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Proibidos - A Devassidão

Um conto erótico de Bayoux
Categoria: Heterossexual
Contém 3622 palavras
Data: 27/09/2026 11:08:59
Última revisão: 01/10/2026 08:29:46

Debruçado sobre o mostrador do quiosque de fragrâncias orientais do shopping, Jacob não tinha olhos para nenhum dos perfumes expostos. Sua atenção estava totalmente direcionada para Najla, que o atendia.

Os olhos exóticos amendoados de um castanho intenso e os lábios carnudos da mulher o provocavam, conferindo a ela um magnetismo impressionante. Se aquela mulher, mesmo com os cabelos e o pescoço escondidos embaixo de um hijab, despertava a atenção de um homem como ele, o que diria se a visse totalmente nua sobre a cama, perguntava-se Jacob.

Neste ponto, o pouco que os trajes largos de Najla deixavam perceber de seu corpo reforçava ainda mais aquele ar de mistério que fascinava Jacob. Tentar adivinhar as curvas dela, imaginar quão grandes podiam ser seus seios, quão largo devia parecer seu quadril, ou mesmo se seus pêlos pubianos eram depilados, era um jogo que o excitava.

– Deixe-me ver, o senhor disse que busca um perfume para uma mulher especial… Seria sua namorada, talvez? – perguntou Najla, retirando-o de seus devaneios.

– Isso, uma mulher especial. Mas não, ela não é minha namorada.

– Entendo, então é uma fragrância para conquistar o coração dela?

– Não só o coração. Quero tudo mais o que eu conseguir conquistar dela, querida.

– Nossa, que sorte a dela, digo, ter um homem apaixonado assim. Vamos ver… Perfumes geralmente reagem ao tom da pele. Qual é a cor de sua pretendente?

– Ela tem a cor do pecado. Uma pele linda, morena como as tâmaras do deserto, como a sua.

– Ah, que interessante, assim fica mais fácil ajudá-lo. Ser algo capaz de despertar lembranças da infância também direciona o gosto das pessoas. Sabe de onde ela é?

– Imagino que ela deve ser daqui mesmo. Mas sou capaz de jurar que é descendente de árabes, lá do oriente médio. Você tem algum perfume que agrade uma mulher tão interessante como você? – arriscou Jacob, sendo um tanto direto.

– Vários, nós somos especializados em fragrâncias orientais – respondeu Najla, agora um pouco incomodada com aquela ousadia. – Eu, por exemplo, amo todos os perfumes que meu marido me presenteia – completou colocando as mãos sobre o balcão, para que aquele homem notasse sua aliança.

Jacob ficou doido. Agora havia um ingrediente a mais na deliciosa receita de Najla. Ele, um judeu, envolver-se com uma muçulmana casada, era o que mais inapropriado poderia existir – e isso o instigava ainda mais seu interesse por ela.

Najla era totalmente proibida para Jacob, tal como o namoro entre Amin e Hannah fora no passado.

Ainda por cima, ele colocava os olhos sobre Najla justo agora, quando Hannah, sua esposa, estava prestes a ter o filho que esperavam. Trair a mulher grávida de oito meses com uma muçulmana, seria como urinar na Torá em meio à sinagoga xingando o rabino, uma ato imperdoável aos olhos de toda a comunidade judaica.

– Ah, você é casada… Não havia percebido. Então é melhor eu comprar um perfume para minha esposa, não é? – disse ele colocando as mãos no balcão, próximas às dela, para mostrar que também usava uma aliança. – Não queremos que seu marido desconfie da minha admiração por você.

– Não, não queremos – ela respondeu, tentando segurar um sorriso. A desfaçatez de Jacob era tanta que chegava a ser engraçada.

– Mas, se eu não posso lhe presentear com um perfume, então quero dar à minha esposa um que você gostaria de usar. Ao menos, isso me faria lembrar de você enquanto estou com ela – avançou ele novamente, acreditando que, agora que as cartas estavam claras na mesa, Najla lhe daria alguma confiança.

– Isso é muito fácil. Meu marido ama este perfume, Enigma. Fica louco quando o ponho, e deixá-lo assim me agrada muito! – Najla retrucou colocando um frasco diante de Jacob, para mostrar que era feliz com o marido.

– Mas ora veja, que coincidência… – disse ele meio atordoado. – Esse também é o perfume predileto da minha mulher!

– Sério mesmo? O senhor não está dizendo isso só para me agradar? – ela quis saber, afinal, bem podia ser apenas mais uma cantada daquele homem charmoso.

– Eu juro. Não sei porque, mas ela usa isso desde antes de casarmos. É esse mesmo perfume, Enigma. Sempre achei engraçado ela usar uma fragrância oriental, afinal, somos judeus.

– Então sua mulher e meu marido tem um gosto parecido, ele só quer que eu use essa fragrância quando nós… Não importa, deseja que embale para presente? – ela tratou de finalizar de uma vez aquela conversa, percebendo que o assunto com aquele estranho já se tornava íntimo demais.

Jacob e Najla não tinham como saber, mas havia um motivo real para que tanto Amin quanto Hannah gostassem daquele perfume.

Enigma era a fragrância que Amin dera a Hannah em seu aniversário há anos atrás, a mesma que ela usou enquanto eles namoravam escondido e, principalmente, continha o aroma que ficou gravado para sempre em ambos desde que perderam a virgindade juntos, antes de se casarem com seus atuais companheiros.

Aquela memória aromática cítrica era o último laço existente entre Hannah e Amin, e os dois resistiam em abandonar esta doce lembrança. Por isso Hannah só usava Enigma. Também por isso, Amin pedia a Najla que o usasse quando iam para a cama.

Najla ficou olhando Jacob enquanto ele se afastava com o embrulho nas mãos. Era raro que algum homem se aproximasse tentando conquistá-la, sua beleza se escondia entre as roupas muçulmanas e o hijab era um tanto intimidante.

Ainda mais um homem como aquele, bonito, másculo, ousado. Ele a fazia ter pensamentos impuros, mas ela jamais trairia o marido com outro homem, muito menos um… judeu! Amin era seu dono, ela se entregava totalmente a ele com prazer, e não necessitava mais nada.

Contudo, havia sido divertido e um tanto excitante ter Jacob insistindo em assediá-la. Um pouco de emoção não faz mal a ninguém, e aquilo nunca iria adiante, ela não permitiria.

Então, admirando Jacob afastar-se, Najla viu algo que a arrancou desses pensamentos. O homem foi interceptado por outra mulher, uma ruiva muito bonita de olhos azuis e, para seu espanto, grávida num estágio já bem avançado.

Era ela, a mulher que conhecera na clínica de fertilidade! A conversa marcante que tiveram naquela ocasião voltou rapidamente à mente de Najla.

Aquela jovem de ar tão inocente, quem diria, havia lhe revelado que permitia ao marido dar suas escapadinhas por aí e que isso era até um alívio, porque ele era insaciável na cama.

Mais ainda, quando já estavam um pouco mais íntimas, ela confessou que ninguém em sua família desconfiava, mas o filho em sua barriga não era do marido, e sim de um namoradinho que tivera justo antes de se casarem.

Agora tudo fazia sentido para Najla, aquele homem bonitão tomou liberdades com ela porque a esposa permitia.

É mais, a esposa nem se importaria muito caso ela se atrevesse a ficar com ele num encontro casual, deixá-lo apreciar seu corpo, sentir o calor de suas mãos retendo-a pela cintura e permitir que a usasse só por um momento, da maneira insaciável que a ruiva comentara…

Najla riu de si mesma, mas que bobagem, imagine só, ela, uma muçulmana casada se entregando ao desfrute com a um judeu assanhado, seria como cuspir no alcorão bem na frente do imam dentro da mesquita!

