Eu estava confusa com meus sentimentos. Já experimentara com meus maridos e minha esposa sessões de dominação deliciosas. Mesmo com Ana Clara, que já vivera experiências bem mais elaboradas e profundas de dominação, tudo que tivemos foram interações de uma noite. Maravilhosas, por sinal, assim como as que vivi com o Demônio e meu deus maior, amo e senhor: Gabriel.
Não posso dizer que não foram situações realistas, mas tiveram muito mais aquela pegada de jogo, brincadeira, fantasia e fetiche. O que aconteceu com Cínthia foi algo diferente. Se consigo me expressar bem e me fazer entender, eu não estava me entregando ao jogo, estava me rendendo a ela de uma forma espantosa. Sim, espantosa, já que, embora nos falássemos online, só nos conhecêramos pessoalmente menos de 24 horas antes daquela mulher colossal ter me subjugado.
Pois agora estávamos as duas ajoelhadas, nuas, lado a lado, vivendo o que, em tese, deveria ser um jogo saboroso, cheio de prazer e possíveis orgasmos. Eu já tivera um sendo humilhada pela Cínthia naquele mesmo banheiro. Esperávamos o retorno da nossa nova rainha. Ingrid demorou a retornar ao nosso cativeiro, talvez pensando em que novos castigos e humilhações nos aplicaria.
- Vossa eterna e soberana rainha está de volta, minhas lindas cadelinhas pulguentas – falou Ingrid, anunciando sua reaparição, depois de nos ter deixado de joelhos no chão do banheiro por cerca de 5 minutos.
Ingrid trazia uma cumbuca na mão.
- Meninas, vejam como vossa rainha é generosa. Trouxe uma cervejinha bem gelada para vocês me acompanharem, mas irão degustá-la de acordo com minha orientação. Vocês acham que mereço um muito obrigado.
- Muito obrigado, senhora – respondemos quase em uníssono.
- Beijem meus pés em sinal de gratidão.
Ingrid se sentou na privada e ofereceu seus pés para que os beijássemos. Verdade seja dita, era uma delícia beijar aqueles pezinhos branquinhos. Curvamo-nos e cumprimos sua ordem. O olhar de Cínthia, àquela altura, já era de puro êxtase. Parecia encantada com o desempenho da loirinha como dominadora severa, que se impunha a nós com autoridade.
- Beijem mais. É o máximo que servas de quinta categoria como vocês podem aspirar – provocou, fazendo com que um arrepio percorresse minha espinha.
Toda a minha confusão residia em ter atravessado uma fronteira. O que Ingrid fazia era exigir rendição, submissão de verdade. E ficar ali, curvada, de joelhos no chão, beijando seus pés, com cada vez mais gosto, estava me deixando extremamente excitada.
- Sigam-me de quatro, piranhas pulguentas – ordenou, após ter tido seus pés suficientemente beijados.
Naquele momento, eu já achava que não havia adoração suficiente para os pés da minha dona. Quase desejava ardentemente fazer mais daquilo. Minha buceta pulsava de um jeito gostoso. Mais do que isso: eu também desejava o jugo de Cínthia, a rendição completa, o que quase fazia minha cabeça rodar de excitação e expectativa.
Fomos engatinhando, Cínthia na minha frente, com seu sexo todo exposto aos meus olhos, completamente vulnerável e dominada. Na medida que caminhava de quatro, rebolava sua bunda grande e perfeita, o que me deixou excitada.
Ingrid colocou a cumbuca no chão do quarto e ordenou a Cínthia:
- Cadela Cínthia, pode começar a beber você. Não use as mãos, só essa boquinha de boqueteira.
Virando-se para mim.
- Cadela Ay, você vai lamber o pezinho da patinha traseira da submissa Cínthia. E é para começar imediatamente. Bora! – ordenou, com tom impositivo, me acertando uma chicotada na bunda, me fazendo soltar um grunhido com a pele queimando.
Se eu queria lamber os pés da Cínthia, parece que minha linda rainha loira adivinhara meus pensamentos. E o melhor de tudo: as solas delicadas da deusa.
Cínthia prontamente atendeu à ordem de nossa dona e mergulhou o rosto na cumbuca de cerveja, usando a boquinha para capturar o líquido. Pensei que a presumível dificuldade para beber cerveja daquele jeito fosse um fator positivo para mim. Assim, poderia ficar mais tempo lambendo a sola dos seus pés.
