Visão de Leandro:
Eu e minha mãe voltamos pra casa. Ela foi logo tomar banho e eu fui pro meu quarto. Tirei a camisa. O pau já estava semi-duro dentro da calça.
Foi quando ouvi um grito alto:
— Leandro! Vem aqui!
Saí do quarto em disparada. Ela estava no banheiro, completamente nua, ainda molhada do banho. A água escorria pelos seios grandes e firmes, pingava dos mamilos, descia pela barriga e pelas coxas, brilhando na pele clara. A bunda empinada e molhada reluzia sob a luz. Os cabelos loiros colados no pescoço e nos ombros. Fiquei alguns segundos parado, só observando aquele corpo gostoso e molhado.
Ela me olhou e falou:
— Pega a toalha pra mim.
Peguei a toalha e entreguei. Meu pau latejava de tesão dentro da calça. Não aguentei e perguntei:
— Mãe… amanhã você vai dar o cu pela primeira vez mesmo?
Ela me olhou surpresa e respondeu:
— Sim, meu filho. Mas isso não é assunto pra você.
Virou de costas e foi pro quarto dela.
Eu voltei pro meu quarto, empurrei a porta com o pé e me joguei na cama. Baixei a calça. O pau saltou duro pra fora. Peguei ele com força e comecei a me masturbar. A mão subia e descia rápido enquanto eu relembrava ela nua e molhada no banheiro, a água escorrendo pelos seios, a gravação de hoje cedo, ela gemendo de quatro, cavalgando, gozando. Bati com mais força, o pré-gozo escorrendo pela cabeça.
Foi quando ouvi a voz dela:
— Filho… me desculpa…
Levantei a cabeça. Minha mãe estava parada na porta do meu quarto, me encarando. Eu com o pau na mão, batendo sem parar. Não consegui parar. Continuei me masturbando na frente dela, os olhos nos dela, a mão frenética no pau. Gozei forte, jatos quentes subindo alto e caindo no meu peito e na barriga, enquanto ela continuava parada na porta, olhando.
Eu caí ofegante na cama. Ela saiu em disparada pro quarto dela. Eu me levantei, fui tomar um banho gelado, saí de cueca e adormeci.
A manhã seguinte chegou. Pela primeira vez tive curiosidade de ver o engajamento do vídeo que ela tinha gravado. Entrei na plataforma, digitei o título e, assim que apareceu, fiquei atônito. Já passava de 700 mil visualizações… e ela tinha gravado só há quatro dias. Notei também que o vídeo do dia anterior já estava no ar e com um bom número de views.
Saí pro cozinha. Ela já tinha preparado o café.
Ela falou:
— Vem comigo até o sobrado.
Nós dois seguimos até lá. Fomos recebidos pela Bruna, que sorriu e disse:
— É um sucesso. Você é a nova estrela do mundo do pornô.
Wallace completou:
— A gravação é mais tarde.
Minha mãe olhou pro chão e falou baixo:
— Não vou gravar o vídeo anal.
Wallace estranhou:
— O quê?
Bruna falou séria:
— Andressa, você não pode escolher. Você tem que gravar.
Minha mãe me olhou com aqueles olhos e disse:
— Eu nunca fiz isso…
Wallace respondeu:
— Mas o contrato é claro. Você faz todo tipo de conteúdo: anal, DP, gangbang…
Ela insistiu:
— Mas eu nunca fiz isso…
Bruna então falou:
— Você nunca fez anal? Então eu vou te mostrar como se faz.
Ela retirou o cropped, revelando os seios grandes e pesados, ainda com um pouco de leite materno acumulado nos mamilos. Depois puxou o short curto pra baixo. Ficou completamente nua na nossa frente: pele morena cor de mel, seios fartos e firmes, cintura marcada, bunda grande e empinada, as tatuagens do braço direito e o leão nas costas bem visíveis. O corpo inteiro brilhava sob a luz do estúdio.
Ela se virou pro marido e falou:
— Amor, me dá as honras.
