O aroma de cardamomo e grãos recém-moídos no pequeno café de penumbra suave parecia o cenário perfeito para o início daquela noite. Gabriel, com seus 1,80m, cabelos castanhos encaracolados levemente desordenados e olhos azuis atentos por trás das armações de grau, ajustou o casaco enquanto a esperava. Quando Beatriz entrou, conduzindo sua cadeira de rodas com uma graciosidade magnética, o ambiente ao redor pareceu perder o foco. Ela usava um batom sutil, óculos charmosos e uma franja corte reto impecável sobre a testa, realçando sua pele clara e o sorriso luminoso que imediatamente desmontou qualquer formalidade.
Ao se aproximar, um perfume envolvente de baunilha e notas amadeiradas antecedeu sua presença. Gabriel levantou-se com um sorriso sincero e a conduziu com gentileza até a mesa reservada, puxando uma cadeira para se acomodar ao seu lado. Aos 42 anos, como professor de psicologia, ele conhecia o peso das aparências, mas o que o fascinava em Beatriz, prestes a se formar na mesma área aos 22, era a profundidade de seu olhar e o brilho irônico com que encarava a vida. A conversa fluiu sem tropeços: de Truffaut e a estética do cinema francês dos anos 60 às nuances da psicanálise moderna. O tom de voz dela, aveludado e seguro, encontrava ressonância no timbre grave e pausado dele, criando uma dança verbal repleta de inteligência e fascínio mútuo.
Quando Gabriel pagou a conta, os olhos de ambos se cruzaram em um silêncio carregado de expectativa. Ao saírem para a noite fresca, o primeiro beijo aconteceu sob a luz amarelada dos posteres da rua. Foi um toque suave, quase tátil no ar, que rapidamente ganhou profundidade e urgência, selando a paixão avassaladora que vinha se desenhando pelas telas do aplicativo.
Na hora de ir embora, Gabriel a pegou suavemente no colo com naturalidade e respeito, sentindo o calor do corpo dela contra o seu antes de acomodá-la no banco do motorista de seu carro adaptado. Com agilidade, dobrou a cadeira de rodas e a guardou no porta-malas. Não querendo que aquela noite terminasse, ele a seguiu no próprio carro até o prédio dela.
Ao chegarem, Gabriel a carregou novamente no colo até o apartamento, uma sintonia tão íntima e fluida que parecia a rotina de um casal de longos anos. Na sala meia-luz, o abraço se prolongou em um beijo intenso, ardente, onde o desejo flertava com o mais puro respeito. Gabriel, mantendo a elegância, despediu-se com um toque demorado em seu rosto, deixando no ar a promessa do que viria.
Minutos após chegar em sua própria casa, o celular de Gabriel vibrou. Na tela, uma mensagem de Beatriz rompeu o silêncio da noite, transbordando provocação, charme e a urgência inegável de marcar, o quanto antes, o próximo encontro.
Foi a primeira vez que Gabriel de imediato no ligou para ela que narrava estar melada de tesão puxando o shortinho e a calcinha para o lado se tocando sentindo a pele da sua buceta depilada e o melzinho entre os dedos aliado ao coração acelerando e gemidos. Gabriel tira seu pau depilado grande, branco de cabeça rosada por fora da box e ambos gemendo fazendo um misto de juras se amor e xingamentos e ao mesmo tempo vontade de fazer um misto de amor e intensidade, após gozarem, marcaram o encontro, noite do dia seguinte, apartamento de Gabriel.
Gabriel foi buscar Beatriz, ela abre e ele a conduz até seu carro, pega no colo, coloca no banco da frente, guarda a cadeira e observa seu sorriso, sente suas mãos e sente seu perfume e diz
- senti sua falta! Quero muito você
- eu também, foi incrível ontem e hoje quero que seja melhor, finalmente alguém que me vê como mulher e...
- não diga mais nada, você é incrível (beijo apaixonado e com máximo de tesão e afeto)
Chegaram em casa, tudo estava preparado, ele a pega no colo, conduz até o quarto, ela abraçada olhando em seu olhos dizendo "sou sua, faz" ele a coloca na cama, e faz algo que ela nunca tinha provado, sexo oral, chupa e devora sua buceta melada, ele lambeu, deda, chupa, não para e sente o mel escorrendo alternando gemidos de "te quero, faz mais". Depois, Gabriel a acomoda e sobe por cima dela colocando lentamente em sua buceta olhando nos olhos rompendo a buceta beijando e aumentando a intensidade, tampando a boca, segurando pelo pescoço, segurando o cabelo e falando baixando no ouvido, "quero gozar junto com você e dentro"
Ela dizendo para ele não parar sentia muito, muito mais, e ele socava mais forte, mais, mais até que ela disse, tá vindo, tá vindo , vai agora comigo, goza vai aaaaaaaah aaaaaah aaaaaah e ele esporra dentro ao mesmo tempo que ela, sem medo e beijando na boca, gemendo..
Com cuidado, tirou, a limpou, deitou ao seu lado, fez carinho e ela dizia "desde quando me tornei cadeirante nunca mais tinha feito, chegue a sentir pequenos choques em lugares que não sentia nada, você está me fazendo muito feliz.
Nunca conheci uma mulher tão culta, cheirosa, de sorriso lindo e humor com você. Esse é só o começo.
Fim
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