Os olhos de Najla seguiram acompanhando o casal, até ambos entrarem numa joalheria ali perto, com as lojas do shopping já encerrando o expediente.

Jacob estava agitado, não podia esperar, o encontro com Najla no quiosque de perfumes o havia atiçado mais do que o normal. Pensar naquela mulher, imaginar como seria retirar suas roupas e descobrir suas curvas, tê-la com seus grandes olhos e a boca carnuda gemendo e suspirando ao ser penetrada por ele, cavalgando seu membro com sofreguidão, lhe causava até calafrios de tanto desejo.

Por isso, ao encontrar Hannah, tomou sua mão e levou-a até a joalheria da família que fechara justo antes dele ir ao quiosque. Uma vez a sós com a esposa lá dentro, entregou o presente que comprou e pode ver sua satisfação ao descobrir o que era.

– Enigma! Meu perfume predileto! Você percebeu que meu frasco estava acabando, foi isso? Não acredito!

– É claro que sim. Jamais deixaria minha putinha sem seu perfume preferido. Além do mais, essa fragrância me excita… – ele respondeu mentindo.

Jacob nem fazia ideia de que o perfume da esposa estava acabando e só comprou aquilo porque queria dar em cima da muçulmana no quiosque. Conversar com ela o deixou em total ebulição e ele precisava urgentemente de uma mulher – mesmo que fosse a sua.

Aproveitando-se da alegria de Hannah, deu um passo à frente e beijou sua boca, já trazendo as mãos grandes para puxar seu corpo, uma emaranhando-se em seus cachos ruivos e outra apertando-lhe as nádegas.

A barriga de Hannah agora estava em seu apogeu. Apesar de não ser tão avantajada como a de outras grávidas devido à magreza da ruiva, ainda assim, era estranho sentir aquela protuberância quando ele a abraçava. Mas não seria esse pequeno detalhe que o impediria de satisfazer suas necessidades.

Jacob correu a boca pelo pescoço de Hannah, saboreando-a, colocou uma mão por dentro de sua camisa, sentindo os seios inchados já se preparando para a amamentação, enquanto com a outra já vinha subindo entre suas pernas por debaixo da saia.

Num susto, percebendo o ímpeto do marido, Hannah tentou fazê-lo parar.

– Jacob, seu maluco… O bebê…

– O bebê vai ver o quanto eu desejo você, putinha linda.

– Adoro quando você me chama assim! Mas a gente não deve… Esse estágio é arriscado, pode machucar!

– Eu faço com jeitinho, juro que ele nem vai perceber!

– Duvido. Eu te conheço bem, seu doido!

– Conhece nada. Se conhecesse, parava de manha e me dava o que eu quero… – ele rosnou com a voz grave que sabia deixar Hannah excitada, enquanto seus dedos já estavam entre as pernas da esposa, pressionando.

Hannah olhava para Jacob mordendo o lábio e sentindo o desejo crescer adentro. Ele sempre conseguia deixá-la acesa, isso era o melhor de seu marido. Já que não era amor, que pelo menos fosse tesão – e disso ele conhecia bastante.

Apesar de também estar necessitada pelo tempo em que já não se permitia ter sexo, ignorando toda a provação a que Jacob a submetia, ela tomou forças e recuperou a sanidade por um momento.

– Para, Jacob! Para, por favor… falta pouco, o bebê já vai nascer…

– Mas putinha, eu quero tanto…

– Não, isso aí é muito grande… é feito um martelo…. – Hannah ainda resistia, arfando e entrecortando as palavras com suspiros, sentindo o início do orgasmo que os dedos dele insistiam em provocar. – E você não sabe parar quando começa, vai machucar ele…

– A culpa é sua, putinha, você me deixa assim, duro… Vai, Hannah, só um pouquinho, deixa só a cabecinha, vai…

– Não senhor, eu já disse, pode machucar o bebê… Olha só o tamanho disso aqui! – ela falou rindo, com a mão sobre a calça de Jacob apertando o membro teso do marido.

– Então dá uma chupada, ao menos… você não pode me deixar na mão! Uma bela chupada é o mínimo que se espera de uma putinha obediente! – Ela falou já empurrando os ombros dela para baixo, sem dar-lhe chance de negar.

Hannah conhecia bem o marido. Jacob era como um menino grande, quando queria uma coisa, era capaz de insistir naquilo por horas. Não iria parar até que ela o consentisse. Além do mais, usar a boca não era arriscado para o bebê – e nem era ruim, ela gostava.

Abrindo a calça de Jacob, Hannah deixou que o membro saltasse lá de dentro por si mesmo. Era bonito, um membro grosso e ereto, muito duro, com as veias marcadas em seu corpo e uma cabeça circuncidada que ficava latejando, vermelha.

Nos meses em que estavam casados, Jacob a ensinara a recebê-lo na boca da forma que lhe dava mais prazer. Hannah iria satisfazê-lo como ele gostava.

Começava com beijinhos e pequenas lambidas, nada exagerado, enquanto o estimulava com uma das mãos, para em seguida tomá-lo entre os lábios e permanecer um bom tempo na glande, lambendo e sugando, até retirar as mãos e vir descendo, engolindo aquilo ao ponto de tê-lo quase inteiro na boca, provocando um incômodo delicioso em sua garganta.

A partir daí, Hannah sabia o que fazer para não se machucar e manter o prazer de Jacob a nível máximo. Retirou o membro da boca abruptamente, deixando a saliva escorrer por seus lábios em fios longos que desciam pelo queixo, ao tempo em que olhou para ele com cara de menininha castigada, sem soltar aquilo de sua mão.

Depois, deu leves batidinhas com o membro teso em suas bochechas, falando com uma voz ensaiada, um tanto infantil.

– Hannah fez travessura e merece apanhar na cara com o pau do Jacob!

– Ai, putinha, assim você me mata de tesão!

– Hannah é uma putinha safada que adora chupar o pauzão do Jacob!

– Para, Hannah, eu tô quase gozando, não faz isso!

– Hannah quer porra do Jacob na boquinha, Hannah tá com muita sede de porra…

– Não, putinha, por favor ainda não! Vem aqui que eu vou te comer!

– Não pode, Hannah tá gravidinha. Jacob só pode foder a boquinha da Hannah.

– Não, não não! Deixa ao menos eu colocar a cabecinha, putinha safada!

– A bucetinha da Hannah é do bebê, não pode! – disse enfática, fazendo cara de menininha zangada.

– Então hoje a Hannah vai deixar eu fazer outra coisa…

– Outra coisa? Ficou doido, Jacob? – Ela perguntou, agora com voz de adulta.

– Tô doido de tesão, foi você quem provocou, putinha.

– Goza logo na minha boca e pronto, ora bolas! – respondeu enquanto acelerava o movimento de seu pulso no membro que ainda estava em sua mão.

– Agora quero meter. E se não dá pra ser na bucetinha, você vai ter que se virar!

Num arroubo, Jacob puxou Hannah para cima e girou-a em meio ao salão da joalheria fechada, segurando-a pela nuca com determinação para deixá-la apoiada com os cotovelos num dos mostradores.

O coração de Hannah batia acelerado e o desespero se via estampado em seu rosto, enquanto Jacob a retinha inclinada com uma mão em sua nuca e a outra subia a saia e afastava sua roupa íntima, tanteando com a ponta do membro entre suas nádegas para encontrar o ponto onde queria penetrá-la.