Wallace tirou a roupa. O pau já estava duro e latejando.
Ele a pôs de quatro e olhou pra mim:
— Leandro, sabe como comer um cuzinho?
Eu gaguejei:
— N-não…
Wallace falou, já posicionando o pau:
— Então presta atenção. Primeiro você cospe bastante, passa o dedo, abre bem… depois enfia a cabeça devagar. Quando ela afrouxar, você mete tudo de uma vez e começa a foder com força.
Ele cuspiu no cu da Bruna, passou dois dedos, abriu e enfiou a cabeça grossa do pau de 25 centímetros. Bruna soltou um gemido longo:
— Ahhhh… que saudade que eu estava de uma rola…
Wallace empurrou mais fundo e começou a meter. O pau grosso entrava e saía do cu dela com barulho molhado. Bruna gemia alto:
— Isso, amor… fode meu cu… ahhh… mais fundo…
Wallace segurou a cintura dela e acelerou:
— Esse cu ainda é apertado pra caralho… porra…
Bruna rebolava de volta, pedindo mais:
— Me arromb… ahhh… assim… caralho…
Depois de um tempo ela olhou pra mim, ofegante, e falou entre gemidos:
— Você não quer participar, Leandro? Você está duro…
Ela apontou pro volume na minha calça. Me aproximei. Bruna puxou meu pau pra fora e passou a chupar cada centímetro. A boca quente engolia o meu pau enquanto Wallace continuava fodendo o cu dela por trás. Eu segurei a cabeça dela e fodi a boca com força, sentindo a garganta apertar.
Bruna tirou meu pau da boca, saliva escorrendo, e falou:
— Agora você vai experimentar meu cu.
Eu olhei pro lado. Minha mãe estava parada, os olhos vidrados e arregalados, olhando a cena inteira. Estava suada, o rosto vermelho, claramente desconfortável… mas não desviava o olhar.
Ela olhou pra mim e falou, a voz rouca:
— Come meu cu. Vai. Sempre achei você roludo.
Depois se virou pro marido:
— Amor, quero você na buceta e ele no cu.
Bruna se posicionou em cima do Wallace, o pau dele entrando na buceta dela de uma vez. Ela olhou pra trás e disse pra mim:
— Pode meter esse pauzão em mim, Leandro. Você é bem roludo.
Eu fiz exatamente o que o Wallace tinha me ensinado. Cuspi no cu dela, passei o dedo, abri um pouco e posicionei a cabeça do meu pau . Empurrei devagar. O cu dela ainda estava apertado por causa do pau grosso do Wallace. Fui entrando centímetro por centímetro, sentindo a resistência, até enfiar quase tudo. Comecei a foder bem devagar, receoso, enquanto Wallace metia com força na buceta dela por baixo.
Bruna gemia alto entre as duas rolas:
— Me fode, seu safado… vai mais fundo… arromba meu cu…
Eu obedeci. Aumentei o ritmo aos poucos. A cada estocada o cu dela ia se abrindo mais, ficando mais fácil de entrar. Ela gritava:
— Isso… ahhhh… mais fundo… porra… arromba…
Eu metia com mais força agora, sentindo o cu dela engolir meu pau inteiro. Wallace fodia a buceta dela sem parar. Bruna gozou primeiro. O corpo inteiro tremeu entre a gente, o cu apertando meu pau com força enquanto ela gritava:
— Ahhhhhhhhh! Tô gozando… caralho… ahhhhh!
Mesmo depois do orgasmo dela a gente continuou. Eu não aguentei muito tempo. Segurei a cintura dela e gozei fundo no cu, jatos quentes enchendo ela. Tirei o pau ainda latejando. Wallace aproveitou, tirou da buceta e enfiou no cu dela logo em seguida. Começou a foder com força aquele cuzinho já aberto e cheio de porra. Bruna gritou de novo, ainda mais alto. Wallace meteu fundo algumas vezes e gozou também, o corpo tensionado, gemendo rouco enquanto descarregava dentro do cu dela:
— Ahhhh… porra… toma tudo…
Bruna gozou de novo só com o pau dele no cu. Um orgasmo longo e pesado. O corpo dela tremeu sem parar, as pernas bambas, a voz saindo em gemidos longos e quebrados:
— Ahhhhhhhhh… ahhh… não para… ahhhhh… caralho… tô gozando pelo cu… ahhhhhhhhh…
Eu olhei pro lado. Minha mãe estava suada, ofegante e tremendo. Só então me toquei que ela tinha visto tudo.
