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A Semente da aliança

Um conto erótico de Thiago P.
Categoria: Heterossexual
Contém 1473 palavras
Data: 27/09/2026 11:32:44

O mundo em que Lucas e Ana viviam não era mais o mesmo de décadas atrás. Depois do Colapso Climático e das Guerras de Recursos, a sociedade se reorganizou em estratos rígidos. As famílias de alto status — aquelas que controlavam terra, água e tecnologia — mantinham o poder através de um sistema chamado “Semente de Aliança”. Para um homem de classe inferior se casar com uma mulher de linhagem privilegiada, ele não precisava apenas de amor ou dinheiro. Precisava receber, em seu corpo, a semente dos homens da família dela. Pai e irmãos. Oralmente e analmente. Até ficar marcado por dentro. Era a forma oficial de provar submissão e de carregar o DNA da casa superior dentro de si. Quem recusava perdia o direito ao casamento e, muitas vezes, o direito de existir na zona privilegiada.

Lucas tinha vinte e oito anos, corpo magro e definido, pele clara, cabelo preto curto e olhos escuros que ainda guardavam um resto de inocência. Ana, vinte e seis, vinha de uma das famílias mais poderosas da região. Eles se apaixonaram apesar de tudo — no parque residual onde ainda havia árvores, no dia em que o livro dela caiu e ele se abaixou para pegar. Em poucos meses dormiam juntos quase todas as noites, faziam amor com urgência e planejavam um futuro que sabiam ser difícil.

O pedido de casamento aconteceu num restaurante de nível médio, com vista para os torres de filtragem de ar. Lucas ajoelhou-se, a caixa de veludo tremendo. Ana chorou e disse sim. Naquela mesma noite, no apartamento pequeno dele, ela o montou devagar, olhando nos olhos enquanto ele a penetrava, e sussurrou:

— Eu te amo. Mas você sabe o que vem depois do sim.

Três dias depois, na casa grande da família dela, o pai de Ana — Ricardo, cinquenta e poucos, corpo ainda forte, cabelos grisalhos, voz de quem nunca precisava levantar o tom — sentou-se à mesa com Lucas. Os dois irmãos, Pedro (trinta e dois) e Thiago (vinte e nove), estavam ali também. Homens altos, de mãos grandes, acostumados a mandar.

Ricardo serviu o uísque sintético e falou sem rodeios:

— A Aliança exige a Semente. Você vai receber a nossa. Pai e irmãos. Vai chupar, engolir e abrir o cu até ficar cheio. Ana já autorizou. Amanhã à noite começamos. Se recusar, o casamento é anulado e você volta para a Zona Baixa.

Ana, sentada ao lado de Lucas, colocou a mão na coxa dele e falou baixo, a voz tremendo de desejo e culpa:

— Eu quero isso. Quero ver você recebendo eles. Quero saber que a semente da minha família está dentro de você quando a gente casar. Por favor… aceita.

Lucas passou a noite em branco. No dia seguinte, às dezenove horas, Ana o beijou na porta da casa e murmurou:

— Eles estão no quarto do fundo. Eu fico na sala. Depois… eu limpo você com a língua.

O quarto era amplo, cortinas pesadas, cama grande e um sofá bege largo, quase uma poltrona profunda. Ricardo estava só de calça, torso nu. Pedro e Thiago já sem camisa. Lucas entrou e parou no meio do cômodo.

— Tira a roupa — ordenou Ricardo.

Lucas obedeceu. Camisa, calça, cueca. Ficou nu, o pau já semi-duro de nervosismo e de uma vergonha quente. Ricardo aproximou-se, passou a mão pelo peito liso de Lucas, apertou um mamilo, desceu e segurou o pau com firmeza.

— Bonito. Vai ficar ainda mais bonito sujo de porra.

Pedro puxou Lucas pela nuca e o beijou com força, língua invadindo. Thiago ajoelhou-se e engoliu o pau de Lucas de uma vez, chupando fundo, molhado. Ricardo abriu a própria calça, tirou o pau grosso e esfregou entre as nádegas de Lucas, sujando a entrada com pré-gozo.

— Ajoelha.

Lucas ajoelhou-se no carpete. Os três paus ficaram na altura do rosto. Ricardo empurrou o próprio primeiro, segurando o cabelo curto e fudendo a garganta sem piedade. Lucas engasgou, lágrimas escorrendo, saliva no queixo. Pedro e Thiago se revezavam, batendo os paus no rosto dele, esfregando nas bochechas, exigindo que lambesse os sacos e engolisse o que escorria.

— Abre a boca e mostra a língua.

Pedro masturbou-se rápido e gozou direto na língua aberta. Lucas engoliu, engasgando. Thiago fez o mesmo. Ricardo gozou por último, mirando a língua e o rosto, sujando lábios, queixo e peito.

— Engole tudo. Primeira semente.

Levantaram Lucas e o jogaram de costas no sofá bege. As pernas dele foram abertas e seguradas por mãos fortes. Ricardo cuspiu na mão, espalhou saliva na entrada e enfiou dois dedos, abrindo, torcendo, encontrando a próstata. Lucas arquejou. Pedro se ajoelhou na frente e enfiou o pau na boca dele de novo. Thiago chupava os mamilos, mordendo.

Ricardo retirou os dedos, alinhou o pau e empurrou. A cabeça entrou com dificuldade. Lucas gritou no pau de Pedro. Ricardo avançou até enterrar tudo e começou a foder com estocadas longas e profundas. O som molhado ecoava. Pedro gozou na garganta de Lucas enquanto o pai o arrombrava.

