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A Chaleira

Um conto erótico de Pedro
Categoria: Heterossexual
Contém 2459 palavras
Data: 29/09/2026 02:00:08

Tudo aqui é fictício, a história é falsa. Nada disso aconteceu naquele dia.

Era um sábado qualquer desses de verão bem quente. A brisa marinha, as crianças do vizinho na rua, um condomínio de casas conjugadas perto da areia da praia em pleno litoral norte do rio de janeiro, uma pequena utopia anual de classe média. Assim que chegamos de um dia inteiro de praia e sol, meu tio instalou-se na poltrona próxima da TV com a desculpa de esperar que usássemos os banheiros primeiro, mas poucos minutos depois dormia o sono dos justos.

O barulho do lado de fora da casa de minha tia já era alto, mas o sono de meu tio se provava inabalável a cada teste. Com a TV ligada em um volume extremamente alto em alguns desses programas de final de semana a tarde, o som do aparelho quase reinava por toda a casa, tendo como único competidor a altura: o barulho da chaleira fervente, que apitava, colocada no fogo por minha tia antes de se dirigir ao banheiro.

Meu tio continuava roncando em meio àquela orquestra infernal, mas isso era perfeitamente esperado. E que bom que era assim, pois se acordasse naquele momento, talvez, em meio àquele barulho todo, meu tio pudesse identificar dois sons estranhos vindo do andar de cima. Esses sons não competiam com TV ou chaleira, mas tampouco eram baixos, apenas ficavam mais fracos ao atingirem o andar de baixo.

Um desses sons era ritmado, como um estalido forte, que parecia seco, mas com um leve aspecto molhado. O outro era abafado, agudo, vocal, intermitente mas não exatamente ritmado. Esses sons cresciam ao se aproximar do banheiro, quando se misturavam ao som do chuveiro aberto. A porta fechada abafava um pouco aqueles dois sons perigosos e talvez tenha sido a última barreira a me proteger de maiores consequências de minha imprudência juvenil.

Isso, porque o primeiro som que descrevi vinha do impacto que uma bunda gostosa fazia ao bater em minha pelve quando, em um movimento vigoroso, eu enterrava meu pau na buceta quente, molhada e surpreendentemente apertada da minha própria tia.

Eu, enlouquecido, olhava pra cima, deixando a água do chuveiro bater no meu rosto e escorrer pelo meu corpo. Mas, ao chegar em minhas coxas, aquela água era espremida no impacto do meu corpo com o corpo moreno daquela mulher, espirrando e dando o aspecto molhado daquele chicotear.

A força do nosso encontro não vinha apenas do meu movimento mas, em igual medida, da resposta dela que jogava o corpo ao mesmo tempo em que eu a puxava para trás. Mesmo molhados, eu conseguia puxá-la com certa facilidade, pois as curvas do corpo delicioso da minha tia pareciam feitas especialmente para aquilo. Ela não era magra, mas também não era gorda e concentrava boa parte de seu volume abaixo da cintura, onde uma mistura de musculatura e massa tornavam suas coxas e bunda avolumadas, razoavelmente duras e arredondadas.

Com certa frequência, eu olhava pra baixo só pra ver o momento em que a gente se chocava, pra ver aquela mistura de tons morenos muito próximos se misturando em pleno golpe e a pequena onda que ele gerava na bunda de minha tia. Nessa hora, eu acabava interrompendo as respirações fortes com um gemido, ainda que me esforçando para que fosse baixo, rouco e grave.

Era difícil, mas esse esforço era a única maneira que eu tinha de não acabar soltando algum tipo de urro, já que minhas mãos estavam ocupadas, agarrando aquele corpo e auxiliando nossos movimentos. Mais precisamente, uma delas estava na anca direita dela e, com o auxílio de suas curvas, permitia que eu puxasse seu corpo contra o meu. A outra mão, por outro lado, amassava o volumoso peito esquerdo de uma mulher que, já bem peituda, teve filhos e ganhou ainda mais volume naquela região.