Lembro-me de que cheguei a gemer de prazer lambendo e beijando a sola dos pés de Cínthia. Praticamente me esquecia da presença de Ingrid, que saboreava a cena, até receber um golpe inesperado do chicote no bumbum, que já estava todo ardido, o que não reduzia minha excitação, muito pelo contrário.
Na sequência, Ingrid nos ofereceu uma trégua passageira para que pudéssemos beber uma cerveja da forma certa. O calor e a ocasião pediam. Já era madrugada e nossa carcereira seria pródiga na arte de nos proporcionar experiências inesquecíveis.
Depois de 15 minutos de descanso, Ingrid já trajava minha cinta peniana com meu pau de 18 centímetros. Mandou que eu ficasse de quatro e ordenou que Cínthia lambesse minha buceta com gosto, o que me deixou à beira de um orgasmo. Cheguei a rebolar em sua boca e gemer manhosa, para delírio de Ingrid.
Que, ao perceber que eu estava mais do que no ponto, mandou que Cínthia se pusesse à minha frente. Enquanto encaixava o pau na minha entrada, ordenou a Cínthia:
- Bata no rosto e cuspa no rosto da cadela Ay, enquanto eu como sua bucetinha arrombada. E já pode começar a me obedecer, ao invés de ficar me olhando com essa cara de mocoronga. Anda!
Cínthia se apressou em me dar um tabefe, ao mesmo tempo em que Ingrid atolava o pau com tudo na minha buceta. Foi uma competição de sensações que imediatamente fez com que meu orgasmo se aproximasse. Enquanto Ingrid começava a fazer um vai e vem delicioso dentro da minha buceta, estapeando minha bunda, Cínthia me esbofeteava e cuspia no meu rosto, me deixando toda melada com sua saliva.
Não resisti muito e gozei tendo tremedeiras por todo o corpo, apanhando de duas mulheres, sendo fodida e humilhada. Mal pude conter o gemido alto.
Então, foi a vez de Cínthia ser submetida ao nosso domínio. Não tive autorização para limpar meu rosto, de modo que o cheiro da saliva de Cínthia continuava me torturando inclementemente, mantendo meu corpo agitado. Bati e cuspi, no rosto e na boca. Vi Cíntia revirar os olhos de prazer, enquanto soltava gemidos curtos no ritmo das estocadas de Ingrid.
Pude perceber que teve um orgasmo poderoso. Como não gozara ainda, diante de tantos estímulos, é possível imaginar que experimentou uma explosão dentro de si. Seus gemidos altos e prolongados anunciaram o gozo desesperado dos justos.
Depois de nos fazer gozar, comendo nossas bocetas, Ingrid nos ordenou que nos deitássemos no chão e nos esfregássemos uma na outra, trocando lambidas em todas as partes do corpo. E que fizéssemos aquilo com muita vontade, como se fosse necessário, pelo menos de minha parte, receber alguma ordem ou incentivo, mas aquilo foi muito mais, maior e melhor do que eu imaginava, sobretudo por estarmos no chão, enquanto nossa mestra e rainha observava suas escravas submissas.
- Não quero ver as duas desgrudadas ou falta de atividade. As duas se esfregando. Com paixão. Já. Mais.
Começamos nos beijando, com os corpos embolados, ainda lenta e timidamente, sobretudo por causa da plateia. Aos poucos, o contato dos nossos corpos, assim como os beijos e lambidas que distribuíamos no pescoço e nos seios uma da outra, nos levou a um estado de transe absoluto. Minha respiração tinha saído completamente do compasso, assim como meus batimentos cardíacos. Cada mínimo espaço do meu corpo respondia.
Se tudo aquilo fosse espontâneo, já seria uma maravilha, mas a sensação de estar sendo forçada, mesmo que a fazer algo tão prazeroso com aquela gostosa, alimentava ainda mais o incêndio que se apossava de mim. Quando chegamos à posição de meia nove, cheguei ao máximo do êxtase, com a linguinha de Cínthia chicoteando minha buceta e resvalando no meu ânus. Usávamos, também, os dedos para estimular ainda mais os buraquinhos e grelinho uma da outra.
Gozamos juntinhas, uma gemendo dentro da buceta da outra, eu toda melada com os fluidos que sua xereca deliciosa emanava.
