu cuzinho. Depois ele enfiou o polegar. Sem aviso. Enfiou até o fundo, girou, abriu. Eu gemí alto, enterrando a cara no travesseiro.

— Relaxa, puta. Vai comer rola hoje.

Ele tirou o dedo, se posicionou atrás de mim e encostou a cabeça grossa do pau no meu cu. Não pediu. Não perguntou. Só empurrou.

Devagar no começo. Eu senti o ardor, a abertura, o pau grosso forçando entrada. Gemi. Ele segurou meus quadris e foi entrando. Centímetro por centímetro. Até o fundo. Até eu sentir o saco dele bater na minha bunda.

E aí ele começou a foder de verdade.

O pau dele não era monstruoso. Era normal, só um pouco maior que o meu. Grosso o suficiente pra encher a boca, mas não daqueles que assustam. A cabeça rosada, já brilhando de pré-porra, as veias marcadas ao longo do tronco. O saco pesado, limpo, cheiroso, descansando contra a coxa.

Eu ajoelhei entre as pernas dele e respirei fundo. O cheiro de homem limpo subiu, misturado com o calor da pele. Passei a língua devagar pela base, subindo até a cabeça, lambendo o freio com a ponta da língua. Ele soltou um gemido baixo, quase um grunhido de aprovação. Eu beijei a cabeça do pau, chupando só a glande primeiro, molhando, girando a língua em volta, sentindo o gosto limpo e salgado.

Ele enfiou a mão no meu cabelo, mas não puxou ainda. Só segurou, como quem quer sentir o movimento. Eu desci mais, abrindo a boca, engolindo o comprimento aos poucos. O pau deslizou pela língua, bateu no fundo da garganta. Eu engasguei de leve, saliva escorrendo pelos cantos da boca, mas não parei. Subi e desci de novo, mais fundo, mais molhado. O barulho molhado da chupada enchia o quarto. Eu chupava com vontade, com a cara de vadia que eu sabia que ele gostava de ver.

Ele estava curtindo. Eu sentia. As coxas dele tensionavam de leve a cada vez que eu descia até o saco. Eu lambia as bolas enquanto chupava, puxava uma pra dentro da boca, soltava, chupava a outra. O saco dele era quente, macio, cheiroso. Eu passava o rosto inteiro ali, lambendo, beijando, sujando de saliva. Depois voltava pro pau e engolia de novo, mais fundo, mais sujo.

— Porra… — ele murmurou, a voz rouca. — Continua assim.

Eu continuei. Subia até a cabeça, lambia em círculos, chupava só a glande com força, depois descia de uma vez só, engasgando de propósito, deixando a saliva escorrer pelo pau e pingar no saco. Ele começou a mover o quadril, empurrando de leve pra dentro da minha boca. Eu relaxei a garganta e deixei. O pau dele entrava e saía, fodendo minha boca com calma no começo. Eu gemía em volta do pau, o som vibrando nele. Ele gostava. Eu sentia o pau latejar contra a minha língua.

A mão dele apertou meu cabelo com mais força. Ele começou a foder minha boca de verdade. Estocadas mais longas, mais fundas. O pau batia no fundo da minha garganta, eu engasgava, a baba escorria pelo queixo, pingava no peito dele. Eu olhava pra cima, olhos marejados, e via ele me olhando, curtindo cada segundo. Ele gostava de ver a cara de puta que eu fazia enquanto chupava.

Eu roçava meu pau hiper duro na perna dele. O tecido da minha cueca já estava molhado de pré-porra. Cada vez que ele empurrava fundo na minha boca, eu esfregava o pau na coxa dele, sentindo o calor da pele, a pressão, o tesão subindo. Eu estava babando, engasgando, chupando com vontade de vadia, e ao mesmo tempo me esfregando nele como um cachorro no cio.

Ele fechou os olhos.

Parou de me olhar. Só ficou ali, deitado, a cabeça jogada pra trás, a boca entreaberta, curtindo. A mão ainda no meu cabelo, mas agora só guiando o ritmo, sem forçar. Eu chupava sozinho. Subia e descia, lambia, beijava o pau, chupava as bolas, voltava a engolir até o fundo. O quarto só tinha o som molhado da minha boca e os gemidos baixos dele. Ele estava se entregando. Deixando eu chupar do jeito que eu queria.