Seus peitos eram meio caídos, é verdade, mas eram volumosos, com um formato bonito de pera, em um tom uniforme de um moreno mais claro até as aureolas, que iam de um moreno mais escuro até o avermelhado do bico. Meu polegar e indicador brincavam com ele, enquanto o resto da mão naturalmente amassava o resto do peito na puxada. Era nesse momento que aquele segundo som que mencionei aparecia, vindo de sua boca, abafado por uma de suas mãos que espremia os lábios com muita força.

O problema é que cada estocada minha também espremia os lábios de sua vulva, enquanto eu enterrava minha rola nela, deslizando com facilidade. Por isso, os gemidos de minha tia conseguiam volta e meia vencer a mão e a porta fechada, ganhando a casa e, pudera, os tímpanos adormecidos do meu tio corneado. Era justamente o segundo som.

Nessa hora ela estremecia um pouco, quase desequilibrando, mas apoiada por minhas mãos que a conduziam e a bolinavam e por seu braço direito, através do antebraço e palmo na parede, permitiam alguma estrutura, mesmo enquanto eu a comia sem dó. Seu rosto quase encostava na parede, mas ela o encostava na parte de trás do palmo, de forma amenizar o impacto de cada bombada. Ainda assim, vez ou outra, a mão que tapava seus gemidos envergonhados encostava na parede, quando eu caprichava na minha investida.

Foi no meio desse frenesi que, depois de muito tempo alucinada, minha tia percebeu, ao fundo, o barulho agudo da chaleira. Aquilo a fez estremecer ( o que percebi em minhas mãos) e, após respirar fundo, ela retirou a mão da boca e disse ofegante, tentando não gemer: "Pedro. hha. Pedro. Preciso desligar a chaleira. hha. Seu tio vai acordar."

Eu, que enlouquecido pelo prazer e pressentindo o risco de seu cessar, resmunguei em meio a um semi-urro: "Ah não, tia. hrmm. não vou parar agora."

Ela retrucou rapidamente: "Não ha , pedro. É sério. Ele vai acordar."

A voz dela, ofegante de tesão, meio gemida, fez meu cérebro explodir. Eu jamais deixaria aquela fêmea escapar. E demonstrei isso, segurando ela com firmeza e corrigindo o movimento que havia se desorganizado com a distração. Nesse momento, minha tia que, tudo indicava, tentaria continuar retrucando, mordeu a mão e espremeu os olhos para não gemer, antes de me olhar com o semblante perfeitamente dividido entre tesão e preocupação.

Aquilo não a ajudou. Nada a ajudaria. Eu estava corrompido, continuaria até o fim sem qualquer pudor. Mas eu sabia que ela poderia a qualquer momento ceder à prudência. Então, na busca de legitimar a continuidade do meu prazer, eu busquei a desculpa mais esfarrapada que pudesse me livrar daquele risco. E assim eu disse: "A chaleira continua apitando, porque ele continua dormindo, se ela desligar é porque ele acordou."

E continuei a fodê-la com toda a vontade.

Não fazia ideia se aquilo fazia sentido. Mas aparentemente fazia algum. Pois minha tia, enquanto tentava abafar os gemidos que a acometiam sem controle, respirou fundo, retirou a mão da boca e disse: "Tá. ha. Mas então termina logo. ha E fora. E Fora, tá?ha."

Aquele "então termina logo" me bateu com tanta urgência que eu não ouvi bem o resto. Fiquei alucinado pelo risco de tudo aquilo terminar. Soltei minha mão esquerda do peito dela e segurei com as duas em suas ancas, puxando de forma a empinar bem sua bunda, ela ficou na ponta dos pés e corpo acabou se inclinando mais. E assim, naquela posição que a deixava completamente vulnerável e deliciosa, comecei a estoca-la de forma ensandecida.

