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Nina - O despertar da fêmea

Um conto erótico de Enrabador
Categoria: Heterossexual
Contém 1314 palavras
Data: 28/09/2026 20:27:22

Nina era uma garota introspectiva. Perdeu o pai aos quatorze anos. Era caminhoneiro. Sofreu um acidente terrível e a despedida foi dramática. Esse episódio fez com que se recolhesse mais ainda que o normal e focou toda a sua energia nos estudos. Sua mãe era Coordenadora da Escola. Uma entidade de ponta que formava grandes alunos. Eu me formei lá.

A mãe, depois do ocorrido, se tornou super protetora. Isso não quer dizer que não permitia namoros, mas era atenta a todos os movimentos.

No entanto, ela só tinha olhos para a Matemática, pois queria ser Engenheira.

Baixinha, um metro e sessenta, rosto redondo, cabelos curtos, seios médios. Seu diferencial era da cintura para baixo.

Tinha bunda empinada e pernas grossas. Fez judô na infância, depois parou.

No entanto, ela tinha vergonha desta riqueza, pois se achava gorda e desproporcional. Por isso, vestia roupas largas e estranhas.

Já tinha namorado, mas nada sério. E beijado alguns meninos. Nada mais.

Eu já estava formado. Era programador e muito bom de matemática. Por isso, um dos professores me chamou para fazer parte da preparação da equipe que iria para as Olímpiadas estudantis.

Sempre fui namorador, sem grandes envolvimentos. Depois do quartel, fiz faculdade e entrei numa grande empresa.

Final de semana era o mesmo ritual. Baile na sexta-feira, jogo de futsal no sábado de manhã, futebol de campo no domingo de manhã e baile à tarde.

Era uma matinê, onde a gente se encontrava no posto de gasolina antes e bebia um pouco. Era uma turma bem entrosada. Quase irmãos.

A pegação era no baile de sexta-feira, e se rolasse algo, emendava.

Eu tenho um metro e setenta, moreno escuro, porte de atleta e, à época, muita disposição aos finais de semana.

Nina foi uma grata surpresa. Quando comecei a treinar a equipe, ela se destacou facilmente e apresentava soluções fáceis para questões difíceis.

O sincronismo foi tão grande que nos tornamos amigos e esse foi o motivo para que sua mãe, que eu já conhecia, me chamasse para dar aulas particulares para ela, visando o vestibular.

O choque visual foi automático.

Aquela menina com roupas largas, se apresentou a mim com bermudas marcadas e roupas justas, pois, na casa dela, ela era outra.

Tentei disfarçar, mas ela percebeu que gostei.

Mesmo assim, naquele momento, tinha que ser profissional.

Estabeleci um plano de aulas para os meus horários disponíveis. E fui encaixando aqui e ali para atender nós dois.

Minha mãe percebeu minha empolgação, fez perguntas, rodeou, mas não contei nada novo. Também, naquele momento, não tinha nada mesmo.

A intimidade, o cheiro e o toque foram me enlouquecendo, mas eu pensava na mãe e na confiança depositada.

Um dia, sua mãe foi ao mercado, perto do horário de ir embora. E Nina, ao se despedir, me brindou com um selinho.

Tomei um susto e não reagi, pois foi algo tão mágico que deixei fluir.

Na aula seguinte, longe da mãe dela, perguntei do selinho. Ela disse que estava com vontade de fazer. E fez.

Nossa despedida passou a ser essa. E eu fiquei em dúvida se avançava ou não.

A verdade é que passamos a ser confidentes e essa menina abriu seu coração para mim. Eu fui dando corda, como um bom psicólogo ou algo assim.

A mãe dela percebeu que as aulas ficaram mais animadas e conversou com ela. Ela tranquilizou a mãe, mas avisou: se acontecer algo, e espero que aconteça, eu te digo.

Sem saber, eu já estava no papo.

A mãe foi dando mais liberdade para nós, passou a sair com frequência e nos deixar mais tempo a sós.

O imponderável aconteceu. Nos atracamos num beijo longo, no meio da aula e nem sei o resultado da equação.

Daí pra frente, já éramos namorados, sem anúncio e sem cobranças.

Enfim, tudo só acontecia dentro daquela casa.

