✨ Apoie a Casa dos Contos e leia sem interrupções — R$36/ano. Saiba mais →

FAZENDO MEU NAMORADO DE CORNO — (EPISÓDIO 01)

Um conto erótico de Jackson
Categoria: Gay
Contém 2969 palavras
Data: 27/09/2026 13:23:41

(Leitores. Irei começar uma saga nova, uma saga diferente, uma história que conta como funciona a cabeça de uma pessoa infiel, o que lhe move é a adrenalina, a dopamina gerada ao se relacionar com outras pessoas enquanto o seu namorado está em casa, ou no trabalho, casos que acontecem com bastante frequência, não só com os gays, mas também com os homens héteros, e mulheres, o poder de conquistar pessoas novas lhe gera um sentimento indescritível, mas por fora se faz de uma pessoa adorável e manipuladora por dentro.)

Início da história:

O espelho do banheiro do escritório refletia a farsa que Léo sustentava todos os dias. Aos 25 anos, o físico de surfista era trabalhado com precisão: peitoral largo, ombros marcados e um abdômen seco, trincado em gomos fundos. Vestia a regata cavada de basquete que deixava à mostra as axilas peludas, o cordão de prata brilhando sobre o peito e o cabelo castanho-claro alinhado. Para quem o via no setor administrativo da empresa, Léo era o típico "macho alfa", um cara focado e despretensioso.

Por trás dessa fachada, no entanto, rodava uma engrenagem doentia.

Léo não buscava apenas sexo; buscava a performance e o risco do ato proibido. Antes de sair do escritório, o ritual se repetia no reservado do banheiro: abria a carteira, tirava o comprimido de tadalafila 5mg e engolia a seco. Em questão de minutos, sentia o sangue esquentar e a pressão subir na cabeça. A química no organismo, combinada com a busca incessante por dopamina, transformava qualquer oportunidade em caça. A fidelidade ao namorado, Felipe, de 24 anos — um garoto ingênuo do interior que se matava de trabalhar até as 21h —, já tinha virado poeira.

A origem desse comportamento vinha de longe. Aos 18 anos, enquanto a mãe cumpria longas jornadas de trabalho, o pai de Léo — dono de uma próspera empresa de construção civil — o levava para o centro da cidade. O ritual era sempre o mesmo: o pai o deixava na praça de alimentação de um shopping com dinheiro para o videogame e saía para encontrar amantes em motéis. Na volta, no carro, o pai dava um tapinha no seu joelho: "Papo de homem. Tua mãe não precisa saber". Léo learned ali que a mentira era uma ferramenta de poder.

Aos 19 anos, veio a virada definitiva. Roberto, de 42 anos na época, era sócio do pai na construtora e padrinho de batismo de Léo desde criança. Roberto ostentava um porte físico impressionante: pernas e braços grossos de quem acompanhava obras no canteiro, peitoral largo, barba escura bem desenhada no maxilar quadrado e a pele bronzeada do sol. Exalava a masculinidade rústica de um homem maduro no auge da forma.

Léo ainda mantinha o script social, saindo com garotas da faculdade por pura convenção, mas o olhar atento sobre o padrinho já denunciava a curiosidade represada. A aproximação não aconteceu do dia para a noite; foi um processo calculado de lapidação.

Aproveitando a presença constante na casa da família para discutir contratos e projetos, Roberto começou a incluir o afilhado na rotina dos adultos. Nas noites de quinta-feira, Roberto e o pai de Léo levavam o jovem para botequins tradicionais da cidade. Sentados ao redor de mesas de madeira cobertas de garrafas de cerveja, os dois homens maduros falavam abertamente sobre suas aventuras extraconjugais. Léo ouvia tudo em silêncio, absorvendo cada detalhe de como enganavam as esposas. Roberto frequentemente piscava para Léo no meio das conversas, dando tapinhas firmes nas costas do rapaz e servindo mais um copo:

— Esse garoto precisa aprender como o mundo funciona de verdade, com os homens da casa — dizia Roberto, com a voz grave e o hálito de cerveja.

O estopim para a primeira aproximação física aconteceu numa dessas noites. O pai de Léo, tendo bebido além da conta no bar, chegou em casa cambaleando e desabou apagado no sofá da sala principal. A mãe de Léo já dormia no quarto do casal. Roberto, que tinha dirigido o carro para deixá-los em casa, ajudou Léo a acomodar o pai no sofá.

Com a sala em silêncio e o pai roncando pesado a poucos metros, Roberto não foi embora. Ele acompanhou Léo até o corredor dos quartos. Na penumbra do corredor, antes que Léo entrasse no seu quarto, a mão grossa e calejada de Roberto segurou o braço do afilhado com firmeza.

