Por motivos de sigilo e anonimato vou mudar os nomes dos envolvidos, mas as descrições físicas e comportamentais estão 100% autênticas, e os fatos batem com a realidade.
Conheci o doutor Marcelo numa das reuniões semestrais lá da clínica. Ele era amigo de um outro médico, tinha acabado de mudar aqui pra cidade e pareceu um tanto quanto perdido na primeira semana de trabalho, sobretudo quando a pauta da reunião foi o volume dos nossos atendimentos semanais.
Marcelo tava acostumado com uma carga de trabalho menor lá onde ele morava, deu pra ver a expressão de surpresa na cara dele quando nossa colega apertou o controle e avançou os slides no datashow. As informações e os números mostrados fizeram ele abrir a boca, seu queixo caiu e eu me segurei pra não rir.
- É, doutor Marcelo... Surpreso? Hahaha. – falei baixinho, pra não interromper a reunião.
- Um pouco. Mas sabe que trabalho é meu sobrenome? Não vim pra cá esperando moleza, não. – ele respondeu tão empolgado, mas tão empolgado, que nem percebeu o aperto que deu na pica enquanto falava.
Seus dedos seguraram firme no cacete, eu desviei o olhar em direção à calça dele por um, dois segundos no máximo, e admito que quase me deixei levar no tamanho da peça. Pra você ter noção, o próprio doutor teve dificuldade de agarrar a rola, de tão grossa a bicha.
- Se quiser, depois posso rever o passo a passo dos indicadores da clínica contigo. É mais simples do que parece. – me ofereci.
- Show de bola, Lima. Tu tá sendo um parceirão esses dias, brigado mesmo. – Marcelo esticou o braço, apoiou a mão grossa no meu ombro e me deu um aperto exagerado, mais longo do que o normal.
Era pra ter parado aí, mas ele chegou o corpo pra frente devagarzinho, encostou o peitoral nas costas da minha cadeira e sussurrou no pé do meu ouvido.
- A gente já não se esbarrou por aí antes, amigão? – seu hálito fresco e quente bateu na minha nuca e me arrepiou inteiro.
Não só o hálito, a presença dele atrás de mim também me deixou desconsertado. A sorte é que nós éramos os últimos da mesa, caso contrário nossos colegas teriam visto minha pele ouriçar com a chegada que o Marcelão deu na minha traseira.
- Pior que eu também tenho a impressão que já te vi antes. Será que foi algum congresso da vida? – falei.
- Não sei... Ano passado em São Paulo, talvez?
- Talvez... – virei o rosto, observei Marcelo e ele tava olhando diretamente pra mim, não pro datashow. – Melhor a gente prestar atenção nos indicadores.
- É... Melhor mesmo. – só então ele desgrudou e ficou quieto.
O foda é que às vezes eu olhava pra trás e me deparava a todo instante com aquele homão largado na cadeira, de pernas esticadas, um pé por cima do outro e a montanha constrangedora entulhada na altura da virilha. A mala mais pesada e orgânica que já vi ao vivo, pior era quando ele apertava o garotão.
- “Certeza que esse cara é roludo. E roludo dos grandes...” – pensei comigo. – “Ele mexe um pouquinho a perna e a piroca já marca à toa, só pode ser grande.”
Pra dificultar minha vida de manja rola, ele é meu tipo favorito de homem. Ou melhor, de macho: grande, alto e casado, bem paizão de família. Marcelão se exercita e tem aquele corpo suculento de pai, com ombros bem talhados, costas largas, peitoral aberto e bíceps volumosos, nada muito exagerado.
Ele é branco, tem 1,82m e 40 anos, mas aparência de trintão. Um macho inteiraço dos pés à cabeça. Não sei o que mais chamou minha atenção nos primeiros dias convivendo com o doutor Marcelo, se foi o tamanho vicioso da mala dele na calça ou se foi o perfil de maridão gostoso, com o detalhe da aliança no dedo.
Como se não bastasse o corpão delicioso e o tamanhão do pacote, ele ainda tem a maior cara de bobinho, acho que por conta do óculos de grau. Sabe aquela energia de macho meio “nerd”? É mais ou menos por aí.
Mais tarde, quando saí da clínica e me dirigi ao estacionamento, o doutorzão veio atrás de mim e puxou papo.
- E aí, Lima. Tá indo embora?
- Tô, por quê?
- Quero saber quando tu vai me dar. – ele coçou o saco e riu.
- Quê? – levei um susto com a pergunta.
- Não disse que vai me dar o passo a passo dos indicadores? Vou cobrar.
- Ah... Vou, claro que vou. Só não posso agora, mas vou sim. Prometo.
- Beleza. Mas muito louco isso, né?
- Os indicadores? Você vai ver que assusta, mas não é um bicho de sete cab-
- Não, isso não. Tô falando que é louco eu achar que te conheço.
- Não acho loucura. Eu também tô com essa sensação, te falei. Só pode ter sido em algum evento, não sou muito de sair.
- É... Deve ter sido mesmo. Mas é isso. Valeu por hoje. – ele tirou a mão da rola e estendeu pra apertar a minha.
- De nada. Até sexta. – apertei a mão dele com força e fiquei levemente excitado sentindo a quentura entre os dedos.