As luzes do shopping lá fora entravam pelas gretas das grades, fazendo as jóias dos mostradores brilharem na penumbra da loja como um céu estrelado. Este cenário trouxe Hannah para um outro momento, muito mais doce do que aquele que vivia agora.

Meses atrás, fora ali que perdera a virgindade com Amin, quando engravidara. Aquilo sim era amor, um sexo inocente, delicado, atencioso. Cada toque, cada beijo, cada olhar, vinha carregado pelo sentimento de se descobrirem feitos um para o outro, muito embora existisse entre eles o abismo criado por suas famílias, suas religiões e seus hábitos.

Hannah imaginou Amin vestido com uma túnica muçulmana dourada, o rosto coberto por um lenço, deixando apenas seu olhar incandescente à vista, invadindo a joalheria sobre um alazão branco para resgatá-la do perigo, tal como num filme romântico.

Mas ali não havia cavalo, nem romance, nem Amin, e sua fantasia foi desfeita assim que sentiu o membro de Jacob impiedoso forçando sua entrada para dominá-la.

Aquilo doía muito, era como se estivessem rasgando-a aos poucos à medida que Jacob avançava cada vez mais, sem dar-lhe a chance de se acostumar àquela invasão.

Os dedos de Hannah se agarravam ao mostrador e seus seios balançavam junto com seu corpo, refletindo o forte impacto das investidas do marido lá atrás, enquanto seus olhos se marejaram e as lágrimas começaram a escorrer.

Ela arfou, se debateu e tentou se livrar, mas Jacob tinha as mãos aferradas nela e não lhe daria esta oportunidade.

– Pare… por favor, pare… – foi tudo que ela conseguiu murmurar, mas sua voz saiu tão baixa que não impunha nenhuma autoridade.

– Isso, minha putinha, pede clemência, suplica, vai! É assim que eu gosto de enrrabar uma cadela! – O marido rosnava e seguia metendo cada vez mais incisivamente, achando que ela estava brincando.

– Não, eu não dou conta, tira isso daí!

– Puta tesão, você sabe mesmo como agradar um homem, putinha! Assim eu não aguento, vai me fazer gozar!

– É sério, está machucando, eu nunca fiz por aí!

– Ah, um cuzinho virgem! Porra, é todo apertadinho, que delícia!

Não era a intenção de Hannah, mas aquelas últimas palavras fizeram Jacob atingir o clímax. O marido gozou cravando os dedos em sua cintura, despejou seus jorros lá dentro e logo em seguida parou de mover-se, pulsando e sentindo o membro meio anestesiado pelo aperto em volta dele.

Quando saíram da joalheria, as boas lembranças de Hannah sobre aquele local haviam sido borradas, conspurcadas pelo que acabara de viver. Por todo o caminho até sua casa, Jacob ia feliz, assobiando, como se aquilo tivesse sido somente mais um joguinho entre os dois, enquanto Hannah vinha trancada dentro de si mesma, como um mecanismo de proteção.

Ela jurava para si mesma que aquilo nunca mais aconteceria, nem que tivesse que pedir o divórcio grávida de oito meses. Jacob, contudo, agora já nem pensava no que ocorrera. Sua mente estava longe, imaginando como seria currar daquela maneira a mulher do quiosque de perfumes, aquela muçulmanazinha interessante.

Enquanto isso, não muito longe dali, Najla sofria pela ausência do marido. Amin andava em São Paulo. Seu tino para os negócios o levara a pensar em abrir uma loja de verdade, algo chique e refinado e, por isso, estava visitando importadores de perfumes, selecionando uma nova coleção e verificando todos os detalhes logísticos e de desembaraço fiscal.

Seu marido não estava ali justo hoje, quando a carência de Najla se fazia insuportável. E a culpa era daquele homem sedutor, que passou quase meia hora no quiosque se insinuando e jogando indiretas para ela.

Ele era bonito, ousado e, segundo sua esposa lhe havia contado, insaciável. Najla chegou em casa e foi direto para o quarto, sentindo um fogo dentro de si como quando era virgem e sonhava o dia em que se entregaria a um homem, antes do casamento.

Não queria ver os sogros, que ficariam perguntando sobre quando ela engravidaria. Queria Amin. Queria também aquele outro homem, o do quiosque. Queria qualquer homem capaz de aplacar aquele desejo que sentia corroer-lhe as entranhas.

Mal entrou na suíte do puxadinho nos fundos do terreno, livrou-se das roupas e foi para o chuveiro. Um banho era o que ela precisava, queria limpar-se, deixar escorrer pela água aquela libido, até não pensar mais naquele maldito judeu do shopping.

Contudo, ao sentir a água morna correndo por seu belo corpo enquanto ensaboava suas intimidades, com o sexo inchado de vontade e os seios duros de desejo, foi invitavel que Najla descesse a mão pela virilha e começasse a se tocar.

Seus dedos lhe friccionavam as carnes lá embaixo, se introduziam em seu sexo e até mesmo entre suas nádegas, enquanto ela gemia e sua imaginação a fazia acreditar que estava sendo usada e abusada por aquele outro homem, o judeu descarado que traia a esposa e queria devorá-la inteira.

Com os olhos fechados e a boca carnuda semi-aberta, encostada na parede do box com uma mão entre as pernas e outra beliscando seus mamilos escuros, Najla entregou-se àquele devaneio, fustigando a si mesma e sentindo ondas de calor percorrerem sua pele morena, até desfazer-se num orgasmo abafado e silencioso que a deixou tremendo inteira.

Suas pernas falharam logo em seguida e Najla foi escorregando pela parede até ficar encolhida no canto, com as pernas tremendo e o corpo pulsando, tentando recobrar a razão e rindo sozinha.

Em seu transe momentâneo, enquanto sonhava que se entregava com devassidão ao homem assanhado do quiosque, Najla nem percebeu que não estava sozinha…

Youssef, seu sogro, havia ido procurá-la na puxadinho a pedido de Amira, sua sogra, pois o jantar estava esfriando na mesa. Desde fora da suíte, ouviu os gemidos abafados da nora e ficou preocupado, achando que ela deveria estar doente.

Terminou entrando e sua curiosidade se atiçou ao ver que os gemidos vinham do banheiro. Pela porta entreaberta, viu Najla nua pela primeira vez e descobriu seu corpo escultural de carnes provocantes, o qual sempre estivera escondido entre roupas sisudas.

A primeira coisa que lhe ocorreu é que seu filho tivera muita sorte, ter uma mulher linda como ela era um presente do profeta e poucos homens podiam gozar de uma esposa como Najla.

Contudo, seu segundo pensamento não foi tão inocente. Sentiu inveja do filho, tendo aquela mulher inteira disponível para si, enquanto ele pouco desfrutava de Amira depois de vinte e cinco anos casados. Seu membro adormecido ficou alerta e sua boca salivou, reflexos do desejo que nascia ali.

Então, como uma negação ao segundo pensamento, veio o terceiro: Najla estava masturbando-se na ausência do marido, o que era um pecado. Mulheres não deviam tocar-se daquela maneira, era “haram”, proibido pelas leis de sua religião.

Mulheres que se tocam no chuveiro, se satisfazendo sozinhas, desonram os maridos e nunca têm filhos…

Ali estava a resposta!

Se Najla não engravidava, era porque estava sendo castigada por seus pecados da carne! Allah tudo vê, tudo sabe – e é implacável na hora de castigar os impuros!

Saiu da suíte antes que Najla o visse, um tanto atordoado. O pecado se instalara em sua casa na forma daquela mulher devassa, com seu corpo provocante e beleza sem igual, para fazer a desgraça cair sobre eles!