Ela falou, a voz embargada:
— Meu Deus… você gozou pelo…
Bruna, ainda ofegante, interrompeu:
— Vai descansar. Tudo é novo pra você. Na segunda você volta pra gravar o anal.
Minha mãe respondeu baixo:
— Sim… vou visitar o Marcos.
Bruna sorriu e provocou:
— Dá o cu pra ele.
Minha mãe não respondeu. Nós dois saímos do sobrado. Ela evitava olhar nos meus olhos o caminho inteiro.
Chegamos em casa. Ela falou, já indo pro quarto:
— Arruma umas roupas. Vamos pra fazenda da sua avó… nós três.
E sumiu pelo corredor.
Visão de Andressa:
Eu estava me arrumando para ir até a fazenda onde minha sogra mora, para visitar o Marcos. Ele ainda estava se recuperando do infarto por lá.
Nos últimos dias minha vida tinha virado de cabeça para baixo. Eu agora era criadora de conteúdo adulto na internet… algo que sempre abominei. Mas a curiosidade que crescia dentro de mim era única. À noite, minha mente pregava peças. Eu me lembrava das cenas que gravei, do pau do Wallace. Ele não era um homem que eu achava bonito, muito menos meu tipo. Mas tinha algo nele que me fazia querer passar o dia inteiro sentando naquela rola preta.
E tinha outra coisa me preocupando ainda mais.
Sempre enxerguei o Leandro como se ele ainda tivesse dez ou oito anos. Mas nos últimos dias eu vi que ele virou homem. E que homem… inteligente, cuidadoso e, principalmente, bem privilegiado sexualmente. Fazia anos que eu não o via nu. Mas depois de vê-lo se masturbando na minha frente e depois comendo a Bruna… algo virou na minha cabeça. Só que eu sou a mãe dele. Mesmo que seja adotiva. Não posso ter esse sentimento de curiosidade. Ele sempre me enxergou como sua mãe, não como Andressa, a mulher.
Terminei de me vestir. Escolhi um vestido leve e fresco, de alcinha, na cor bege clara. O tecido marcava de leve os seios e a cintura, mas ainda era elegante o suficiente para uma visita à fazenda. O cabelo loiro estava solto e ondulado, a maquiagem bem discreta. Parecia a mulher de sempre… só que por dentro eu já não era a mesma.
A mala estava pronta. Só faltava a Larissa e o Leandro para partirmos pro interior.
Eu segui até a sala. O Leandro já estava bem vestido. Me aproximei, passei a mão no ombro dele e falei:
— Sua roupa está com pelo, filho… e amassada.
Ele respondeu:
— Sim, mãe. Vou passar ela.
Depois perguntou:
— Mãe, vamos de ônibus?
Eu disse:
— De Uber, filho. A Larissa deve chegar e a gente vai.
Ele retirou a camisa e começou a passar a roupa. Fiquei observando ele por alguns segundos, o corpo definido, os ombros largos, até a Larissa aparecer.
Ela estava linda. Vestido tomara-que-caia azul, curto, justo no corpo. Os seios médios marcavam o tecido, a cintura fina aparecia e a barra subia alto nas coxas. O cabelo loiro solto e o sorriso leve completavam o visual de patricinha.
Ela falou:
— Mãe, o meu namorado vai com a gente. Ele vai dirigir.
Eu estranhei:
— O quê?