Não pude deixar de pensar que era apenas a terceira mulher cuja buceta eu chupava. Antes da Megera, eu era capaz de vomitar só de pensar em fazer aquilo. Agora, tinha me transformado em uma lambedora de buceta voraz. As duas últimas, num espaço de dez dias.
Aliás, por falar em espaço de dez dias, Ingrid, depois de se deliciar por quase uma hora nos vendo ter orgasmos intensos, ordenou que fôssemos para a cama. Era a hora de dormir e, embora estivéssemos saciadas, fomos obrigadas a adorar os buracos da loirinha, Cínthia no cu e eu na buceta, até adormecer. O resultado é que adormeci com o gosto da bucetinha das duas deusas na minha boca, depois que Ingrid gozou abundantemente, gemendo baixinho e nos xingando de coisas deliciosas.
Acabei adormecendo com a cara em sua linda bucetinha loira e delicada, com um aroma maravilhoso de princesa, tendo acordado no dia seguinte com o rosto no meio de suas coxas.
Não posso dizer que não é uma forma bem agradável de se acordar. Fui a primeira a despertar. Ingrid, ali deitada, com carinha de anjo, parecia tão inofensiva. Só que a submissa tinha uma dominadora voraz dentro de si.
Encontrei a Megera na cozinha com cara de quem teve uma noite tão avassaladora quanto a minha. Afinal, pode dormir com nossos donos e levar pica às dúzias.
- Já de pé, meu amorzinho? – saudei minha amada.
- Café da manhã – respondeu no seu personagem matinal que tinha dificuldades de formular frases
segundo as normas da língua, apesar de ser estudante de Letras.
Estava de calcinha e camisetinha baby-look, sem sutiã, com aqueles peitos perfeitamente rígidos, redondos e exibidos marcando o tecido. Eu tomara banho e já vestira um shortinho de algodão, com o qual iria para o bloco. No tronco, só o sutiã do biquíni.
Abraçamo-nos apertado, daquele jeito que sempre nos abraçávamos, como se tivéssemos medo de que aquele sonho pudesse terminar uma hora.
- Como foi sua noite, bruaca? – provoquei.
- Bruaca é sua vovozinha, putinha submissa da loira do Frozen – respondeu, ainda com a bateria meio arriada, mas de um jeito muito engraçado.
- Conta!
- Nenhuma novidade, mas quem disse que precisa de novidade? Com aqueles dois, é impossível não acabar pedindo misericórdia de tanto gozar. E você? Como foi sua noite de submissa da loirinha submissa?
- Nossa, baby, muito acima das minhas expectativas. Por trás daquele cordeirinho existe uma matilha de lobos. Que eu conheci essa noite.
- E a Cínthia?
- Fiquei apaixonada.
- Sério?
- Acho que sim. A loirinha barbarizou com nosso juízo, arrancou nosso couro, nos jogou na parede e nos chamou de lagartixa para baixo. O que eu experimentei ontem foi algo totalmente diferente, do outro lado da cerca que me limitava nos nossos joguinhos de dominação. Ela me desesperou, me fez me render, mas a Cínthia também.
- Eita! Bem vinda ao clube das sadomasoquistas!
- Será que eu sou?
Gabriel interrompeu a conversa, adentrando a cozinha, apertando a bunda de Ana Clara, que era uma de suas distrações favoritas, e não era difícil compreender o porquê, e me envolveu num abraço apaixonado, estalando um beijo em meus lábios e me cheirando feito um cachorro.
- Tá cheirosa, minha esposa mais linda do Rio de Janeiro.
- Acordou apaixonado hoje, benzinho?
- Eu sempre acordo e vou dormir apaixonado por você, mas que ideia maluca foi aquela de ontem?
- Foi um joguinho. Fizemos um sorteio para que uma de nós fosse rainha e as outras duas putas submissas.
- E justo a Ingrid foi sorteada rainha.
- E mais um dia sob o tamanco daquela mulher, eu juro que me apaixono loucamente – emendou Cínthia, o quarto elemento adentrando a cozinha, no mesmo instante em que Ana Clara começava a movimentar os itens do nosso café da manhã para a mesa da sala.
Cínthia vestia uma minissaia jeans e a parte de cima do biquíni, nosso traje padrão. Mais cinco minutos e o Demônio e Ingrid se juntavam a nós. Família completa, desfrutamos do nosso suculento café da manhã. Esquecemo-nos da noite e o assunto passou a ser o que mais interessava naquele momento: a folia.
