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Inimigos íntimos

Da série Estocolmo
Um conto erótico de Emyrys
Categoria: Gay
Contém 1844 palavras
Data: 29/09/2026 05:58:38

Atenção: Essa história contém elementos de violência física, psicológica e sexual, se você não se sente confortável com esses temas ou se sente ofendido por eles, não prossiga.

ISSO NÃO É UM ROMANCE.

(I)

A festa estava ótima, eu estava dançando com os poucos amigos que eu tinha, curtindo como poucas vezes tinha me permitido na vida.

Até que ele entrou pela porta, elegantemente atrasado. Porque Theodoro tinha muita coisa pra fazer, muitos lugares pra ir, muitos esquentas e muitos afters para ficar parado em um só lugar, mesmo que esse lugar fosse a festa da sua própria irmã.

Como sempre ele não estava só, a gangue dele sempre a tira colo, pronta para defender e apoiar o seu rei. Mas Tamara não estava com ele, e sem Tamara para ficar grudada nele a noite toda Theo estava livre para focar toda sua atenção em mim, infelizmente.

E foi dito e feito, como sempre Theo me encontrou no meio da multidão, seus olhos dourados que dependendo da distância lembraram os olhos de um gato fixados em mim , eu aproveitei que sua irmã, a aniversariante, se colocou no caminho dele e fugi, com o coração acelerado e as pernas pesadas, como eu sempre ficava perto dele.

-Onde você vai? A festa acabou de chegar!

Ele me alcançou na cozinha, que para minha infelicidade estava deserta naquele momento. Ele estava arfando, provavelmente correu para me alcançar, sua regata branca tentando conter o peitoral coberto de tatuagens.

-Você e essa mania feia de correr por aí.

Theo tinha essa maneira de falar, que para alguém de fora ia parecer brincadeira, dois amigos zoando. Mas eu sabia a verdade, eu sabia o que as ‘brincadeiras’ de Theodoro significavam. Elas sempre acabavam comigo machucado ou humilhado, ou ambos.

A muito tempo eu tinha desistido de expor Theo como o valentão manipulador e dissimulado que ele é, parece que só eu era capaz de ver isso, para todo mundo Theo era um exemplo de bondade, um garoto travesso, mas com coração de ouro. E toda vez que alguém dizia isso, Theo me lançava um sorriso aberto, como se tivesse esfregando na minha cara que todo mundo aprovava ele, aprovava o que ele fazia comigo quase em segredo, que eu não tinha ninguém para pedir ajuda.

Eu não entendia o porque Theo me odiava tanto, nós éramos amigos quando crianças, inseparáveis, até ele começar a ficar maior, mais forte, mais popular, e o dinheiro da família rica começar a entrar no sangue dele, então ele se afastou, nossos mundos já não se misturavam mais, e Theo passou a me odiar, talvez eu fosse uma lembrança da infância dele que ele não gostava. Mas quando Theo estava falando com outra pessoa, distraído, eu olhava pra ele e via aquela criança feliz, que até hoje ainda era meu melhor amigo.

Não essa criatura cruel que me encurralou na cozinha.

-O que você tá fazendo aqui na minha casa sua bicha? Até aqui você vai me perseguir agora?

Theo tinha um switch interno, que ele podia mudar de felicidade, para raiva, para tristeza em um piscar de olhos, o switch estava apontando para raiva agora.

-A Katharina me convidou. E-eu já to indo embora Theo.

Eu estava acuado contra o balcão, Theo se aproximou até seu peito estar quase no meu rosto. Eu por instinto olhei para baixo, para o lado, encontrando algo interessante no canto da pia para focar

-Eu tava te vendo pela janela…

Theo passou a mão nos meus cabelos, puxando ele para trás e me forçando a olhar para ele, para cima.

-Balançando essa bunda, igual um viadinho. Nenhum homem dança assim, sabia? É isso que você é agora? Um viadinho?

