Eu havia algumas coisas para buscar na casa da minha avó, onde meu pai vivia. Naquela tarde, a família inteira havia saído para visitar uma de minhas tias que estava se recuperando de um acidente. Acasa aparentava estar vazia. Eu entrei e me direcionei até o quarto do meu pai, que ficava bem no final da casa.
A casa era bem grande, já que a família era grande e uma parte ainda morava lá. O quarto do meu pai ficava no fundo, como se fosse uma casa no quintal da minha avó. O quintal era grande, então isso meio que distanciava o quarto do resto da casa.
Eu passei pelo quintal e percebi que a porta que ele sempre deixa fechada quando está no trabalho, estava aberta. Ele havia me dito que estava trabalhando e que talvez chegaria mais tarde, a noite. Ao entrar no quarto, me deparo com uma cena dos deuses.
Meu tio, Márcio, estava deitado de bruços na cama. Márcio é aquele tipo de tio que não fala muito em casa, mas que tem uma fama de mulherengo e de safado na rua. Ele não é tão velho, mas também não tão novo, deve ter por volta de 38 anos, inclusive, acredito que essa aparência é o que me faz me sentir atraído por ele. Ele trabalha como entregador de um depósito. Usa aquelas típicas roupas de entregadores, uma blusa azul e uma calça de brim pesado. Seu corpo não é tão gordo, mas nem tão magro. Tinha uma barriguinha saliente, com algumas entradinhas marcando. O corpo dele me deixava louco quando ele passava de toalha para o banheiro. Sempre senti tesão nesse homem.
Naquele momento, eu fiquei sem reação, só conseguia pensar em como ele deveria ser gostoso sem aquela roupa do trabalho. Foi aí que eu tive a brilhante ideia de brincar com ele enquanto ele dormia...
Primeiro, comecei tirando suas botas pretas e pesadas de serviço. Quando tirei a bota, o odor de suor acumulado nas meias subiu. Aquilo me levou ao delírio. Não me contive e comecei a beijar seus pés. Ele não se moveu primeiramente, só quando eu comecei a lamber entre seus dedos. Nessa hora., ele se virou e ficou deitado de peito para cima. Ele continuava dormindo, mas parecia que estava contribuindo para a minha brincadeira.
Subi o olhar para sua calça e seus botões estavam desabotoados. Aquilo me atiçou ainda mais, mas eu deixaria o melhor para o final. Subi na cama e deitei ao lado dele, de forma bem calma, comecei a levantar sua camisa e a revelar sua barriga. Estava com aquele leve volume de pelos, mas nada exagerado. Comecei a passar a mão em seu corpo e a subir a mão até seu peitoral firme. Aquilo estava me deixando muito excitado. Meu pau já estava duro demais para tocar apenas em partes nada íntimas.
Voltei para sua calça e comecei a procurar o que eu mais estava desejando. Ele estava usando uma cueca branca de algodão, do tecido fino. O pau dele estava bem desenhado na cueca, parecia que não era só eu quem estava gostando daquela brincadeira. Desci a cueca dele em um movimento lento, para que ele continuasse dormindo, eu só não esperava que o pau dele pulasse assim que a cueca descesse o suficiente. Me surpreendi com o tamanho da rola dele. Segurei aquele pau como se fosse um troféu que eu desejei a vida toda.
O pau dele era longo, de grossura média e da cabeça bem rosada. Ele estava bem molhado. Eu comecei masturbando o pau dele bem devagar. Minha mão já estava toda melada com aquele líquido pré-gozo. Eu lambia meus dedos como se estivesse bebendo da água mais pura das fontes. Aquele líquido estava me deixando cada vez mais excitado. Desci meus lábios e engoli a piroca dele por completo. Eu soltei um leve gemido quando a pica chegou ao meu limite. Comecei a chupar o pau dele como uma criança chupando picolé.
A piroca dele pulsava muito. Até que ele começou a se mexer. Só percebi isso tarde demais. Ele acordou e se levantou assustado com o que estava acontecendo. Parecia estar perdido.
