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DE CASADA CERTINHA A AMANTE DO BUSÃO PT 1

Um conto erótico de GABRIEL SILVA
Categoria: Heterossexual
Contém 1519 palavras
Data: 28/09/2026 12:41:07

Olá meu nome é Aline, tenho 32 anos, sou morena, tenho cabelos lisos que batem nos ombros, corpo bem feito, daqueles que chamam atenção quando passa na rua. Sou casada com o Alex, pedreiro, um homem trabalhador pra caralho, mas que chega em casa moído todo dia do serviço. Eu sou dona de casa, cuido de tudo, mas adoro sexo. Adoro mesmo. Apesar da aparência de esposa respeitável aqui na capital paulista.

Toda terça e sexta eu pego o ônibus às oito da manhã pra ir na feira. Volto sempre lá pelas doze. É o mesmo ônibus de sempre, e o mesmo caminho. Levo minha sacola vazia e volto carregada de verdura, carne e o que mais precisar pra passar alguns dias. O Alex trabalha na construção civil de segunda a sabado, sai cedo, chega e tarde, e eu gosto dessa rotina. Mas ultimamente eu vinha reparando em dois meninos que pegavam o mesmo ônibus.

Eles eram primos, eu descobri depois. Anderson, o mais velho, uns 22 anos, alto, magro, moreno, com uma barba rala que dava um ar desleixado bem gostoso. Eduardo, o mais novo, 18 anos, mais baixinho, atarracado, negro rosto redondo e um olhar que não disfarçava nada. Sempre sentavam lá no fundo, rindo baixo, olhando pro celular, mas eu sentia os olhos deles em mim quando eu passava pelo corredor.

Naquela terça, eu tava com uma blusinha leve, colada no corpo por causa do calor de São Paulo, e uma saia jeans que marcava bem a bunda. Entrei no ônibus, passei o cartão e fui pro meu lugar de sempre, uma poltrona individual mais ou menos no meio. O ônibus ainda tava meio vazio. Sentei, cruzei as pernas e olhei pro fundo pelo reflexo do vidro. Os dois já estavam lá. Anderson me encarou direto e deu um meio sorriso. Senti um calor subir pela barriga.

A viagem durou uns 20 minutos. Eu fingia olhar pro celular, mas sentia o olhar deles. Quando o ônibus parou num semáforo, Anderson levantou e veio pro banheiro. Na volta, passou bem devagar do meu lado, roçando o braço no meu ombro “sem querer”.

— Desculpa, dona — sussurrou baixinho, com aquela voz rouca meia safada.

Eu só sorri sem responder, mas meu corpo já tinha reagido. O formigamento familiar entre as pernas começou. Fazia quase 3 semanas que o Alex não me tocava direito, sempre cansado da obra. Desci na feira com a calcinha já um pouco úmida, o coração batendo mais rápido que o normal sentindo aquela sensação de adolecente.

Voltei pro ponto de ônibus às onze e meia com a sacola cheia de coisas. O mesmo ônibus chegou. Os primos já estavam dentro. Dessa vez, quando eu passei, Eduardo olhou direto pros meus peitos e depois pros meus olhos, sem desviar. Sentei no meu lugar, mas não consegui parar de pensar neles. Dois moleques jovens, cheios de energia, olhando pra mim como se eu fosse a coisa mais gostosa do mundo.

O ônibus balançava no caminho de volta. Eu sentia o suor escorrendo devagar entre os seios. De vez em quando olhava pro fundo e via Anderson me observando, com aquele sorriso safado. Eduardo era mais quieto que ele parecia timido.

Quando o ônibus parou no meu ponto, levantei. Anderson se mexeu no banco como se fosse descer também, mesmo que não fosse o ponto dele. Eduardo ficou olhando fixo. Passei perto deles e senti o cheiro forte de perfume meu corpo inteiro arrepiou.

Desci com um o sol quente batendo no meu rosto, e comecei a andar pra casa. Mas na cabeça só passava uma coisa: na sexta eu ia prestar mais atenção nesses dois.