Meu coração estava batendo acelerado, apesar da estatura e físico eu não era gay como Theo vivia dizendo, eu via ele e os amigos olhando para mim durante os treinos e fazendo gestos, zombando da minha cara.

-Theo, não! Eu não sou…gay.

-Há! Duvido muito, com essa bunda imensa de gorda.

E lá estava, a outra habilidade especial de Theo, sua habilidade de descobrir seu ponto fraco só de olhar para você, no meu caso, meu traseiro, que sim, era grande demais e sempre me causou muita vergonha, me fazendo usar roupas largas demais na tentativa de esconder ele.

-Deixa eu ver ela.

Ela o quê? A minha bunda?

-Não Theo! Você tá louc…

Mas eu parei de protestar assim que ele puxou mais forte meu cabelo, fazendo meu couro cabeludo arder e eu dar um gemido de dor. Sem esperar permissão ele enfiou a mão na minha calça, enchendo a mão com uma polpa.

-É gorda mesmo, e você tá treinando ela dia e noite no ginásio para deixar ela ainda maior não é? Sempre que eu olho pra você tu tá fazendo um agachamento, bicicleta.

-Eu tô na equipe de ciclismo, Theo…

Sua mão não parava de explorar, apertando forte, machucando. Ele não deveria estar fazendo aquilo, eu não deveria estar deixando, eu queria ser mais forte para impedir Theo de fazer essas coisas comigo.

-Desculpinha do caralho, você tá malhando essa bunda pra deixar ela maior ainda, você tá tentando se exibir para os caras, não é? Quem você quer atrair com essa lapa de bunda?

-Ninguém! Theo, eu não sou gay!

Nós estávamos falando baixo, quase sussurrando devido a proximidade, eu sentia o bafo quente e doce de Theo na minha cara.

-Sou eu? Você tá achando que se deixar essa bunda grande o suficiente eu vou ficar louco nela? Você tá perdendo seu tempo, sabe que meu negócio é buceta.

Theo enfiou sua mão no vale entre minhas nádegas, tocando meu anel. Fez uma careta e soltou ar entre os dentes

-Pff, Ainda por cima é lisinha. É isso, você não é homem. Homem não tem bunda grande e lisa assim homem tem pau grande e grosso, igual o meu.

Ele pressionou o volume contra minha barriga, eu senti algo grande e duro, um volume obsceno na jogger que ele usava.

-Pega nele pra você ver como é um macho de verdade.

-Eu não quero pegar no seu pau Theo, por favor, deixa eu voltar pra festa, ou ir embora.

Eu parei quando ele fechou o rosto e ergueu o punho fechado apontando para minha cara, eu era bem íntimo daquele punho, ele era causa constante de olho roxo, de marcar nas minhas costas e barriga.

Sem alternativa , com a mão trêmula eu peguei no tubo que descia pela perna da calça, tão grande quanto um spray inseticida, grosso, quente. Era a primeira vez que eu sentia um pau de outro homem na minha mão além do meu.

-Viu, tá sentindo? Isso é um homem de verdade.

Ele apertou o dedo contra meu anel virgem.

-Isso daqui não é coisa de homem de verdade, é vergonhoso.

Seu dedo começou um movimento circular ao redor do meu anel, massageando ele e me deixando zonzo, eu odiava como Theo me dominava desse jeito, ele estava em todo lugar, o tempo todo, e ultimamente ele estava invadindo meu espaço pessoal desse jeito com mais frequência ainda. Agora ele estava com a mão nas minhas calças, me provocando sensações estranhas, seus olhos semi cerrados focados nos meus, o calor do seu membro esquentando minha mão, era como se ele tivesse tentando invadir tudo que era meu, minha alma.

-Ai meu deus!

Eu e Theo olhamos assustados pra a porta da cozinha que dava para o resto da casa, Katharina estava parada nos olhando. Mas ao contrário da nossa expressão de pânico ela estava feliz.

-Eu sabia que vocês iam se entender mais cedo ou mais tarde. Por isso eu te convidei aqui, Maurinho.