Como pode, né? Só pela patolada que ele deu antes de se despedir de mim. Tem macho que nem percebe o poder que tem...
Se a primeira semana de convivência com Marcelão foi difícil, a segunda foi uma verdadeira prova de resistência. Prometi destrinchar os indicadores da clínica com ele e passei basicamente 1h por dia na sala desse macho, sentado ao lado dele e sofrendo pra não me perder nas explicações.
- Então aqui tem os atendimentos. Aqui o absenteísmo. E desse lado tá o tempo médio de cada consulta, que é o que a gente precisa melhorar urgente. – apontei na tela do computador e pontuei cada coluna.
- Tô entendendo. Só não entendi essa lacuna vazia aí no meio. – ele se despreguiçou na cadeira, levantou os braços e esticou as pernas, pro meu desespero.
- Lacuna? – balbuciei.
Saí da realidade, esqueci do consultório e viajei legal no pacote do Marcelo. Trajado na calça branca então, parecia que ele tinha uma cordilheira de pica entocada na roupa. Foi nesse dia que confirmei o fato:
- “Esse cara É pirocudo e ponto final. A esposa sortuda casou com um jumento.” – minha mente cheia de fogo só conseguiu focar no monumento em pé diante dos meus olhos.
Deu pra ver o contorno exato da cobra sob o pano, com a cabeça praticamente estampada na parte lateral e a mangueira quase fazendo a curva na cintura do doutor. Um puta sacão de respeito recheando a parte baixa da mala e Marcelão sendo obrigado a abrir as coxas, senão não teria espaço pra comportar tanto saco.
Mesmo com ele de roupa, ficou claro pra mim que aquela pica não era só comprida ou grossa, era os dois ao mesmo tempo. E o sem vergonha nem se importou com as latejadas dela durante o despreguiçar, sua única preocupação foi esticar o corpo e se livrar do cansaço acumulado.
- Mmmm... – até o gemido desse macho me atiçou.
- Isso tudo é sono, Marcelo? – manjei na cara dura, foi mais forte que eu.
- Fui dormir tardão, Lima. Quase de manhã.
- Cê tá virado, maluco? Por quê?
- Tava gravando um negócio.
- O quê? – fiquei curioso.
- Não vamo perder o foco, volta pra cá. Por que tem essa lacuna aqui? – ele patolou o caralho três vezes seguidas e tornou a apontar pra tela do computador.
- Essa lacuna enorme que você tá vendo... – só então eu tirei os olhos da vara dele. – É a projeção dos próximos meses. Como ainda não alimentamos a planilha com os dados desse mês, não tem projeção nenhuma. Fica essa lacuna grande aí... É imensa.
- Gostou? – Marcelão me olhou e riu.
- Do quê? – eu o encarei.
- Da sala. Ficou boa?
- Ficou. Já se instalou, né? Tô vendo que você tá bem adaptado.
- Tô mesmo. – eis que o filho da puta abaixou o retrato da família em cima da mesa e mudou de assunto, começou a falar baixo. – Mas o que eu quero mesmo é saber o nome daquela loirinha da recepção. Tu conhece ela, Lima?
- Ué... Você não é casado, homem?
- Sou casado, mas não sou capado. Já viu o tamanho da bunda daquela loira, meu amigo? Aquilo lá devia ser proibido. Outro dia ela passou na minha frente e eu fiquei-
- Que safado do caralho, você! – deixei escapar sem querer.
- Sou mesmo, porra. Hehehehe. Tô morto não, Lima, sou homem. Vai dizer que tu não faria a loirinha rabuda?
Eu não queria responder e só pensei num único jeito de fugir da pergunta: falando a palavrinha mágica que faz todo macho babar.
- Rabo? – eu ri. – Quer dizer então que o doutor é marido exemplar, mas não pode ver bunda? É isso mesmo ou tô entendendo errado?
- Amigão... – ele levantou, parou de pé atrás da minha cadeira e repetiu a mania de apertar meus ombros com a força além do normal.
Seus dedos grossos cavaram meus ombros, queimaram minha pele e eu quase peguei fogo nas mãos enormes. Ele desceu o rosto atrás da minha orelha e sussurrou, como se fosse segredo.
- Tu viu os peitão que a loirinha tem, Lima? Já até sonhei que tava enfiando a cara naquelas teta, meu parceiro. – os dedos escorregaram dos meus ombros, chegaram no meu peitoral e apertaram os bicos de leve.
Pronto, meu cu pegou fogo de imediato. Senti o peso das mãos, a textura, e o que mais me deixou excitado foi que o macho tava com a tromba apoiada no encosto da minha cadeira, logo atrás de mim. Minha rola endureceu, precisei sair do toque dele o quanto antes e segurei seus braços, impedi o contato com meus mamilos.
- Qual foi, Lima? Tem nervoso no peitinho? Heheheh.
- Não. Só tô surpreso de saber que você tá de olho na secretária. Imaginei você como o maridão exemplar.
- E eu sou maridão. Maridão que não nega fogo. Heheheh.
- Falou em cu... – zoei.