O barulho de cada socada não era mais um estalido, era agora uma lapada. O vapor da água do chuveiro que tomou todo o banheiro, agora ajudava a conduzir ainda mais aqueles sons que ecoavam por todo o banheiro e, com toda certeza, pela casa. Naquele momento eu era apenas um animal copulando, acho que até babava um pouco.

Nesse estado, eu simplesmente não percebi que, pela posição demasiadamente inclinada em que ajeitei minha tia e pela força com que a fodia, a mão que tapava a boca para abafar os gemidos, foi obrigada por impulso a evitar que seu rosto batesse na parede, apoiando-se contra o azulejo junto da outra.

Acontece que minha tia também não raciocinava, então passou a gemer, e alto. E, por sua vez, aquele gemido na minha mente animalesca incitava um movimento atroz, com lapadas mais fortes e agora os pequenos urros já escapavam. Minha tia já tinha as pernas bambas mas a adrenalina me permitia sustenta-la e conduzir sua bunda para frente e para trás, com facilidade. Em cada enterrada eu contraia meus músculos dos glúteos com toda a força, meu saco relava na parte superior da vulva dela, tocando o clitóris.

Logo em seguida ela tenta dizer, entre gemidos altos: "Ai Pedro. Aaaaai. Pedro. Não vou aguentar mais. Aaaaah. Eu não acredito ha ha. ha Eu já vou gozar."

E assim, algumas bombadas depois, ela deu gemido mais longo, não muito alto, as pernas tremelicaram de vez, as paredes da buceta dela começaram a prensar meu pau e ficou tudo mais quente e muito molhado, meu pau parecia pegar fogo. Mesmo assim, eu não parei e ela não me pediu. Continuei a socar e, sedento para chegar ao meu orgasmo, contemplei por um momento aquela bunda se movendo ao meu encontro até não aguentar mais e virar a cabeça pra cima.

De repente, enquanto a minha tia gozava no meu pau e eu chegava cada vez mais perto do ápice, de olhos fechados, tendo uma experiência sensorial incrível, um estranhamento invadiu minha mente. Tentei captar o que era e rapidamente percebi que no barulho de fundo eu não conseguia mais ouvir a chaleira.

Por mero reflexo e no momento em que eu entalava minha rola bem fundo em minha tia, eu disse com uma calma impertinente: "A chaleira."

Nesse exato momento, o susto em minha tia foi gigantesco, ela contraiu tudo, praticamente amassou o meu pau, ela virou o rosto e me olhou de canto desesperada.

Eu segurei ela com toda força, tapando sua boca e trazendo-a contra mim, meu pau começou a pulsar e jorrar porra dentro dela. Que delícia. Ela recebeu meu leite, colada em mim, nossos cabelos negros se entrelaçando, eu sentindo o cheiro dela. Pelo menos uns quatro jatos fortes saíram inundando aquele útero proibido.

Do nada, prestes a soltar um urro, ouvi meu tio gritando ainda um pouco distante: "Cida! Tá onde? Tá no banheiro?"

Fiz toda força que eu pude, mas provavelmente algum grunhido saiu, talvez não muito claro com os outros barulhos da casa, mas era impossível saber. Eu fui caindo na real, meu pau ainda pulsando, quando minha tia aproveitou minha fraqueza para tirar minha mão de sua boca e se desvencilhar de mim.

Ela encostou na parede sem forças, olhou pra mim e botou o dedo na frente dos meus lábios pedindo silêncio enquanto meu tio repetia o chamado, agora mais próximo do banheiro, talvez entrando no quarto..

Minha tia então fechou o chuveiro e falou alto: "Oi, tá me chamando? To tomando banho."

Meu tio, meio impaciente pela demora na resposta retrucou: "Po, responde Cida, tomei um susto. Cadê o Pedro, hein?"

Estava chegando na porta do banheiro.

Eu já suava frio.