Eu demorei. Chupei sem pressa. Lambi cada centímetro. Beijei a base, a cabeça, o freio. Enfiava a língua no buraco da uretra, chupava forte, depois engolia tudo de novo. A saliva escorria, molhava o saco, escorria pela rachadura da bunda dele. Eu estava perdido naquilo. Meu pau doía de tão duro, esfregando na perna dele sem parar. Eu gemia em volta do pau, o som abafado, sujo.

Quando o maxilar começou a cansar, eu subi.

Lambi a barriga dele, subindo devagar. A pele quente, limpa, o cheiro bom ainda presente. Passei a língua pelo umbigo, beijei a linha de pelos que descia até o pau. Subi mais. Cheguei no peito. Lambi o mamilo direito, chupei, mordia de leve. Ele soltou um gemido mais alto. Eu chupei o outro mamilo, girando a língua, puxando com os dentes. Depois subi até o pescoço. Beijei a garganta dele, lambi a pele quente, sentindo o cheiro de homem limpo bem de perto. Mordi de leve o pescoço, chupando a pele, deixando marca.

Ele abriu os olhos.

— Vira.

Eu virei de quatro na hora. Abaixei a cabeça, levantei a bunda. Ele se levantou atrás de mim. A mão dele desceu forte na minha bundinha. O tapa ecoou no quarto. Eu gemí alto. Outro tapa, mais forte. A mão dele queimava a pele. Ele abriu minhas nádegas com as duas mãos e cuspiu bem no meio do meu cu. A saliva quente escorreu. Depois a língua dele desceu.

Ele começou a chupar meu cuzinho.

A língua quente, molhada, empurrando contra o buraco. Eu gemí, rebolando a bunda na cara dele. Ele chupava, lambia, enfiava a língua, abria com os dedos e chupava de novo. Eu rebolava, empurrava o cu pra trás, pedindo mais. Ele batia na minha bunda enquanto chupava. Tapa, língua, tapa, língua. Eu gemia alto, a cara enterrada no travesseiro, a bunda rebolando sem parar. O pau dele roçava minha coxa de vez em quando, duro, quente, pingando.

Ele chupava meu cu com vontade. A língua entrava, saía, girava. Os dedos abrindo, a saliva escorrendo. Eu rebolava, gemia, apanhava. Cada tapa fazia meu cu se contrair na língua dele. Eu estava perdido. Gemendo, rebolando, pedindo mais sem palavras. Só com o corpo.

Ele parou de chupar. Subiu sobre mim. O peso do corpo dele cobriu minhas costas. A boca dele desceu na minha nuca. Ele mordeu. Forte. Depois mordeu minhas costas, subindo e descendo, deixando marcas. O pau dele, duro, grosso, um pouco maior que o meu, roçava minha bundinha. A cabeça do pau deslizava entre as nádegas, molhada de pré-porra, esfregando meu cuzinho sem entrar. Ele continuava mordendo minha nuca e minhas costas, o corpo pesado sobre o meu, o pau roçando, me provocando.

Eu descontrolei.

O tesão havia possuído meu corpo e minha mente. Não restava mais raciocínio, só fome. Eu estava preso embaixo daquele macho gostoso, dominador, que quase não falava. Só ordenava. Com a voz rouca, baixa, de quem não precisa pedir duas vezes.

— Abre.

Eu abri.

— Mais.

Eu abri mais.

O peso dele me esmagava contra o colchão. Os braços grossos travaram os meus, prendendo minhas mãos acima da cabeça. Eu não conseguia me mexer. Não queria me mexer. Eu obedecia e me sentia uma vadia de beira de estrada. Uma puta qualquer que tinha sido pegada e agora estava sendo usada.

Sem eu perceber direito, o pau dele começou a me abrir.

A cabeça grossa, um pouco maior que a minha, pressionou meu cuzinho já molhado de saliva. Ele empurrou. Devagar no começo. O ardor veio quente, intenso. Eu gemi alto, a boca aberta contra o travesseiro. Ele empurrou mais. O pau foi entrando, abrindo, forçando. Centímetro por centímetro. Eu sentia cada veia, cada movimento. Até que ele enterrou tudo. O saco bateu na minha bunda. Eu soltei um gemido longo, quase um soluço.

— Relaxa — ele ordenou, a voz baixa no meu ouvido. — Vai comer.

E começou a socar.

Primeiro curto. Depois fundo. Cada estocada me empurrava pra frente. Os braços dele me travavam com força. Eu não conseguia escapar. Não queria escapar. Ele me mordia a nuca, a orelha, o ombro. Beijava minha boca de lado, a língua grossa entrando, me dominando. Eu me sentia uma fêmea. Completamente. Uma fêmea sendo fodida por um macho selvagem.

