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Minha obsessão pelo meu pai...

Um conto erótico de ilovethisshit
Categoria: Gay
Contém 1688 palavras
Data: 28/09/2026 22:44:59
Assuntos: Família, Filho, Gay, Incesto, Pai, Sexo

Desde pequeno, eu sempre tive o costume de dormir na casa do meu pai, e como ele era um homem solteiro que vive na casa da mãe, eu era obrigado a dormir na mesma cama que ele. Aquilo nunca me incomodou, sempre gostei de dividir a cama com meu pai já que ele sempre fazia carinho em mim até que eu dormisse. Mas, com o tempo, fui crescendo e isso começou a me dar outro tipo de desejo, de sentimento...

Certa época do ano, minha mãe decidiu viajar com o esposo dela, e por me achar irresponsável demais, me obrigou a ir dormir na casa do meu pai por uns duas. Sem escolhas, eu fui.

Durante o dia, meu pai trabalhava e só chegava durante a noite. Então eu tinha "liberdade" para fazer o que quisesse como se o quarto fosse meu, mas nem tanta liberdade assim, já que querendo ou não estava na casa da minha avó, e sempre tinha algum tio no quintal que dividia o quarto do meu pai do resto da casa. O quarto dele era como uma casa que ficava no fundo da casa da minha avó.

Na primeira noite na casa, nada de estranho aconteceu. Deitamos, dormimos e de vez em quando sentia uma passada leve da mão do meu pai nas minhas costas. Uma coisa normal até então. No dia anterior, ele estava de folga, então aproveitou para sair e beber com alguns amigos. Meu pai não era o tipo de homem que bebia e saia falando besteira quando estava embriagado, mas ele ficava bem chato porque era meloso.

Quando chegou tarde da noite, com aquele típico cheiro de suor e cerveja, ele foi até o quarto, onde eu estava, falou comigo com aquela animação de pai e, logo depois, disse que ia tomar banho. Ele se sentou na cama e começou a se despir: tirou o sapato, a meia, logo se levantou e puxou a camisa.

Meu pai não era um homem padrão que tinha "shape" ou que era bem musculoso. Ele era gordo, alto e tinha músculos que ganhou por conta da rotina de trabalho. Eu não entendo ainda, mas de certa forma, isso me atraia bastante.

Depois de jogar a camisa no cesto de roupa, ele abaixou a bermuda. Ele estava usando uma cueca box da cor ciano. Ela era justa e firme. Sabia segurar bem o volume que ele guardava. Ele estava se despindo na minha frente, como se eu não estivesse lá. Eu estava sentado na cama apenas admirando, encantado com que estava acontecendo. Mas para o meu azar, ele pegou a toalha, se cobriu e seguiu para o banheiro. Quando ele saiu, eu comecei a criar vários cenários na minha cabeça sobre o que poderia acontecer. Eu sabia que aquilo seria impossível, mas imaginar matava minha sede naquele momento.

Não é que eu nunca tenha visto ele pelado, mas já fazia muito tempo que não o via nu. Então lembrava apenas de poucos detalhes.

Não demorou para que ele voltasse do banheiro.

Ele estava tão bêbado que se sentou na cama, começou a mexer no celular e acabou deitando e caindo no sono só de toalha. Aquilo era a desculpa perfeita para que eu pudesse matar a curiosidade de ver o corpo dele por completo depois de muito tempo.

Eu me levantei calmamente, fui até perto e puxei devagar, com calma, a toalha do corpo dele. Ele nem sequer se mexeu. A toalha abriu e lá estava. O pau dele estava mole, mas continuava grosso como eu me lembrava. Ele tinha um pau médio-pequeno, mas em compensação era grosso, além de sempre estar bem limpo e depilado. As bolas dele eram grandes e a pele que as cobria, dava a impressão de que eram grandes e fofas de tocar. Toquei com leveza para não acordá-lo. Isso estava me deixando cheio de tesão. Não tava mais conseguindo aguentar. Eu precisava sentir aquele pau dentro de mim ainda naquela noite.

Voltei para minha posição anterior na cama para que ele não desconfiasse de nada. Demoraram uns 20 minutos até ele acordar. Quando ele acordou, eu estava no meu canto e ele apenas me olhou, levantou e se vestiu. Ele sempre dizia que estava tarde e que deveríamos ir dormir. Naquela noite não foi diferente. Eu estava obstinado a conseguir o que eu queria. Quando ele disse que deveríamos ir dormir, fui até minha mochila onde estavam minhas coisas e peguei um samba-canção de seda que tinha levado; tirei a cueca que estava e vesti apenas o short de dormir. Apagamos a luz e nos deitamos.

Ele ,como sempre que estava bêbado, me chamou para deitar em seu braço e abraçá-lo.

Ele começou a falar várias melosidades e tudo mais.

Começou a me apertar com força e a passar a mão em minhas costas.

Não demorou muito para que ele caísse no sono de novo, e assim que ele dormiu, dei início ao meu plano.

Dessa vez, o sono dele parecia mais pesado. Aproveitei para beijar seu rosto, acariciar sua barba e a passar a mão em seus braços fortes e largos. Ele nem se movia, parecia até que estava inconsciente. Decidi então levar meus toques e desejos mais a fundo.