Contrariar as determinações divinas não era algo menor, como aquele deslize que Amin cometeu no passado deitando-se com uma judia. Najla era uma mulher casada e Youssef não podia deixar aquilo de lado. Mas o que ele, o chefe da família, deveria fazer?

(CONTINUA)

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Foto de perfil de BayouxBayouxContos: 65Seguidores: 147Seguindo: 20Mensagem Um olhar cômico e singular sobre o erótico

Comentários

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Ok, prometi que voltaria aqui depois.

Essa história chegou num ponto em que ninguém está puro. Eu já pensava isso antes, mas agora tá todo mundo coberto numa espessa camada de merda. É segredo em cima de segredo, mentira em cima de mentira, e cada personagem está tomando decisões que vão acabar respingando nos outros.

Se o Jacob estivesse tendo um AVC na minha frente, eu não chamaria a ambulância. O cara descobre que a Najla é casada e fica ainda mais interessado, mesmo com a esposa grávida de oito meses. E o que aconteceu com a Hannah me deixou ainda mais revoltado, ela pede para ele parar, diz que está machucando, e ele simplesmente ignora. Depois sai feliz da vida, enquanto ela fica completamente destruída por dentro. É aquela coisa, tem homem pequeno que se sente grande diante da vulnerabilidade dos outros, principalmente, mulheres.

A Najla também não é inocente, mas pelo menos parece ter limites que o Jacob não tem. Só que continua escondendo o anticoncepcional e a mentira sobre a infertilidade. Mais um segredo para a bomba-relógio.

E aí entra o Youssef, mais um para o bonde. O homem tem seus próprios pensamentos pecaminosos, mas imediatamente transforma tudo em pecado da Najla e ainda acha que descobriu por que ela não engravida. Gente velha tem uma certeza tão grande sobre tudo, né?

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Amigo, assim como seus mistérios se acumulam na série da floresta, as mentiras e segredos vão superpondo-se aqui. Escritores… ô raça perversa!

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Comentaristas intrujões também kkkkkk só que são chatos kkkkkkkk

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Sensatez, os comentaristas são nossas vítimas queridas prediletas, kkkkk

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Aqui eu concordo, pego até um café para apreciar o pessoal quebrando a cabeça kkkkkkkkkkkkkk

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Nesse caso simplesmente amo ser vítima, mas somente neste caso, kkkkkkkkkkkkkkkkk vai que a Megerinha escuta kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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Megerinha é outro nível de tortura…. Maaaiiisss!

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O que foi isso? Meu Deus, eu volto amanhã pra comentar direito...

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Jacob... Demonstrou meus piores medos em relação a pobre Hannah, primeiro, ela normalizou ser degradada pelo marido, ela gosta, se ela gosta, porque ela lembra com carinho do amor do Amin.... Veja... É diferente gostar e ser ensinada por sua religião a olhar para o outro lado no ponto de normalizar e aceitar.

Na noite de núpcias ela fingiu que estava dormindo, ele ignorou, eles já tinham transado, en volta haviam marcas, ele penetrou ela e como ela aceitou porque o corpo reagiu ele a colcou de 4 e essa foi sua primeira vez.

Nesse ele faz anal com ela porque ela proibe a bocetinha, mas veja, ela fala que ele não sabe ouvir não... Quantas outras vezes nesses 8 meses, ela fez algo porque ele não gosta que a esposa fale não... Ou melhor ainda... Ele é marido e homem, (um menino grande é o termo que a Hannah usa), ouvir não de uma mulher, é uma tarefa difícil para muitos.

E ainda saiu pensando no que pretende fazer sobre Najla, o que me deu calafrios, um homem assim é simplesmente perigoso.

Enfim...

Youssef... 🤬🤬🤬%@#%....

Ele não vai acusar a Najla abertamente, ele ter visto ela nua, por ter entrado no quarto e no banheiro do casal é um pecado MUITO maior do que o dela, além disso, é um crime civil... Então ele não vai acusar ela abertamente.

Ele terá que fazer uma armadilha o que me arrepia até a alma de imaginar... Sinceramente, meu sonho no momento é a Hannah chutando o Jacob e Amin ficando com as duas, ninguém mais merece nem uma delas e a realigião de Amin e Najla aceitaria a entrada da Hannah sem problemas... Ou seja, conceitualmente, se ela for expulsa por causa do sogro, ele for expulso por cobrir o pai de porrada e a Hannah ser expulsa por ter um filho de outro homem....

Os três podem viver felizes juntos e filosóficaente, não seria muito difícil, mas duvido que seja essa a resolução... Mas realmente quero um final feliz para as duas e não sei como isso vai acontecer

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Mais uma para o time do Trisal!!

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Eu sempre vou ser do time do Trisal, por isso que quando colocam Trisal como fetiche, reajo ofendida, fetiche é sobre sexo, trisal é sobre família não nuclear.

Podemos chamar trisal de harém... Mas diferente de harém a filosofia de trisal não é só HMM, pode ser HMH, HHH ou MMM, a diferença é literalmente essa... TEoricamente, nas culturas onde são permitidas muitas esposas, é um pecado não amar a todas.

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Acho que quando dá certo, as pessoas se amam e se respeitam,. deve ser fantástico!

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Sim.

A maior dificuldade é a entrega em três, porque precisa ser algo que se encaixe na filosofia de todos os envolvidos, o amor e respeito deve vir como o pilar fundamental da relação e só se alcança algo assim, se filosóficamente, você estiver preparado para isso.

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Como eu disse o Jacob mostrou o Marginal que é, com sua sensibilidade mais apurada que a minha já havia percebido isso.

Youssef é um Velho Broxa Safado, mas você tem toda razão que ele vai agir com Hipocrisia, pois estaria se expondo em Um Haram pior ainda, mas a Hipocrisia vai pedir punição a Najlinha Linda

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Concordo, ele vai usar a hipocrisia como escudo, principalmente por que ele declarou inveja do filho.

E acho que isso vai colocar ele em rota de colisão contra o filho.

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Eu já vi pessoas fazendo coisas horríveis na igreja q frequentei e justificando tudo como vontade de Deus e ainda se sentindo santas.

Talvez por isso eu faça uma distinção tão grande entre espiritualidade e religião. A espiritualidade, para mim, está nas perguntas: qual o sentido da vida, como devemos viver, amar, conviver, buscar a felicidade e nos relacionar com Deus ou com aquilo que entendemos como transcendência. É uma busca que deveria nos tornar mais humanos, não menos.

O problema começa quando essa busca é transformada em instituição, dogma e certeza absoluta. Eu já vi coisas que considero profundamente repulsivas sendo justificadas simplesmente como “vontade de Deus”. E talvez nada seja mais assustador do que isso: quando uma pessoa deixa de enxergar o sofrimento que está causando porque acredita que está apenas cumprindo uma vontade superior.

Foi aí que percebi que o problema nem sempre está na fé, mas na certeza humana de falar em nome dela. Porque, quando alguém acredita possuir a verdade absoluta, até a crueldade pode ganhar uma justificativa sagrada.

Talvez o maior perigo nunca tenha sido o homem que faz o mal sabendo que é mal. Esse ainda reconhece o que está fazendo. O mais perigoso é aquele que consegue olhar para a própria crueldade, chamá-la de virtude, colocá-la nas mãos de Deus e dormir em paz.

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"Porque, quando alguém acredita possuir a verdade absoluta"

Isso!!

Esses "donos" da verdade Absoluta são tão danosos em nossos meios que eles apagam a fagulha Divina em muitos corações!