O pau dele entrava e saía, molhado, quente, abrindo meu cu sem piedade. Eu gemia sem parar. A cada socada mais fundo, eu rebolava o pouco que conseguia, pedindo mais. O som da pele batendo na pele enchia o quarto. Molhado. Sujo. Delicioso.

Ele me fodia com força. Os dentes cravavam na minha nuca. A língua lambia o suor que já escorria. Eu estava perdido. O tesão tinha tomado conta de tudo. Meu pau duro batia contra o colchão a cada estocada, pingando pré-porra sem parar. Eu gemia, pedia, xingava baixo, me chamava de puta dentro da própria cabeça.

— Isso… — ele rosnou no meu ouvido. — Abre esse cu pra mim.

Eu abri. Empurrei a bunda pra trás o máximo que consegui, mesmo preso. Ele respondeu com uma socada tão fundo que eu vi estrelas. O pau bateu em algum lugar dentro de mim que fez minhas pernas tremerem. Eu gritei no travesseiro. Ele gostou. Começou a socar mais rápido, mais fundo, me usando sem dó.

Eu me sentia uma vadia. Uma vadia de beira de estrada que tinha sido pegada por um caminhoneiro bruto e agora estava sendo fodida no motel. O cheiro dele, o peso, a força, os dentes na minha pele… tudo me fazia me sentir menor, mais fraco, mais puta. Eu obedecia cada ordem sem pensar.

Ele me virou de ladinho.

Pela primeira vez na vida eu senti o que era ser uma mulher completa sendo usada por um macho selvagem.

Ele puxou uma das minhas pernas pra cima, abriu, e enfiou de novo. O ângulo era diferente. Mais fundo. Mais íntimo. O peito dele colado nas minhas costas, o braço travando meu peito, a mão apertando meu pescoço de leve. O pau entrava e saía devagar no começo, depois com força. Eu gemia alto, a boca aberta, a saliva escorrendo. Ele me beijava o ombro, a nuca, a orelha. Mordiscava. Soprava quente.

— Sente — ele ordenou.

Eu sentia. Cada centímetro. Cada estocada. O pau um pouco maior que o meu me abria de um jeito que eu nunca tinha sentido. Eu rebolava de lado, empurrando o cu pra trás, pedindo mais. Ele respondia com socadas mais fortes. O som molhado do meu cu engolindo o pau dele era obsceno. Eu adorava.

Ele me fodia de ladinho por um tempo longo. Sem pressa. Me dominando. Me usando. Eu me sentia fêmea. Completamente entregue. O tesão era tanto que eu quase gozava só com o pau no cu. Meu próprio pau latejava, esquecido, esfregando contra a coxa dele.

Depois ele me virou de novo.

Me colocou em frango assado.

Puxou minhas pernas pra cima, dobrou, abriu. Meu cu ficou completamente exposto. Ele se ajoelhou entre minhas pernas, seguiu o pau ainda duro e brilhando de saliva e pré-porra, e enfiou de uma vez. Eu gritei. O pau entrou fundo, até o fundo. Ele começou a socar com força, segurando minhas pernas abertas. Ao mesmo tempo se inclinava e me beijava. A língua dele entrava na minha boca enquanto o pau entrava no meu cu. Eu gemia dentro do beijo. Ele me beijava com fome, me fodendo sem parar.

O beijo era sujo. Molhado. Dominador. Eu retribuía como uma puta faminta, chupando a língua dele, gemendo, pedindo mais com o corpo. Ele socava fundo, o saco batendo na minha bunda, o pau abrindo, fudendo, me destruindo de um jeito delicioso. Eu estava dobrado, pernas no ar, sendo usado, beijado, dominado.

Ele me fodia assim por muito tempo. Beijando, mordendo meu lábio, minha mandíbula, meu pescoço. Eu gemia sem parar. O tesão era tanto que eu sentia o cu latejar a cada estocada. Eu estava completamente entregue. Uma fêmea. Uma puta. Uma vadia sendo usada por um macho selvagem.

Depois ele se deitou de costas.

— Senta.

Eu sentei.

Encaixei o pau dele no meu cu e desci devagar. Até o fundo. Ele segurou meus quadris e começou a socar de baixo pra cima com vontade. Eu gemia alto, rebolando, sentando, me fodendo nele. O pau entrava fundo a cada movimento. Eu estava desesperado de tesão. O corpo inteiro tremia. O cu latejava. O pau meu batia contra a barriga dele, pingando.