Por volta das 9 horas, já estávamos saindo de casa rumo ao Leblon, já combinando praia e folia. Era, também, onde almoçaríamos antes de voltarmos para a folia em Ipanema, onde dois outros blocos desfilariam à tarde. A escolha do cardápio foi mais para que Cínthia pudesse aproveitar mais a orla carioca e a praia.
Antes das dez horas já estávamos reunidos no calçadão do Leblon. Os mesmos de sempre. Além da família feliz, Marcelo, Luana, Francesca e Beto. Bonde fechado, fomos dar um mergulho e pegar uma horinha de sol antes de cair na folia.
Foi um dia maravilhoso, com muita cerveja e muita curtição nos blocos. Ao longo do dia, me esqueci de que ainda era escrava da loirinha malvada. Meu único receio dizia respeito a que tipo de brincadeiras Ingrid aprontaria conosco mais tarde, o que também mexia com minha imaginação e com o meu tesão.
Já eram mais de 19 horas quando decidimos retornar ao lar, doce lar. Até então, não havia qualquer sinal da Ingrid dominadora, que interagia normalmente conosco. O que pude perceber foi certa maior proximidade entre minhas duas colegas de quarto na noite anterior. Estavam quase sempre juntas e com conversas reservadas. Eu, de minha parte, estava particularmente colada em Gabriel, fazendo o estilo casal apaixonado.
Gabriel foi o primeiro a entrar no banho, no banheiro da suíte. Aproveitei para lhe fazer companhia e matar saudade do meu gato. A noite prometia, eu só não sabia o que e o quanto. Então, decidi dar a partida em grande estilo, dando uma trepada gostosa e apaixonada com meu dono debaixo do chuveiro.
Gabriel já estava de pau duro e me envolveu em seus braços com desejo, me deixando em ponto de bala. Seu beijo chegou a me deixar tonta. Ajoelhei-me e minha boca se apropriou de seu pau, que estava uma delícia. Chupei com fome e com gosto, fazendo meu gato até gemer.
- Porra Ay, que fome é essa?
Antes que o fizesse gozar, me segurou pelo cabelo, me pôs de pé, encostada contra a parede, ergueu uma de minhas pernas e me penetrou com paixão, me fazendo gozar em dois minutos. Ele também não conseguiu segurar muito mais seu orgasmo. Ainda ficamos um pouco abraçados.
Ana Clara e André dividiram o chuveiro social. Ingrid e Cínthia entraram por último e ficaram mais de meia hora trancadas. Só de imaginar o que acontecia naquele banheiro, minha buceta, que acabara de ser comida por meu marido, já começava a pulsar. Estava curiosa e ansiosa pelo que viria da mente deliciosamente pervertida da minha dona, proprietária e rainha loira.
Era o primeiro dia do desfile das escolas de samba do Grupo Especial do Rio de Janeiro. O sorteio dos quartos acabou sendo uma formalidade. Era o dia do desfile do Salgueiro, que eu e Gabriel costumávamos assistir. Mesmo assim, cumprimos a formalidade. Afinal, nem todos conseguiriam varar a madrugada assistindo ao desfile e era bom que pelo menos tivessem um leito para descansar, pois a folia continuaria no dia seguinte, penúltimo dia, pelo menos formalmente, de Carnaval.
No meu quarto, ficamos eu, o Demônio e Ana Clara. No outro, Cínthia, o Gabriel e Ingrid. Quando terminamos o sorteio, Gabriel já estava servindo a carne. Eu e Ana Clara já havíamos posto a mesa com os acompanhamentos. Ingrid, não sei se para minha felicidade ou o contrário, não parecia muito disposta a exercer seus direitos sobre mim. Já era quase hora do início do desfile e, apesar da maratona foliã, a casa estava animadíssima.
Os meninos, como sempre, estavam de bermuda, chinelo e sem camisa. É, realmente, uma visão bem criativa do que seja se vestir. Eu estava devidamente fardada com minha camiseta do Salgueiro e com um shortinho bem curto e folgadinho. Ana Clara estava com uma batinha e um shortinho no mesmo estilo do meu. Ingrid e Cínthia combinaram com vestidos floridos, com tecidos leves.
Um dado curioso era que os casais estavam mais grudados. Eu e Gabriel, o Demônio e a Megera, Ingrid e Cínthia. Sim, era possível notar que Cínthia e Ingrid se comportavam quase que como um casal. Nada que se pudesse estranhar, já que Ingrid andara se apropriando de André, para delírio de Ana Clara, com sua tara de ver o namorado cheio de intimidades com outras mulheres. Talvez, só talvez, Cínthia, que ainda era sua escrava, pelo menos até a hora do desfile, fosse a bola da vez.
