Já fazia três meses desde aquela noite no lounge, e eu, Lúcia, não conseguia tirar da cabeça a sensação de ter vivido algo novo ao lado do Jorge. Aquele friozinho na barriga que ele me causava há vinte anos agora vinha acompanhado de uma vontade de testar limites, de explorar territórios desconhecidos.
Naquela noite de sexta, enquanto ele assistia à TV no sofá, me sentei ao lado dele e encostei a cabeça em seu ombro.
— Jorge? — comecei, a voz um pouco trêmula.
— Hum? — respondeu, sem tirar os olhos da tela.
— Tenho uma vontade... uma curiosidade meio estranha.
Ele desligou a TV e me virou para ele, aqueles olhos atentos que eu tanto amava.
— Fala, Lúcia. Curiosidade sua vira curiosidade minha, lembra?
Respirei fundo. — Quero conhecer um puteiro.
Jorge ficou parado por um segundo, sem expressão. Depois, um sorriso lento se formou em seu rosto.
— Um puteiro? Tipo, com prostitutas e tudo?
— Sim. Tipo assim. Queria saber como é, ver as pessoas, o ambiente... — fiz uma pausa, sentindo o rosto corar. — E... talvez... participar?
Ele me puxou para o colo, suas mãos grandes segurando minhas nádegas como sempre fazia quando queria me acalmar.
— Vinte anos juntos e você continua me surpreendendo. Claro que topo. Mas com regras.
— Quais?
— Eu não uso camisinha com você, mas com elas, sim. Não quero ver outro homem te comendo. Você pode assistir, pode brincar com as garotas, mas a única rola que vai entrar em você é a minha.
Apertei seu rosto entre minhas mãos e beijei-o com força. — Combinado. E você... só com elas?
— Só com elas. Mas você pode brincar o quanto quiser. — ele me beijou de volta, a língua dele entrando na minha boca como sempre fazia quando estávamos prestes a transar. — Quando vamos?
— Amanhã. Sábado.
No sábado seguinte, vestimos nossas melhores roupas. Eu, um vestido vermelho justo que realçava minhas pernas longas e meus seios fartos. Jorge, uma calça escura e camisa de botões que deixava à mostra seus braços e peitorais.
O lugar se chamava "Paraíso Proibido", uma casa de dois andares na periferia da cidade. A entrada era discreta, mas ao cruzar a porta, fomos recebidos por uma mulher de peitos enormes e vestido justo, que se apresentou como Monique.
— Boa noite, casal. Primeira vez aqui? — perguntou, sorrindo.
— Sim — respondeu Jorge, segurando minha mão.
— Ótimo. Hoje temos seis garotas trabalhando. Bebidas à vontade, e as tarifas são combinadas diretamente com elas. Divirtam-se.
O ambiente era diferente do que eu imaginava. Não era sujo ou barato, mas decorado com bom gosto, luzes vermelhas criando sombras misteriosas, música ambiente baixa. Havia um bar no térreo e sofás espalhados pelo salão.
Subimos para o segundo andar, onde havia corredores com portas fechadas. Algumas estavam abertas, revelando quartos com camas grandes e espelhos nas paredes.
Jorge me puxou para um quarto vazio. — Antes de qualquer coisa, quero te sentir.
Ele me beijou com fome, suas mãos deslizando pelo meu vestido, encontrando meus seios. Apertou meus mamilos entre os dedos, fazendo-me gemer contra sua boca. Minha mão encontrou sua pica já dura, pulsante sob a calça.
— Vamos lá fora primeiro — sussurrei. — Quero ver.
Voltamos ao salão e nos sentimos num sofá perto do bar. Logo, uma garota se aproximou. Loira, seios naturais grandes, bunda arredondada.
— Boa noite, sou a Bianca — disse, sentando-se ao meu lado. — Vocês são casais?
— Sim — respondi. — Sou Lúcia, ele é Jorge.
Bianca passou a mão na minha coxa, fazendo meu corpo estremecer. — Lindos os dois. O que estão procurando hoje?