Foi aí que o desespero me tomou.

Eu comecei a falar. Sem pensar. Sem vergonha.

— Me engravida… me engravida, meu homem… enfia tudo… goza dentro… me engravida…

Ele rosnou. Os olhos fecharam. As mãos apertaram meus quadris com força bruta. Ele começou a socar mais rápido, mais fundo, mais selvagem. Eu gritava as mesmas palavras, repetindo como uma puta louca:

— Me engravida, meu homem… me enche… goza no meu cu… me engravida…

Ele gozou alucinadamente.

O corpo inteiro tremeu. O pau latejou forte dentro de mim. Eu senti o jato quente, grosso, enchendo meu cu. Ele continuou socando enquanto gozava, empurrando o porra mais fundo, gemendo baixo, selvagem. Eu sentia cada pulsação, cada jato. O cu escorria. Eu continuei sentando, rebolando, falando:

— Isso… me engravida… me enche todo…

Ele gozou tanto que eu senti escorrer pelas minhas bolas, molhar a coxa dele. Eu estava perdido. Completamente. Uma vadia. Uma fêmea. Uma puta que tinha sido usada e enchida por um macho dominador.

Ele ainda estava dentro de mim quando a mão grossa subiu e apertou meu pescoço. Não com força de machucar, mas com aquela pressão de dono. Os dedos firmes, o polegar roçando minha maçã-do-rosto. Eu levantei o rosto e vi ele sorrindo. Um sorriso sujo, satisfeito, de macho que acabou de gozar fundo num cu apertado.

— Caralho… que cu apertado — ele falou, a voz ainda rouca, o sorriso não saindo do rosto. — Eu quero te comer mais, mas você é muito safada. Uma vagabunda completa.

Eu fiquei lisonjeado. O peito apertou de um jeito estranho. Ser chamado daquilo por ele, naquele momento, com o pau ainda latejando dentro de mim e o porra quente escorrendo, me fez sentir exatamente o que eu era naquela cama: uma puta. Uma vagabunda completa. Eu sorri de volta, meio bobo, meio perdido de tesão.

Ele tirou o pau devagar. Eu senti o vazio na hora. O cu latejou, aberto, escorrendo. O porra dele desceu quente pela minha coxa, molhou o lençol. Eu desci da cama tremendo. As pernas bambas. O corpo inteiro ainda sacudia de tesão. Fui até ele, ajoelhei entre as pernas abertas e peguei o pau gozado com as duas mãos.

Só aí eu percebi.

A gente tinha feito sem camisinha.

O pau dele estava brilhando de porra e de saliva, molhado, cheirando a sexo. Eu tremi de tesão só de olhar. Meu próprio pau, ainda meio duro, latejou. Foi quando eu olhei pra baixo e vi minha barriga toda gozada. Fios brancos escorrendo pelo umbigo, pela virilha, pingando no chão. Eu tinha gozado sem nem perceber. Gozei só de ser fodido, só de ouvir ele me chamando de vagabunda, só de sentir o pau dele latejar dentro de mim.

Ele riu baixo, ainda deitado, o braço atrás da cabeça.

— Você ficou mordendo meu pau quando gozou — falou, o sorriso sujo ainda no rosto. — Apertou e mordeu. Gozou feito puta.

Eu fiquei vermelho. Mas o tesão era maior que a vergonha. Ajoelhei melhor, segurei o pau dele com as duas mãos e comecei a limpar.

Primeiro passei a língua devagar pela cabeça, lambendo o porra grosso que ainda escorria do buraco. O gosto era forte, salgado, quente. Eu chupei a glande com vontade, limpando cada gota, girando a língua em volta, sentindo o gosto dele misturado com o meu cu. Depois desci a língua pelo tronco, lambendo as veias, chupando o que tinha restado. O pau ainda estava meio duro, quente, cheirando a sexo puro. Eu enfiei na boca inteiro, engolindo até o saco, chupando com força, limpando tudo. A saliva misturava com o porra, fazia barulho molhado. Eu gemia enquanto chupava, o som abafado, sujo.

Labei o saco também. Chupei as bolas uma de cada vez, limpando o que tinha escorrido. O cheiro dele subia forte, misturado com o cheiro do meu cu. Eu estava perdido de novo. Chupava com vontade de vadia, querendo deixar o pau dele limpinho, brilhante, pronto. Subia e descia, engolia, lambia, beijava a cabeça, chupava o freio. A cada movimento eu sentia meu próprio cu latejar, ainda aberto, ainda escorrendo.

