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MAMADA CAPRICHADA

Um conto erótico de Apolo Bastien
Categoria: Gay
Contém 569 palavras
Data: 27/09/2026 17:49:50

Eu cheguei com a pica já inchada dentro da bermuda.O caminho até o apartamento dele sempre me deixa assim: o corpo sabe o que vem.

Toquei a campainha, ele abriu, e a primeira coisa que notei foi o som do jogo na televisão. Sempre o mesmo ritual. A tela acesa, algum time correndo, o volume baixo. Brother no sigilo. Macho de sofá e controle remoto. Mas os olhos já estavam em outro lugar.

— Demorou — ele disse, sorrindo de canto.

Eu tinha só tomado banho e comido um sanduíche. Eu tirei a camisa. Ele olhou meu peito, minhas axilas, o caminho de pelos descendo. Apertei a mão dele por um segundo. Depois o beijei. Um beijo curto, de quem já não precisa mais fingir que é só boca e pau.

Ele ajoelhou ali mesmo, ainda no corredor da sala.A bermuda desceu e minha pica bateu pesada no ar, já meio dura, já querendo. Ele não pediu licença. Abriu a boca e me engoliu com a mesma fome da primeira vez, só que agora com mais intimidade. A língua quente, a saliva imediata, o gemido baixo e contínuo que ele solta quando sente o gosto. Eu olhei pra baixo e vi o sorriso. Aquele sorriso torto, satisfeito, com a boca esticada em volta do meu pauzão. Como se estivesse exatamente onde queria estar.

Fiquei em pé alguns minutos, só sentindo.

Depois sentei no sofá. Ele veio junto, sem tirar a boca.A televisão continuava ligada. O jogo acontecia em silêncio atrás de mim. Ele nunca olhava.

Suas mãos subiam pelas minhas coxas, apertavam meus quadris, subiam até o peito, desciam de novo, pegavam meus pés. Eu fazia carinho na cabeça dele, na nuca, nos ombros largos. Coroa sarado, braços fortes, mas naquele momento era só boca e devoção.Ele mamava como quem reza.

Deixava minha pica brilhando, lustrosa de baba.

Cada vez que subia até a cabeça, a língua girava, o fio de saliva esticava e caía. Quando descia até o saco, gemia mais fundo, como se o cheiro e o gosto o deixassem tonto. Puxou o popper duas vezes. Cada vez que voltava, a fome era maior. Os olhos marejados, o sorriso ainda ali, a boca mais solta, mais molhada, mais entregue.

— Que mamadeira gostosa…

— Que piroca boa…

— Até o sacão é gostoso…

As frases saíam abafadas, entre uma engolida e outra. Eu tremia. Ele sentia eu tremer e mamava mais forte, mais fundo, se punhetando sem pressa. O prazer dele estava no meu. Cada gemido meu virava combustível.Na segunda gozada eu avisei com o corpo inteiro. As coxas fecharam, a barriga contraiu, o som saiu alto. Ele não se afastou. Engoliu o que pôde, deixou o resto escorrer pelo queixo, e gozou junto, gemendo com a boca ainda cheia de mim.

Ficamos assim um tempo.

Minha pica latejando, brilhando, o sorriso dele ainda colado na base.No final, quando me levantei, ele ainda estava de joelhos. Eu me abaixei, dei um selinho na boca dele — a mesma boca que tinha acabado de me servir — e disse baixo:— Obrigado.

Ele sorriu, o mesmo sorriso de quem sabe exatamente o que faz.

— Eu que agradeço. — respondeu, obediente.

Eu saí.

A televisão ainda estava ligada.

O jogo continuava sem torcida.Mas na sala, o único placar que importava era o gosto da minha porra na língua dele e o peso da minha pica ainda latejando de tão bem servida.

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Comentários

Foto de perfil de Mirellysub

Delííííícia...tem uma boca sedenta ou uma mamadeira cheia é sempre uma boa troca. Como submissa sempre estou pronta a mamar meu Macho e fazer ele me encher de prazer. Lindo conto!

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