- Falou em cu, eu tô dentro. Behehe. – como todo macho, ele teve que coçar a vara ao falar de sexo.
Apertou daqui, ajeitou dali, mexeu de lá... Marcelão tentou disfarçar de todos os jeitos, mas não importa o que ele fazia, não deu pra esconder o volumão estufado e inchado na calça. Mais um pouquinho e a tromba chegaria na coxa, e eu suando frio pra não ser flagrado nas manjadas.
- Vou lá pegar um café, cê quer? – dei a desculpa.
- Opa, aceito sim. Bom pra dar uma acordada...
- Já volto.
Aproveitei pra arejar a mente e esfriar o corpo, do contrário não conseguiria voltar pra terminar de explicar sobre os indicadores ao Marcelo. Retornei com os cafés minutos depois e, pra minha surpresa, peguei ele de zíper aberto e correndo pra fechar a tela do computador.
- Doutor Marcelo, doutor Marceeelo... Olha lá.
- Que foi? – ele se fez de desentendido.
- Vou fingir que não vi.
- Não viu o quê?
- Nada não... – deixei passar, mas o cheiro de pica competindo com o cheiro do café no ambiente dedurou o que ele tava fazendo antes de eu chegar.
Isso pra não falar do caralho armado na roupa do macho. Eu até quis avisar que o zíper tava aberto, mas aí ele teria motivo pra achar que eu tava manjando, portanto resolvi ficar na minha e apenas apreciar a marca da cueca.
Lá pro fim do segundo mês do Marcelão na clínica, teve um dia que eu peguei ele de conversa fiada com os outros médicos na cantina e fiquei sabendo que ia rolar churrasco no casarão dele. O que mais me deixou intrigado não foi a resenha em si, mas o teor do papo e do convite.
- Vê se aparece lá, Lima. Churrasco, bebedeira, piscina, musiquinha, tudo liberado.
- Vou sim. Quero conhecer sua esposa pra saber como ela te atura todo dia. Hahaha. – zoei.
- E quem disse que ela vai tá lá?
- Ué? Não é churrasco, Marcelo?
- É. Mas a patroa vai viajar com a criançada, por isso vai rolar a carne.
- Tá brincando?
- Socialzinha particular, só os chegados. Chamei uns primos meus, convidei umas amiguinhas do peitão. Tu vai se esbaldar.
- Ah, pronto. Deixa eu adivinhar: convidou a secretária loira.
- Quem dera... Chamei umas amiguinhas de luxo, se é que tu me entende. Hehehe.
- Amiguinhas de luxo? Você contratou...? Não acredito.
- Então aparece no churrasco pra tu ver. Já falei que eu não tô morto, Lima. Quero tu lá, não esquece. Sexta-feira.
- Tudo bem... Essa eu quero ver. – prometi.
Quando o sem vergonha disse que chamou “amiguinhas de luxo” pra churrascada, eu duvidei. Afinal de contas, que tipo de marido burro chama um monte de mulher pra casa dele? Tudo bem que a família do cara tava fora, mas ainda assim, e os vizinhos? E a fofoca?
Essas questões me deixaram curioso pro evento, até que a sexta-feira chegou, eu organizei a mochila e mandei mensagem pro Marcelo antes de sair de casa. Me preparei todo, separei a sunga, fui pro endereço indicado e... Bom... Não sei por onde começo.
Talvez pelo fato de eu chegar lá e só ver um monte de homem reunido? Ou pelo fato de ver Marcelão trajado na sunga, ostentando piroca pra dar, vender e emprestar? Não sei. O que sei é que ele me deu um abraço apertado quando me viu, e não se importou com a pincelada da rola na minha coxa.
- Aê, finalmente apareceu. Achei que tu não vinha, Lima.
- Não prometi? Tô aqui. Mas vem cá, é impressão minha ou só tem homem?
- Falei que é festinha particular. Daqui a pouco chegam umas puta aí, tudo nosso.
- Tá falando sério que você contratou garota de programa mesmo?
- Te avisei que a mulher tá fora, porra. Achou que era mentira minha?
- Caralho, você é muito mais safado do que eu imaginei. Essa carinha de bobo é só cara, não vale nada.
- Só cara, Lima. Tu tem que ver o resto, hehehe. – ele segurou a pica na sunga e balançou pra mim, de zoação.
Eu quase pedi pra cheirar a mão dele de verdade, não sirvo pra zoar com coisa séria. O detalhe que mais sequestrou meu foco na piscina do meu colega não foi nem a sunga branca peso pesado que ele tava usando, mas sim a tatuagem estilo maori no braço dele.
Como eu tava acostumado a ver Marcelão sempre de jaleco e uniforme, nunca imaginei aquela tattoo. Mas assim que vi, meu cérebro disparou e pôs o corpo em estado de alerta.
- “É ELE! É A MESMA TATUAGEM, SÓ PODE SER ELE...” – pensei alto.
Senti uma nostalgia fudida, ainda mais bebendo na beira da piscina e vendo Marcelão pra cima e pra baixo naquela sunga volumosa. Ô, macho pistoludo da porra...