Era um tal de uma colocar carne na boquinha da outra, as duas trocando abraços, carícias e beijinhos, que a situação começou a suscitar olhares intrigados trocados entre os demais.
Enquanto cuidávamos da cozinha, preparando os acompanhamentos para o churrasco, a Megera fez um interrogatório completo sobre o que acontecera naquela noite, já que não avançáramos na conversa de manhã. Contei tudo que havia acontecido, com detalhes e como eu me senti, já que não tinha segredos com minha esposa e rainha.
- Nossa, meu amor, estou perplexa. Então, é verdade mesmo que a submissa em você deu frutos?
- Deu, gatinha.
- E a loirinha submissa? Estou realmente surpresa. Mas não é algo que me espante. A Cínthia, depois que serviu a mim e ao Demônio como escrava por um mês, se mostrou uma dominadora exímia, sendo que nunca tinha pensado em desempenhar esse papel.
- Nossa, Megerinha do meu coração, eu nunca tinha tido vontade de me render daquele jeito. O toque dela, a voz, o cheiro... Tudo naquela mulher me provoca arrepios. No bom sentido. Dá vontade de pedir para ela fazer o que quiser comigo. E o pior é que a loirinha também conseguiu me fazer cruzar a linha. Enquanto a Cínthia me fez me sentir fraca, pronta para ceder a qualquer coisa, a Ingrid conseguiu me fazer sentir como seu brinquedinho. Acho que ela me ensinou o dom da obediência.
- Também não é algo que se possa estranhar, princesa. Do jeito que ela fala que a Núbia subjugava ele, eu juro que fiquei até com vontade de conhecê-la. A Ingrid só deve reproduzir os bons tratos recebido por sua ex-dona.
- Ai, luz da minha existência, eu fiquei confusa. Nunca fui tão humilhada na minha vida. E o pior é que eu amei. Passei a noite inteira numa tensão sexual de fazer a cabeça rodar.
- Ah, amor, se você sentiu prazer, não perca tempo pensando sobre isso. Se não fizer mal a ninguém, se atira de cabeça. Converse com o Gabriel sobre isso para ver o que ele pensa a respeito. Aliás, pode conversar com o Demônio também. Ele também é seu marido.
- Você é tão segura de si, menina. Quem poderia imaginar que aquela menina assustada e perplexa com seus sentimentos de um ano atrás se tornaria minha conselheira.
- Isso que você está vendo tem nome. É André. Ter um homem como aquele, com quem eu posso compartilhar tudo que eu penso e sinto, sem precisar fingir ou me reprimir, é o que me faz me sentir segura e confiante assim. Além de lhe conceder poderes sobre meus sentimentos e desejos.
- O Demônio é foda. Ele é um demônio.
- No bom sentido.
- No melhor dos sentidos – respondi, mordendo os lábios.
- Acho que o Gabriel também é muito maduro, assertivo. Sabe o que quer. Apesar do jeito brincalhão, é homem pra caralho.
- Nossos maridos.
Eu não estava exatamente aflita, só confusa. Conversar com minha Megera amada ajudou a organizar as coisas em minha cabeça.
Difícil foi organizar o bordel que se tornou aquela sala quando a mulherada resolveu, definitivamente, colocar as manguinhas de fora. E não foram só as manguinhas. Foram, também, as peras, os melões, as melancias, os morangos e no final ainda se juntaram a elas as bananas. Uma verdadeira salada de frutas.
O estado etílico já era bem evidente quando Cínthia e Ingrid começaram a se atracar no sofá da sala. O beijo entre as duas chegava a ser indecente. Ingrid atacou o pescoço de Cínthia, dando beijos, lambidas e mordidas, fazendo a mulata jogar a cabeça para trás, enquanto sua mão deslizava por baixo do vestido curto, que subiu de forma perigosa, provocando uma visão excitante da cena e das coxas grossas e torneadas de Cínthia.
A primeira escola mal encerrara o desfile e o clima esquentou. Só de ver a cena, um sinal de alerta entre minhas pernas foi ativado. Ingrid literalmente devorava Cínthia, sue suspirava com os seios subindo e descendo. O vestido de Ingrid também subiu. A Megera voltava da cozinha, nossos donos tinham ido para a varanda. Eu estava sentada na cadeira, saboreando uma cerveja e acompanhando a transmissão do desfile.
