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As Fantasias Eróticas do Filho — 2: Tomando o Leite das Tetas da Mamãe

Um conto erótico de maxxxteels69
Categoria: Heterossexual
Contém 706 palavras
Data: 28/09/2026 09:59:48

Ouvi a voz dela chamando do corredor:

— Filho, vem almoçar!

Sentei-me à mesa e ela veio em minha direção trazendo os pratos. Foi então que percebi: ali, bem na minha frente, estavam aquelas tetas enormes, fartas e redondas, saltadas no decote do vestido, tão perto do meu rosto. Tentei desviar o olhar, fixar nos talheres, fingir que não via, mas parecia que ela se aproximava de propósito, curvava-se devagar ao servir, deixando o decote abrir mais, fazendo questão que eu visse tudo.

— Quer mais peito? — perguntou de repente, com voz calma.

— O quê? — fiquei vermelho, sem saber onde pôr os olhos.

— Peito de frango, filho — sorriu ela, apontando com o garfo pro meu prato.

— Ah… sim, quero sim... — murmurei, abaixando a cabeça.

O almoço seguiu, mas eu não conseguia prestar atenção em nada. A cada movimento dela, os seios balançava naquele decote. Ela estava linda: cabelo solto brilhando ao sol que entrava pela janela, os lábios pintados de tom suave, o cheiro doce e quente que sempre trazia consigo. E eu ali, com o coração disparado, não conseguia tirar os olhos dela.

De repente, levantou o copo de leite e bebeu e o líquido branco escorreu pelo canto da boca, desceu pelo queixo e foi cair direto no decote, espalhando-se sobre os seios.

— Ai… que desastrada eu sou! Me sujei todinha de leite…

Pegou um pano de prato e passou devagar, bem devagar, sobre os seios, e a cada movimento os empurrava, apertava, fazendo com que parecessem que iam saltar pra fora do vestido a qualquer instante. Eu já estava duro, ereto, a calça apertando, não dava mais pra esconder. O mundo ao redor parecia ter parado, só existia ela, o brilho do leite na pele, o jeito que me olhava, direto nos olhos, sabendo exatamente o que eu sentia.

Deixou o pano de lado. Apertou os dois seios com as mãos, o leite escorreu entre eles, e não desviou o olhar nem um segundo. Sorriu, lenta e doce, e então puxou o tecido pro lado, soltando os seios de uma vez. Aquelas tetas enormes, pesadas, redondas, inteiramente à mostra.

— Aiiii… que calor que estou… — sussurrou, mordendo o lábio inferior. — Preciso me refrescar…

Levantou o copo de novo e jogou mais leite por cima dos seios. O líquido deslizou devagar, escorrendo entre as tetas fartas, descendo pelo pescoço, pela curva dos mamilos que já estavam duros e escuros. Passou os dedos por eles, cobrindo-os de leite, apertando, acariciando, gemendo baixinho, com os olhos fixos em mim, como uma gata no cio, sem esconder o fogo que queimava nela.

— Aaaahhhh… filho, meu querido… — chamou, com a voz rouca de desejo. — Não quer ajudar a mamãe a tirar esse leite todo? não consigo limpar sozinha…

Levantei de um pulo, o pau duro e enorme empurrando a calça, marcando tudo. Fui andando devagar, as pernas tremendo, o coração batendo tão forte que ouvia no ouvido. Cheguei bem perto, ela virou o corpo inteiro pra mim, abriu os braços devagar, convidando-me. Toquei com cuidado, e senti: pele macia, quente, sedosa, a carne ceder gostosa sob meus dedos. Ela guiou minhas mãos, depois levou os seios direto pra minha boca.

— Isso… assim mesmo… — sussurrou, acariciando meus cabelos. — Mama as tetas da mamãe… suga tudo… mama o meu leite!

Abri a boca e envolvi o mamilo, sentindo o gosto doce e quente misturado ao leite. Chupei com vontade, com fome, sem medo, sem vergonha. Lambi cada canto, cada gota que escorria, desci pela curva, subi de novo, sugando forte, bebendo tudo. O seio da minha mãe me alimentando, me dando prazer, eu recebendo tudo que ela me oferecia. Não queria soltar nunca. Fiquei ali grudado, perdido naquele calor, naquele gosto, naquele cheiro…

Até que uma voz chegou, vindo de muito longe, abafada, foi crescendo aos poucos:

— Filho… ei, acorda… para de lamber o leite derramado na mesa… levanta e limpa isso agora…

Acordei de repente, assustado, a cabeça girando. Olhei ao redor e vi: estava sentado na cadeira, debruçado sobre a mesa, a boca grudada na mesa, lambendo o leite que eu mesmo tinha derramado ali... foi tudo imaginação...

— Desculpa, mãe… — murmurei, vermelho até as orelhas, enxugando a boca às pressas. — Sem querer derramei o copo de leite… já vou limpar tudo.

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