- "C-Caio? O que tá acontecendo?"
Eu estava sem reação. Como que eu poderia mentir se a minha boca estava toda melada, meu pau estava muito duro e a pica dele toda babada?
- "Me desculpa, tio! Por favor, não conta pra ninguém, eu imploro!" - Eu não sabia o que fazer e comecei a implorar. A única coisa que eu estava pensando naquele momento era em terminar de fazer ele gozar e beber toda aquela porra.
Ele estava bem desorientado. Tentando assimilar as coisas.
- "Não, relaxa. Não vou contar a ninguém. Mas, agora eu preciso que tu termine o que tu começou. Não tenho como sair daqui agora com o tesão que tu me deixou, moleque!" - Ele me puxou pela cabeça e encaixou o pau na minha boca.
Ele socava na minha boca como se estivesse fudendo uma buceta. As calças dele já estavam no chão, e logo ele tirou a camisa. Aquilo parecia um sonho. Eu estava deitado de quatro. Apoiando minhas mãos na barriga dele enquanto minha bunda estava empinada. Eu revirava meus olhos e via o prazer que ele também estava sentindo ao me usar.
Ele colocou a mão por baixo da minha bermuda e passou a mão entre as minhas nádegas até começar a massagear o meu cu. O dedo dele era áspero e forte. Era como se ele estivesse furando meu cu com uma bala. Aquilo estava me deixando louco.
Ele me jogou de lado na cama, se posicionou atrás de mim e cuspiu na mão. Ele usou o cuspe como lubrificante e deu uma dedada forte em mim, como se estivesse abrindo caminho para o pau dele passar. Ele enfiava o dedo dele bem fundo, chegava a doer com a força que ele me dedava. Ele posicionou o pau na entrada e empurrou de vez. Ei gemi muito alto com a dor, mas ele segurou e tapou rapidamente a minha boca.
- "Não era isso que tu queria? Ser a minha putinha? Então aguenta a rola porra!" - Aquilo me enchia de prazer. Eu revirava os olhos de dor, mas o prazer me deixou anestesiado e o fogo parecia pedir mais.
Não demorou muito para que gozássemos. Ele avisou antes de gozar, então pedi que ele gozasse na minha boca. Ele jorrou litros de porra na minha boca, e eu bebi cada gole.
Nos deitamos lado a lado depois do ato. Ele parecia mais aliviado que antes, acho que tinha muita porra acumulada no saco dele. Já eu estava exausto> Meu cu ardia tanto, mas eu estava acabando de realizar um sonho, então tentava segurar o máximo que podia.
Eu deitei sob o braço dele e o abracei. Ele devolveu o abraço e passou a mão pela minha bunda, como se estivesse pegando algo que tinha conquistado.
- "Isso não pode sair daqui nunca."
- "Não vai. Prometo!" - Eu disse. Eu estava agindo como uma garota que acabou de encontrar o príncipe encantado dela e que estava apaixonada.
- "Caralho, nunca gozei tanto assim como gozei hoje. Esse teu cu apertadinho me fez delirar." - Ele disse enquanto apalpava minhas nádegas.
- "Eu adorei sentir cada estocada que tu deu dentro de mim. Não vejo a hora de sentir teu pau me atravessando de novo." - Quando eu disse isso, ele me encarou e se afastou levemente.
- "Isso nunca mais vai acontecer!" - Ele respondeu e se levantou. Ele começou a se vestir denovo.
- "Ué, mas por quẽ?"
- "Isso é errado, e pode acabar alguém descobrindo. Melhor pararmos por aqui."
Eu fiquei sem chão. Não sabia o que dizer ou fazer. Pude apenas assistir calado ele se vestir e ir embora.
Nos dias posteriores, agíamos normalmente. Não nos falávamos como de costume e evitávamos qualquer contato para que ninguém desconfiasse. Algumas vezes, percebia ele me olhando de um jeito diferente, mas logo ele disfarçava e voltava ao normal, enquanto eu, tentava parar de pensar ao máximo na rola dele...