— Teu pai já era por hoje... — murmurou Roberto, encostando Léo suavemente contra o batente da porta do quarto. O cheiro de cerveja, perfume amadeirado e o calor da pele do padrinho invadiram os sentidos de Léo. — E você, garoto? Vai ficar aí com essa cara de quem quer aprender o que é vida de verdade?

O coração de Léo disparou. O medo do pai acordar na sala misturado com a presença física daquele homem parrudo criou uma descarga imediata de adrenalina. Roberto deu um passo à frente, colando o peitoral forte no peito de Léo. Segurou a nuca do afilhado, puxando-o devagar para um beijo quente, pesado e carregado de intenção. A língua do padrinho dominou a boca do afilhado, enquanto a outra mão descia firme pelas costas de Léo, apertando sua cintura.

Léo não recuou; pelo contrário, agarrou os braços musculosos de Roberto, sentindo a firmeza dos bíceps do homem de 42 anos. Entre trocas de carícias afobadas, suspiros abafados no escuro do quarto e apertos de corpo no limite do silêncio, Roberto sussurrou no ouvido de Léo a filosofia que moldaria seu caráter para sempre:

— Fidelidade é historinha pra quem não tem coragem, afilhado... O que importa no final do dia é o tesão e a pele quente. A gente faz o papel de bom moço pra família e resolve a sede no sigilo.

A partir daquele dia, Roberto passou a testar e expandir os limites de Léo, viciando o afilhado no perigo constante.

O Jantar e o Quarto Trancado: Em um jantar de sexta-feira, enquanto a mãe de Léo, o pai e a esposa de Roberto conversavam na mesa da cozinha, Roberto usou a desculpa de "tirar dúvidas sobre a faculdade" para ir ao quarto do fundo com Léo. Lá dentro, encostou a porta, girou a chave sem fazer barulho e encurralou o rapaz contra a escrivaninha. Enquanto trocavam toques quentes e beijos abafados, ouviam-se os risos das mães na cozinha, criando um contraste eletrizante, Roberto não perdia tempo tirando a calça e ficando de quatro pro Léo foder o seu rabo, Léo bombava no cu de Roberto, depois voltava a mesa com o seu cuzinho totalmente arrobado.

A Madrugada no Quarto de Hóspedes: Após uma reunião de negócios com bebedeira até tarde, Roberto ficou para dormir no quarto de hóspedes da casa. Às 3h da manhã, a porta do quarto de Léo se abriu em silêncio. Roberto deitou-se ao lado do afilhado no colchão. Entre carícias firmes e abraços apertados na penumbra, o padrinho chupa o pescoço de Léo e dava mordidas de leves na pele, sussurrando elogios sobre o corpo do rapaz com a família dormindo a poucos metros no corredor, Léo fodia o cu do Roberto que abafava os gemidos no travesseiro, Roberto era viciado na rola do Léo.

A Visita de Tarde e a Ilusão de Controle: Numa tarde de terça-feira em que Léo estava sozinho em casa, Roberto passou sob o pretexto de pegar uma pasta de documentos no escritório do sócio. Ao ver o afilhado sem camisa pelo calor de Campinas, trancou a porta de entrada e puxou Léo para o sofá da sala principal. Entre toques intensos na pele e carícias afobadas sob a luz do dia que entrava pela janela, Roberto ensinava Léo a perca do pudor e o domínio sobre as próprias vontades, levou rola no rabo a tarde toda, saindo de lá satisfeito com o seu cu arrombado.

Esse caso secreto duraram meses. Léo não apenas descobriu sua atração por homens, mas viciou-se completamente na sensação de ter um homem casado e respeitado rendido aos seus carinhos na casa da própria família.

Aos 20 anos, ao morar com um primo na capital, a rotina de traição e dopamina se consolidou de vez. Léo começou a namorar um rapaz ao mesmo tempo em que mantinha um caso com o amigo do próprio namorado. A pornografia pesada virou hábito diário, assim como o uso de estimulantes para manter performances incansáveis.

Aos 23 anos, Léo conheceu Felipe em uma festa. O garoto do interior, vulnerável e recém-chegado a Campinas, virou seu namorado. Por dois anos, morando juntos no mesmo apartamento, Léo parecia ter se sossegado. Mas a rotina mudou quando Felipe passou a trabalhar em telemarketing das 14h às 21h. O tempo sozinho no apartamento foi o gatilho perfeito para reativar o vício do passado.

A rotina pacata do condomínio mudou em um sábado ensolarado à tarde. Léo e Felipe aproveitavam a área de lazer do prédio. Léo estava dentro da água, nadando devagar, deixando as costas e o peitoral trincado brilharem sob o sol. Felipe, mais acanhado, estava sentado numa espreguiçadeira perto da borda.

