Para começar a contar a aventura de hoje: o Carlos, o nosso treinador, tinha convocado todos os judocas para uma reunião no dojô na próxima segunda-feira. Chegado o dia, estávamos todos lá e ele estava acompanhado por um rosto bem conhecido no mundo do judô, o Sérgio. Eu sabia que ele tinha deixado de competir profissionalmente há pouco tempo devido a uma lesão grave no joelho. O Carlos apresentou-o como seu novo treinador adjunto, o que foi uma grande notícia, pois, além de o Sérgio ser um antigo campeão, o Carlos já não conseguia dedicar tempo suficiente a todos nós para nos treinar da melhor forma.
Na primeira semana do Sérgio no dojô, fui um dos judocas que ficou sob a sua alçada no treino. Adorei, pois o Sérgio era um grande conhecedor de técnicas de treino e senti que evoluí muito naquela semana, além de ter criado logo uma boa amizade com ele.
Naquela mesma semana, na sexta-feira de manhã, tínhamos treinado apenas esforço físico e, à tarde, estaríamos de folga. No final do treino, o Sérgio perguntou se eu toparia passar a tarde com ele; como sou o judoca mais promissor, ele queria dedicar tempo para me ajudar a aprimorar ainda mais as minhas técnicas e, assim, me conhecer melhor para além do trabalho. É claro que aceitei na hora; eu também queria conhecê-lo melhor. Fomos até ao parque da cidade e começamos a conversar sobre tudo. Ele é super simples e simpático. Fomos caminhando até que vimos que tinham montado um escorrega gigante no parque para quem quisesse se divertir. Ele desafiou-me a escorregar e, claro, aceitei imediatamente.
Ao chegar lá, não havia ninguém. Como tinha chovido, o parque estava meio vazio e o escorregador completamente deserto. Nós dois não perdemos tempo: tiramos as nossas camisolas para escorregar, pois assim íamos mais rápido. Foi então a primeira vez que vi o Sérgio sem camisola; ele tinha um corpo perfeito, todo bem musculado, notava-se que raspava os pelos do peito, e os abdominais eram bem definidos. Posso dizer que é um homem lindo, sempre com um sorriso maravilhoso no rosto. Confesso que senti logo muito desejo e uma enorme vontade de que ele me comesse desde o primeiro dia em que me treinou, mas ainda não tinha percebido se ele gostava de homens, pois a única coisa que eu sabia era que ele era divorciado e tinha um filho.
Começamos então a deslizar pelo escorregador abaixo; aquilo era muito divertido. Subíamos a rampa e deslizávamos ao mesmo tempo, e rapidamente começamos a ficar todos sujos de lama.
— Já te viste bem, Diogo? Estás todo melado de lama, rsrsrs. — Estávamos no topo da rampa, a olhar um para o outro, prontos para nos lançarmos.
— E tu, já te viste bem? Estás igual. — Lançamo-nos ao mesmo tempo e, enquanto escorregávamos, ele levou a mão à minha bunda. Olhei para ele maliciosamente.
— Tira os calções cravados desse rabo, rapaz — disse ele, sorrindo e provocando-me, pois, como eu estava com os calções molhados, eles ficavam presos no meu rabo quando eu deslizava. Decidi testá-lo:
— Mas eu gosto de sentir o meu rabo assim.
Ele apenas sorriu para mim, mordeu o lábio e voltamos ao início da rampa. Antes de nos atirarmos, ele surpreendeu-me:
— Eu tenho uma picona que adora cravar uma bunda, não sei é se a tua gosta de ser cravada assim... — Sem me deixar responder, agarrou em mim e lá fomos os dois escorregador abaixo. Agarrei-me a ele e levei logo a minha mão ao seu pau, que estava duro; ele fez o mesmo com o meu, que também estava teso, e demos um beijo.
O beijo durou pouco, pois era difícil nos mantermos juntos e escorregamos, acabando afastados um do outro. Levantamo-nos logo e fomos ao encontro um do outro com um sorriso de orelha a orelha, e eu levei logo a mão ao seu pau duro.
— Estás com tesão por mim, Sérgio? rsrsr
— Ah, foda-se! Tu começas a dizer que gostas de ter esse teu cu gostoso cravado, é impossível eu não ficar logo assim.
— Ficaste com vontade de cravar essa vara tesa em mim, foi, seu safado? rsrsrs
— Na verdade, eu já tenho vontade desde que começamos a treinar.
