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Comi a prima japonesa

Um conto erótico de Marcos Paulista
Categoria: Heterossexual
Contém 1670 palavras
Data: 27/09/2026 14:24:35
Última revisão: 27/09/2026 17:27:29

Olá, leitores e leitoras. Essa história aconteceu em João Pessoa, após muitos anos sem ver minha prima, que morou no exterior por um bom tempo.

Minha prima carrega uma mistura exótica: pai descendente de espanhol e mãe japonesa. Por circunstâncias da vida, a gente se viu raras vezes na infância. No início da adolescência dela, a mãe dela retornou ao Japão, levando sua irmã e meu tio. Após anos na terra do sol nascente, minha prima retornou ao Brasil e foi morar em João Pessoa, "onde o sol nasce primeiro" no Brasil.

Apesar de termos tido pouco contato, eu a adicionei no Face e posteriormente no Instagram. A cada foto postada por ela meu pau reagia. Ela herdou o melhor dos dois mundos: olhos verdes levemente puxados, traços orientais marcantes, quase 1,80m de altura e seios fartos e naturais que pareciam prestes a rasgar os biquínis apertados.

Planejei tirar férias no Nordeste: quatro dias em Natal e seis em João Pessoa. Quando postei o primeiro story em Natal ela curtiu e me mandou mensagem: "Oi primo, fica aqui em casa, tem espaço". Meu pau ficou duro a ponto de parecer rasgar a cueca. A ideia de dividir um apartamento pequeno com a minha própria prima, aquela mulherão que eu passei a adolescência idealizando e a vida adulta batendo punheta olhando as fotos, acendeu um fogo perverso. Era o desejo proibido de ter na minha cama o mesmo sangue que corre nas minhas veias, a fantasia do incesto velado que todo homem guarda no fundo do pensamento. Eu queria viver o tabu!

Mais tarde ela me confessaria que o convite não tinha nada de inocente. Tatá adivinhou o impacto que seu corpo gerava em mim. Ao me chamar para sua casa, sabendo que só tinha uma cama e um cômodo pequeno, ela já tinha premeditado a provocação: queria ver até onde o eu aguentaria ver a prima gostosa andando com pouca roupa antes de perder o controle.

Combinamos e eu cancelei a hospedagem em Jampa. Ela me buscou na rodoviária. Estava linda, cheirosa, vestido curto mostrando as coxas grossas. Demos um forte abraço, suficiente para sentir seus peitos macios, sentir seu perfume adocicado, ver de perto aquela mulher por quem eu ansiava a anos!

— Oi Marquinho, quanto tempo! Pareceu uma eternidade!

— Oi, Tatá, tempo demais! - rimos, num misto de cumplicidade reprimida.

No trajeto ela me contou sobre o tempo fora, a diferença cultural, o aprendizado do idioma, etc. O apartamento dela era exíguo: um quarto, cozinha americana e banheiro. Quase um studio, como dizem hoje. Tomei um banho rápido, me trocando no banheiro. Saímos para jantar num quiosque na beira da praia de Cabo Branco. Showzinho rolando, clima de pagode, eu e ela na mesa degustando os petiscos. Entre uma cerveja e outra, sentei-me ao lado dela, e a parecíamos um casal. Andamos pela orla um tempo e retornamos para o apê.

— Tatá, onde vou dormir? Não tem um sofá aqui, mulher!

— Vai dormir no meu quarto, tenho uma bicama.

Peguei minhas coisas e fui pro banho, e me masturbei gostoso imaginando o corpo proibido dela a poucos metros. Quando saí do banheiro ela estava de short coladinho e top, perfeitamente à vontade.

— Tá calor, você não liga né?

— A casa é sua - respondi, com pau duro por baixo do short.

A porta do banheiro aberta me deixou curioso, mas não arrisquei olhar. Ela entrou no banho e eu fiquei sentado na mesa, de costas, mexendo no Instagram, colocando fotos do dia. Ela saiu, enrolada na toalha. Passou por mim, rebolando (ou foi impressão minha). Entrou no quarto, encostou a porta e logo saiu de short apertado e um top que mal segurava seus seios.