- Que pouca vergonha é essa? – alarmou a Megera, com cara de debochada, fazendo as duas assanhadas darem um pulo e olharem perplexa para elas, sem saber o que fazer.
A Megera, sendo a Megera, não disse mais nada. Aproximou-se, arriou a alça do vestido de Cínthia sem pedir licença e liberou seus seios lindos e fartos, deixando a namorada com o vestido cobrindo da barriga à cintura. Uma visão de tirar o fôlego.
Ficaram, então, uma de cada lado, beijando o pescoço e fazendo carícias nos seios de Cíntia, que reagiu com um “ai meu Deus”. Depois de um tempo naquela tortura, Ingrid se levantou e veio em minha direção, me estendendo o braço.
- Lembre-se de que você ainda é minha escrava – falou, com um sorriso entre doce e perverso.
Quando me levantei, Ingrid puxou a parte decima do meu baby-doll, arrancando-o autoritariamente pela cabeça, fazendo meu corpo todo reagir. Em seguida, arriou o meu short e me deixou só de calcinha.
Aquilo foi tão rápido, que mal tive tempo de processar e já era atacada com um beijo possessivo. Fui jogada sentada no sofá e a loira se pôs de joelhos entre minhas pernas, puxando minha calcinha para baixo.
Não foi rude, mas foi determinada. Fiquei lado a lado com Cínthia, eu nua, ela, agora, só de calcinha. A Megera mamava em seus seios e sua mão já se enfiava ousada por dentro da calcinha de renda da mulata, que estava completamente rendida pelo prazer.
Ingrid mordeu minhas coxas, lambeu, beijou e me arreganhou toda, colocando meus dois pés sobre o sofá e dando uma sequência de lambidas longas, do cu ao grelo, que me fizeram ver estrelas e gemer alto.
Meus gemidos se misturavam com os de Cínthia. Percebi que nossos donos observavam a cena de filme pornô da varanda. Ninguém mais prestava atenção na televisão. A língua de Ingrid fazia maravilhas na minha buceta, me oferecendo um prazer aflito, me fazendo miar. Enquanto isso, a Megera torturava a buceta de Cínthia com os dedos, fazendo-a grunhir, revirando os olhos.
Não resisti e terminei gozando, me contorcendo toda, na boca da minha dona e senhora, tendo tremedeiras e choques elétricos por todo o corpo, totalmente dominada. Cínthia também gemeu alto, anunciando que estava gozando. Ingrid mandou que eu me ajoelhasse no chão. Ficou de pé e tirou a calcinha lentamente, me olhando de cima. Sentou-se no sofá, me puxou pelo cabelo e esfregou sua peça íntima no meu nariz.
Eu já não tinha mais controle algum. Só deixava minha dona me levar para onde quisesse.
- Está gostando do cheiro da sua dona – provocou.
- Sim, senhora - respondi com gosto, ganhando um tapinha no rosto.
Ingrid me deitou no chão e subiu em minha cintura, tirando o vestido, ficando, também, nua, exibindo seu belíssimo corpo. Ergueu meus dois braços e os prendeu acima da cabeça. Debruçou-se sobre mim, e deu uma série de lambidas no meu pescoço. Aquela língua estava, definitivamente, disposta a me enlouquecer. Arqueei o corpo sob o seu, soltando um miado manhoso.
A loira torturou meu pescoço e meus seios, mordeu meus lábios, mordeu o lóbulo da minha orelha e deu lambidas molhadas, me deixando toda arrepiada, me debatendo e gemendo sob seu domínio.
- Você tem gosto bom, escrava. Vou te devorar – sussurrou em meu ouvido, me fazendo estremecer.
- Faz o que quiser. Eu sou sua, minha rainha – respondi.
- Assim que se fala, putinha submissa – provocou, sussurrando em meu outro ouvido, me fazendo rosnar de tesão.
Percebi que Ana Clara estava deitada no sofá, também completamente nua, com as pernas abertas e Cínthia com a cabeça enfiada no meio delas.
- Também queremos participar dessa festinha.
Com Ingrid em cima de mim, tentando me enlouquecer, só pude ouvir a voz de Gabriel já bem próxima.
As meninas malvadas estavam prestes a deflagrar a maior orgia já vista naquela casa.
Continua...
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