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Duas Namoradas, Um Punhado de Tesão: A Primeira Vez com um Casal de Mulheres

Um conto erótico de Casal Apimentados
Categoria: Grupal
Contém 1582 palavras
Data: 27/09/2026 01:30:29

Duas Namoradas

A gente já tinha saído com casal homem e mulher dezenas de vezes nesses anos.

Nunca tinha saído com duas mulheres namorando de verdade, sem nenhum homem no meio da relação delas.

Foi diferente de tudo, e foi bom de um jeito que eu não esperava.

Prazer, somos o Casal Apimentados. Quem escreve sou eu, a Lúcia. Nomes fictícios, por motivos que qualquer casal liberal entende.

Eu: 1,72 de altura, loira natural, olhos verdes, seios fartos e umas coxas grossas que o meu marido elogia há vinte e três anos. Quarenta e três anos.

Ele, Jorge: negro, 1,85, corpo forte sem ser musculoso, mesma idade que eu.

A gente encontrou o perfil delas no D4 Swing, meio por acaso, rolando o feed numa noite qualquer de domingo.

Um perfil de casal, só que as duas fotos eram de mulheres, de mãos dadas, com uma descrição bem direta: namoradas há três anos, curiosas por homem de vez em quando, buscando casal ou homem sozinho pra conhecer com calma.

Fiquei olhando aquele perfil um tempo bom antes de mostrar pro Jorge.

Não era a primeira vez que a gente via perfil de casal de mulheres no site, mas tinha alguma coisa naquelas fotos, no jeito que elas escreveram a descrição, que me chamou atenção de verdade.

— Jorge, olha isso.

Ele olhou, ficou em silêncio um segundo, e depois sorriu.

— Interessante.

— A gente nunca saiu com um casal assim.

— Nunca.

Mandei mensagem, apresentando a gente do jeito que sempre apresenta, contando um pouco da nossa história, sem pressa nenhuma, sem nenhuma expectativa além de conhecer melhor.

A resposta veio rápido, animada, de uma das duas, que se apresentou como Bianca.

Conversamos por quase duas semanas, trocando mensagem quase todo dia, aquele processo de conhecer aos poucos que a gente sempre faz antes de qualquer encontro de verdade.

A Bianca contou que ela e a namorada, a Yuki, estavam juntas havia três anos, moravam juntas, e que a curiosidade por homem tinha surgido devagar, ao longo do relacionamento, sem nenhuma pressa de resolver aquilo rápido.

— A gente sempre foi curiosa, mas nunca achou o casal certo — ela escreveu. — A maioria só quer separar a gente, ou só quer homem com homem também, o que não é o nosso interesse.

Marcamos um encontro num bar tranquilo, só pra se conhecer pessoalmente antes de qualquer coisa.

Chegamos primeiro, e elas apareceram uns dez minutos depois, de mãos dadas, rindo de alguma coisa que uma tinha falado pra outra.

A Bianca era como nas fotos, morena, cabelo cacheado até os ombros, uns trinta e dois anos, um jeito espontâneo de falar que enchia qualquer silêncio. A Yuki era mais quieta, descendente de japonês, cabelo liso e escuro, uns vinte e nove anos, com um sorriso discreto que só aparecia de verdade quando ela relaxava de vez.

A conversa fluiu fácil desde o início. Falamos de trabalho, de viagem, de como cada casal tinha chegado até aquele mundo, cada um com a própria história.

E foi bonito ver a forma como elas se tratavam, aquele cuidado mútuo de quem já construiu confiança de verdade, a Yuki completando frase da Bianca, a Bianca ajeitando o cabelo da Yuki de leve sem nem perceber que estava fazendo aquilo.

— Vocês formam um casal lindo — eu comentei, em algum momento.

— Vocês também — a Bianca respondeu, sorrindo, olhando pro Jorge com uma curiosidade que ela não escondia.

Depois de umas duas horas de bar, com o clima já leve e confiante, foi a Yuki quem, surpreendentemente, tomou a iniciativa de perguntar:

— Vocês topariam continuar isso em algum lugar mais tranquilo?