O Leandro falou na hora, com ciúmes na voz:
— Seu namorado certinho e esnobe…
Foi quando o Hugo entrou pela porta. Bem vestido, todo cheiroso, camisa social clara e calça justa. Ele beijou a Larissa, me abraçou educadamente e cumprimentou o Leandro.
Depois falou:
— Cunhado, me ajuda com as malas?
Meu filho obedeceu. Pegamos as malas, entramos no carro dele e seguimos.
Assim que entramos na cidade onde minha sogra mora, avistamos a estrada de terra que levava até a fazenda. Chegamos.
O Marcos estava sem camisa, mais gordo do que eu lembrava. Dona Lurdes vinha ao lado dele com aquela cara de quem comeu e não gostou. Os dois se aproximaram. Ela me cumprimentou seco, mas abraçou meus filhos com mais carinho. O Marcos também abraçou o Leandro e a Larissa. Depois me beijou.
Eu falei:
— Estou com saudade.
Ele respondeu:
— Eu também.
Foi então que vi uma morena parada um pouco atrás. Dona Lurdes me apresentou:
— Essa é a Clarisse, filha do pastor da cidade.
Ela era bem linda. Pele morena, corpo proporcional, sorriso educado.
O dia na fazenda começou. Almoçamos juntos e ficamos batendo papo, jogando conversa fora. O Hugo e a Larissa se agarravam na nossa frente sem nenhum pudor. O Leandro os encarava de canto de olho e, ao mesmo tempo, trocava olhares com a Clarisse. Aquilo me incomodou.
Dona Lurdes, como sempre, não perdeu a chance de soltar umas indiretas sobre eu ser esposa-troféu, de nunca ter estudado ou seguido uma carreira de verdade. Eu engoli em seco e não respondi.
Mais tarde ela anunciou:
— À noite tem uma festa na cidade. Todos vamos, ok?
A Larissa e o Hugo responderam quase juntos:
— Vamos.
O Leandro e o Marcos se abraçaram. Meu marido falou pro filho:
— Vou te ensinar a pescar, garoto. Você vai adorar.
A Clarisse sorriu olhando pro meu filho.
A tarde chegou e o clima na fazenda estava lindo. Sol quente, o frescor do campo. Eu e o Marcos fomos juntos até o local onde tivemos nossa primeira noite como marido e mulher. Eu ainda estava grávida de três meses, ele um empresário ambicioso, eu uma jovem de 18 anos. Nossa lua de mel tinha sido ali.
Ele me colocou no cavalo e me levou para observar a fazenda, que continuava enorme. Dona Lurdes tinha cuidado bem do presente que meu marido lhe deu anos atrás. Paramos, deitamos na grama bem aparada e nos beijamos. Algumas vacas pastavam ao longe.
Foi quando o carro da Larissa e do Hugo apareceu. Minha filha gritou pela janela:
— Mamãe! Papai! Vamos à cachoeira que a gente ia quando criança!
Marcos respondeu, sorrindo:
— Vamos. Faz anos que eu não apareço por lá.
Voltamos para a casa. O Leandro falou que ia nos acompanhar. A Clarisse se aproximou do Marcos e perguntou:
— Sr., posso ir junto?
Ele respondeu:
— Sim. Mas sem o “sr.” da próxima vez.
Todo mundo foi se preparar. Eu e a Larissa fomos olhar os biquínis. Eu não tinha levado nenhum, então ela me emprestou um bem curto e chamativo. Coloquei uma roupa leve por cima e seguimos.
Chegando na cachoeira, o lugar estava vazio. Entramos na água.
A Larissa estava de biquíni azul tomara-que-caia, o mesmo tom do vestido de mais cedo. Os seios médios firmes apareciam quase inteiros, a calcinha fina marcava a bunda redondinha e empinada. O corpo dela brilhava molhado.
Eu estava com o biquíni que ela me emprestou: um preto minúsculo. O top mal segurava os seios grandes e siliconados, e a parte de baixo era um fio dental que sumia entre a bunda empinada. A água escorria pela minha pele clara, realçando cada curva.
