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A crente da testemunha de Jeová, casada e infiel

Um conto erótico de Fazedor de Cornos
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 1482 palavras
Data: 28/09/2026 15:31:25

A um tempo atrás alguns fiéis de uma igreja bem conhecida aqui no Brasil, vinham constantemente bater em meu portão, para tentar me convencer frequentar sua igreja.

Essa igreja tem o costume de guardar o sábado, não trabalham, não cozinham e não fazem praticamente nada nos sábados.

Também é costume, nos outros dias da semana, pregarem de porta em porta, tentando a todo custo, convencer as pessoas frequentarem sua denominação.

Então, mesmo eu recusando, suas visitas eles insistem até me tirar do sério.

Eu estava muito irritado com suas visitas, pois trabalhava a noite, pela manhã queria descansar.

Mas, bastava eu pegar no sono, que vinha uma filha da puta dessa me incomodar, eu ficava muito estressado, pois tenho muita dificuldade em pegar no sono e quando durmo, acordo com extrema facilidade, com qualquer barulho, depois não consigo dormir mais.

Então, lá estou eu dormindo, depois doze horas de trabalho e uma putinha dessas veio me perturbar em meu portão.

Acordei e não queria sair para atender, mais a vadiazinha insistia.

Então, fui falar com ela para mim poder ter um pouco de paz.

Sai com uma vontade louca de jogar um balde de água ou mandar para puta que pariu.

Estou eu chegando no portão, já pronto para uma discussão, quando sou surpreendido, uma mulher muito jovem, deveria ter uns dezoito ou dezenove anos.

Extremamente linda, com o corpo escultural, parecendo uma índia, os cabelos bem pretos, compridos e grossos, com uma boca carnuda muito linda.

Se eu estava com sono, naquele momento, acordei de vez, ela falava comigo e eu não conseguia prestar atenção, hipnotizado com sua beleza.

Sua roupa era estilo social, mas bem colada no corpo, aqueles olhos negros, pareciam duas jabuticabas.

Então, ela pediu para entrar, na minha casa, tenho uma casa bem grande, com um quintal de quase cem metros de comprimento, por trinta de frente, aqui na minha cidade é normal ter terrenos grandes assim.

Bem ela entrou e já foi para o fundo do meu quintal, sem eu chamá-la.

Essa mulher, não andava, ela desfilava, tamanha graciosidade.

Meu coração estava muito acelerado e o meu pau extremamente duro, bem solto em meu samba canção, bom não certeza se era esse o nome, mas era tipo um short bem fininho e eu estava sem zórba por baixo.

Meu pau estava se exibindo que nem um pavão, extremamente armado, quase pulando para fora.

Então, era para ser constrangedor, pois estava um calor da porra e quando me levantei da cama, me esqueci de por uma roupa mais comportada.

Então sai, quase pelado, essa mulher parou de falar das coisas da igreja dela e ficou vidrada na minha ereção.

Seus olhos ficaram famintos e desejosos, também pudera, sou muito dotado e não me dei conta da minha situação, pois estava em transe com tanta beleza.

Imagine, uma mulher estilo Juliana Paes, mais com peitos bem maiores e muito mais linda que a atriz.

Então meus amigos, é uma situação bem complicada.

Sentamos em uma mesa próxima a piscina e começamos a conversar, bem, ela começou, só o assunto era diferente do que ela foi falar no início, que era religião né.

Ela, começou a reclamar do marido, que ele era impotente, que quase não dava atenção a ela, que bebia muito e ela estava na seca.

E eu só ouvindo sem falar nada, então essa mulher sem mais nem menos, começa alisar minha perna e coloca a mãozinha no meu pau duro.

Eu me fiz de difícil, mas ela estava determinada, alisou sem cerimonia e pulou no meu colo, quer dizer sentou de frente em meu colo.

Fiquei desesperado, moça não faz isso comigo, estou a um ano sem transar, desde de que minha namorada se mudou com os pais para Rondônia.

Não judia de mim, desse jeito senão eu perco controle e você não vai dar conta do meu pauzão.

Quando eu disse isso a mulher mulher endoidou, ficou se esfregando em meu colo, na minha pica comprida, e rebolava que nem uma doida.

E eu me contendo, para não agarrar aquela maluca e estuprar ela.

A filha da puta começou a beijar meu pescoço e me morder.

E eu, moça, para com isso, ela cada vez mais safada, tirou os peitão pra fora e esfregou na minha cara.

E eu, moça, vou falar pela última vez, para isso, você é uma mulher comprometida, tem que respeitar o seu marido.

E ela, aquele broxa do caralho, não serve para nada, não me satisfaz, tô a perigo faz muito tempo, já não aguento mais.

E eu moça, você não é crente? Você não veio tentar me converter?

A mulher parecia que estava endemoninhada, se ajoelhou e começou a chupar meu pau por cima do short fino.