Fagulhas que deveriam virar um incêndio Celestial no coração de cada um de nós!

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Acho sinceramente que quando se coloca a razão acima do coração nas questões de Fé e de Deus, a derrota já é certa.

Deus, a Fé, a Espiritualidade, o Universo, as Energias, enfim, nomeie como quiserem não são entendidos com a razão, não tem uma explicação lógica.

Caminhos são necessários! São imprescindíveis para falar a verdade.

As Mensagens nos foram passadas. Elas estão lá, intactas ainda! Mas aí entra o que vc disse amigo Ryu. Uma pessoa ou um grupo, acham que são os donos da verdade.

Um padre da Igreja católica tem o poder de perdoar os pecados através de uma confissão. O Papa é o único "representante" de Deus na Terra. Os pastores tem visões e sonham com Deus todos os dias. Pais de Santo se colocam como Deuses! Um Filósofo disseca racionalmente os desígnios de Deus.

Muito triste tudo isso!

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Por causa dos donos da verdade que o racional tem que se fazer presente, senão esses falsos profetas dominam a todos com sua falsa verdade, essa é minha questão, como me defender de falsas verdades sem usar a razão, ainda não aprendi meu amigo e talvez nunca aprenda.

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Foto de perfil de Ramses

Estava pensando nisso agora. Eu tive muita "sorte" nesse quesito, acho que não foi sorte, mas um "presente" mesmo.

Com 17 anos conheci a Umbanda com pessoas que tive extrema confiança pois ja as conhecia.

Já parti do principio de que eu conversava, mas a palavra certa é "consultar" com Guias através da matéria de um Médium encarnado.

Para mim portanto é natural acreditar que existe um "Outro Lado" onde ele é atuante e Soberano. Para mim é natural crer que o Plano Espiritual conduz tudo a nossa volta e no nosso Mundo. E minha Fé...não tenho explicação, ela é linda para mim!!

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Não é sorte, é dentro da sua realidade um merecimento, pois tudo é muito particular, então você teve o merecimento ao confiar naquele que lhe inspira confiança, pois te garanto que muitos que tiveram a mesma oportunidade que você, não a abraçaram, então tudo é muito dentro da própria compreensão.

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Sim!! Merecimento!

Mas acredito piamente que conquistei esse merecimento em outras vidas e não nessa.

Era muito novo quando me apaixonei perdidamente pela minha Umbanda!!

Não tive tempo aqui nessa existência de me fazer merecedor de ter conhecido o que conheci no inicio.

Mas daí para a frente foi aqui mesmo! Meu merecimento, minha crença, minha Fé e minha realização sendo conquistadas a cada dia!

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Seu merecimento foi junto com sua escolha, pois como eu disse, muitos não tem o merecimento por não fazerem a escolha, mas como eu disse o entendimento e totalmente particular.

Quem nasceu primeiro?

O ovo ou a galinha?

A certeza ou a dúvida?

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Para mim nem o ovo e nem a galinha, nem a certeza e nem a duvida.

Para mim são experiências de sucessivas vidas, de sucessivas experiências, de sucessivos aprendizados, com vitórias e derrotas, com quedas e elevações.

Bruan Weiss...Muitas Vidas, Muitos Mestres. Livro maravilhoso!

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Então na primeira passagem qual conceito veio primeiro para que tivesse havido evolução, se há evolução e porque houve um início, esse início não era completo, portanto fica a dúvida, o que veio primeiro, o bem ou o mal dentro da compreensão Humana?

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Sinceramente meu amigo!!

Não sei, não penso nisso e nem me importo com isso!

Para falar a verdade nem consigo tentar montar um raciocínio com relação a isso tudo!

Eu só sinto!! Só isso me importa! O sentimento, a energia benfazeja que minha Fé me dá!

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Essa é nossa grande diferença, pois existem muitos que escolhem, se escondem na religião, mas não são merecedores de nada, pois suas atitudes são totalmente contrárias aí que sua própria religião prega, então tenho muita dificuldade com isso.

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O ser humano é uma criatura engraçada, já pensou em como os bebês aprendem a falar a língua dos pais?

Uma vez um Caboclo me disse que fé é linguagem, o sagrado se comunica, a gente escolhe qual língua o sagrado vai falar conosco... Merecimento ou não, você nasceu com uma linguagem de fé, o Sensatez com outra, eu e o Ryu com outra, cada um de nós se comunica com o sagrado na nossa forma, na nossa língua e acho que essa é a maior prova da existência do sagrado no universo, o fato de que todo aquele de boa vontade, consegue achar essa força interior dentro de si.

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Concordo piamente, mas eu acredito que sem escolha não há merecimento, assim como sem merecimento a escolha não vale de nada, temos que escolher e merecer nossa Fé. Tenho muita dificuldade com escolha sem merecimento.

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Então... Você escolheu falar português?

É isso que eu estou falando... Não escolheu, você veio de uma família com fé específica, ou não, com uma ligação pessoal com uma determinada fé, porque fé é linguagem....

Mas aí você resolve morar nos USA... E aí você aprende a se comuicar em Inglês, você mudou sua fé, por isso que quem escolhe a linguagem somos nós os humanos.

Independente de qualquer merecimento, uma linguagem, não exige merecimento, exige vontade de falar e ou saber falar.

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Acho esse conceito de merecimento na religião um conceito bastante perigoso.

É diferente do merecimento material.

Por exemplo, peça a Xangô para fazer Justiça. Ele fará. com todos!! Entendeu?

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Como eu falei, se você fez uma Escolha, realmente não importa a linguagem, isso é ponto comum, você tem que merecer o que essa linguagem de traz de benefícios, agindo de acordo com o que você mesmo está se comunicando, se mostrando merecedor não só por escolha, mas também com atitudes coerentes com sua escolha. Consegui me fazer entender?

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Me entenda bem por favor, não é uma critica a vc pois sei que vc procura incansavelmente um entendimento sobre o assunto.

Mas vc, se não me engano, ja disse que acredita que quando "voltamos" acontece um Reset nas experiências passadas, e estando aqui nesse Plano procuramos nossa melhoria e evolução através das scolhas que fazemos aqui, sem influencias, o Livre Arbítrio impera.

Eu não consigo entender pois me da a visão de sempre andar em círculos.

Para mim, sem um Plano Superior a nos conduzir, claro, respeitando nosso Livre Arbítrio, é um gasto de tempo e energia imensos.

É aí que o Destino, a Providencia se encaixam com uma precisão atômica. è nossa bussula, nos da nosso Norte, Cabe a nós seguirmos através das experiências passadas, das sensações, dos conhecimentos que trazemos no reencarne.

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Não consegui me fazer entender

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Mas acho que finalmente consegui explicar a importância que eu dou Para Destino e Providencia.

Estou tentando faz tempo achar uma menira de escrever o que sinto sobre isso tudo.

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Como eu já falei, respeito seu entendimento sobre isso, mas para minha sanidade eu não concordo, meu ponto que para mim a Providência é só Amor Puro em todas sua Pluralidade é só, o que de ruim que acontece é culpa do Livre Arbítrio , preciso disso para viver, pois já vi e presenciei muitas coisas que só k ser humano é capaz de fazer, sem influência divina alguma, eu preciso acreditar nisso , senão eu me perco dentro de mim mesmo.

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E eu respeito sua visão e já disse mais de uma vez.

Sua visão, sua Fé é na medida certinha para vc! É única, é sua!

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Conseguiu sim e eu concordo completamente.

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Veja que uma forma de entender a mensagem do guia espiritual é a frase básica, "Religião é uma escolha pessoal que não têm haver com a vontade divina."