Lembrei de uma época em que eu dava perdidos no meu marido e liberava o cuzinho pra um coroa que me enrabava de vez em quando. Teve uma vez que esse coroa apareceu com um amigo gostosão e os dois me pegaram de jeito, sendo que eu tava meio alto e não recordo direito das feições desse amigo, só aconteceu uma única vez.
Um dos poucos detalhes físicos que eu lembro nesse cara era a tatuagem de maori no braço, por isso me senti nostálgico observando o comportamento solto do Marcelo na piscina.
- “Será que é ele? Não, né possível que seja...” – meus olhos acompanharam cada passo, cada patolada que ele dava, e eu querendo ter certeza que reencontrei o amigo do coroa que me fudeu.
Até que...
- Porra, negão, até que enfim! Tomar no cu, demora pra caralho! – Marcelão berrou e abriu os braços.
- Tava pegado no batalhão, ô seu filho da puta. Não estudei pra ser médico não, entrei pra polícia. – o negão recém chegado respondeu e retribuiu o abraço.
- Tudo certo, primo?
- Tudo joia, Marcelão, e tu?
- O de sempre. Chega aí pra eu apresentar. – Marcelo trouxe o macho pra eu conhecer. – Lima, esse aqui é o Cássio, meu primo. Cássio, o Lima também é médico lá na clínica.
- Opa. Satisfação, irmão. – Cássio apertou minha mão com a força de um gigante, sem fazer esforço.
- Satisfação. – eu sorri e ele foi cumprimentar o resto da macharia.
Pensa num macho alto, fortão, careca, com porte de ogro e um verdadeiro brutamontes. Pensou? Cássio. Ele é primo do Marcelo, é sargento da Polícia Militar e já chegou tirando a blusa, me deixou cara a cara com seu peitoral moreno cheio de pelos. E as axilas? Peludas até o talo, senti o cheiro delas de longe.
29 anos, carcaça de pitbull, os antebraços peludos tomados por veias e cara de poucos amigos, apesar do sorrisão enorme. Nariz largo, sobrancelhas espessas, pezões grossos, abdômen duro, panturrilhas graúdas, aliança no dedo... O tipo de macho que você olha e já imagina o peso dele trepado em cima de você.
Digo mais: reconheço um alfa dominador mandão quando vejo um, e o negão Cássio apitou grave no meu radar.
Ver ele de sunga me fez beber mais e mais cerveja, pois só ficando no brilho da bebida pra conseguir me distrair de manjar pica o tempo todo. Foi surreal estar cercado de tantos machos num só lugar. Pra onde eu olhava, tinha um homem bebendo, se patolando e exalando aquela aura de virilidade que me deixa torto.
E quando achei que não dava pra piorar...
- E esse aqui é meu irmão, Zeca. – Marcelo veio e apresentou outro macho delicioso.
- Boa tarde, boa, boa. – Zeca estendeu a mão, mostrou o sovacão peludo e acenou pra todo mundo.
- Que doideira, nem sabia que cê tinha irmão. – comentei.
- Tenho. Nós somos parecidos, tu não acha? – meu colega parou do lado do Zeca e eu olhei os dois ao mesmo tempo.
- É... Parecidos mesmo. – só prestei atenção nos volumes dando seta, ambos pirocudos por natureza.
Genética poderosa, a da família: Marcelão, um marido gostoso e doutor maludo; o primo Cássio, um verdadeiro deus negro com cara de brabo; já o Zeca, outro macho másculo ostentando testosterona em forma bruta.
Ele é trintão, um pouco mais baixo que o irmão, tem o corpo socadinho e puxado pro parrudo, com o cabelo meio loirinho e as pernas cabeludas. Usa cavanhaque, deve ter seus 34 anos e, completando meu combo favorito, é outro que porta aliança de noivado no dedo.
Esse puto me deixou abismado quando arriou a bermuda e mostrou a sunga recheada.
- Cara, eu... – cheguei a perder o fôlego.
- Que foi, Lima? Tu tá branco, parece que viu um bicho.
- Devo ter visto mesmo... – difícil não olhar. – Onde é o banheiro, Marcelo?
- Lá dentro, amigão. Segunda direita depois do corredor, não tem erro.
Entrei no casarão, segui a direção indicada, entrei no banheiro e fechei a porta. A cerva fez efeito, o cuzinho não parou de piscar e meu pau já tava todo babado no short, por incrível que pareça. Nunca imaginei que o churrasco do Marcelão seria um harém de macho bom, confesso que fui pego desprevenido.
Minha intenção no banheiro era mijar e talvez bater umazinha pra aliviar, o problema é que eu já tinha bebido, fiquei galudão e acabei prestando atenção no que não deveria: no cesto de roupas do Marcelo. A curiosidade venceu, acabei de mijar e fui lá bisbilhotar pra ver se achava uma cueca usada dele. Não deu outra.
- Caralho, que homem cheiroso da porra... Deve ser a cueca que ele usou na corrida de manhã. – senti o cheiro do suor impregnado, pensei na mala do macho e imaginei ele dando várias mãozadas na rola ali, meu pau trincou de tesão.
Meus mamilos endureceram na camiseta, o cuzinho pulsou quente e comecei a me masturbar lentamente, enquanto inalava o cheirão da virilha do Marcelo. Mentalizei os culhões dele transpirando no tecido, senti a parte úmida e mais fofa da cueca e tive certeza que era ali que seus testículos repousavam, pois encontrei vários pentelhos presos e o tempero tava forte.
