Eu cheguei com a pica já inchada dentro da bermuda.O caminho até o apartamento dele sempre me deixa assim: o corpo sabe o que vem.
Toquei a campainha, ele abriu, e a primeira coisa que notei foi o som do jogo na televisão. Sempre o mesmo ritual. A tela acesa, algum time correndo, o volume baixo. Brother no sigilo. Macho de sofá e controle remoto. Mas os olhos já estavam em outro lugar.
— Demorou — ele disse, sorrindo de canto.
Eu tinha só tomado banho e comido um sanduíche. Eu tirei a camisa. Ele olhou meu peito, minhas axilas, o caminho de pelos descendo. Apertei a mão dele por um segundo. Depois o beijei. Um beijo curto, de quem já não precisa mais fingir que é só boca e pau.
Ele ajoelhou ali mesmo, ainda no corredor da sala.A bermuda desceu e minha pica bateu pesada no ar, já meio dura, já querendo. Ele não pediu licença. Abriu a boca e me engoliu com a mesma fome da primeira vez, só que agora com mais intimidade. A língua quente, a saliva imediata, o gemido baixo e contínuo que ele solta quando sente o gosto. Eu olhei pra baixo e vi o sorriso. Aquele sorriso torto, satisfeito, com a boca esticada em volta do meu pauzão. Como se estivesse exatamente onde queria estar.
Fiquei em pé alguns minutos, só sentindo.
Depois sentei no sofá. Ele veio junto, sem tirar a boca.A televisão continuava ligada. O jogo acontecia em silêncio atrás de mim. Ele nunca olhava.
Suas mãos subiam pelas minhas coxas, apertavam meus quadris, subiam até o peito, desciam de novo, pegavam meus pés. Eu fazia carinho na cabeça dele, na nuca, nos ombros largos. Coroa sarado, braços fortes, mas naquele momento era só boca e devoção.Ele mamava como quem reza.
Deixava minha pica brilhando, lustrosa de baba.
Cada vez que subia até a cabeça, a língua girava, o fio de saliva esticava e caía. Quando descia até o saco, gemia mais fundo, como se o cheiro e o gosto o deixassem tonto. Puxou o popper duas vezes. Cada vez que voltava, a fome era maior. Os olhos marejados, o sorriso ainda ali, a boca mais solta, mais molhada, mais entregue.
— Que mamadeira gostosa…
— Que piroca boa…
— Até o sacão é gostoso…
As frases saíam abafadas, entre uma engolida e outra. Eu tremia. Ele sentia eu tremer e mamava mais forte, mais fundo, se punhetando sem pressa. O prazer dele estava no meu. Cada gemido meu virava combustível.Na segunda gozada eu avisei com o corpo inteiro. As coxas fecharam, a barriga contraiu, o som saiu alto. Ele não se afastou. Engoliu o que pôde, deixou o resto escorrer pelo queixo, e gozou junto, gemendo com a boca ainda cheia de mim.
Ficamos assim um tempo.
Minha pica latejando, brilhando, o sorriso dele ainda colado na base.No final, quando me levantei, ele ainda estava de joelhos. Eu me abaixei, dei um selinho na boca dele — a mesma boca que tinha acabado de me servir — e disse baixo:— Obrigado.
Ele sorriu, o mesmo sorriso de quem sabe exatamente o que faz.
— Eu que agradeço. — respondeu, obediente.
Eu saí.
A televisão ainda estava ligada.
O jogo continuava sem torcida.Mas na sala, o único placar que importava era o gosto da minha porra na língua dele e o peso da minha pica ainda latejando de tão bem servida.