Cada um com sua religião, do seu jeito, se está vivendo de uma forma boa para com as pessoas a sua volta, está em contato com Deus, independente de qual fé professe, ou mesmo nem uma.

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Não consegui me fazer entender, para mim tem que ter o merecimento de sua escolha, ou seja tem que honrar os ensinamentos que você escolheu, senão é uma escolha vazia, não importa qual escolha o indivíduo faça, mas o merecimento dessa escolha , ou seja honrar essa escolha é primordial, não adianta professar uma coisa e fazer outra, mas acho que não consigo expressar meus entendimento.

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Concordo completamente, usando minha própria alegoria com linguagem, um texto em português só é coerente se for escrito com lexico, mesmo que a gramática esteja um pouco torta.

Concordo totalmente com você.

Não adianta só escolher uma língua é preciso respeitar suas regras gramáticas e viver aquilo que relmente prega, sem ficar utilizando atalhos, ou meias verdades para usar duas medidas dependendo de quem ou como.

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Aí sim, eu tbm concordo totalmente!

Temos canhotos, temos destros, mas o "português" é o mesmo para todos!

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Sim, mas segundo o Sensatez, usar o lexico e a gramática é uma decisão. Logo é um fruto do livre arbítrio.

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Sim tbm!!!

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Eu sou da Branca, Vc da Bantu. Nossas experiências e Livre Arbítrio nos levara ao mesmo Destino...

Servimos a Oxalá!

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Não exatamente, mas mais ou menos isso.

Nosso livre arbítrio é a nossa escolha de seguir os preceitos, de servir nos trabalhos, de tentar evitar pensamentos e energias ruins.

O nossa religião é a escolha de caminhos até Oxalá que escolhemos, que também é fruto do nosso livre arbítrio, mas sem os preceitos, sem o esforço pessoal, a fé não nos tornaria merecedores de nada.

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Exatamente, só acrescento que esse mesmo Livre Arbítrio pode te desviar do caminho traçado, se cedermos às energias negativas.

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Exatamente porque você pode ceder de diversas formas, orgulho, ódio, raiva, inveja, tentações constantes da nossa vida.

Precitos são ignorados, como o próprio Youssef, sentiu inveja do filho, depois raiva da nora pelo pecado e decidiu que esse pecado é a origem dela não ter filhos, sem saber a verdade.

Ignorando o fato que ele mesmo pecou ao vê-la nua.

Inveja, Luxúria pela Nora, a Visão da sua Nudez, tudo isso é o que ele decidiu com seu próprio livre arbítrio ignorar dentro da sua religião, para continuar pagando de crente fiel e moralmente irrepreensível.

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Então entra lá no início, preciso da razão para identificar aqueles que vivem em merecimento, ou seja aqueles que usam duas medidas em suas vidas.

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Agora eu que não entendi... Achei que tínhamos chegado a um consenso kkkkkkkkkk...

Me explica.

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Estamos em consenso, é que lá no início foi colocado em questão que Fé e Razão não se misturam, mas dentro da minha concepção se precisa usar a razão para chegar na Fé verdadeira, caso contrário você não consegue enxergar e avaliar quem vive com duas medidas, ou os falsos profetas, ou picaretas ou conforme queira chamar as pessoas que professam Fé sem merecimento.

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Entendi.

Não acho que Fé e Razão não se misturam, porque algumas vertentes do Kardecismo, são exatamente voltadas para a aplicação da Razão na religião, chamada de Kardecismo Científico criado pelo próprio Alan Kardek fundador e criador da religião.

Logo na forma como entendo a fé, Fé e Razão não se misturam não é uma lógica que têm embasamento.

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Eu coloquei que para mim Fé e Razão não se misturam.

Para mim exclusivamente""

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No meu entendimento particular, depois de adquirida a Fé, a razão pode e até deve ficar em segundo plano, mas o processo para se chegar a Fé desejada é um processo Racional.

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Entendi meu amigo!!

Sua busca é bonita viu!

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Justo, na sua linguagem, (entendimento da fé), não se misturam e provavelmente tentar racionalizar a fé te tiraria o equilíbrio energético.

Mas Kardek quando funda o Kardecismo Científico, diz que a o equilíbrio deveria ser alcançado com a mistura de Filosofia, Ciência e Religião, logo não é de todo desconhecido o uso de razão e fé dentro do espiritismo Kardecista.

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Sim e vou te falar uma coisa!

Amo de paixão estudar outras religiões. Conhecer tudo o que eu posso.

Sou um grande admirador do Antigo Testamento. Minha irmã foi Budista, achei bem legal algumas coisas.

Kardescismo é ótimo! Chico Xavier é Gigante! Registros Akashicos é muito interessante. TVP acho super aconselhado em determinados casos. Enfim....

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Mas eu acho essa questão de merecimento meio complicada para mim. Quem me diz que eu sou merecedor de algo? Eu mesmo?

Então sempre preferi a ideia de "me fazer merecedor".

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Mas isso é uma questão de semântica, se você se faz merecedor, então você é merecedor, a não ser que esteja mentindo para si mesmo, que é o pior que você pode fazer consigo mesmo. Sem querer ser redundante na expressão .

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Exatamente! Bela lição desse Caboclo, que adoro a Linha Deles!! Energias fortíssimas!

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Sim eu tenho muita muita dificuldade para lidar com essa energia da minha própria entidade, mas eles são sempre muito sábios e muito fortes.

Mas a energia do meu mesmo, as vezes eu tenho a sensação que fisicamente eu não consigo lidar com ela.

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É muito forte!! Ja senti até câimbra em alguns passes!

E depois uma leveza tão grande!!!!!!!

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Sim independente da energia a sensação de leveza após os trabalhos, a sensação de revitalização e incrível.

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Suas palavras martelam a minha cabeça por toda a minha vida adulta, após peregrinar por todas as religiões no qual eu tive acesso, infelizmente me deparei com essas questões em todas as religiões, exatamente não pela religião em si, não pela fé em si, mas por essa capacidade do ser Humano de banalizar em fazer fazer o mal, em nome do ser Superior e o pior, a capacidade de convencimento dessa mesma banalização em fazer o mal a outros semelhantes, formando um exército, isso me assusta, mas é irremediável e inevitável, pois faz parte de um equilíbrio que eu não entendo, mas existe, pois acontece a Milênios em todo o Planeta, inclusive causando a extinção de povos e suas respectivas culturas, tudo em nome de uma religião que supostamente seria a que Deus quisesse que todo ser Humano seguisse, caso contrário não seriam merecedores de vida, tirando uma opção que foi dada pelo próprio criador o Livre Arbítrio, complicado isso, pois somente quem pode tirar é aquele que deu e não um outro ser humano qualquer.

Mas quem sou eu para entender, quanto mais eu tento, menos consigo entender, acho que vagarei em eterna ignorância.

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Eu tenho mais receios ao lidar com os que se dizem 'homens de bem', do que com aqueles que admitem quem são.

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Ôpa, eu sou um homem de bem… bem doido, rs

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Concordo... kkkkkkkkkkkkkkk...

Ainda em busca da receita dos morangos do amor kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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Pois é. Desconfiamos de tudo que seja posto como absoluto, totalitário, único. O mundo é grande, o universo maior ainda, e tem gente que se acha detentor da verdade. Não percebe que é somente a “sua” verdade. E religiões costumam ir nesse rumo. Já ouviu falar nos Ba’hai? Vale à pena conhecer.