A Clarisse usava um biquíni vermelho mais clássico, mas ainda assim sensual. O corpo moreno dela era firme, seios proporcionais, cintura marcada e coxas tonificadas. O cabelo molhado colava nos ombros enquanto ela sorria olhando na direção do Leandro.
Nós ficamos na cachoeira, onde havia uma piscina de água natural rasa. Notei que o pau do Leandro estava duro, marcado na calça leve que ele usava. Ficamos ali mais uns minutos.
Depois eu e o Marcos fomos até o carro, porque ele tinha levado uma cesta de lanche. Ele falou:
— Vai chamar os meninos.
Avistei a Larissa e o Hugo juntos e disse:
— Vai até o carro. O Marcos tem lanche.
Perguntei logo em seguida:
— Cadê o Leandro e a Clarisse?
O Hugo respondeu:
— Eles foram pra um lado mais fundo, sogra.
Segui até um local mais afastado, entre as pedras e a vegetação. Foi então que vi.
A Clarisse estava de bunda empinada, as mãos apoiadas numa pedra molhada. O Leandro estava atrás dela, o pau enterrado fundo no cu da morena. Ele metia com força, as mãos segurando a cintura dela, a água da cachoeira escorrendo pelos dois corpos. O som molhado das estocadas se misturava com o barulho da água. A Clarisse gemia baixo, a boca aberta, empurrando a bunda de volta contra ele a cada investida. O Leandro fodia o cu dela com ritmo constante e profundo, o pau sumindo quase inteiro a cada vez.
Eu fiquei parada, escondida, olhando. Minha buceta começou a molhar na hora. O tecido fino do biquíni já estava úmido entre as pernas enquanto eu assistia meu filho arrombando o cu da filha do pastor.
Voltei pro carro e falei:
— Não os achei.
Nós estávamos lanchando quando o Marcos apontou:
— Olha, eles ali.
Ele gritou:
— Tem lanche! Vem aqui!
O Leandro respondeu de longe:
— Não estou com fome.
A Clarisse completou:
— Eu também não.
A noite caiu. Voltamos pra fazenda pra nos arrumar para a festa no centro da cidade. A festa era bem de interior: barraquinhas, música alta, muita gente. O Marcos e o Leandro ficaram perto do lago fingindo que pescavam. A Larissa e o Hugo andavam de mãos dadas pelas barraquinhas. A Clarisse cochichava com algumas meninas da idade dela e, de vez em quando, lançava olhares pro meu filho.
A festa rolou até tarde. Quando voltamos pra casa, o Hugo e a Larissa foram direto pro quarto. O Leandro também sumiu no dele. Dona Lurdes já tinha dormido.
Eu e o Marcos deitamos na cama. Ele me pegou pela cintura e falou baixo:
— Estou com saudades…
Começou a me beijar. Eu respondi, a voz rouca:
— Vamos transar.
Ele me deitou de barriga pra cima e entrou em mim no clássico papai e mamãe. Metia devagar, o pau fino de 15 centímetros entrando e saindo. Depois de um tempo ele falou, ofegante:
— Senta em mim, amor…
Eu subi em cima dele e comecei a cavalgar. Os seios balançavam enquanto eu subia e descia. Em certo momento eu parei, olhei nos olhos dele e falei:
— Come meu cu.
Marcos arregalou os olhos, mas aceitou. Eu me posicionei de quatro. Ele se ajoelhou atrás de mim, cuspiu na mão, passou no meu cu e tentou enfiar. Mal colocou a cabeça grossa na entrada e já gozou. Um gemido curto saiu da boca dele e o corpo inteiro tremeu. Em segundos ele caiu de lado na cama, ofegante, o peito subindo e descendo rápido.
Eu fiquei sentada ali, o cu apenas ardiando pelo contato rápido, completamente insatisfeita. Olhei pro marido desmaiado de cansaço e não consegui evitar a comparação. Wallace me fodia por horas, me fazia gozar várias vezes com aquele pau preto e grosso. E a imagem do Leandro na cachoeira… comendo o cu da Clarisse com força, profundidade e controle… não saía da minha cabeça. O que eu tinha acabado de ter com o Marcos parecia quase nada perto daquilo.
