Sofia chegou mais cedo.
O ônibus atrasou, a aula foi cancelada e ela desceu na esquina sem avisar. A chave girou devagar. A porta da frente fechou sem barulho. O corredor estava escuro, só a luz da sala vazava pela fresta.
Ela ouviu a voz da mãe.
— Me dá leitinho, Carlos… me cobre inteira. Eu amo esse cacetão de cavalo. Me usa todo. Goza na minha cara, me dá leite de macho. Quero engolir, quero sentir escorrendo, quero ficar fedendo a porra sua o resto do dia.
Sofia parou. O coração batia forte demais. Avançou dois passos e se escondeu atrás da parede, o olho no vão da porta.
Riviane estava ajoelhada no meio da sala, completamente nua. A bunda grande e marcada ainda aberta, o cu dilatado e brilhante de lubrificante e porra antiga. Os seios pesados subiam e desciam. O cabelo longo caía pelas costas suadas. Carlos estava em pé na frente dela, o pau enorme e grosso latejando a poucos centímetros da boca da mulher.
Sofia arregalou os olhos.
*Que pau grande da porra… dá três do meu namorado.*
— Eu amo quando você pede — disse Carlos, voz baixa.
— Me dá esse leite grosso. Cobre minha cara de porra. Quero sentir o cheiro forte quando eu for deitar do lado do meu marido depois. Me usa todo, Carlos. Esse cu é seu, essa boca é sua. Goza em mim como se eu fosse só um buraco.
Carlos segurou o cabelo dela com uma mão e a base do pau com a outra. Começou a bater a cabeça grossa na boca, nas bochechas, no queixo. Riviane abria a língua, pedindo mais.
— Vem… vem tudo. Me enche. Eu sou viciada nesse pau. Não consigo mais viver sem sentir ele me arrombando e depois me pintando de branco.
O primeiro jato saiu forte e espesso, atingindo a testa e escorrendo pelos olhos. O segundo cobriu o nariz e a boca. Carlos continuou sem pausa, o volume era absurdo. O esperma escorria pelos cabelos em fios densos e viscosos, grudava nos fios, descia pelo pescoço e pingava nos seios. Em poucos segundos o rosto de Riviane estava quase irreconhecível sob a camada branca e brilhante.
Sofia ficou imóvel. O estômago revirou de nojo e, ao mesmo tempo, um calor subiu entre as pernas. Nunca tinha visto tanto esperma. Nunca tinha visto a própria mãe assim: ajoelhada, nua, o cu ainda aberto e latejando, o rosto transformado naquela máscara grossa.
Carlos deu o último jato no cabelo e soltou o ar.
— Limpa.
Riviane, ainda ofegante, levou as duas mãos ao rosto e começou a recolher o esperma com os dedos, empurrando para dentro da boca. Chupava os dedos com barulho, engolia, gemia. Depois se inclinou e limpou o pau ainda semi-duro com a língua, lambendo a glande, a veia, as bolas. Quando terminou, baixou a cabeça até o chão e passou a língua no piso de madeira, recolhendo as gotas que tinham pingado.
— Não pode desperdiçar… é gostoso demais — murmurou ela, voz rouca. — Esse leite é meu. Eu preciso de tudo.
Carlos riu baixo, ainda segurando o pau.
— Olha o estado do seu cu. Aberto. Ainda tá pulsando.
Riviane empinou mais, separando as nádegas com as mãos para ele ver. O buraco vermelho e dilatado se contraiu devagar, soltando um fio branco.
— É porque você me comeu forte demais hoje. Eu ainda sinto ele latejando aqui dentro. Amanhã eu quero de novo. Quero acordar com esse pau me abrindo.
Sofia continuou assistindo em silêncio. Só quando Riviane se levantou, pegou a calcinha e a blusa jogadas no sofá e começou a se vestir, ela recuou pelo corredor. Subiu a escada descalça, entrou no quarto e fechou a porta sem fazer barulho.
Lá embaixo, a conversa continuou.
— Você tá cada dia mais puta — disse Carlos.
— Porque esse pau me viciou. Eu penso nele o dia inteiro. Quando tô na academia, quando tô fazendo comida, quando o Marcos me come… eu só consigo imaginar você me arrombando e depois me cobrindo de porra. Eu sou sua. Só sua.
Sofia, no quarto, se sentou na beira da cama. As mãos tremiam. A imagem não saía da cabeça. E o pior: ela estava molhada.