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Eu tô de olho nos comentários enquanto escrevo o último capítulo. Novamente me surpreendo com a sagacidade de vcs, muito do que exploram aqui coincide com as reflexões e perguntas que eu me fazia enquanto desenvolvia a trama.

Em homenagem a vcs, vou dar um anti-spoiler: algo que imaginava no início e que depois não incluí, porque não casava com o rumo que a estória e seus personagens foram desenhando.

No esboço original, haveria uma cena com Hannah e Amin num motel, sobre a cama, entregando-se um ao outro apaixonadamente, enquanto Najla e Jacob estavam sentados no chão ao pé da cama, observado tudo e presos por coleiras, como dois cachorrinhos obedientes…

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Jesus!!!!!!!!!!!!

Esse é o Bayoux Guacamolero!!!

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Aaaiiiiiieeeeee que inversão deliciosa, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk só faltava o Velho Youssef filmando tudo , tentando bater umazinha, kkkkkkkkkkkkkkk

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O que é do Youssef tá guardado, rs

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Já imaginei ele broxa aos quarenta e cinco anos kkkkkkk

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Consegui ver isso quando ele entrou no banheiro, se alguém descobrir, ou mesmo esbarrar nesse fato, ele pode perder a esposa e o direito sobre os filhos, invertendo o papel entre ele e o filho.

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Eu quero que isso aconteça com ele.

Ele tentou esganar o filho.

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O pai se tornou um pecador do pior tipo ao ver a nora nua, para não falar um criminoso comum segundo nosso código penal por ficar observando.

Na própria fé, ele perde o direito de patriarca e Amin assumi, pela misercódia do Amin ele não perde a família.

🤷‍♀️

É muito fácil esquecer que o Sharia não cobra porsturas, 'morais' só das mulheres... kkkkkkkkkkkk

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Vamos torcer para esse imundo se foder!

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kkkkkkkkkkkkkk tadinha da Najla, mas percebi que você deu uma segurada nela, ela começa com um ar de quem vai ser um problema, mas ela é um doce, você criou uma personagem, que me faz torcer para um final feliz para ela também.

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Então… Najla foi tremendamente influenciada pela torcida aqui, eu já não me responsabilizo por ela, a garota agora é de vcs, kkkkk

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Cuidado em entregar ela para mim, posso não querer devolver minha Gracinha Muçulmana, kkkkkkk nunca sequer fiquei com uma, ainda mais uma Najlinha, Licença Meu kkkkkkkkkklllkkkkkk

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kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Vc é um tarado!!!!!!!

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Concordo kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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Najlinha é taradinha também, então fica tudo na cozinha kkkkkkkkkk

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Trisal Trisal Trisal Trisal!!!!!!!!!!!!!!

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Pesadão o capítulo, não foi?

Mas acreditem, tudo tem uma intenção aqui, a série está amarradinha.

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Pesadão sim, mas necessário!

As peças estão se movimentando.

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Caramba tá incrível Bayoux, além de amarradinha é um Universo que pode estar aqui do lado acontecendo agora e ninguém estar percebendo, muito atual e procedente, Bacana mesmo, Parabéns, mas sim bem pesadão, mas acho que não chegou a ser Over, mas que foi impactante foi, desprezível o que o Jacob fez, mas mostra o que uma criação sem limites, mas cheias de cobranças faz com um ser humano que já devia ter uma índole duvidosa.

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Eu vejo Jacob como um bobalhão. Ele reflete um monte de caras babacas que conheci na vida, meninos grandes que nunca amadureceram.

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Eu olhava ele assim antes, mas neste capítulo ele não passou dos Limites, ele foi um Marginal com a Hannah, o que ele fez merece cadeia, mas como diz a Giz, JAMAIS será preso.

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Concordo.

A melhor lição para ele é encontrar um marido traido que lhe de um belo corretivo.

Talvez ele virar um Eunuco!

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É isso!

Ser capado!! Ela não queria mijar na Torá? Então...

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Hannah o descreve como uma criança birrenta que fica enchendo o saco até conseguir o que ele quer. Por horas!!!

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O comportamento de criança birrenta, mas com poder avassalador de destruição física e emocional que um homem pode ter sobre uma Mulher, por isso temos tanta responsabilidade, apesar de muitos homens não perceberem essa responsabilidade.

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Castração nele!!

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Castração química ou mecânica???????

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Mecanica!!!!

Peixeira enferrujada e com o fio cego de preferencia!!

Depois Mertiolate no cotoco!!!

😈

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Com partes quebradas e faltando no fio, mas isso depois de uma sessão com marteli5de ouro e bigorna.

Ps. Merthiolate fervente para ajudar a cauterizar, afinal não queremos que morra tão jovem .

😇 🤥😇

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Queremos que seja um eunuco saudável e prestativo.

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Fechado, pode até ser bonitinho e cheiroso também, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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Afe, eu não vou castrar o cara, kkkkk

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Kkkkkkmkkk Bayoux é bonzinho kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkSqnkkkkkkk

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Poxa, tira só um pedaço então!!!

kkkkkkkkkk

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Tem uma frase num conto (não lembro qual) onde coloquei: Homens são meninos grandes, não entendem a beleza e logo querem desmontá-la como um brinquedo novo, só para ver como funciona. Uma vez quebrado, seguem sem conseguir compreender e deixam de lado o estrago que fizeram.

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Homens idiotas são meninos grandes né!!

E ta lotado por aí!!!!!!

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Meu amor, seus contos são ou super pesados, ou cômicos, mas é impossível ler e ficar indiferente, alguma emoção, forte e uma curiosidade absurda de como vai acabar eles SEMPRE causam.

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Youssef, um falso virtuoso, agora dominado pelo demônio da luxuria ira exigir seus direitos no Patriarcado familiar? Certeza!!

Najla tem um vulção dentro dela, até o momento sem uma erupção mas como é absolutamente certo que todos os vulcões ativos entram em erupção, é questão de tempo para ela explodir!!

Jacob, completamente revoltado com o rabino e sua religião, por terem tirado dele o que ele queria antes de se casar, se tornou um porco e um estuprador. Sem mais nada a dizer desse verme.

Amim!!! Poxa vida!! O que será de Amim???

Hannah!!! Menina virada!!! Esperta demais!! Pega todos os limões e faz uma limonada sensacional!! Mas...ama Amim!!!

Fantástico amigo Bayoux!!

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Agora já sabemos que na estória temos duas heroínas um herói meio roda presa, mas de coração puro, um velho vilão sem noção e um Super Vilão que vou adorar odiar, como vai se desenvolver essa estória?

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Acho que vale aclarar um ponto: Hannah, Amin e Jacob estão entre 18 e 19. Najla é um né dois anos mais velha, mas foi criada fechada a sete chaves. Etain tem uns 50, Youssef tem uns 45 e Armina un 40 e poucos. Pra mim, o único velho é Etain.

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Youssef é novo, mas tem comportamento de velho e sofre de impotência crônica, que nenhum Fetiche ou estimulante químico ou Natural resolve, ou seja o Famoso Brochado Amargo kkkk

Acho que não gosto dele kkkklk

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Olha, acho que vão acabar se tornando todos Hedonistas hein!!!

kkkkkkkkkkkkk

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Exatamente meu amigo!!

As peças se movimentam nesse tabuleiro delicioso!

Até o momento para mim Hannah é demais!!! Mas ela não pode tolerar mais Jacob!

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Mas a Najlinha tá no mesmo nível da Hannah, na minha opinião, com certeza Hannah está sofrendo o que nenhuma mulher deveria sofrer, entretanto tenho simpatia pelas duas, mas será que as duas ainda irão sofrer nas mãos desses dois vilões?