- “A gente já não se esbarrou por aí antes, amigão?” – a voz dele ressurgiu na minha cabeça e eu quase lembrei de onde o conhecia.
Pensei no coroa e no amigo gostoso que me fuderam uma vez, lembrei da tatuagem no braço e voltei no cesto de roupas pra ver se encontrava alguma peça esporrada. O que encontrei foi uma balaclava, já ouviu falar? Tipo uma touca ninja que esconde o rosto e deixa só os olhos da pessoa de fora.
- Isso é... – minha mente implodiu.
Nem sei como pôr em palavras. Foi tipo um estalo, uma centelha, um clarão que brilhou nos meus olhos e fez as peças se encaixarem.
Eu ainda não havia descoberto, mas entrei no eixo e meu corpo se moveu automaticamente. A mão foi no bolso da bermuda, peguei o celular, abri o navegador e acessei minha conta num site adulto que eu tenho salvo há meses.
Teve uma época que eu tava viciado em pornografia, gastei uma grana comprando conteúdo on-line e segui um monte de criadores e dominadores, no intuito de realizar o fetiche de dar o cuzinho pra um puto desses. Não gravar, mas tomar no cu e ser feito de cadela por um desses machos profissionais que a gente vê esculachando puta na internet, sabe?
Nessa época, no meio das minhas andanças em conteúdo amador, conheci o perfil do “Doutor Injeção”, um macho que misturava putaria com fetiche do jeito que eu gosto. Ele só gravava com mulheres, normalmente comia o cu de todas elas e sempre vestido de médico, usando jaleco, estetoscópio, seringas, etc.
Nada muito profissional, tudo bem caseiro, mas o Doutor Injeção era dono de uma piroca que me fez assinar o perfil dele durante meses. E foi esse perfil que meu dedo foi buscar na tela do celular, até que eu abri o chat na plataforma e resgatei minhas conversas antigas com o criador de conteúdo.
- “Boa noite, doutor. Passando pra dizer que sou muito fã do senhor e que meu sonho é levar essa injeção tua, pena que o doutor só come buceta. Se eu tivesse xota, ficaria de quatro pra você na mesma hora.” – eu enviei pra ele meses atrás.
- “Opa. É sério que ganhei um fã viado? Kkkkk” – o canalha respondeu na época.
- “Tem problema? Desculpa, não quis incomodar.”
- “Incomoda nada, imagina. Bom saber que até macho quer tomar injeção. Qual homem não gosta de saber que é desejado?”
- “Que bom que o senhor gosta de ser elogiado.”
- “O meu perfil é pequeno e fechado pra umas amigas minhas, só mantenho por questão de fetiche pessoal. Primeira vez que vejo outro homem aqui, doido.”
- “Sério?”
- “É, não posso abrir muito. Sou casado na vida real, minha mulher nem sabe.”
- “Entendi. E é hétero, né?”
- “Sim, só gravo com mulher. Mas vou te dar um agrado, já que tu assinou e veio puxar assunto. De agradecimento meu.”
Lá estava a foto da piroca enorme, grossa e cabeçuda que ele me mandou tempos atrás, parecia de jumento. Eram pelo menos 23cm de um berimbau torto pra cima, envergado em si mesmo, do talo peludão e a largura de um pulso, bombado do começo ao fim.
Uncut, cabeçudo toda vida, sacão cabeludo e cheio de pele rígida, um ovão maior que o outro. Os testículos de um paizão de família legítimo e peludaço, tudo isso sem mostrar o rosto.
- “Que delícia de rola, puta que pariu! Sei que o senhor não curte homem, mas fica aqui minha forma de mostrar que sou seu fã boy número um.” – eu respondi a foto do caralho dele com uma imagem do meu rabão aberto, o cuzinho à mostra.
- “Belo cuzinho...” – foi a única coisa que ele disse depois, antes da nossa conversa encerrar.
- “Obrigado, doutor. Quem dera um dia poder tomar essa injeção...” – eu finalizei o chat aí.
Conversas antigas que me fizeram clicar no perfil do Doutor Injeção de novo e vasculhar por entre as poucas fotos dele, só pra constatar o seguinte: a touca ninja que eu tava segurando na minha mão esquerda era a mesma balaclava que aparecia na cabeça do macho na tela do meu celular.
- Não... Né possível... – falei sozinho.
Dei zoom no corpo do criador de conteúdo, analisei seu braço e lá estava a tatuagem de maori na altura do bíceps. Minha pele arrepiou instantaneamente, meus olhos arregalaram e eu quase larguei o telefone no chão.
- Meu Deus... – fiquei sem palavras.
- Eita, foi mal. Não vi que tinha gen... – Marcelão abriu a porta do banheiro, entrou e me viu com a rola de fora, celular numa mão e a cueca dele na outra. – Que porra é essa, Lima?!
- Marcelo?! C-Calma, eu posso explicar. – travei.
- Pode mesmo. E vai. Tá fazendo o que com a minha cueca?