— Eu também, cara. — E então beijei-o. Ele tinha uma certa timidez, mas gostou do meu beijo, e nós beijamo-nos muito gostoso.
Vimos alguém vir ao longe, paramos e sentamo-nos na relva para deixar a pessoa passar. Mas eu já estava louco de desejo pelo meu novo treinador supergato e comecei logo a dar em cima dele.
– Sérgio, passei a semana toda de pau duro por tua causa, cara. Agora que sei que tu também queres, quero que me fodas todinho.
– Deixa-me ver se isso é verdade – ele era tímido, mas brincalhão, e levou a mão ao meu pau – Confirmo, rsrsrs... essa vara aí continua dura.
– Não é só a vara que está assim; o meu cu também está desesperado para ter o teu pau, rsrsrs.
– Eu tenho aqui o antídoto para isso tudo, Diogo, rsrsrs... – ele apertou o seu pau, que estava completamente teso dentro das calças.
– Deixa-me ver essa vara, que estou cheio de curiosidade, porra... – eu, bem safado, levei logo a minha mão e enfiei-a dentro dos seus shorts e senti o tamanho do seu picão – Nossa... é bem grandona, caralho. Eu vou pular muito nela, rsrsrs.
Agarrei nela e comecei a punhetá-lo.
– Tu és muito safado... – ele ria, todo animado – Ninguém diria que és um taradinho.
– Taradinho porquê? Por gostar de cavalgar numa pirocona gostosa assim?
Subi então para cima dele e fiquei a esfregar a minha bunda no seu pau teso. Eu estava com as calças molhadas, por isso a minha bunda parecia colada naquela piroca; ele ficou louco e ergueu-me para cima dele.
– Caralho, Diogo, vamos logo para um lugar tranquilo, que eu vou foder essa bunda toda, rsrsrs.
Mais alguns beijos e uns bons amassos, e fomos até minha casa. Não estava ninguém, então fomos para a sala de estar. O Sérgio era diferente dos outros caras com quem eu tinha transado; lá na sala, ele me beijava e não se interessava apenas pela minha bunda, ele também tinha muita curiosidade no meu pau e não parava de agarrá-lo enquanto nos beijávamos, até que ele se sentou no sofá.
— Chega cá, Dioguinho, que eu quero observar essa tua vara gostosa.
Percebi que ia ser uma foda diferente, o Sérgio estava muito interessado no meu pau, deixei rolar, eu gostava daquele seu jeito mais cuidadoso e ao mesmo tempo safadinho. Ele baixou minhas calças e agarrou no meu pau; vi no olhar dele o mesmo desejo que eu vejo quando tenho um pau gostoso na minha frente.
— Porra, o Carlos só me falou da tua bunda, mas tu também tens um pau bem gostoso.
— Esse safado me comeu e nunca mais se interessou, e ainda fica falando da minha bunda.
— Eu e ele não temos segredos um para o outro. E fica sabendo que ele só não te come mais porque não quer ficar preso a ti; ele é casado, porra... E eu bem que o entendo. Tu és tesão demais, Dioguinho, é muito difícil te resistir. E este pau aqui...
Fiquei todo feliz por ouvir aquilo sobre o meu treinador. Afinal de contas, ele tinha gostado de me comer e muito, e agora eu tinha ali o seu amigão, louquinho por mim.
— Esse meu pau te faz crescer água na boca?
— Nem imaginas o quanto, rsrs.
— Não precisas fazer mais nada — eu coloquei a mão na sua cabeça e a levei ao meu pau — é só prová-lo.
Eu não estou acostumado a ser o macho, mas o Sérgio tem uma carinha muito fofinha e adorei vê-lo chupar o meu pau.
— Uhmmmm, isso…
— Nossa, como é gostoso.
Porra, ele mamava bem e deu logo umas puxadas que me fizeram suspirar de prazer, e depois deu uma boas mamadas.
— Uhmmmmm… pau gostoso para caralho, mas hoje o que eu quero mesmo experimentar é esse teu famoso cuzinho, rsrsrssr. — Nossa, ele mudou completamente, me jogou no sofá, empurrou as minhas pernas para cima e abriu o meu cu. — Caralho... este teu cuzinho está cheio de tesão para levar vara, Dioguinho.
