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ENQUANTO A MÃE DORMIA | 02 GOZANDO NA BOCA DO ENTEADO

Um conto erótico de Gustavo
Categoria: Gay
Contém 900 palavras
Data: 29/09/2026 09:47:24
Assuntos: Gay, Incesto, padastro

Eu estava deitado na cama, olhando pro teto escuro, Márcia roncava do meu lado, a respiração pesada e regular do remédio. O quarto cheirava a sexo. Eu ainda sentia o gosto dela na boca e lembrava da cena do Bruno se masturbando enquanto assistia eu foder a mãe, então eu pensei, será que eu deveria ir? A pergunta martelava na minha cabeça. Eu tinha desejo de comer o filho dela, queria gozar dentro do cu dele. Havia visto ele se masturbar enquanto eu fodia a mãe. E mesmo assim, deitado ali, o pau já começava a engrossar só de lembrar. Ele me provocou demais. Desde o começo. Os olhares, a sunga colada, a porta entreaberta, a mão dentro da cueca enquanto eu metia na mãe dele. Bruno tinha pedido por isso. Tinha pedido com o corpo inteiro.

Levantei com cuidado. Márcia nem se mexeu. Parei na porta do nosso quarto e escutei. O ronco continuo. Seguro, e então sai do nosso quarto descalço. A porta do Bruno estava entreaberta, como sempre. Empurrei devagar, ele estava deitado de lado, só de cueca preta, a luz do abajur baixa. Quando me viu, sorriu daquele jeito safado que já me deixava duro na hora.

— Não aguentou, né, padrasto?

Fechei a porta atrás de mim e tranquei. Fiquei em pé, perto da cama, olhando pra ele.

— Isso é feio, Bruno. Espiar os outros.

Ele se sentou na beira da cama, as pernas abertas, o volume já marcado na cueca.

— Espiar? Eu tava só… observando a aula.

— Não tem vergonha, não?

Bruno passou a língua no lábio inferior e deu de ombros.

— Vergonha de quê? De ver o pau do meu padrasto sumindo na buceta da minha mãe? Ou de ter gozado na cueca enquanto você enchia ela?

O pau latejou dentro da minha cueca. Eu dei um passo mais perto.

— Você é um puto safado.

— E você gosta.

Ele se ajoelhou na frente de mim sem eu pedir. Puxou o elástico da minha cueca pra baixo. O pau saltou duro, pesado, a cabeça já brilhando. Bruno olhou pra cima, os olhos meio fechados, aquela cara de puta, e falou baixinho:

— Você acabou de comer a minha mãe… e agora tá aqui com o pau duro na minha cara.

Eu segurei o queixo dele.

— E você não tem vergonha, seu puto? Chupar o pau que acabou de foder a sua mãe?

Bruno sorriu de canto, abriu a boca e engoliu tudo de uma vez. A garganta dele apertou em volta da cabeça do meu pau. Ele foi até o fundo, o nariz encostando na minha barriga, e ficou lá, engolindo, engasgando de leve, os olhos marejados olhando pra cima. Eu puxei o ar pelos dentes.

— Isso… engole tudo, seu safado. – Ele tirava da boca só o suficiente pra falar, a voz rouca e molhada:

— Tem gosto dela ainda.

E voltava a chupar. Agora mais rápido, mais fundo, a mão apertando minha bunda, a língua trabalhando embaixo da cabeça. Eu segurei o cabelo dele e comecei a meter na boca, sem pena. O barulho molhado de saliva e garganta enchia o quarto.

— Olha pra mim enquanto chupa — eu mandei.

Bruno ergueu os olhos. Aquela cara de puta, a boca esticada em volta do meu pau, saliva escorrendo pelo queixo. Eu fodi a boca dele com força, sentindo a garganta abrir e fechar.

— Eu gozei dentro da sua mãe ainda pouco e você tava no corredor batendo punheta igual um cachorro no cio.

Ele gemeu em volta do meu pau, a vibração subindo pela coluna. A mão livre dele desceu e apertou o próprio pau por cima da cueca.

— Tira essa porra — eu falei.

Bruno puxou a cueca pra baixo sem tirar a boca do meu pau. O pau dele saltou duro, batendo na barriga. Eu continuei metendo na garganta dele, agora mais pesado, enquanto ele se masturbava rápido.

— Você não tem vergonha de nada, né? — eu rosnava. — Filho da puta. Chupando o pau do padrasto depois de ver ele comer a mãe.

Bruno tirou a boca só pra responder, a voz completamente fodida:

— Não tenho. E você também não. Senão não tava aqui.

Eu empurrei ele de volta pro pau e enfiei até o fundo de novo. Segurei a cabeça dele com as duas mãos e usei a boca como quis. Ele engasgava, babava, mas não pedia pra parar. Os olhos continuavam presos nos meus, molhados, safados, pedindo mais. Quando senti que ia gozar, puxei o pau pra fora. Bruno ficou de boca aberta, a língua pra fora, esperando.

— Abre.

Ele abriu. Eu bati o leite todo na cara e na língua dele, jatos quentes escorrendo pelo queixo, pingando no peito. Bruno engoliu o que caiu dentro da boca e ainda chupou a cabeça do meu pau pra limpar o resto, olhando pra cima com aquela mesma cara de puta. Eu estava ofegante, o pau ainda latejando. Bruno passou o dedo no gozo que escorria pelo queixo, chupou o dedo e perguntou, a voz rouca:

— Que leite saboroso padrasto.

Eu olhei pra ele, ainda de joelho na minha frente, a cara suja da minha porra, o pau duro e abandonado entre as pernas.

— Amanhã quando sua mãe dormir, vou arrombar você, seu puto.

— É o que mais quero é sentir seu pau duro dentro de mim.

E saí do quarto sem dizer mais nada, voltando pro lado da Márcia que continuava dormindo profundamente, alheia a tudo.

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Comentários

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Muito bom, esse machão ainda vai fazer um 69 gostoso sentir a porra do enteado

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