"Não sei, Leonel, to tomando banho cara, ele tava aí." Disse minha tia, que agora olhava fixamente para a a porta.

A maçaneta girou toda, ele iria abrir naturalmente, mas, por tudo o que é mais profano, a maçaneta estava trancada.

"Trancou a porta?" Ele falou ainda com um tom impaciente.

"Tranquei, Leonel, vai que o Pedro entra." Disse minha tia, como se estivesse sendo importunada sem motivos.

"Tá, tá. Olha, não sei se foi o Pedro, mas alguém botou a chaleira no fogo e esqueceu" Falou meu tio, fazendo o que mais gostava: dar sermão.

Minha tia, aliviada por ele não insistir em entrar, respondeu: "Eu que coloquei, Leonel. Pedi ao Pedro pra desligar, deve ter esquecido."

Agora, parecendo se afastar em direção a escada de novo, meu tio falou: "Tá, quando for assim me pede pra ficar de olho, o Pedro esquece tudo, até o vizinho ouviu.

Ela rapidamente retrucou: "Ah, tá bom, deixa eu tomar meu banho."

Como se fosse só mais um sermão exagerado.

Ele nem respondeu.

Mais calmos, esperamos ele parar de dar sinais de presença. Eu me dei conta do estado de minha tia, com algumas marcas da minha pegada nas ancas e no peito e, claro, minha porra descendo pela perna.

Minha tia ligou o chuveiro meio constrangida com o meu olhar e um pouco irritada, disse: "Eu te disse pra não gozar dentro, você errou comigo, tá me ouvindo?"

Eu olhei pra ela tentando processar tudo e decidi não retrucar. Falei, apontando para as marcas: "Tia, ficou marca, olha."

Ela olhou, arregalou um pouco os olhos, mas pareceu se resignar. Disse: "Vou ver o que eu faço, amanhã não devo ir à praia ou compro um maiô, sei lá. Agora se lava, sai de fininho e dá um jeito de sumir sem seu tio te ver."

Apenas obedeci sem olhar muito pra ela, por medo.

Saí do banheiro, fui ao meu quarto e coloquei uma roupa bem rápido, então desci bem devagar a escada até onde desse pra ver meu tio, que já roncava de novo.

Desci a escada de vez e ia sair pela frente, mas achei melhor não. Passei por meu tio devagar e fui para a porta de trás, onde tinha um pequeno quintal e a área de serviço. Saí pelo portão que dava para a rua de trás e quando olhei para o lado, vi o vizinho novo lavando a calçada.

Quando me viu, ele disse: "Opa, tudo bom? O senhor é o sobrinho do seu Pedro? Ele estava te procurando. Meu nome é Almir, meu filho, muito prazer."

Eu não entendi muito bem, mas deduzi que ele tivesse entendido errado: "Oi, Seu Almir. Não, eu que sou o Pedro. Meu tio chama Leonel, já vou falar com ele, obrigado."

O homem ouviu minha resposta e não disse mais nada, ficou estático.

Acenei, estranhando, mas sendo gentil e voltei pelo portão de trás mesmo. Não tinha jeito, ia sair pela frente. Quando olhei de volta para a casa, gelei, minha alma pareceu pular.

Pensei, me dando conta: "A casa conjugada, ele ouviu a gente."

"Ah, aqui, Cida. Chegando por trás. Tava aonde, moleque? Tava aprontando, né?" Meu tio falou da janela da cozinha meio risonho.

"Ah, tava aprontando, com certeza. Responde seu tio, garoto!" Disse minha tia, mais sorridente do que antes.

Embasbacado, mas mantendo a compostura, respondi: "Nada a ver, só fui ali." Sendo genérico.

Eles riram.

Entrei, fui para o quarto e tentei processar tudo o que tinha acontecido naquele dia. Como fui parar naquela situação e o que poderia acontecer.

Mas essas já são outras histórias. Que nunca aconteceram.

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