— Somos curiosos — disse Jorge. — Minha mulher queria conhecer o lugar.
— Ah, novatos! — riu Bianca. — Gosto disso. Querem começar comigo? Tenho uma amiga, a Morena, que adora brincar com casais.
Enquanto falávamos, outra garota se aproximou. Morena, pele escura como chocolate, corpo esbelto, seios pequenos e bicos grandes e escuros. Sentou-se do outro lado de mim.
— Olá, casal — disse a Morena, a voz melosa. — Posso juntar à festa?
Jorge olhou para mim, perguntando sem palavras. Assenti, o coração batendo forte.
Bianca não perdeu tempo. Levantou o vestido até minha cintura, revelando minha calcinha vermelha. — Que linda! — disse, passando a mão sobre o tecido.
A Morena se inclinou e beijou meu pescoço, seus dedos encontrando meus seios. — Mamilos duros já, hein? Gostosa.
Jorge assistia, sua mão esfregando o próprio volume na calça. — Tirem a roupa dela — pediu, a voz rouca.
As duas obedeceram. Bianca deslizou meu vestido pelos ombros, revelando meus seios. A Morena me beijou, sua língua explorando minha boca enquanto suas mãos desabotoavam o vestido completamente. Em segundos, estava nua diante delas.
— Que corpo! — admirou-se Bianca. — Seios perfeitos, bunda deliciosa.
A Morena se ajoelhou diante de mim, afastando minhas pernas. — Deixa a Morena te provar, gata.
Sua língua encontrou meu clitóris, e eu gritei de prazer. A sensação era ao mesmo tempo estranha e incrível.
Bianca se ajoelhou atrás de mim, beijando minhas nádegas. — Que bunda maravilhosa! — disse, antes de espalhá-las e passar a língua pelo meu rabo.
Jorge se aproximou, tirando a pica para fora. — Chupa pra mim, Lúcia.
Ajoelhei-me diante dele, tomando seu cacete na boca. Enquanto o chupava, sentia as línguas das duas prostitutas em mim: a Morena lambendo meu bucetão, Bianca lambendo meu cu. O prazer era intenso, quase doloroso.
— Bota pra gozar na boca dela, Jorge — ouvi a Morena dizer.
Jorge gemeu, e senti seu esperma quente jorrando na minha garganta. Engoli tudo, como sempre fazia, sentindo o gosto salgado que me era tão familiar.
— Agora é a minha vez — disse Bianca, deitando-se na cama. — Vem me chupar, gata.
Deitei entre as pernas dela, sentindo o cheiro de sua buceta. Sua pele era macia, os pelos púbicos raspados. Passei a língua por seus lábios vaginais, ouvindo-a gemer. Seu sabor era diferente do meu, mais adocicado.
— Mete a língua dentro! — pediu Bianca, segurando minha cabeça.
Obedeci, penetrando-a com a língua enquanto a Morena me chupava por trás. Jorge assistia tudo, masturbando-se lentamente.
— Vem cá, Morena — chamou Jorge. — Chupa esse cacete pra mim.
A Morena se virou e engoliu a pica de Jorge, enquanto eu continuava chupando Bianca. Em pouco tempo, Bianca estava arqueando as costas, gritando de prazer.
— Caralho, que língua boa! — gritou ela, segurando minha cabeça contra sua buceta. — Vou gozar, gata! Vou gozar na sua boca!
Senti o líquido quente jorrando em minha boca, engoli com avidez, enquanto Jorge gozava na boca da Morena, que engoliu tudo sorrindo.
— Agora é a sua vez, Lúcia — disse Jorge, sua voz grossa de desejo. — Deixa eu te foder aqui na frente delas.
Ele me colocou de quatro na cama, minha bunda empinada para ele. Senti sua pica entrar em mim de uma só vez, sem camisinha, como sempre gostávamos. Cada golpe dele me fazia gemer mais alto, enquanto Bianca se ajoelhava na minha frente, espalhando as pernas.
— Chupa meu bucetão enquanto teu marido te fode, gata — pediu Bianca, segurando minha cabeça.