Eu senti os ombros de Theo relaxarem, não tinhamos sido pegos, e nem ele removeu a mão da minha bunda, apoiados no balcão desse ângulo ele podia manter a mão lá sem parecer suspeito, ele só parecia estar se apoiando no balcão ao meu lado enquanto mais gente entrava na cozinha, puxando conversa comigo e com ele e com a aniversariante.

Ainda sorrindo para seus amigos enquanto batia papo Theo sussurrou no meu ouvido.

-Fica quieto, se alguém perceber o que tá acontecendo eu acabo com sua vida. Eu vou contar pra todo mundo aqui que você me arrastou pra cá para me seduzir, seu viadinho de merda.

Seu dedo parou de massagear e passou a fazer pressão, para meu desespero não demorou muito para com uma fisgada de dor ele me penetrar ali, na frente de todo mundo. eu olhava para as pessoas ao nosso redor, ninguém estava vendo aquilo? Ninguém podia me ajudar?

Mas a verdade é que ninguém estava prestando atenção em mim, não com o farol humano que era Theo ao lado, ele estava falando animado, alto, todas as atenções estavam voltadas para ele, ninguém viu minha cara de pânico, ou me viu tremer de dor e humilhação enquanto Theo estava fazendo movimentos de vai e vem com seu dedo no meu anel ali na frente de todo mundo.

-Para de morder meu dedo, se você me fizer gozar aqui na frente de todo mundo eu vou quebrar cada um dos seus dentes.

Theo sussurrou mais uma vez, sem desmanchar o sorriso grudado em seu rosto, então olhei para suas calças, tinha uma mancha de molhado se formando quase em seu joelho.

Nesse momento Nina pegou na minha mão.

-Vem Maurim, vamos dançar de novo, você estava se divertindo tanto agorinha.

-Ele está conversando comigo.

Theo falou sério. A irmã deu a língua para ele.

-É sempre assim, você tá sempre monopolizando o Maurim, ninguém consegue conversar com ele direito, é meu aniversário, eu mando hoje!

Nina me puxou pelo braço e para minha consternação total ouvi um PLOC quando o dedo do Theo deixou meu corpo.

Eu estava de volta na pista de dança armada na grande sala de estar dançando ao ritmo das musicas do DJ. Eu estava me divertindo e um pequeno grupo se juntou ao nosso redor quando Theo saiu da cozinha com seu grupo de amigos, e se sentou em um dos sofás que tinham sido puxados para os cantos da sala, eu senti seu olhar frio pesando sobre mim. As palavras dele antes ecoaram na minha cabeça ‘Você dança igual um viadinho’. Eu tentei, tentei mesmo que as palavras dele não tivessem efeito sobre mim, mas logo na minha cabeça todos estavam não dançando comigo, mas rindo da minha cara, o viadinho sendo ridículo. Eu fui diminuindo o ritmo e ficando sem graça, eu queria desaparecer dali, eu não tinha nada que ter aceito o convite, eu era filho do padeiro da nossa pequena cidade, eu não pertencia a esse lugar.

Theo deve ter pressentido que eu estava prestes a fugir de novo, pois ele se levantou e cortando a multidão com a graça de um predador ele segurou meu braço com força e saiu me arrastando escada acima.

-A festa pra você acabou.

Seu tom era de puro ódio, a festa tinha acabado, mas minha noite tinha só começado, e ia ser horrível.

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Comentários

Foto de perfil de Mirellysub

* Sempre gostei de ALFA como Theo... Quando viado gosta desse tipo de macho não há humilhação. são machos que fazem a gente se sentir puta de verdade. Adorei esse começo, merece todas as estrelas..

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Foto de perfil de frama

Pense nisso. Renove suas sensacoes - experimente algo novo. Seu caminho comeca aqui: w︍︍ww.︍︍hookupers.︍︍funㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀⠀⠀ㅤㅤ⠀ ⠀

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