Visão de Leandro:
O dia foi agitado. Acabei ficando com a Clarisse… religiosa, mas safada. Só dava o cu, porque a buceta era só depois do casamento. Mas o verdadeiro motivo da minha tesão não era ela.
Era a minha mãe de biquíni. Aquele preto minúsculo que a Larissa tinha emprestado. Os seios grandes e siliconados quase saltando do top, a água escorrendo pela pele clara, a bunda empinada marcada pelo fio dental. E a Larissa também… de biquíni azul tomara-que-caia, seios médios firmes, a calcinha fina subindo entre a bunda redondinha.
Sentei na cama de cueca, porque estava calor. Passei a mão por cima do pau e comecei a me masturbar devagar. A mão subia e descia lento, o polegar passando pela cabeça. Aos poucos fui aumentando o ritmo. Peguei o celular, abri o vídeo da minha mãe e continuei batendo uma enquanto assistia ela gemendo, cavalgando, gozando no pau do Wallace.
Foi quando ela apareceu na porta e falou:
— Filho, você conseguiu dormir?
Ela viu. E ouviu. Percebeu na hora que era o vídeo dela. A voz saiu dura:
— Você está vendo meu vídeo… e se masturbando? Isso é errado.
Ela entrou no quarto. Continuou:
— Eu sou sua mãe.
Eu tomei coragem. Falei, a voz rouca:
— Mãe, a real é que eu sou alucinado por você. Estou me controlando isso dentro de mim há anos.
Respirei fundo e completei:
— Você é uma mãe perfeita, dedicada. Me deu a melhor educação da minha vida. Eu estava perto de explodir. Só te propus gravar os vídeos porque eu quero te foder.
Caí pra trás na cama. Ela ficou parada e perguntou, quase sem voz:
— Me fuder…?
Eu confirmei:
— Sim. O Wallace me disse que se eu te levasse pra gravar, ele dava um jeito de eu e você…
Ela interrompeu:
— A Bruna sabe?
— Não. Eu respondo.
Ela se sentou na beira da cama, ofegante, e falou:
— Meu filho… eu não posso. Eu sou sua…
Eu a cortei:
— Me deixa te fazer gozar. Me deixa te fazer implorar pelo pau do seu filho.
Ela gaguejou:
— Não… posso…
Eu peguei a mão dela e coloquei em volta do meu pau duro. Falei baixo:
— Então me ajuda a gozar.
Ela passou a me masturbar lentamente. A mão dela subia e descia com calma, apertando de leve na base e deslizando até a cabeça, o polegar passando devagar pelo topo molhado de pré-gozo. Nós dois nos olhamos diretamente nos olhos. Os dela brilhavam, o rosto lindo e confuso. Ela continuava o movimento lento e rítmico.
Eu falei baixo:
— É bom, não é?
Ela respondeu, a voz embargada:
— Sim, meu filho… mas é…
Eu pedi:
— Mãe, me chupa.
Ela disse:
— Não…
Mas os olhos desceram pro meu pau. A cabeça dela baixou. Eu falei:
— Ajoelha.
Ela se ajoelhou na frente da cama, olhou pro meu pau e murmurou:
— Meu Deus… eu vou chupar meu filho…
Abriu a boca e enfiou. Já estava experiente de tanto chupar o pau maior do Wallace. A língua quente rodou na cabeça, depois a boca desceu engolindo quase tudo. Saliva escorreu pelo meu pau enquanto ela chupava com vontade, sugando forte na subida e descendo de novo até a base. O barulho molhado e guloso enchia o quarto:
gluck… gluck… slurp…
Eu falei, a voz rouca de prazer:
— Andressa… minha mãe está me chupando…
Sorri e completei:
— Isso… continua…
Ela acelerou. O barulho ficou mais alto e molhado, saliva pingando nas bolas, a garganta se abrindo pra me engolir fundo. Continuou até perder o fôlego e se afastar ofegante.