A boca quente, deslizava sem cerimônia, mordeu a cabeçorra.

Aí eu perdi o controle, moça eu te dei inúmeras chances de desistir, mas você parece que tá possuída, agora a coisa vai ficar feia para o seu lado.

Vou te falar uma última vez, você quer isso mesmo?

Porra cara! Eu estou praticamente com seu pau enterrado na minha garganta e você fica com frescura! Porra toma uma atitude de macho!

Eu estava sendo educado, cauteloso, e bondoso, e essa puta veio tirar uma onda com a minha masculinidade.

Perdi toda a minha educação e num ato rasguei meu short fino com dedos poderosos.

O monstro pulou para fora e acertou o rosto dela como uma estilingada, ela arregalou os olhos.

Então peguei ela pelos cabelos e soquei o pau na goela dela, essa mulher se debatia, que nem uma galinha quando a gente pega ela a força.

mas eu estava tão revoltado por me acordar, atrapalhar o meu sono, se jogar pra cima de mim e ainda me tirar como gay.

Que fui extremamente bruto, segurando em seus cabelos longos, pus o pau em sua boca e ela não teve tempo nem de respirar antes me engolir, meu pau estava na sua garganta e ainda sobrava quase a metade e eu forçando cada vez mais.

Suas lágrimas escorreram e seus engasgos eram bem altos e ela se debatendo, então aliviei e deixei por conta própria.

Ela tirou da boca, a baba desceu aos montes na minha perna, peguei a pelos cabelos.

Falei limpa:

A mulher lambeu cada gota, quase vomitando com seus próprios fruídos que saiu da sua boca.

Falei fica de quatro:

Ela se pôs de quatro com as pernas tremendo, o rabo era imenso, muito lindo, mas eu estava irado e sem controle.

Encostei a gibóia e enfiei em uma estocada firme quase todo ele,

ela era muito apertada, para minha grossura, então entrou rasgando.

Ela gritava e eu socava, ela gritava e eu socava

Plas! plas! plas! plas!

Segurei ela pela raba e soquei sem dó.

Ela: Aiiiiin! Seu desgraçadoooo! Você estourou minha xaninhaaaa!

Tá doendo muitoooo!

E eu: Guenta puta! Quem mandou me provoca!

E tome rola!

Plas! Plas! Plas! Plas!

Os gritos eram bem altos e estridentes.

Filho da putaaaaa! Desgraçadooo!

Catei no cabelo, dei uma volta com a mão e puxei.

Ela se envergou toda, não estava mais de quatro.

Estava com as costas quase colada no meu peito.

Plas! Plas! plas!

E tome tapas bem forte na raba.

Plaft! Plaft! Plaft! Plaft! Plaft!

A buceta apertou a minha rola como se tivesse mordendo.

A puta gritando, xingando e gozando ao mesmo tempo!

Ahhhhh! Chifrudooooo! Filho da putaaaaaaa!

Essa puta xingando minha mãezinha falecida me deixou mais irado do que eu já estava! E olha que eu já estava muito bravo antes.

Com ela xingando minha mãe perdi o controle.

Pus a mão no pescoço e comecei a apertar até ela ficar mole.

Então larguei, segurei na cintura e meti fundo, sem parar.

Puxava até ponta devagar e metia com muita força.

Voltou a gritar novamente... Só que dessa vez começou a jogar a raba para trás em sentido contrário as minhas investidas.

A foda estava insana e bem violenta!

E a puta rebolando e socando a raba para trás.

Começou a se tremer toda e esguichar me molhando todo.

Um grito insano escapou da sua boca!

Ahhhhhhhhhhhhhhh! Gozou forte e ficou como desmaiada por uns instantes.

Eu apavorado, comecei a dar tapas na cara dela, ela foi voltando aos poucos desengatou e me deixou sem gozar.

Se levantou toda descadeirada só abaixou a saía que estava erguida.

Calcinha ela já não tinha mais, eu tinha rasgado.

Olhou pra mim com olhar apaixonado e disse foi muito boa a pregação!

Deu uma gargalhada e se foi.

Eu fiquei de rola dura sem gozar e bravo, pois além de não gozar, ainda não iria conseguir dormir para ir fazer o meu plantão no hospital.

Uma semana depois, no mesmo dia da outra semana lá estava ela de novo dizendo que veio pregar para mim mais uma vez e deu uma gargalhada.

Por Fazedor de Cornos.

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Foto de perfil de Amor Proibido Amor Proibido Contos: 69Seguidores: 136Seguindo: 95Mensagem Olá amigos, sejam bem-vindos ao meu cantinho, como vocês perceberam, gosto muito do amor proibido, onde o amor impossível, se torna possível(incesto, amante secreto e infidelidade), adoro uma boa putaria. Vou postar contos de experiências da minha vida, contos elaborados por mim e algumas traduções, mas meu foco vai ser contos de amor proibido.

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