Nos dias seguintes ela não conseguiu se desligar daquilo. Sempre que Marcos saía, Sofia encontrava um jeito de ficar em casa. Escondida no corredor ou no alto da escada, passou a observar os encontros. Viu a mãe de quatro no sofá, no chão da sala, uma vez até encostada na mesa da cozinha. Carlos entrava fundo e Riviane gemia baixo. No final ele sempre gozava na boca ou no rosto dela. A mãe engolia tudo e, mais de uma vez, ainda lambeu o chão, repetindo:
— É gostoso demais… não pode desperdiçar.
Cada vez que via, Sofia sentia o mesmo conflito: nojo, curiosidade e um calor que não conseguia controlar. Às noites ela ficava acordada pensando no tamanho daquilo, no jeito que a mãe engolia sem recuar, no volume absurdo que escorria.
Foi então que começou a mandar mensagens.
“Oi Carlos, tudo bem?
É a Sofia.
Você tem um tempo? Preciso de um favor.”
Ele respondeu rápido.
“Pode falar.”
“Tô sem grana pro Uber e pro material da faculdade. Meu pai não liberou esse mês. Você poderia me emprestar uns 80 no Pix?”
Cinco minutos depois o dinheiro caiu. Ela nunca devolveu.
Dois dias depois pediu 120. Carlos mandou.
Na semana seguinte pediu 200. Antes de transferir, ele avisou:
“Sofia, sua conta está ficando alta. Você vai ter como pagar?”
Ela sabia que o valor não fazia diferença. Carlos trabalhava home office e ganhava muito bem. Mesmo assim respondeu:
“Vou sim. Te devolvo no final do mês.”
O Pix caiu. Mais uma vez ela não pagou.
Além do dinheiro, passou a pedir carona.
“Carlos, hoje a aula termina mais cedo.
Você pode me pegar na faculdade?”
Ele foi. Na primeira vez só a deixou em casa. Na segunda conversaram um pouco. Na terceira ela já mandava o horário sem pedir desculpa. Cada vez que entrava no carro dele, o cheiro e a presença próxima faziam o estômago dela revirar de um jeito estranho.
Uma tarde, depois de ver a mãe e Carlos no quintal — ela de quatro no gramado, ele metendo fundo —, Sofia ficou parada atrás da janela por um tempo longo demais. O corpo esquentou. Quando eles terminaram, ela ainda ficou ali, respirando fundo, tentando entender por que tinha gostado de ver.
Naquela mesma noite mandou mensagem.
“Carlos…
Preciso de um valor maiorÉ emprestado.
Quero ir ao shopping comprar umas roupas.”
A resposta demorou.
“Três mil?
Pra roupa?
Tem certeza?”
“Tenho. Te devolvo. Pode ser?”
Ele questionou mais um pouco. Sofia insistiu, mas dessa vez demorou alguns minutos para apertar o envio. Minutos depois o Pix de 3000 caiu.
Ela olhou o valor na tela e sentiu o mesmo calor de quando espiava. Guardou o celular e ficou deitada olhando o teto por um bom tempo, sem conseguir dormir direito.
Mais tarde voltou a puxar assunto.
“Obrigada pelo Pix.
Sabe… em casa todo mundo ainda me trata como criança.
Minha mãe, meu pai, até meu irmão.
Ficam me vigiando… como se eu não tivesse dezoito anos.”
Carlos perguntou como ela se sentia. Sofia falou da falta de liberdade, disse que às vezes se sentia presa. A conversa fluiu mais lenta, com pausas.
No final ela pediu:
“Amanhã você pode me buscar na faculdade de novo?”
Ele aceitou.
No dia seguinte, no caminho de volta, Carlos dirigia em silêncio. Depois falou baixo:
— Sofia… e o meu pagamento?
Sofia apontou a próxima rua. A voz saiu um pouco falha.
— Entra aí.
Carlos obedeceu. Depois outra. E mais uma. Até o carro entrar num descampado completamente escuro.
Ele estacionou e olhou para ela.
— Como você conhece esse lugar?
Sofia sorriu de lado, mas as mãos estavam levemente trêmulas sobre as coxas.
— Não tenho como pagar.
Ficaram se olhando. O ar ficou pesado. Ela engoliu seco antes de continuar.
— Faz uns meses que eu vejo você comendo minha mãe. Mas eu não vou falar nada. Ela precisa relaxar… e meu pai é uma mosca morta.
Já vi você mandando Pix altíssimos pra ela também.
Sofia fez uma pausa, olhou pela janela e depois de volta para ele. A voz saiu mais baixa:
— Se você quiser… eu posso… mamar você pra pagar.