- Eu tava aqui prestando atenção numa coisa e já entendi, já saquei tudo. Desde que cheguei que tô com a pulga atrás da orelha sem saber de onde, sem lembrar e-
- Para de enrolar, caralho, desembucha! – ele cruzou os braços e me peitou. – Tá fazendo o que com a porra da minha cueca na mão? Tava cheirando essa porra?
- N-N-Não é nada disso, só-
- Tá gaguejando por quê?
Diante do meu nervoso, ele me cercou contra a parede, tomou o telefone da minha mão e viu o que eu tava vendo, só então notou a balaclava que eu descobri no cesto de roupas.
- Aaaah, não. Tá de sacanagem... Não acredito, Lima.
- Eu também não sabia, mas vi a tatuagem e-
- Tu sabia, seu escroto. Sabia, sim.
- Não sabia, Marcelo, eu juro! Chegue aqui e-
- Sabia e se aproximou de mim na má intenção, aposto.
- JURO QUE NÃO FOI ISSO! Descobri agora, quando vi a touca ninja no cesto. Aí juntei as peças e-
- Tu é meu fã, agora tô entendendo... Veio mexer nas minhas coisas pra sentir o cheiro da minha pica, não foi?
- Tá aí. Nisso eu vou concordar. Já te acho gostoso pra caralho, ainda mais depois de descobrir que você é o macho que eu idolatro na rede. – tomei coragem e mandei na lata.
- Idolatra, é? Tá merecendo se fuder, isso sim. Tu acha que eu quero um rato fuçando dentro da minha casa, ô viadão? – foi a primeira vez que ele falou grosso comigo e confesso que deu calafrio na espinha, senti medo do que tava pra acontecer.
Marcelo fez cara feia, foi na porta do banheiro e deu um berro. Em menos de um minuto, o negão Cássio e o parrudo Zeca chegaram ali, me viram acuado contra a parede do banheiro e não entenderam o que tava rolando, mas o doutorzão fez questão de explicar.
- Vocês acreditam que eu peguei essa puta cheirando minha cueca suada do treino?
- Tá de sacanagem? – o irmão dele riu.
- Que isso, primo! – o policial grandalhão também não acreditou.
- Sério. Tá pedindo uma surra pra aprender a respeitar a casa dos outros.
Um estalou todos os dedos das mãos, o outro o pescoço, e Marcelão começou a alongar os braços, como se se preparasse pra brigar. As expressões dos três eram de vilania, e o que mais me preocupou é que Cássio trancou a porta do banheiro e escondeu a chave dentro da carteira.
- O que vocês vão fazer comigo? – tremi de medo nessa hora.
- Dar a punição que tu merece, cachorra do caralho.
Acho que só nesse momento eu caí em mim e realizei que estava trancado com três casados caralhudos no banheiro do meu colega de trabalho. Trancafiado, tal qual a cadela no cio num cativeiro, ainda segurando a cueca suada do Marcelão e tentando entender o que ia acontecer ali.
- Por favor, só não me machuca. – pedi.
- Ah, vou machucar sim. Só um pouquinho, mas tu vai gostar. Veio aqui atrás de pica, não veio? Precisa cheirar minha cueca não, sua puta, vem farejar direto da fonte. – Marcelo puxou minha cabeça em direção à sunga branca e esfregou a vara na minha cara.
- Acertou na loteria, primo, ganhou um fã e um viadinho de estimação. E viado bom, ó. – Cássio encheu a mão na minha bunda, foi descendo meu short e abriu minhas nádegas pra ver meu cuzinho exposto. – Porra, rosinha, lisinho. Esse tá acostumado a ver pica, tenho certeza.
- Não posso dar a bunda, senão meu marido vai desco-
- Ssssh! Teu marido agora sou eu, eu que decido se a cachorra dá ou não. Ainda não entendeu como funciona? – meu maridão exemplar abriu minha boca e cuspiu dentro. – Cheira minha pica, continua. Quero ouvir só tua respiração enquanto tu cheira esse caralho.
- A dele tu vai cheirar, mas a minha tu já pode ir trabalhando. – Zeca, o irmão do Marcelo, parou na minha frente e arriou a sunga pra jogar a piroca na minha mão.
20cm de um caralho mediano na espessura, mas comprido à beça, da cabeça escura e quase roxa. Aliás, não apenas a glande, a rola inteira do parrudo parecia mais escura que sua pele clara, assim como o saco. Os pelos não, esses eram loirinhos que nem ele.
- Isso, vai batendo. Para não. SSSS! – Zeca não conseguiu apenas ser masturbado, ele teve que mexer a cintura pra brincar de fuder minha mão.
- Continua cheirando essa porra. Nera o que tu queria, sua putinha? Bem que eu desconfiei desse teu olho nervoso, toda hora me manjando. Achei que era minha imaginação, mas tu é manja rola raiz. Pode ver, não queria? Hehehehe. – Marcelão apertou a marreta e deu com ela na minha fuça, ainda na sunga.
- Ó que quentinho. Parece até buceta, sem brincadeira. – o negão enfiou o primeiro dedo no meu rabo, cuspiu no segundo e plantou os dois de uma vez, ainda girou pra me fazer piscar.