Na sexta eu acordei com um frio na barriga. Sabia que não devia, mas mesmo assim caprichéi na roupapras compras, blusinha soltinha de alcinha, que marcava os seios quando eu mexia, e uma saia jeans um pouco mais curta que o normal. Passei perfume no pescoço e entre os peitos, me sentindo culpada só por isso. O Alex tinha saído cedo pra obra, me deu um beijo rápido na testa e disse que ia chegar tarde de novo. Suspirei, peguei a sacola e fui pro ponto.

Quando entrei no ônibus, os primos já estavam no fundo. Anderson me olhou de cima a baixo, sem disfarçar. Meu coração acelerou. Não sentei no meu lugar de sempre e, poucos minutos depois, ele veio andando pelo corredor. Sentou no banco ao lado, encostando a perna na minha.

— Bom dia, dona… nossa, você tá linda pra caralho hoje — sussurrou, com aquela voz rouca.

— Moço para… — falei baixo, olhando pros lados, nervosa. — Sou casada, pelo amor de Deus. Meu marido…

Ele só sorriu de canto, a barba rala roçando meu ombro quando se aproximou mais.

— Casada eu sei. Mas também sei que seu marido te deixa vir sozinha toda semana nessa feira. Tá calor demais hoje… deixa eu te ajudar com as sacolas, vai.

Eu fiquei quieta, mas não mandei ele sair. A mão dele desceu devagar pela minha coxa, por cima da saia, apertando de leve. Meu corpo traiu na hora. Fazia quase três semanas que o Alex só chegava cansado, sem disposição pra nada. O formigamento veio forte, a calcinha começando a molhar. Engoli seco, sentindo a culpa apertar o peito, mas não afastei a mão dele.

Eduardo continuava no fundo, quieto, só observando tudo.

Quando chegamos na feira, Anderson desceu junto comigo. Eduardo veio atrás, calado, como um sombra. Anderson andava do meu lado, roçando o braço no meu de propósito, falando baixinho no meu ouvido:

— Tô louco pra sentir você, Aline voce se chama né… você merece um homem que te pegue de verdade.

— Para com isso, moço… alguém pode ouvir — respondi, vermelha, mas a voz saiu fraca.

Ele não parou. Me ajudou a carregar as sacolas mais pesadas, mas toda hora encostava, sussurrava safadeza. Meu corpo tava todo aceso, a boceta latejando, mas a cabeça gritava que eu era louca, que tinha marido em casa, que isso era errado.

Numa hora, ele parou perto do estacionamento e apontou pro banheiro público meio escondido.

— Vem ali comigo. Só um minutinho.

— Tá louco? Não… aqui não, Anderson. Eu sou casada, não posso fazer isso — falei, parando de andar, o coração martelando.

Ele chegou mais perto, segurou minha mão e olhou nos meus olhos.

— Ninguém vai saber. O Eduardo fica de guarda lá fora. Só um pouco, vai… eu sei que você também quer. Tá molhadinha né?

Eu hesitei. Olhei pro Eduardo, que só baixou a cabeça, vermelho, sem dizer nada. A culpa me consumia, mas o tesão era maior. Fazia tempo demais que eu não sentia isso. Acabei cedendo, quase contra a vontade.

— Só… só rapidinho, tá? E ninguém pode saber disso nunca.

Acabei cedendo e ntramos na cabine maior. O cheiro de desinfetante e urina velha era forte. Ele trancou a porta e me encostou na parede suja. Me beijou com força a língua dele invadindo minha boca. Eu correspondi, mas com hesitação, as mãos tremendo de medo . Ele abaixou as alças da minha blusa, pegou meus seios com as duas mãos, chupando os bicos com força. Gemi baixinho com as pernas já fracas.

— Anderson… a gente não devia fazer isso menino sou casada…

Ele não respondeu. Abaixou minha saia e calcinha até os joelhos. Os dedos dele passou na minha bucetinha e eu só fiquei sentindo o mel escorrendo.