A propósito… você tem um pauzão da porra. E eu tô curiosa. Mas também tô nervosa pra caralho com isso.
Carlos ficou em silêncio alguns segundos.
— Você tem certeza do que está falando?
Sofia hesitou de verdade dessa vez. Olhou para as próprias mãos, depois para o colo dele, depois para o rosto dele.
— Eu não pediria se não quisesse. Já vi o bastante. Vi ela engolindo, vi ela pedindo mais. E vi o tamanho. Fiquei curiosa… e um pouco confusa também. Às vezes acho que tô doida por estar aqui.
Carlos apoiou o cotovelo na janela.
— E se eu aceitar… você entende que não tem volta, né?
— Eu sei.
Ela se virou no banco, mas os ombros estavam tensos.
— Você manda Pix pra minha mãe, come ela onde der. Eu só tô oferecendo a mesma coisa… só que pela boca. E pra quitar a dívida.
Carlos soltou o ar pelo nariz.
— Você é bem direta. Mesmo nervosa.
— Aprendi observando.
Ele ficou quieto mais um pouco. Depois falou:
— Tira o cinto.
Sofia obedeceu. Os dedos tremeram um pouco no fecho. Carlos desceu o zíper. O pau já estava semi-duro, grosso, pesado. Quando ele puxou para fora, Sofia abriu a boca sem perceber e deu uma risadinha curta, nervosa.
— Porra… — murmurou. — É ainda maior de perto.
Carlos segurou a base.
— Você pediu. Agora mostra o que você sabe fazer.
Sofia desceu o tronco. A mão envolveu o pau, os dedos nem se fechavam. Passou a língua pela cabeça, lenta, sentindo o gosto e o calor. A respiração dela estava irregular. Depois abriu a boca e engoliu só a glande, sugando com força.
Carlos soltou o ar e apoiou a mão na nuca dela, sem forçar.
— Isso… assim.
Sofia tentou descer mais, mas a cabeça grossa não passava. Engasgou e puxou o ar pelo nariz, os olhos marejando.
— Como é que minha mãe consegue? — perguntou, a voz rouca e um pouco falha. — Eu não consigo enfiar nem a cabeça toda…
— Ela praticou bastante.
Sofia voltou a chupar, concentrada na glande, lambendo a base enquanto masturbava o resto. As mãos ainda tremiam de leve. Depois de um tempo falou, sem tirar a boca completamente:
— Já chupei muito pau nesse descampado… mas nunca um desse tamanho.
Carlos observou em silêncio. Depois perguntou:
— E eu vou ter o privilégio de comer essa bucetinha também?
Sofia não respondeu na hora. Continuou sugando. Carlos deslizou a mão pela coxa dela, puxou o short e a calcinha para o lado e começou a passar o dedo devagar no cuzinho fechado.
— Quantos anos você tem mesmo, Sofia?
— Dezoito. Faço dezenove em quatro meses… quero presente.
Ele soltou uma risada baixa.
— Se beber todo o leitinho, ganha mais que presente.
Sofia fez uma careta, mas não se afastou.
— Eca…
Ficou quieta alguns segundos, olhando para o pau. Carlos notou a hesitação.
— O que foi?
Ela mordeu o lábio.
— Minha mãe sempre diz que é gostoso… Eu posso tentar.
Sofia abaixou a cabeça e deu só uma picadinha na glande, sugando de leve. Depois se afastou e falou, a voz mais baixa e um pouco embargada:
— Eu já tranzo, já chupo rola… mas o cuzinho ainda é virgem. E também nunca bebi porra.
Mas deixo meu namorado gozar na minha cara… só que não sai tanto.
Você cobre a cabeça da minha mãe de porra. Nunca vi isso.
Carlos passou a mão pelo cabelo dela.
— Sai do carro.
Sofia desceu. As pernas estavam um pouco moles. Carlos também saiu e parou na frente dela.
— Ajoelha.
Ela obedeceu. Os joelhos afundaram no mato seco. As mãos apoiaram nas coxas dele para se equilibrar.
— Tira a blusa. Não quero sujar.
Sofia puxou a blusa. O sutiã ficou marcado de suor.
— Fica mais fácil assim — murmurou, a voz falhando um pouco. — Minha mãe também fica nua, né? Eu vi.
Carlos encostou a cabeça do pau nos lábios dela.
— Agora saboreia. Tenta engolir.
Sofia abriu a boca e voltou a chupar a glande, mais concentrada, mas ainda com a respiração irregular. Depois de alguns minutos ele segurou a nuca dela.