Eu a obedeci, mergulhando minha língua em sua buceta molhada enquanto Jorge me comia com força. A Morena se aproximou por trás de Jorge, passando as mãos em seu peito e beijando suas costas.
— Que casal gostoso — sussurrou a Morena no ouvido dele. — Deixa eu ajudar.
Senti os dedos da Morena brincando com meu clitóris enquanto Jorge me fodia. A estimulação dupla me levou ao limite rápido.
— Vou gozar, Jorge! Gritava eu, com a boca ainda enterrada na buceta de Bianca. — Caralho, vou gozar!
Jorge apertou minhas nádegas com força, acelerando os golpes. — Goza pra mim, Lúcia! Goza nessa pica!
Meu corpo tremeu inteiro, um orgasmo intenso me percorrendo enquanto Jorge continuava me fodendo. Ele gemeu alto, e senti seu esperma quente enchendo minha buceta.
— Agora minha vez — disse a Morena, deitando-se de costas na cama. — Vem me comer, Jorge.
Ele me beijou, passando a mão pelo meu rosto. — Quer ver?
Assenti, o coração disparado. Jorge colocou uma camisinha e se posicionou entre as pernas da Morena. Enquanto ele a comia, Bianca se aproximou de mim, me beijando com a língua.
— Sua vez, gata — disse ela, me deitando na cama. — Deixa eu te fazer feliz.
Bianca desceu pelo meu corpo, beijando meus seios, minha barriga, até chegar na minha buceta ainda molhada com o esperma de Jorge. Sua língua era milagrosa, me levando a outro orgasmo em minutos.
Enquanto isso, Jorge fodia a Morena com força, seus gemidos enchendo o quarto. Em pouco tempo, ele estava gozando de novo, desta vez na camisinha dentro da Morena.
— Agora a dupla penetração — disse a Morena, sorrindo. — Quero sentir vocês dois ao mesmo tempo.
Jorge se deitou na cama, e a Morena sentou em sua pica já dura de novo. Bianca pegou um vibrador do criado-mudo e se aproximou por trás da Morena, introduzindo o brinquedo em seu cu.
— Vem, Lúcia — chamou Bianca. — Vem sentar no rosto dela.
Eu obedeçi, sentando no rosto da Morena, que começou a me chupar com fome. Enquanto isso, Jorge e Bianca fodiam a Morena juntas, os gemidos de todos nós formando uma sinfonia de prazer.
A noite continuou assim, uma orgia de corpos, línguas, mãos e prazer. Experimentamos todas as posições imagináveis, todos os tipos de prazer. No final, estávamos todos exaustos, cobertos de suor, esperma e fluidos femininos.
Jorge me pegou no colo, me beijando profundamente. — Foi bom, Lúcia?
— Foi incrível — respondi, ofegante. — Mas o melhor ainda está por vir.
Nos vestimos e saímos do quarto, deixando as duas garotas se beijando na cama. Descemos em silêncio, a mão de Jorge na minha.
No carro de volta para casa, ele me olhou, um sorriso no rosto.
— E aí, matou a curiosidade?
Apertei a mão dele, sentindo aquele friozinho na barriga de sempre.
— Matou. Mas sabe o que descobri, Jorge?
— O quê?
— Que o melhor lugar da noite não foi lá dentro.
— E qual foi?
— Qualquer lugar onde a gente esteja junto.
Ele sorriu daquele jeito que eu conheço de cor e beijou minha testa.
— Vem. Vamos pra casa.
Saímos do carro de mãos dadas, a rua agora mais silenciosa, só o barulho dos nossos passos. E enquanto caminhávamos de volta para casa, pensei que vinte anos não tinham gasto nada entre a gente — só tinham dado mais motivos pra continuar curiosos, um pelo outro.
Se você chegou até aqui, obrigada por ler. A gente escreve essas histórias do jeito que elas aconteceram, sem inventar muito, e é sempre bom saber que tem gente do outro lado. Se curtiu, segue a gente, deixa um comentário contando o que achou e dá uma olhada nos nossos outros contos, tem bastante coisa por lá.
Casal Apimentados