Foi quando Débora, 30 anos, recém-mudada para o apartamento do mesmo andar (o 402), desceu para a piscina. Dona de um salão de beleza de alto padrão, ela tinha um corpo moldado pela estética e um jeito falante. Não demorou cinco minutos para ela engrenar uma conversa com Felipe sobre cortes de cabelo, produtos e moda. O papo fluiu fácil. Felipe, sempre simpático e carente de amizades na cidade, adorou a simpatia da nova vizinha.

De repente, a porta de vidro da área gourmet se abriu e Alan apareceu.

Alan, 35 anos, marido de Débora, era personal trainer. Um homem de porte imponente, pernas grossas, tronco largo, tatuagens cobrindo o braço direito e vestindo apenas uma sunga preta que destacava o físico trabalhado. Ao ver o marido se aproximando, Débora sorriu:

— Amor, vem cá! Esse aqui é o Felipe, nosso vizinho de porta do 401.

Alan aproximou-se, exalando a postura de um homem acostumado com o ambiente de academia. Cumprimentou Felipe com um aperto de mão firme e a voz grave:

— Beleza, Felipe? Alan. Qualquer coisa que precisarem no andar, só chamar.

Léo, que observava tudo da água, sentiu o impacto imediato da presença do personal, que trazia a mesma energia de "macho parrudo e casado" do seu padrinho Roberto. Ele nadou até a borda, apoiou os braços largos e encarou o vizinho de baixo para cima, com a água escorrendo pelos ombros e pelo peitoral.

— Esse aqui é o Léo, meu namorado — apresentou Felipe, orgulhoso. — Ele tá precisando criar vergonha na cara e voltar a treinar sério. Alan, você atende como personal aqui pela região?

— Atendo sim, cara — respondeu Alan, descendo o olhar discretamente sobre o corpo de Léo na água. — Tenho alguns horários livres no período da noite, entre 18h e 20h.

Felipe abriu um sorriso animado, olhando para Léo:

— Amor, tá perfeito! Eu começo no trabalho às 14h e só chego às 21h. Você fica esse tempo todo sozinho em casa. Eu faço questão de pagar as aulas pra você treinar com o Alan! Assim você ocupa a cabeça e fica com o treino em dia.

— Por mim, fechado — disse Alan, mantendo a postura séria, mas ajustando a postura de homem seguro. — Treino pesado, sem moleza.

— Ótimo! — comemorou Débora. — Eu fico no salão até tarde mesmo, e o Alan no horário vago fica só jogando videogame na sala. Assim vocês dois se ajudam!

Léo saiu da piscina devagar, ajeitando o calção. Cumprimentou Alan com um aperto de mão demorado, sentindo a textura calejada da mão do personal.

— Vamos nessa então, Alan. Segunda-feira a gente começa — disse Léo, com um tom de voz calmo que escondia a faísca que tinha acabou de acender na sua mente.

Na segunda-feira, os treinos começaram numa rede de academias famosa da região. Durante as primeiras semanas, o contato era estritamente profissional, mas carregado de tensão. Alan corrigia a postura de Léo no supino, encostava as mãos calejadas nas suas costas para alinhar a coluna e guiava a execução dos exercícios. O cheiro de suor, o contato físico frequente e a proximidade do corpo musculoso do personal de 35 anos deixavam Léo no limite.

Para alimentar a mente, Léo passava os finais de tarde sozinho no apartamento assistindo pornografia e batendo punheta lembrando da pegada do vizinho.

Até que, numa quinta-feira à noite, após chegar do treino com Alan, a compulsão falou mais alto. Sozinho em casa enquanto Felipe cumpria o turno no telemarketing, Léo baixou o Grindr por pura curiosidade de ver os perfis da vizinhança.

Ao abrir o aplicativo e ordenar por distância, o primeiro perfil que apareceu, a apenas 10 metros de distância, foi um perfil sem foto de rosto intitulado: "Hétero personal no sigilo". A foto do perfil trazia apenas o enquadramento do peitoral tatuado com a regata de treino. Léo reconheceu a tatuagem na hora: era o Alan.

O coração de Léo disparou a 220 volts. A dopamina inundou o cérebro. Assustado com a audácia do vizinho casado e temendo ser descoberto, Léo apagou o aplicativo imediatamente, sem mandar nenhuma mensagem.

No dia seguinte, durante o treino de peitoral na academia, o clima estava diferente. Alan estava mais quieto, observando Léo pelos espelhos enquanto o rapaz fazia suas séries. No intervalo de um exercício, quando a academia ficou mais vazia, Alan aproximou-se da barra de halteres ao lado de Léo e falou baixo, sem olhar diretamente para ele:

— Na moral... acho que era você no aplicativo ontem à noite.

Léo segurou o haltere com mais força, sentindo o peitoral suado pulsar:

— Era eu sim, Alan. E você? O que um cara casado, cheio de marra, tava fazendo no Grindr?