Eu falei:
— Se levanta.
Me levantei junto, a peguei pela cintura e joguei na cama. Falei:
— Agora vou te chupar, mamãe. Essa sua buceta tão sonhada…
Puxei o pijama dela de uma vez. Abri as pernas e enfiei a língua na buceta molhada. Lambei tudo: a entrada, os lábios, o clitóris inchado. Chupei o botão com força enquanto dois dedos entravam nela. Ela gemeu baixo:
— Nossa… não… você é meu…
O corpo dela tremeu. As coxas apertaram minha cabeça e ela gozou. Um gemido longo e abafado saiu da boca dela enquanto a buceta pulsava na minha língua, o líquido escorrendo pelo meu queixo.
Eu me ergui, passei o pau molhado na entrada dela e falei:
— Agora vou te comer.
Ela balançou a cabeça, a voz falhando:
— Não… não… eu não posso… você é…
Eu a cortei:
— Confia em mim.
Passei a mão nos seios dela, apertei aqueles melões firmes e mordi um mamilo. Ela gemeu alto. Eu continuei:
— Sua mente não quer… mas sua buceta e esses seios duros querem. Esses melões que eu sempre sonhei em morder…
Mordi de novo. Ela arquejou e soltou, a voz quebrada de tesão:
— Me fode… destrói a buceta da sua mãe… vai…
Eu posicionei o pau na entrada molhada dela e empurrei.
Agora eu ia comer a minha mãe adotiva.
Eu posicionei meu pau na entrada molhada dela e falei:
— Eu vou realizar meu sonho de adolescente.
Ela respondeu, a voz tremendo:
— Só dessa vez…
Eu olhei nos olhos dela e disse:
— Não, mãe. Agora eu sempre vou te comer.
Empurrei. O pau entrou devagar na buceta quente e apertada. Ela estava de costas na cama. Comecei a estocar fundo, sentindo cada centímetro dela me engolir. O barulho molhado enchia o quarto. Ela gemia baixo a cada investida.
Depois a virei de quatro, dei um tapa forte na bunda siliconada e continuei fodendo. As estocadas ficaram mais pesadas. A bunda dela tremia a cada golpe. Os gemidos dela foram subindo:
— Ahh… ahh… ahhhh…
Eu falei enquanto metia:
— Geme, mãe. Geme no pau do seu filho.
Ela soltou, a voz rouca:
— Isso… me fode… vai… come a buceta da sua…
O corpo dela tremeu e ela gozou. A buceta apertou meu pau com força. Eu não parei. Continuei metendo e falei baixo, perto do ouvido dela:
— Geme mais baixo… se não o corno vai ouvir como eu faço a esposa dele gemer e gozar.
Ela respondeu entre gemidos:
— Ele é seu pai… merece…
Aumentei o ritmo. Estocadas profundas e rápidas. Ela gozou de novo, o corpo inteiro arrepiado, gemendo abafado no travesseiro. Eu não aguentei. Segurei a cintura dela e gozei fundo, enchendo a buceta da minha mãe com jatos quentes e fortes.
Ela caiu na cama, ofegante, e murmurou:
— Meu Deus… eu dei pro meu filho…
Eu passei a mão na bunda dela e falei:
— Hoje foi só a nossa primeira foda, mãe. Eu quero tirar sua virgindade anal.
Ela virou o rosto, assustada:
— Não… é muito grande…
Eu sorri e respondi:
— Amanhã ele vai ser meu. E você vai adorar levar esse pau preto e grande nesse seu cuzinho gostoso.
Enfiei um dedo devagar no cu apertado dela, senti a resistência, e depois retirei. Saí do quarto pra respirar.
Eu tinha acabado de abrir uma porta que me levaria por uma rua escura, sem saber o que viria pela frente. Mas estava tranquilo.
Eu tinha acabado de comer a minha mãe.
A mulher que eu sempre sonhei.