Eu queria mais.

Queria que ele me comesse de novo. Queria sentar outra vez. Queria ouvir ele me chamando de vagabunda enquanto me fodia. Eu chupava mais fundo, mais molhado, pedindo com a boca. O pau dele endureceu de novo na minha garganta. Eu soltei um gemido longo, satisfeito.

Foi quando ele puxou meu cabelo com força e tirou o pau da minha boca.

— Tenho que ir — falou, a voz firme. — Guardar um pouco pra esposa também.

Eu fiquei ajoelhado, a boca aberta, a saliva escorrendo, o pau dele brilhando limpo bem na minha frente. O tesão batia forte. Eu queria falar alguma coisa, pedir mais, mas a boca só conseguia ofegar.

Ele se levantou, pegou a cueca, vestiu a calça sem pressa. Eu continuei ajoelhado, olhando, o cu ainda latejando, a barriga suja de porra. Ele passou a mão no meu cabelo de novo, apertou de leve, e sorriu aquele sorriso sujo.

— Depois me liga, puta.

A porta do quarto bateu. Depois a porta do apartamento. Eu fiquei ali, ajoelhado no chão, o gosto dele ainda na boca, o porra escorrendo do meu cu, a barriga suja, o corpo inteiro tremendo.

Eu tinha sido usado.

Tinha sido chamado de vagabunda.

Tinha gozado sem a mão.

E agora estava sozinha, louca de tesao, com a sensação que não passa de ter limpado o pau dele com a língua, querendo mais.

maritusenonius@gmail.com

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Comentários

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Meu caro Enonius gostei da seu conto e te mandei um e-mail recentemente. O e-mail tem como endereço: Kabe1211...

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Caro Enonius, teu conto ficou muito, mas muito excitante de verdade. Olha, eu sou hétero, tenho dezenas de amigos e amigas de todas as orientações, respeito e valorizo cada um e cada uma, e sinceramente não sinto atração homo ou bi, mas teu relato me deixou com água na boca (ou seria com o pinto molhado? rsrs).

Já fiquei curioso para saber como foram teus demais dias e se houve um reencontro com teu novo amante. Sim, novo amante, porque uma boa foda dessas não pode se restringir a um único encontro! Abração!

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Ola mestre

Tenho um amigo depois conto minhas brincadeiras com ele, que se define como hétero, defensor de Deus Pátria e família, mas quando me encontra me usa de todo jeito me faz miar ser sua menina

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Hahahaha

Só prá ajustar, eu sou heterossexual e defensor da felicidade. Com o maior respeito, mas na minha opinião, esse papo de "Deus, Pátria e Família" é coisa de cara que não se garante de verdade.

Não tenho absolutamente nada contra, e, que eu me lembre, nunca disse que não beberei nesse cálice! rsrsrs Entre pessoas que se curtem e na intimidade de 4 paredes, a lei maior é ser feliz! Cada um sabe de si! Eu respeito todos e todas! 😉

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Rsss,

Não disse de vc apenas me lembrei ele adora me usar fica vidrado, hipnotizado, fica brincando com meu cuzinho por horas, e por algum motivo que não sei explicar meu lado passivo submisso me deixa entregue

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Pelo jeito detalhado e fluído como você escreveu teu relato, ouso dizer que essa situação é muito mais sua do que dele. E nada errado em você se soltar e deixar vibrar o que te deixa à vontade e te desperta, te floresce e te ilumina!

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Ahhh e mais uma coisa: já queremos saber mais dessas histórias com os amigos e amigas. E tua esposa, sabe desse teu lado feminino? Como são as coisas com ela?

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Minha ex desconfiava tanto que adorava fazer inversão, mas acho que elas sentem porque já tive 5 que adoravam minha bundinha me usavam, só que tirando minha ex e outra as demais falavam que sempre tinham tesao e ninguém aceitava. Mas a atual esposa não sabe, ainda, rsss

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Talvez esteja na hora de encontrar alguém que cuide de vocês "duas", que faça vocês duas suspirarem, gemerem, vibrarem e gozarem, sem freios, sem limites e sem preconceitos. Como escrevi mais acima, o importante é ser feliz. É não importa o que os outros falem, pensem e façam. Eu um ditado que diz assim: "Não lava minhas cuecas, não dorme de conchinha comigo e nem ao menos paga minhas contas, então não merece minha atenção"!! rsrs boa sorte aí! 😉

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