Eu chegava mal em casa. A sequência de beijos e amassos me faziam ir direto pro banheiro depois das aulas.

Eu tinha que caprichar uma boa punheta. O pau ficava feito brasa e eu tinha que descarregar aquela tensão.

Enfim, no final de uma das aulas, anunciamos o namoro para a mãe, mas pedimos sigilo.

A equipe fez sucesso nas Olimpíadas e comemoramos muito, com muitos beijos.

Ela me revelou que a mãe a levou no Ginecologista e explicou do namoro.

O médico receitou pílulas, para prevenir qualquer deslize e fez diversos exames.

Fiquei feliz com a modernidade do ato da mãe e fiquei tranquilo quanto à prevenção dela.

Mesmo assim, no caso de acontecer o ato, eu faria com camisinha.

Deixei o tempo correr e percebi que a mãe dava abertura. Chegava mais tarde em casa, ficava mais tempo fora e nos permitia alguns avanços.

Num desses sábados, ela disse que só chegaria à noite e pediu pra gente adiantar nas matérias.

Eu já tinha parado de cobrar, pois não seria justo cobrar aulas da namorada. E ela estava feliz com a minha companhia.

Neste dia, a gente começou com uma pegação leve depois da aula, e coloquei ela sentada num móvel da sala.

Começamos a nos beijar devagar e eu ataquei sua cintura. Coloquei minhas mãos por dentro da blusa e fui subindo. Nina se arrepiou, gostei da reação e amei quando encontrei dois seios desprotegidos na blusa grossa.

Toquei com carinho e massageei. Nina mordeu os lábios e minha boca atacou seu pescoço.

A adorável menina gemeu baixinho e pressentiu que era dia de algo mais profundo.

Arranquei sua blusa e ataquei seus seios.

Médios, macios e saborosos.

O corpo dela se incendiou.

Eu pressionei ele junto à mim, fazendo com que sua perna ficasse bem aberta.

Enquanto mamava, desci a mão direita até sua xaninha e toquei ela por cima da bermuda.

Estava inundada.

Puxei tudo junto, bermuda e calcinha.

Ela já sabia qual seria o próximo passo e eu já sabia o que deveria ser feito.

Desci com a língua salivando e encontrei uma buceta com poucos pelos, e muito molhada.

O primeiro contato oral foi uma festa. Nina segurou minha cabeça como se implorasse por aquela chupada.

Abocanhei a buceta cheirosa e lambi sem pressa.

Suas pernas estavam nos meus ombros e seu corpo estava jogado sobre o móvel.

Com a minha experiência, seu gozo não demoraria, mas não queria que fosse muito rápido.

Beijei coxas, massageei seios e quando voltei pra xaninha, foi fatal.

Nina praticamente uivou enquanto me servia altas doses de gozo puro e inédito para ela.

Esperei, pacientemente, sua recuperação.

Coloquei suas roupas e carreguei seu corpo frágil até o sofá.

Era hora de mostrar algo novo para ela.

Perguntei se ela sentia pressão na barriga na hora do beijo. E ela disse, claro, é seu membro e ele é muito duro.

Ai eu disse: chegou a hora de vocês serem apresentados.

No sofá, baixei minha bermuda e mostrei a pica.

Eram dezessete centímetros de muito amor e carinho.

Só disse: pegue e brinque.

Nina estava deslumbrada com o que via. Envolveu a pica de leve e massageou devagar.

Fui explicando como ela deveria fazer para me dar prazer e ela foi mexendo até a baba do aviso começar a sair.

A felicidade dela em sentir a potência da vara era sensacional.

Eu relaxei e deixei ela trabalhar. Era um mundo de descobertas e ela precisava ver a porra saindo.

Como não estava acelerada, a tendência era sair bem espessa, melando a mão dela.

Deixei ela perceber todas as nuances da punheta e esperei o final feliz.

Quando o gozo veio, soltou uma quantidade grande de porra bem densa.

Aquilo se esparramou pela sua mão e ela ficou olhando sair todo o leite.

A observação dela foi melhor: parece um vulcão soltando lava.

E é bem quente.

Nos limpamos, tomamos um lanche e falei pra ela.

- Atravessamos um caminho sem volta, iremos muito longe nessa nova aventura.

Esteja preparada. Obrigado pelo seu gozo. Foi lindo.

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