— Porra, Aline… você tá molhada de tezão Tá vendo? Seu corpo quer minha rola.

Abaixou a bermuda. O pau dele tava duro, latejando era do tamanho do de alex meu marido uns 17 cm ele Segurou minha perna, ergueu uma coxa e esfregou a cabeça grossa na minha buceta. Eu me tremia toda, dividida entre empurrar ele e correr e puxar ele pra dentro de min.

— Vai devagar… — pedi pra ele com carinho.

Ele empurrou o pau dentro de min. Entrou devagar no começo, abrindo minha xana molhada. Depois meteu mais fundo. Soltei um gemido abafado, mordendo o lábio pra não fazer barulho. O pau dele entrava e saía de min como se fosse de fogo, molhado, fazendo barulho no silêncio do banheiro. Cada estocada me fazia tremer. A culpa de ser uma mulher casada ainda tava lá, mas o prazer era forte demais.

Ele tapava minha boca com a mão enquanto acelerava, suando, respirando pesado no meu pescoço.

— Goza pra mim, Aline… goza no meu pau.

Não aguentei. Gozei forte, empurrando a bunda contra ele, as pernas tremendo, um orgasmo que me deixou tonta. Anderson gemeu e meteu mais umas vezes e saiu rápido, esporrando jatos quentes na minha barriga e na parte de cima da saia.

Ficamos ali, ofegantes. Eu me sentindo suja, culpada, mas o corpo ainda formigando. Limpei como deu com papel de nota fiscal das compras as mãos tremendo. Saímos separados. Eduardo tava do lado de fora, vigiando, sem olhar na minha cara.

No ônibus de volta, eu não conseguia olhar pra eles. As pernas moles, a calcinha molhada e a porra dele ainda na buceta. Na cabeça só uma coisa: isso não pode continuar… mas eu já sabia que na terça eu ia acabar querendo mais rola.

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Comentários

Foto de perfil de Marone 12

Gabriel eu sugiro alterar o título pois do jeito que esta não faz sentido ,pois como que a esposa vai ser amante do Ônibus kkk.. Em vez de amante do Ônibus, mude para amante no Ônibus.

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Que delicia Aline, vai querer mais hoje, e terça neh. Vamos falar por e-mail. GABRIELCONTABIL1990@GMAIL.COM

Beijos

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Marone, em momento algum do conto ela falou que procurou o marido para conversar, para expor suas necessidades, tudo indica que essas necessidades dela sejam em maior intensidade do que as do marido, então nada que uma boa conversa não possa resolver, mas no caso foi mais facil procurar na rua, onde tudo é novidade e sem compromisso, o cara chega fode e vai embora, isso é no mínimo concorrência desleal.

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Excelente. Lembra vagamente o "Dama da Lotação" do Nelson Rodrigues. Quem nunca teve vontade de comer uma passageira contumaz de ônibus, que atire a primeira pedra, hehehehehe

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O Alex não esta dando assistência a esposa, agora os" meninos " vão dar a ela o que falta em casa . Observação: "Mas ultimamente eu vinha reparando em dois meninos que pegavam o mesmo ônibus.".. ( Tire a palavra MENINOS,e coloque RAPAZES,afinal ambos são de maior idade.)

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Mais um conto de puta vadia e escrota, sem caráter, esse negócio do marido chegar cansado do trabalho que é o sustento da família, não é desculpa nem passaporte para a esposa sair trepando com quem aparecer, isso é coisa de pessoas que já tem essa tendência, essa falha na formação e mal caráter.

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Quem não da assistência abre a concorrência. Mesmo que ele trabalhe a semana toda deveria uma noite ao menos tirar um tempinho para a esposa,o trabalho sustenta a casa mas e as necessidades conjugais? Aposto que se na obra aparecer ou passar um rabo de saia dando mole, ele não pensa 2 vezes e dar um trato nela ,agora a esposa tem ficar a espera de quando o marido quiser?

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