Alan deu um sorriso contido, passando a mão pela barba e descendo o olhar pelo corpo de Léo:

— Curto uma parada no sigilo de vez em quando. Coisa de homem. Guarda esse segredo?

— Pode confiar. No sigilo, quando o tesão bate, eu também não recuso um macho de verdade — respondeu Léo, sustentando o olhar com pura provocação.

Ao terminarem o treino e retornarem ao prédio no mesmo elevador, a atmosfera era de pura eletricidade. Ao chegarem no 4º andar, Alan convidou Léo para entrar no seu apartamento sob o pretexto de mostrar um suplemento novo. Com o apartamento vazio e a esposa Débora ainda no salão, a postura de personal deu lugar ao desejo contido. Ele avançou contra Léo na sala, e ali mesmo, no sofá, os dois se entregaram ao vício da traição pela primeira vez.

Quando Léo voltou para o seu apartamento, às 20h30, o efeito da tadalafila ainda deixava seu corpo em alerta. Felipe chegou do trabalho às 21h15, visivelmente exausto, trazendo o sorriso ingênuo de quem confiava cegamente no parceiro. Léo usou o excesso de testosterona e o tesão acumulado para cobrir o namorado de carinhos, disfarçando perfeitamente o cheiro do vizinho que ainda carregava na pele.

Três dias depois, a necessidade de mais uma dose de dopamina falou mais alto. Eram 2h30 da manhã de uma sexta-feira. O apartamento estava em silêncio absoluto. Ao seu lado na cama, Felipe dormia um sono profundo, exausto do ritmo puxado do trabalho. Mas Léo estava completamente desperto, ligado no 220 volts.

Léo pegou o celular com o brilho da tela no mínimo e abriu a conversa com Alan no WhatsApp. O visto por último do personal indicava que ele também estava acordado.

Léo: "Tá acordado, safado?" Alan: "A Débora capotou do meu lado. Não tô conseguindo dormir." Léo: "O Felipe tá apagado aqui. Destranquei a porta da frente. Vem no quarto de hóspedes agora." Alan: "Ficou maluco, Léo? Na tua casa com o teu namorado no quarto ao lado?" Léo: "A porta tá encostada. Se quiser a foda de novo, entra no sapatinho."

A provocação bateu direto no ego e no tesão de Alan. Três minutos depois, o barulho quase imperceptível da maçaneta girando cortou o silêncio da sala. Alan entrou vestindo apenas um short largo de futebol, sem camisa, com o peitoral tatuado ainda quente do calor da noite.

Léo esperava por ele na penumbra do quarto de hóspedes, usando apenas uma cueca e o cordão de prata no pescoço. Assim que Alan fechou a porta com cuidado, a tensão acumulada explodiu. Não havia cobrança: era o puro desejo mútuo de dois caras viciados na adrenalina do perigo.

Os dois se agarraram no escuro com o coração disparado. A respiração afobada de Alan no pescoço de Léo, o cheiro de suor do corpo sarado do personal e a necessidade extrema de não fazer nenhum barulho deixavam a cena eletrizante. A regra era o silêncio absoluto: abafar os suspiros, morder o travesseiro e manter a movimentação firme e controlada no colchão.

Ver o vizinho casado, de 35 anos, entregue de corpo e alma àquela loucura a poucos metros do quarto onde Felipe dormia era o auge da dopamina que Léo buscava.

Alan - Deixa eu comer o teu cuzinho? Da outra vez você me comeu.

Léo deu uma camisinha pra ele, deitou na cama ficando de frango assado, Alan deitou em cima dele pra e já foi metendo a rola no cuzinho do Léo, para abafar o seu gemido Léo chupava a língua de Alan, o suor escorria do corpo dos dois ali naquela transa, depois de ambos gozarem Alan saiu rápido com o peitoral suado e cabelo, Léo foi até a porta para abrir a porta totalmente pelado e suado.

Léo tomou um banho e depois deitou-se de volta na cama ao lado de Felipe, que nem sequer se mexeu. Virou de lado, sentiu o corpo e o seu cuzinho moído e dormiu com a certeza absoluta de que a vida dupla estava apenas começando.

// Leitores.

O Léo com sua mente doentia que acabou de ser despertada novamente, o que vem a seguir será uma busca incansável de ser um pregador em busca de sua caça.

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 18 estrelas.
Incentive JacksonContos a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil genérica

meu sonho é um namorado como o Leo me traindo horrores

1 0
Foto de perfil genérica

Odeio traição, na verdade tenho traumas e gatilhos, mas esse conto da muito tesão, talvez pq não foque na parte emocional dos casais, mas somente no tesão do Léo e seus parceiros!

1 0