Naquela noite mal consegui dormir. Estava agitado, nervoso, ansioso, sei lá. Tio Claudio estava “apagado” e eu ali “aceso” ao seu lado. E, para piorar a situação, as cenas do filme que assistido não me saiam da cabeça e me deixavam ainda mais excitado. De qualquer forma, em algum momento acabei adormecendo.
Acordei ao amanhecer ainda excitado e tomei uma decisão: tio Claudio tinha que me comer hoje de qualquer jeito. Ele ainda estava dormindo, pelado como sempre, e de pau duro, o que aumentou ainda mais o meu tesão e a minha vontade. Levantei devagar para não acordá-lo e fui pro banheiro. Fiz as minhas necessidades e entrei no banho, onde fiz uma higiene completa (vocês me entendem). Eu estava me enxugando quando tio Claudio entrou no banheiro. Me deu bom dia, mijou, escovou os dentes e disse que ia fazer o café. Disse-lhe para esperar um pouco que depois eu iria ajudá-lo, mas antes eu gostaria de conversar com ele.
Em todos esses dias tio Claudio foi muito discreto e cuidadoso. Nunca forçou nem tomou a iniciativa de nada. Logo, eu sabia que qualquer coisa teria que partir de mim. Isto é, para ele me comer eu teria que tomar a iniciativa. E eu estava decidido a isto. E teria que acontecer hoje. Até porque era meu último dia na casa dele, pois meus pais iriam me buscar quando chegassem de viagem, no fim do dia. Então tinha que ser agora!
Ainda no banheiro, sentei no vaso sanitário, segurei no pau do tio Claudio e comecei a chupá-lo. Seu pau, que não estava totalmente mole, logo cresceu e endureceu na minha boca. Então me levantei, virei de costas pra ele e me inclinei para frente, apoiando minhas mãos na tampa do vaso, encostei minha bunda no seu pau e comecei a rebolar. Não tinha como ele não entender o que eu estava querendo.
Ele segurou nos meus ombros, me levantou e, me pegando pelo braço disse: “calma, vem comigo”, e me levou para o quarto. Lá, ele pegou um tubo de uma pomada (ou gel) lubrificante na gaveta da mesa de cabeceira e pediu para eu me ajoelhar no chão na beira da cama e abrir um pouco as pernas. Eu comecei a sentir ele passar a mão lambuzada de gel ao longo do meu rego e a seguir enfiar o dedo no meu cu lentamente. Ele ficou ali por um tempo, enfiando e tirando o dedo do meu cu, primeiro com um e depois com dois dedos, enchendo meu cu de lubrificante.
Tio Claudio então me segurou pelas ancas me colocando de joelhos na beira da cama, me deixando de quatro feito um cachorrinho. Não demorou e ele começou a passar a cabeça do pau pra cima e pra baixo no meu rego e ao redor do meu cu. Eu estava “subindo pelas paredes” de tanto tesão. Meu pau duro pulsava como nunca e meu cu piscava ansioso por ser penetrado logo por aquele pau.
Então, finalmente, senti a cabeça do pau dele ir entrando devagarzinho no meu cu. Quando a cabeça entrou toda ele parou por um tempo e depois tirou, deixando ficar encostada na portinha do meu cu, que piscava sem parar. Logo ele enfiou de novo só a cabeça, parou um pouco, e foi enfiando o resto do pau lentamente. Quando o pau estava todo dentro do meu cu ele parou por um tempo e de novo tirou ele todo. Enfiou mais uma vez e então começou a bombear novamente, num frenético vai-e-vem. As vezes tirava tudo, enfiava de novo, e bombeava mais. Tio Claudio me segurando forte pelas ancas me dominava e controlava os movimentos. As vezes diminuía a velocidade, as vezes parava, as vezes aumentava. Eu chorava e gemia de tanto tesão. E ele não parava. Depois de um bom tempo ele gemeu forte e, com o pau todo dentro do meu cu, gozou. Senti os jatos da sua porra quente jorrando dentro de mim. Que delícia!
Eu, que até então, estava de quatro, caí deitado na cama com ele em cima de mim, com o pau ainda dentro do meu cu. Passou um tempo e o pau dele foi amolecendo e saindo lentamente de dentro do meu cu. Ficamos ali deitados lado a lado por um tempo até nos recuperar. Depois levantamos e fomos tomar banho, tomar o café da manhã e fomos pra praia. Como já era tarde, não demoramos muito na praia.
Chegando em casa fomos logo tomar banho e, debaixo do chuveiro, segurei no pau do tio Claudio, que logo ficou duro, e virei a bunda pra ele, pedindo que ele me comesse mais uma vez. Com minha bunda e o pau dele ensaboados, ele entrou fácil no meu cu. Enquanto tio Claudio me comia e tocava punheta no meu pau. Acho que gozamos ao mesmo tempo. Que delícia! Ao tirar o pau do meu cu, com as pernas bambas, senti sua porra quente escorrer pelas minhas coxas.
Saímos do banho, almoçamos e depois nos jogamos na cama. Estávamos tão exaustos que adormecemos.
Como combinado, no finalzinho da tarde, já anoitecendo, meus pais chegaram para me buscar. Agradeceram muito o tio Claudio por ter ficado comigo nesses dias, pedindo desculpas pelo incômodo. Antes de voltar para casa fomos todos à uma pizzaria.
E assim terminou o feriadão.
Naquela noite, e em várias outras, lembrando de tudo o que aconteceu, toquei uma punheta imaginando que estava sendo comido pelo tio Claudio.