— Ai, Sérgio… estou muito ansiosinho para provar o teu pau… — Eu sabia que o meu cu piscava muito.
Parece que as minhas palavras o deixaram louco, pois ele veio para cima de mim; a minha bunda ficou aberta e senti o pau dele duro, ainda dentro das calças, encostando bem no meu reguinho.
— Eu vou te foder todinho, seu safado.
— Uhmm… quero essa piroca que estou sentindo, todinha atolada no meu cu.
— Seu puto safado… — Ele me beijou, um beijo cheio de intensidade; ele agarrava o meu queixo e enfiava a língua toda na minha boca. Fui procurando o seu pau e, quando o senti duro, agarrei-o, mas ele logo se afastou e tirou as calças. Fiquei observando, curioso para ver o seu pauzão mais de perto, e me deliciei quando o vi: era um belo pau, idêntico ao meu, mas mais retinho e já duro como pedra.
— Que piroca tesuda que tu tens aí, Sérgio.
— Já está fazendo crescer água na boca, é? Rsrs.
— Desde que a vi lá no parque, rsrs.
— Mas quem é que diz que tu és um safado, seu puto gostoso?
Depois de ficar completamente nu, ele saltou para cima de mim. Eu continuava deitado no sofá e ele sobre o meu peito, começou a balançar aquele cacete enorme na minha frente.
— Queres mamar a minha pica, seu puto?
— Estou doidinho para provar essa delícia, rs.
— Então abre essa boquinha.
Coloquei logo a minha língua para fora e ele encostou o pau nela, enfiando-o na minha boca. Hum... era delicioso. Chupei logo a cabecinha e depois comecei a mamar com vontade. Ele empurrava como se estivesse a foder a minha boca, e eu mamava satisfeito enquanto me punhetava.
— Gostosa esta minha pica, não é?
— Uma delícia.
— Então toma... mama ela toda.
Aquele meu novo treinador era safado metia o pau como se estivesse a meter na minha bunda e, quase sem me dar tempo para respirar, enfiou tudo dentro da minha boca.
- É isso aí, seu puto... já sei do que essa boquinha é capaz, agora vou ver a tua bundinha.
Nossa, ele era muito rápido; eu ainda queria mamar um pouco mais aquela piroca nova que eu tinha na minha frente, mas, num piscar de olhos, ele saiu de cima, puxou as minhas pernas para junto do meu peito e ergueu a minha bunda para cima o máximo que pôde.
- Uhmmm, como gosto de um cu peludo – e deu uma boa lambida nele, e eu, claro, gemi alto.
- Aiiii, nossa, seu safado!
- Este cu adora pau – e enfiou um dedo – olha só como ele engoleo meu dedão.
— Ai, caralho, Sérgio! — eu adorava aquilo.
— Porra, Dioguinho, chega aqui, cara!
Ele me levantou do sofá e me posicionou como quis. Fiquei sentado no encosto do sofá, que era largo, com as pernas bem abertas e levantadas, deixando minha bunda totalmente escancarada para ele. Ele estava doido pelo meu cu.
— Pisca esse cuzinho para mim, pisca, Dioguinho — ele massageava o meu buraquinho, que piscava muito.
— Aiiii, caralho!
— Uhmm… isso mesmo, Diogo… que tesão de cu… — ele então enfiou um dedo e começou a foder o meu cu com ele, e eu adorei, claro.
— Aiiii, caralho, Sérgio!
— Porra, que tesão ver esse cuzão assim.
Ele enfiou um segundo dedo, mas isso não foi o melhor. O melhor foi ele ter abocanhado o meu pau ao mesmo tempo. Eu estava sendo fodido com dois dedos no meu cu, enquanto ele mamava muito gostoso. Porra, nunca tinham feito aquilo comigo, era simplesmente maravilhoso.
— Aiii, que tesão, caralho!
— O verdadeiro tesão vem agora, meu puto gostoso.
Aquele gato, um ex-campeão de judô, agarrou as minhas pernas e ajeitou-me como quis. Logo depois, senti o pau dele na entrada do meu cu e até estremeci.
— Este cuzinho está louco por uma pica, caralho!
— Se está... Me fode, me fode gostoso, Sérgio!
— Ai, porra, que tesão foder um cara como tu, uhmmm... — e enfiou a cabecinha em mim.
— Aiii, nossa, issooo, uhmmm!