— Abre a boca. Olha pra cima.
Ela obedeceu. Carlos começou a gozar.
O volume foi absurdo de novo. O primeiro jato atingiu a testa e escorreu. Os seguintes cobriram o nariz, a boca, os cabelos. O esperma era denso, quente, grudento. Em poucos segundos o rosto e o cabelo de Sofia estavam completamente cobertos. Parte caiu direto na língua.
Sofia ficou imóvel no começo, os olhos semicerrados. O gosto veio forte — salgado, um pouco doce, espesso. Diferente de tudo que ela tinha experimentado. O nojo subiu primeiro, depois veio uma curiosidade estranha e um calor que ela não esperava. Ela engoliu o que tinha na boca, hesitou alguns segundos com a boca ainda aberta, e engoliu de novo. O volume era tanto que escorria pelo queixo mesmo assim.
Quando terminou, ela passou os dedos pelo queixo, recolheu um pouco e levou à boca mais uma vez, mais devagar. Provou com atenção, o rosto ainda coberto.
— O sabor é bem peculiar… — falou, a voz rouca, ainda processando. — Você me deixa provar mais outro dia?
Carlos não respondeu. Sofia se levantou, vestiu a blusa com as mãos ainda um pouco trêmulas e os dois entraram no carro.
No caminho de volta ela falou baixo, ainda com o gosto na boca e a cabeça cheia:
— Minha mãe gosta de você por isso, né? Pauzão grandão e grosso… rsrsrs
Você realmente cobre ela inteira.
Eu achei que ia enjoar… mas engoli.
Ainda tô sentindo o gosto. E ainda tô tentando entender o que eu tô sentindo.
Carlos dirigia em silêncio.
Quando chegaram na frente da casa, ele estacionou alguns metros antes do portão. Antes de descer, Sofia tirou o pau dele novamente, chupou só a cabeça por alguns segundos dentro do carro — mais calma dessa vez — e depois guardou em silêncio.
— Até mais — disse ela.
Carlos olhou para ela uma última vez.
— Se quiser ver… vou comer o cuzinho da sua mãe às duas da manhã, lá atrás. Vou pular o muro.
Sofia parou com a mão na maçaneta. O coração acelerou. Depois deu um sorriso pequeno, quase sem mostrar os dentes.
— Vou deixar a janela do meu quarto entreaberta.
Fechou a porta e entrou em casa.
Às duas da manhã Sofia estava acordada. Pegou o binóculo e se posicionou na janela entreaberta. O quintal dos fundos estava escuro, mas a luz fraca da casa do vizinho iluminava o suficiente.
Viu Carlos pular o muro. Poucos minutos depois a mãe apareceu de robe. Se beijaram como dois apaixonados, a boca de Carlos cobrindo a dela com força enquanto a mão grande apertava e amassava a bunda de Riviane por baixo do tecido.
Riviane se ajoelhou e começou a mamar. Sofia acompanhou cada movimento. Carlos segurou a cabeça dela com as duas mãos e empurrou até o fundo. O pau inteiro desapareceu na garganta. O pescoço inchou, as lágrimas escorreram, mas Riviane não recuou. Carlos gozou assim, fundo. A mãe engoliu tudo.
Assim que terminou, ele puxou Riviane para cima, tirou o robe de uma vez e a virou de costas contra o muro. Separou as nádegas e enfiou o pau no cu dela de uma vez, com violência. O barulho das estocadas ecoava alto o suficiente para Sofia ouvir: pele batendo em pele, gemidos abafados, o som úmido e pesado. Carlos metia sem piedade, segurando a cintura dela com força.
Depois de vários minutos ele puxou o pau, virou Riviane de novo e enfiou na garganta dela pela segunda vez. Gozoou mais uma carga absurda, fundo. A mãe engoliu tudo de novo.
Os dois se beijaram demoradamente. Riviane pegou o robe, se cobriu e entrou em casa pela porta dos fundos.
Carlos ficou sozinho no quintal por alguns segundos. Levantou a cabeça, olhou direto para a janela do quarto de Sofia e apontou para ela. Depois apontou para o próprio pau ainda semi-duro e fez um gesto claro de “depois”.
Sofia abaixou o binóculo devagar. O coração batia forte. A mão já estava dentro do short, a calcinha encharcada. Enquanto ainda via a imagem da mãe engolindo até o talo e depois levando no cu contra o muro, ela se masturbou até gozar em silêncio, as pernas trêmulas, a mente dividida entre o nojo residual, a excitação e uma curiosidade cada vez mais difícil de ignorar.