- FFFF! Será possível que você é todo grosso, macho? – me contorci de prazer.
- Ah, tu ainda não viu nada. – Cássio não quis perder tempo me preparando, encapuzou a arma de grosso calibre e deu a primeira pincelada no meu furico. – SSSS! Vou entrar, faz força.
- Faz força, mas continua sentindo o cheiro do teu dono, sua quenga. – o doutor passou as bolas pra fora da sunga e me deu virilha suada pra cheirar. – Isso, vai lá no fundo. Sente o cheirão do teu macho. Gosta?
- UHUM! Hmmm! – tentei gemer, mas Zeca jogou a rola na minha boca e segurou minha cabeça pra fuder minha garganta.
- AAARFF! Isso, limpa meu pau. Tá meio azedo, tá sentindo? Hehehehe.
- Eca, que nojo! – tirei a rola dele da boca e fiz cara feia.
Ele não mentiu, a glande tava cheia de linhas brancas e com cheiro forte de suor. Sabe aquele amargão da pica que passou horas sem banho? A do irmão do Marcelo tava mais ou menos assim, por isso parei de mamar e fiz careta.
- AUHAUHA! Tá maluco, cuzão? – os três caíram na risada.
- É a gente que manda aqui. Tu tá no erro, veio bisbilhotar minhas roupas.
- Eu sei, mas tem coisa que eu sinto nojo. Cuspe, dominação e tapa na cara até vai, mas essa coisa de cecê, queijo, mijo e chulé é porcaria total. Humilhação demais pra mim, não tô acostumado a fazer nem com meu mari-
- Larga de viadagem e limpa logo essa merda, o seu boca de pelo do caralho! Quer apanhar!? – o Zeca largou aço na minha garganta de novo, segurou minha nuca e me impediu de sair, meu cu pegou fogo na trolha do Cássio nesse instante.
- Vai dar faxina sim, sua puta! É isso que tu é, escutou!? Onde já se viu, vem cheirar roupa suada e fala que tem nojo? Num fode, porra. Tu é nossa porca, isso sim. – Marcelão pegou meias chulezentas no cesto e enfiou nas minhas narinas, invertendo meus conceitos de nojento e gostoso através do olfato.
Por alguns segundos, tudo que eu senti foi a anestesia que ele me deu com sua testosterona vencida. Toda a inhaca dos pés dele após corrida passou pro meu rosto, minha cara ficou vermelha e a respiração entrou em chamas graças ao chulé desse alfa putão.
Como se não bastasse, ele competiu espaço com o irmão na minha boca, eles emparelharam as pirocas azedas e eu fui obrigado a engraxar as duas com a língua, na base das engasgadas. Foi praticamente uma dupla penetração na minha goela, a ponto de quase arregaçarem meus beiços.
- Calma aí, Zeca, dá espaço! FFFF!
- Também quero, porra, deixa de ser egoísta. SSSS!
- O viado é meu, cuzão. E eu sou mais velho, eu primeiro.
- Nada a ver, Marcelo. A puta é profissa, cabe nós dois na boca dela. Ó só. AAARGH! – um travou minha cabeça e me fez lacrimejar no talo do salame.
- OOORSS! Boquinha quente mesmo! Trata de beber tudo. – o outro fez a mesma coisa e simplesmente abriu a torneira, começou a mijar na minha boca.
Senti nojo e tentei sair, mas as mãos dos dois me prenderam e fui forçado a engolir tudo que saiu da jeba deles. Eu falando assim pode parecer que foi ruim, mas a verdade é que descobri um novo prazer nesse dia: o de ver o macho se divertir me humilhando, me usando a seu favor pra afiar a própria vaidade.
- SSSS! E não é que parece xoxotinha mesmo? Hehehe! – Cássio enfiou a giromba toda de uma vez, deu várias socadas e segurou minha cintura pra firmar o tranco.
- Bom de meter, primo?
- Bom demais, deve ser delícia sem capa. FFFF!
- Tira essa porra, que se foda! – Marcelo mandou.
- NÃO, MEU MARIDO VAI PERCEBER! Não posso chegar em casa leitado, tá maluco? – eu reagi.
- Teu marido sou eu, seu filho da puta. Aquele lá é no máximo o corno manso. Teheheh! Já mandei tirar. – o safado arrancou a capa da rola do negão e Cássio me possuiu na pele, sem medo de ocupar o espaço carnal que pertence ao meu marido.
- CARALHO, QUE BAGULHO GOSTOSO! FFFF! TÔ SENTINDO TUAS PREGUINHAS ABRINDO NO MEU PAU, Ó! – aí sim o grandão se empolgou no tira e bota e pegou impulso pra montar feito touro nas minhas costas.
Ser subjugado por um macho com o dobro do meu tamanho me deixou entregue, suscetível a tudo. Qualquer putaria que eles quisessem testar comigo ali dentro, eu toparia só pela experiencia de obedecer. Só pra ter o deleite de olhar na cara de cada um daqueles putos e saber que estava agradando eles.
- Aqui, irmão, falou que não gosta de limpar rola. Deixou a cabeça da minha piroca brilhando, imagina se gostasse. Hehehehe. – Zeca debochou de mim e me cuspiu.