— Caralho... ainda só meti a cabecinha, seu puto gostoso.
— Mete logo tudo, que já está maravilhoso!
— Toma então, seu puto — e meteu o resto de uma estocada só.
— Aiii, porra... — até me faltou o ar, mas adorei.
— Puta que te pariu, Diogo, que cu gostoso demais... — ele caiu sobre mim e deu-me um beijo cheio de tesão.
O pau dele era grande e grosso e, mesmo eu estando bem acostumado a picões, sentia aquele pauzão a alargar o meu cu; e posso dizer que é uma sensação maravilhosa.
– Ai, Serjão, que picão gostoso que tu tens – e ele deu uma estocadinha prazerosa – uhmm, nossa…
– Tu gostas de ser bem enrabado, não é, seu puto gostoso?
– Adoro – ele inclinou-se sobre mim e começou a foder-me com mais força – ai, nossa…
– Vou enterrar a minha vara todinha nesse cu gostoso.
– Isso, enterra! Mete essa piroca toda!
Que tesão! O Sérgio sabia foder um cu; era óbvio que ele já estava mais do que acostumado a foder machos, pois sabia muito bem trabalhar aquele pau no meu cuzinho. Cada estocada que ele dava arrancava-me suspiros de prazer. Eu estava ali em cima do sofá, encostado à parede, com as minhas pernas à volta do seu corpo, e ele martelava o meu rabo com tudo, sempre olhando-me nos olhos. Era uma foda do caralho.
– Aiiiii, Serjão, não aguento muito mais este tesão!
– Eu também não, seu gostosão.
– Quero provar o teu leitinho, saber qual é o gostinho da porra dessa vara gostosa.
Ele me deu mais uma estocada prazerosa e logo saiu de dentro de mim. Caí no sofá e ele veio por cima, encostando o pau na minha boca.
— Toma, seu puto. Mama gostoso, que logo vais provar o meu leitinho — disse ele, agarrando tambem o meu pau. Comecei a chupar aquela piroca maravilhosa. — Isso, chupa assim. Mas eu também quero provar o teu leitinho.
Para minha alegria, ele começou a me mamar também. Parei de chupá-lo só para observar aquela cena deliciosa.
Começamos, então, um maravilhoso 69. O pau dele babava de tesão, o meu também, e ambos tentávamos prolongar aquele momento o máximo possível. Percebi que ele gostava de chupar um pau tanto quanto eu. Eu chupava o dele com prazer, mas ele era maravilhoso me mamando: sugava a pontinha e depois engolia o meu membro todo. Ele delirava e foi o primeiro a dar sinais de que ia gozar.
Comecei a sentir o pau dele dar aqueles primeiros espasmos e então engoli o máximo que pude, pois queria receber todos os seus jatos de porra sem desperdiçar nada. O primeiro saiu, foi o êxtase final; liberei o meu primeiro jato de porra na boca dele na mesma hora. Nossa, a porra dele era deliciosa, bem salgadinha, eu mamava muito. Ele jorrou um monte de porra e eu também estava enchendo a boca dele com a minha; ele sempre chupava com a mesma vontade que eu o mamava. O meu treinador adjunto gostava de porra tanto quanto eu. Nossos corpos tremiam com os espasmos, estávamos suados, mas completamente satisfeitos.
Tomamos a porra toda um do outro. No final, ele ainda ficou a mamar o meu pau até ficar bem limpinho, e eu fiquei a observar aquele macho, até que ele caiu sobre mim.
— Porra, Diogo, que foda gostosa!
— Gostosa para caralho, Serjão.
— Nunca me chamaram de Serjão, mas sabes que eu até gosto de ouvir, seu gostoso.
— Mas tu foste um Serjão, fodeste-me com muito tesão.
— Nem sempre sou um Serjão… Gostaste do meu leitinho?
— Adorei, Serjão. Sempre que quiseres, estarei sempre prontinho para mamar todo o teu leitinho. — Eu tinha adorado foder com ele e queria muito que ele passasse a ser o meu macho.
— Isso só vai acontecer se tu me deres também muito leitinho para eu mamar — falou ele, com uma cara de safado e a olhar bem nos meus olhos.
— Então isso nunca será um problema, tenho muito leitinho para te dar.
— Anda, vamos tomar um banho e prepara-te, que esta noite vamos tomar muita porra um do outro...
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