— Ah, que bom um banho! Tá cansado? Quer dormir? Vou ajeitar sua cama.

— Sim, Tatá, tô moído.

Ela puxou um colchão debaixo da cama de casal e colocou um lençol.

— Você vai dormir aqui. Na sala bate sol 5 da manhã.

— Tá bom, Tatá, não quero atrapalhar...

— Deita aí e para de graça, você é meu primo, faz quase 30 anos que a gente não se vê.

Deitei no colchão. Ela apagou a luz e ficamos relembrando as poucas vezes que fomos um na casa do outro antes de eles se mudarem. Adormeci logo depois.

Acordei com ela me chamando.

— Bom dia, Marquinho! Cama boa, hein!

— Que horas são? - perguntei, esfregando os olhos.

— 8 horas. Toma café e vamos passear.

Após comermos, coloquei uma bermuda, chinelos, camiseta de proteção UV, boné e partimos para a praia de Tambaú. Pegamos um catamarã e fomos para as piscinas naturais de Seixas, parando em uma área que dava para ficar em pé dentro da água, mas também tinha outro ponto com profundidade suficiente para descer pelo escorregador e nadar pelo recife. Lugar lindo! Pra quem não foi, recomendo.

O barco tocava um som ambiente, mulherada de biquini, os caras observando cada corpo. Eu ali, com a Tatá, percebi que ela era uma das mais observadas.

— Para de olhar as outras mulheres e vem nadar comigo, sem vergonha - chamou Tatá, pulando na água. Pulei na água e emergi atrás dela, roçando de leve seu corpo. Achamos uma sombra na lateral do catamarã e ficamos por ali, conversando.

— Eu nem te falei, mas nessa idade ainda sou solteira, acredita?

— Uma baita mulher dessas, dando sopa por aí!

— Acha mesmo? Já passei dos 40, primo.

— Com todo respeito, gostosa pra caralho, Tatá!

— E você, solteiro?

— Por opção. Nunca quis compromisso. E sou introvertido, acho que teria que encontrar alguém bem falante pra dar certo.

Rimos os dois. Subimos para o barco, comemos uma porção de camarão, e a conversa mudou de rumo. A maré subiu e retornamos para Tambaú. Fim de tarde, resolvemos ficar em um quiosque. Pedimos outras porções, tomamos um ou outra cerveja. Anoiteceu e já estávamos bem íntimos.

— Bora pra casa? Tô cansada dessa vida de turista!

Eu ri, paguei a conta e caminhamos de volta pro apartamento. No retorno passei o braço pela cintura dela e caminhamos como namorados apaixonados. Entramos em casa e ela foi pro banheiro, deixando a porta aberta.

— Marquinho, trás a toalha, por favor! Tá no varal...

Fui até a varandinha e trouxe a toalha. A porta do banheiro aberta, o chuveiro ligado, convidativo. Hesitei.

— Cadê você?

— Aqui do lado da porta.

— Entra logo. Tá com vergonha de quê?

Hesitei por um segundo antes de empurrar a porta. Entrei e vi aquele mulherão, pelada, tomando banho. Estendi a toalha no suporte e fiz menção de sair.

— Não vai aproveitar a água comigo?! - provocou ela, com um sorriso tentador.