Passei a mão por baixo do short que ele usava para dormir e agarrei em seu pau.

Comecei a masturbar ele e de repente, senti que ele estava começando a ficar excitado. O pau dele começou a ficar ereto e molhado. Minhas duas mãos estavam ocupadas: uma masturbando ele e outra me masturbando. A sensação de prazer estava tomando de conta de todos os meus pensamentos e ações. Eu já não queria mais parar e queria gozar ali mesmo, mas me contive e pausei.

Não demorou para que ele tivesse um pequeno espasmo e fizesse com que eu me retirasse de cena.

Disfarcei e me virei de costas para ele. Ele apenas se virou e me envolveu com sua perna. Ficamos em posição de conchinha.

Aquilo tava me deixando maluco. Dava pra sentir o pau dele duro sarrando nas minhas costas. Comecei a subir mais na cama para deixar o pau dele mais próximo da minha entrada.

Quando senti que estava na posição certa, decidi que era hora de mais um passo.

Abaixei levemente os nossos shorts: o meu e o do meu pai. Ambos estavam nus agora. Peles se encontrando. Carnes se tocando. Nesse momento, eu só imaginava o prazer que eu teria ao sentir aquele pau molhado entrando e se encaixando dentro de mim.

Cuspi na minha mão e lubrifiquei o meu cu. Peguei o pau dele e posicionei na entrada do meu rabo.

Só de sentir o toque do pau dele no meu cu, a leve pressão já me fez pensar na dor que eu sentiria, mas o prazer estava falando mais alto. Respirei fundo e encaixei de uma vez.

A dor me consumiu, mas o prazer me dominou.

Comecei com movimentos lentos e leves, mas não demorou muito para que eu estivesse me jogando contra ele com rapidez e força. Até que de repente, sinto uma mão agarrando em minha cintura com força e me pressionando contra seu corpo. Ele havia despertado sem que eu notasse. Mas por incrível que pareça, ele apenas aceitou o que estava acontecendo e seguiu.

Ele mesmo começou a estocar forte dentro de mim, e por seu quarto se afastado dos demais, eu comecei a gemer alto e gritar para que ele me fodesse mais forte e mais fundo.

Ele tirou o pau do meu cu, ficou de joelhos na cama e puxou minhas pernas para seu ombro. Eu estava de costas para ele, mas podia sentir cada movimento que ele fazia. Ele abriu as minhas pernas e começou a chupar meu rabo como se fosse uma laranja super suculenta. Eu podia sentir a língua dele me abrindo todo. Os meus olhos reviravam de prazer, enquanto meu pau babava muito.

Meu pai me jogou na cama de novo e me empinou de quatro. Ele encaixou a piroca em no meu cu e começou a socar bem forte em mim. Seu pé pressionou minha cabeça na cama enquanto ele socava. Eu quase não conseguia respirar, até que ele me puxou para trás e me segurou pelo pescoço. Ele beijava meu rosto como se fosse seu bem mais precioso. Tudo isso enquanto socava fundo no meu cu e eu gemia pedindo mais e mais.

Ele passou horas socando em mim. Meu cuzinho ardia tanto, mas eu não conseguia pedir para parar, apenas pedir mais e mais.

Quando ele disse que estava quase gozando. Pedi que ele gozasse em minha boca.

Ele desmontou das minhas costas, me deitou na cama de frente para ele e sentou no meu peito, encaixando o pau na minha boca. Ele segurou no meu cabelo e começou a foder a minha boca.

Ele jorrou litros de porra na minha boca. Eu estava me afogando com tanta porra e com a baba que estava se acumulando com a velocidade que ele me fodia. Ele me fez engolir cada gota de sêmen que ele depositou na minha boca.

Quando ele enfim saiu de cima de mim, levantou, ligou a luz e deitou-se novamente.

- "Não sabia que era isso que tu queria dormindo aqui." - Meu pai disse enquanto me puxava para deitar no seu peito.

- "Eu só não consegui resistir, pai. O senhor me deixa louco!"

- "Vem cá, filhão! Papai te ama." - Ele me abraçou e me deu um beijo na boca toda suja de porra e baba. - "A gente só não pode deixar ninguém sabendo de nada disso, se não já era."

- "Eu sei, pai. Não vai sair daqui. Eu juro."

- Então vem cá dar mais um beijo em papai!" - Ele me puxou para mais um beijo. Dessa vez, pude sentir a língua dele limpando a minha e invadindo cada canto da minha boca.

Depois disso, fomos dormir, enquanto no outro dia, agimos normalmente, como se nada tivesse acontecido. Desde então, mantemos essas relações sexuais e selvagens sempre que podemos. Vivemos como um caso escondido da família. Sou um filho que assume o papel de esposa quando necessário...

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Comentários

Foto de perfil de Tito JC

Esse fetiche por transas entre pai e filho sempre rende histórias bem quentes como essa sua.

Gostei!...⭐⭐⭐

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Fico feliz por receber o seu comentário! Acabei de postar mais dois contos quentes. Espero que curta!

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