Quando Ricardo gozou, enterrou até o fundo e descarregou dentro. A porra quente encheu Lucas. Pedro tomou o lugar, pau mais longo, fodendo rápido e agressivo, segurando as nádegas abertas para ver a porra do pai ser empurrada para dentro e para fora. Thiago esperava, se masturbando. Pedro gozou fundo. Thiago entrou em seguida, o cu já mais frouxo e escorregadio, e fodeu com força até gozar também.

Ricardo mandou Lucas se virar de quatro no sofá e abrir a boca. Os três se alinharam e se masturbaram sobre o rosto dele. Gozeram juntos, sujando língua, lábios, bochechas e cabelo. Lucas engoliu o que conseguiu.

Ana entrou nesse momento. Ajoelhou-se na beira do sofá, puxou as pernas de Lucas para cima e começou a lamber a entrada inchada, chupando a mistura de porras que escorria, gemendo enquanto engolia. Depois subiu, beijou a boca suja dele e sussurrou:

— Eu te amo tanto. Você é nosso agora.

Nos dias seguintes a rotina se intensificou. Ricardo gostava de foder Lucas de manhã, empurrando-o contra a parede da cozinha e entrando só com saliva. Pedro preferia a boca, fazendo-o ajoelhar no chão da sala enquanto assistia as telas oficiais. Thiago era o mais bruto: prendia as mãos de Lucas nas costas, fodia até ele gritar e gozava no rosto, espalhando a porra com o polegar e mandando engolir.

Ana assistia quase sempre. Às vezes se masturbava. Outras vezes se juntava, chupando o pau de Lucas enquanto o pai o fodia, ou lambendo os sacos dos irmãos. Uma noite ela pediu que os três gozassem dentro dele em sequência. Ricardo entrou, gozou, saiu; Pedro entrou e gozou; Thiago fechou, empurrando a porra dos outros ainda mais fundo. Quando Thiago saiu, Ana se deitou debaixo de Lucas e abriu a boca, recebendo o rio de sêmen que escorria do cu dele direto na língua. Engoliu tudo e beijou Lucas com a boca cheia.

No último dia antes do casamento, Ricardo chamou Lucas sozinho para o quarto. Fechou a porta, tirou a roupa e mandou o noivo se ajoelhar. Fodeu a boca devagar, quase carinhoso, depois deitou Lucas de costas no sofá bege, ergueu as pernas e entrou no cu já acostumado. Fodeu fundo, olhando nos olhos dele.

— Depois de amanhã você casa com a minha filha. Mas toda vez que ela te chupar, vai sentir o gosto da gente. Toda vez que você sentar, vai lembrar de nós. Você carrega a semente da Aliança agora. Para sempre.

Gozou dentro, profundo, e ficou parado até o último espasmo. Depois se retirou, limpou o pau na coxa de Lucas e saiu.

Na manhã do casamento, Ana encontrou Lucas no banheiro do hotel oficial. Tirou a cueca dele, ajoelhou-se e chupou o pau ainda marcado. Depois virou-o de costas, abriu as nádegas e lambeu a entrada inchada, limpando qualquer resto. Levantou-se, beijou a boca dele e sussurrou:

— Agora você é meu. E deles. E nosso.

Na cerimônia, enquanto o oficial recitava as fórmulas da Aliança, Lucas sentia o cu latejar, a memória dos três paus ainda viva na carne. Quando Ana disse “sim”, o sorriso dela era o de quem sabia exatamente o que o noivo carregava dentro de si. E Lucas, ao responder, sentiu uma mistura estranha de amor, vergonha e um desejo sujo que não ia embora nunca mais.

Na noite de núpcias, Ana o fodeu com um cinto de couro que os irmãos haviam comprado como presente oficial. Enquanto ela empurrava o brinquedo no cu dele, Ricardo, Pedro e Thiago estavam do outro lado da porta, ouvindo os gemidos. Quando Ana gozou, gritou o nome do marido. Lucas gozou também, o corpo inteiro tremendo, a semente da família ainda quente na memória da carne.

E assim começou o casamento — num mundo onde o amor precisava ser selado com submissão, e a semente da linhagem superior ficava para sempre dentro do corpo do noivo.

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Comentários

Foto de perfil de Haedrig

Esse cenário leva o amor até o ponto em que ele deixa de pertencer aos amantes e passa a pertencer ao sistema. As mudanças climáticas e as guerras por recursos criam o cenário para uma sociedade onde o corpo também se torna território de poder, e amar alguém passa a significar aceitar as condições impostas pela estrutura social......

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Foto de perfil de Maísa Ibida

Olá Thiago, ufa ufa, muito show esse seu texto. O argumento " Semente da Aliança" foi algo muito inédito que eu já li.

𝗘𝗻𝗳𝗶𝗺,𝗧𝗵𝗶𝗮𝗴𝗼, 𝘁𝗲𝘅𝘁𝗼 𝘀𝘂𝗽𝗲𝗿 𝗵𝗶𝗽𝗲𝗿 𝘃𝗼𝘁𝗮𝗱𝘀𝘀𝗺𝗼, 𝗔𝗵, 𝗰𝗼𝗺 𝗮𝘀 𝗵𝗼𝗻𝗿𝗮𝘀..-➥✪✪✪

⚤

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Maísa Ibida Aoi ㋡

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Foto de perfil de Bayoux

Bem vindo à lista do desafio 4, Thiago!

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Foto de perfil de Bayoux

E tem muita gente por aí que vai começar a prestar mais atenção na minha dança climática, rs

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