Olhei pra ela, atônito. Ela deslizou os dedos ensaboados pelos seios fartos, traçando o caminho pelo abdômen plano até tocar a buceta lisinha e molhada. Aquela visão destruiu qualquer resto de juízo. Arranquei a roupa ali mesmo e entrei no box. Antes que eu pudesse hesitar novamente, ela me puxou para baixo da água. Pegou o sabonete e começou a esfregar pelo meu corpo, em silêncio. Sua mão massageou meu peito, meu abdômen e desceu, segurando firmemente meu pau latejando. Eu olhei dentro de seus olhos verdes, flamejantes de luxúria. A comunicação levou ao encontro de nossos lábios, línguas ávidas se tocando e provocando um choque de tesão. Tatá deslizava seu corpo pelo meu. Puxei uma de suas pernas para a minha cintura, empurrando-a contra a parede, invadindo sua buceta quente e encharcada de uma só vez. Ela soltou um gemido abafado no meu pescoço. Pela altura dela, a posição era desconfortável, então a virei de costas para mim. Ela empinou o quadril na hora, oferecendo-se inteira. Meu pau deslizou fácil para dentro dela, arrancando um suspiro alto. Bombeei forte, segurando-a contra mim, até que ela gemeu gostoso.

— Vamos pra cama - sussurrou ela, desligando a água.

Nos secamos rapidamente e corremos para o quarto. Deitei-me por cima de Tatá, cobrindo aquela beldade com meu corpo bronzeado. Nosso beijo quente era entrecortado por gemidos. O mormaço de João Pessoa parecia ter entrado no quarto junto com a gente. O vapor do chuveiro ainda grudava na nossa pele úmida, misturando o perfume floral do sabonete ao cheiro salgado da maresia. A cada carícia eu sentia o calor emanar do corpo da Tatá como um forno ligado. A respiração dela veio curta, arfante, um ar quente e descompassado batendo contra a minha bochecha enquanto nossos corpos suados se prensavam, deslizando um no outro com aquele atrito delicioso que só a pele quente e molhada produz. No remexer de nossos corpos úmidos meu pau deslizou para dentro de dela e eu empurrei até as bolas se chocarem contra sua pélvis. Ela tremeu e gozou!

— Me fode, Marquinho! Come com força a sua prima gostosa! — pediu, cravando as unhas nas minhas costas.

Aumentei o ritmo no papai e mamãe, ouvindo o som molhado dos nossos corpos se chocando. Sentir a carne quente dela me apertando foi demais. Não aguentei: segurei firme no quadril dela, cravei até o fundo e gozei, despejando jorros de leite quente bem no fundo do útero dela. O excesso começou a transbordar pela buceta e melar o lençol.

— Caralho! - gritou ela, passando a mão pelo líquido viscoso.

— Desculpa, nem avisei.

— Queria engolir! Avisa da próxima vez!

— É que tava bom demais pra interromper! E nada tão bom quanto gozar dentro de você pra ser uma foda completa, Tatá!

— Porra, que delícia... mas você tá maluco? Quer me engravidar, Marquinho? — ela provocou, rindo, arfante.

— Fica tranquila, Tatá, sou vasectomizado... mas se saísse um filho com a sua cara eu pagava a pensão rindo.

Nos beijamos intensamente. Tomamos outro banho e desabamos na cama, dormindo até o outro dia.

Os próximos dias se resumiram ao ciclo de praias, conversas ao pé do ouvido e transas intensas, incluindo uma sessão de sexo anal que a fez arrancar os lençóis de prazer.

Quando fui embora continuamos a nos falar pelo WhatsApp, canal que nos permitiu rememorar cada dia juntos, e contarmos os dias para o próximo reencontroEssa foi minha aventura com Tatá. Gostou? Avalie o conto e comente. Abraço!

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Foto de perfil genéricaMarcos Paulista Contos: 55Seguidores: 27Seguindo: 1Mensagem Um autor que escreve contos que representam desejos reprimidos, ou que questionam tabus, predefinições sexuais, psíquicas, etc. O objetivo do autor é levar o leitor a se deliciar mas também se questionar, trazendo seus desejos para os contos, a fim de elaborá-los e dissipá-los de sua mente.

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Ela é filha de descendente de espanhol, ou seja, o pai é nascido no Brasil. Assim como meu tio, há milhões de brasileiros descendentes de migrantes europeus que vieram ao Brasil século XIX em diante.

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