Será que vão acabar deixando o Amin numa situação difícil, tendo que fazer uma Escolha em quem vai salvar, o novo amor incandescente com a Najlinha, ou o amor Cândido que ainda sobrevive com a Hannah?

Será que ele vai acreditar que o Filho de Hannah é dele?

Será que Najlinha vai ceder aos Encantos Nefastos do Jacob?

Será que a falsa virtuosidade do Velho Hipócrita vai colocar a Najlinha diante de leis arcaicas e proclamar a ela pagar seu "Haram" em praça pública, conforme costumes e leis religiosas de seu país de origem?

Tá uma confusão só nos próximos capítulos, ou não, será tudo resolvido sem Grandes Dramas?

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Sobre Najlinha, até o momento vi uma jovem mulher integra, com um fogo mas integra.

Quero pensar que o Youssef vai tentar quebrar os limites sim, mas isso servirá para Amim se impor.

Gostaria muito de ver Amim crescendo na história. Bayoux esta escondendo ele um pouco.

Sobre o triangulo Hannah Amim e Najla, não faço a menor ideia de onde isso vai parar.

Sobre o ultimo ponto do seu comentário, sobre Grandes Dramas, estamos no mundo do Bayoux!!! Depende da quantidade de café com Guacamole que esse maluco ta consumindo!! hahahaha

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Minha principal dúvida é quem o Amin deve escolher de de salvar para viver ao seu lado????????

Hannah já que as questões de antes podem ser amenizadas, mas como se sua pretensão liberdade financeira está sendo construída com uma maior dependência dos negócios do seu Pai Youssef, que por sua vez se mostrou totalmente fora de questão ter confiança?

Se escolher Najlinha terá de chover com uma Esposa com uma Líbido muito maior que a dele sob os preceitos de uma Religião que poda QUALQUER ampliação de interação sexual alternativa, colocando o casal em Haram, que é totalmente inadmissível dentro da Religião, também seria difícil?

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Minha torcida total é por um Trisal Interreligioso!!

Para quem criou uma suruba com a Gi e a Alê meu amigo, essa turminha aqui é fichinha!!!

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Se couber, não tenho nada contra, o Amin tem que dar um encorpada tadinho, ficar só no Amorzinho vai vencer com as duas não kkkkkkkkkk principalmente Najlinha, ela é danadinha, mas por enquanto tá numa retidão até impressionante e até torço realmente que ela consiga convergir com equilíbrio os três, seria o Máximo realmente, portanto que o equilíbrio seja alcançado, senão é complicadíssimo.

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Isso SE couber ao Amin fazer alguma escolha… Até agora ele só ficou de vítima das circunstâncias, rs

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Verdade, mas com certeza ele terá que se posionar de alguma maneira em algum momento, senão será o Caos completo.

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Hannah foi inspirada numa esposa que tive. Ruiva, jovial, esperta, livre. Mas também um tanto naif, a ponto de querer resumir a vida ao amor, esse sentimento volátil, efêmero e sem dono…

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Que doidera que vc é meu amigo!!!

Show demais!!!

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Amor pode ter até eventualmente Dono, mas nunca terá proprietário, pois Amor é uma Concessão , não pode ser comprado, portanto não é uma propriedade vitalícia, muitas vezes as pessoas se esquecem disso.

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Vou te apresentar à essa ex-esposa pra vc explicar pra ela, eu não consegui, kkkkkk

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Kkkkkkkkkkkkk tenho plena consciência que dissertar como um conceito abstrato é facil, mas colocar em prática com outro ser humano é outro nível. Kkkkkkkkkkkkk sei disso , sei disso kkkkkko

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Jacob esta tão revoltado que ele quer "profanar" tudo e todos.

Seu Rabino, a Torá, sua esposa, mulheres casadas, uma muçulmana, tudo!!

Tenho certeza que a verdade do filho virá a tona, e Jacob vai ficar cego de vez!

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Será que Hannah vai viver o Drama de não ser aceita pelos dois, ambos duvidarem da Paternidade da Criança, já que o Exame de DNA é até aceito na justiça moderna dos Homens, mas tem uma tendência a se opor, geralmente não aceitando o pedido, devido a não ser visto de bom grado pela visão religiosa, tanto Judaica como Islâmica, pois as consequências de um filho fora do casamento para uma mulher seriam devastadoras, então não gostam que seja confirmada a hipótese, preferem viver em eterna negação.

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Eu acho que teremos um embate na questão religiosa. Acho que essa estrutura que nossos heroizinhos vivem serão questionadas e quebradas.

Imagina um Trisal!!!

Vamos ser sinceros, Najla é um vulcão, Hannah adorou um certo tipo de submissão (um dos boquetes mais delicioso que li aqui no CDC!!) e Amim no meio delas!!

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Amin não dá conta nem da Najlinha direito, só se elas se pegarem firmes também, senão sem chance, mas a possibilidade do Trisal é quase nula, a comunidade deles jamais aceitaria, teriam que ir em sigilo para outro lugar distante, então não acho viável, mas tudo poderia acontecer em tese

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Mas acho que eles irão romper com as suas respectivas religiões.

Amim e Najla irão aceitar Youssef exigir sua condição de Patriarca familiar?

Hannah irá aceitar continuar casada com um porco estuprador por exigência do Rabino?

Muitas questões podem vir a ser abordadas;

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Exatamente, mas mesmo que rompam com o aspecto religioso, o poder econômico e social ainda irám atrapalhar muito a vida desses Jovens

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Najla é a dona da Loja de perfumes e Amim esta buscando uma expansão em SP.

Financeiramente o Trisal estaria tranquilo!

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Mas tudo em expansão aos negócios do Pai, pois não acredito que tenha sido entregue o negócio da Família totalmente a dois jovens inexperientes, deve haver alguma cláusula que os impeçam de vender, mas enfim, uma TOTAL reconstrução social, religiosa, financeira e amorosa seria impraticável, não impossível, mas precisaria da resiliência dos três e não vejo isso ainda, mas o amor move montanhas, então mais tempo poderia ser.

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Amigo, vc vai cair de bunda, kkkkk

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Cara, eu tenho que ler o último capítulo da série do Ryu para ver como ele resolveu o bagulho do filho ilegítimo do Leandro, kkkk

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Jacob não é só um Judeu Riquinho e Mimado, é também antes de TUDO um ser desprezível em seus pensamentos e atitudes, currar uma Mulher Grávida, sendo a própria esposa que estava sendo cúmplice dos desejos do Marido e ele transformar esse momento bonito de intimidade, entrega e cumplicidade em um ato vil de estupro com um forçado, despreparado e inédito sexo anal, a Hannah jamais vai se recuperar totalmente de um ato tão vil, ainda imaginando fazer o mesmo com outra Mulher, ficando ainda mais excitado por ser uma mulher casada e recatada pela religião, isso é doentio ao extremo até pela justiça do bom senso do sexo Puramente Carnal.

A Najlinha vai ser vítima de sua própria Libido, pois mesmo que tendo pensamentos indevidos, ela não cedeu a tentação e está sendo decente com seu Marido, então ela merece Castigo por se satisfazer sozinha em sua Intimidade?

O Sogro da Najlinha é outro ser Hipócrita e desprezível, entrar na intimidade da Nora como um Voyeur da Terceira Idade e ainda julgar a intimidade por quebrar os preceitos religiosos que ele mesmo estava quebrando é de uma Hipocrisia Impar, pode dar as mãos ao Jacob para andar descalços nos Mármores Ferventes dos Infernos, Jacob é Judeu, mas vai dar esse passeio mesmo assim. Rsrs.

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