- Tô vendo. Gosta de mijo não, sua puta? Então toma mais. Beheheh! – o doutorzão fez o mesmo e me mijou.
- Continua piscando, porra, para não! Quero fuder esse cu com ele fechado no meu cacete! FFFF! Assim! – e nada do Cássio parar de me arrombar.
Mesmo sendo irmãos de sangue e revezando minha boca quase que ao mesmo tempo, Marcelão e Zeca fizeram isso cada um da sua maneira.
Marcelo gostava de me ver com a boca arreganhada e meter lá no fundo, só pra tirar a piroca na sequência e enfiar tudo de novo. Era como se ele transasse com a minha boca, a ponto de ficar na ponta dos pés pra ganhar o ângulo da cintura.
- Abre o bocão e cobre os dentes que eu vou bater o saco no teu queixo, viado. Bora.
- Assim? – fiz o que ele mandou.
- Isso, agora aguenta. – dito e feito.
Apertou atrás do meu pescoço, travou meu rosto e meteu até ouvir o PLEC, PLEC, PLEC das bolas chumbando meu queixo. Meu hálito virou o puro mijo do Marcelão, combinado com a limpeza da pica do irmão dele e do suor que absorvi na cueca suada.
- CHUPA, ISSO! SSSS! BOCA QUENTE! – já o Zeca, por outro lado, preferia guardar a jeba toda na minha garganta e ficar pulsando lá no fundo, sem se mexer.
O boquete pra ele era latejar na goela, ao contrário do irmão mais velho, que viciou em macetar minha boca.
- AAARFF! Tá sentindo minha rola na tua garganta, puta!? Gosta?! FFFF! – o parrudo arrepiou no meu paladar quente.
- ENGASGA, CADELA! – o negão socou no meu cu e forçou minha cabeça de encontro à vara do primo.
- Falou que não gosta de cheirão, né? Então tá bom. – Marcelo foi o próximo e encheu o sovaco peludo na minha cara.
Ver esse macho todo bruto esfregar os pelos da axila na minha fuça foi de fuder, eu me bati de tesão asfixiado debaixo do braço dele. Zeca me deu as bolas pra mamar, Cássio esticou as cavalgadas em cima de mim e eu me senti drogado em meio a um oceano de testosteronas.
Pra onde eu olhava havia uma piroca me desejando, me chamando, pulando e me querendo. O banheiro do casarão não era tão espaçoso e os três machos ali comigo tinham corpos grandes, ou seja, foi questão de tempo até o cômodo ficar pequeno demais pra nós quatro.
Mas alguém quis parar? Negativo. Foi no aperto mesmo.
O negão chegou perto do gozo duas vezes, eu senti as borrachas do cu esquentarem com as cabeçadas dele e o sacana teve que se controlar pra não acabar me enchendo de leite. Depois que me esgarçou o suficiente, ele sentiu inveja do que o Zeca tava aprontando na minha goela e quis também, deixando meu rabo livre pro primo amaciar.
- Minha vez, é? – Zeca animou, se posicionou atrás de mim e quis comer meu cu de frango assado.
Nessa posição, eu abri bem as pernas pra ele meter e me deliciei sugando as bolas e a pica do Cássio, algo que eu não havia feito ainda.
- Até tua boquinha é quente, hein? Caralho! SSSS! Não sei o que é melhor.
- Com certeza é o cu. Quentão! FFFF!
- Tá gostoso, irmão?
- Pra caralho, Marcelo. AAARFF! Negão preparou pra nós, tá macio, macio. – o loirinho pegou pressão e danou a me fuder.
Marcelo usou e abusou da minha mão nesse tempo, apertou meus mamilos e não parou de cuspir na minha boca, na minha cara, no meu corpo. O macho gostou de me usar e de me deixar com seu cheiro.
- CU FUNDO, Ó! SSSS!
- Gosta, Zeca?! OOOHNS! – pisquei demais nessa hora.
- Demais, cu é meu prato preferido! FFFF! – ele suou no meu peito e pegou ar pra esticar a velocidade, mas seu modo principal de meter foi devagar e longe.
As estocadas chegavam distante dentro de mim, sua cintura batia no meu saco a cada empurrada. Era como se o Zeca caçasse um grelinho no final do meu cu, e eu me desfazendo nos trancos impulsivos dele, minha próstata queimando nos arranques.
Tentei olhar pra trás e o negão da piroca grossa me obrigou a virar pra frente de novo, aflito no calor da minha garganta.
- Bocão de nós todos! SSSS! Bem que tu falou que contratou umas putinha, primo.
- Não falei, Cássio? Hehehehe. Puta boa, puta de luxo. Não tem piranha mais vagabunda do que fã viado. Ó como ele é dedicado. – Marcelão abriu minha boca e me deu mais mijo, mais cuspe. – Deixa o cuzinho dele bem aberto pra mim, Zeca.
- Vou deixar. AAARFF! – o irmão mais novo abriu minhas coxas e seguiu investindo, o PLOCT, PLOCT, PLOCT vazou do meio de nós.
A vez do doutorzão chegou, ele trocou de lugar com o Zeca e fez toda uma pose na hora de...
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