O Jorge olhou pra mim. Eu olhei pra ele.

— Topamos.

Fomos pro apartamento delas, um lugar pequeno mas cheio de personalidade, plantas em todo canto, quadro colorido na parede, uma estante lotada de livro.

A Bianca abriu a garrafa de vinho, colocou música baixinha, e a gente ficou na sala mais um tempo, mas o clima já estava saturado de tesão. Quando a Bianca se aproximou de mim e me beijou, não foi um beijo de "estudo". Foi um beijo de quem sabe onde dói e onde dá prazer. Ela me puxou pelo cabelo, forçando minha boca contra a dela, enquanto sua mão descia com urgência para apertar minha buceta por cima da roupa.

— Você é gostosa demais, Lúcia... que vontade de te comer inteira — ela sussurrou, a voz carregada de luxúria.

Ela me levou para o quarto e, assim que a porta fechou, a civilidade acabou. A Bianca me despiu com uma segurança visceral, arrancando minha calcinha e me jogando na cama. Ela não perdeu tempo: ajoelhou entre minhas pernas e mergulhou o rosto na minha vulva.

A técnica dela era pornográfica. A língua da Bianca trabalhava com uma precisão cirúrgica, sugando meu clitóris com uma força que me fez arquear as costas e soltar palavrões. Ela me comeu com uma fome animal, alternando entre lambidas longas e sucções profundas, enquanto seus dedos entravam e saíam da minha buceta molhada, me fazendo gozar em espasmos violentos. Eu gritava, sentindo aquele prazer absurdamente feminino me levar ao limite.

Enquanto isso, a Yuki, instigada pelo clima, se entregou ao Jorge. Ela estava tímida, mas o pau do Jorge, duro como pedra, era um convite impossível de ignorar. O Jorge, com toda a sua potência, começou a guiar a Yuki. Ele a colocou de joelhos e deixou que ela explorasse seu membro. A Yuki começou devagar, mas logo a curiosidade virou voracidade. Ela começou a chupar o Jorge com vontade, engolindo o máximo que conseguia, fazendo aqueles barulhos de sucção que ecoavam pelo quarto e me deixavam ainda mais louca.

A cena escalou para a orgia total. O Jorge se juntou a nós na cama. Enquanto a Bianca continuava a me lamber com dedicação, o Jorge se posicionou atrás de mim. Ele me pegou pelos quadris, empinando minha bunda, e me atravessou com uma estocada bruta e profunda.

— Puta que pariu, Jorge! — eu gritei, sentindo o preenchimento total da minha buceta sem camisinha, do jeito que a gente ama.

Nesse momento, a Yuki, já completamente solta e excitada, se aproximou. Ela queria sentir o que a Bianca sentia. O Jorge, com sua força, a puxou para perto. A Yuki se posicionou à frente de mim, e eu a recebi com a boca. Eu comecei a lamber a buceta da Yuki com vontade, sentindo o gosto da inexperiência dela se transformando em puro tesão.

A depravação atingiu o pico quando decidimos ir além. O Jorge continuava me fodendo por trás, enquanto a Bianca, com um olhar malicioso, pegou um vibrador potente e o posicionou no clitóris da Yuki, que estava deitada de lado. Mas não parou por aí. O Jorge, num movimento coordenado, pediu para a Bianca se posicionar.

A Bianca, que já estava no auge do tesão, sentou no rosto da Yuki, enquanto o Jorge me virava de costas novamente. Ele manteve a penetração na minha buceta, e a Bianca, com a ajuda de um dildo grosso e protegido por camisinha, começou a penetrar a Yuki por trás. Era uma imagem de luxúria absoluta: eu sendo fodida pelo Jorge, a Bianca fodendo a Yuki, e todas nós trocando beijos e carícias.

O clímax foi devastador. O Jorge, sentindo que ia explodir, me apertou com força contra o colchão e gozou profundamente dentro de mim, inundando minha buceta com jatos de porra quente. A Bianca, vendo a cena e sentindo o orgasmo da Yuki, também atingiu o limite e gozou violentamente sobre o corpo da namorada.

Para fechar a noite com chave de ouro, o Jorge se levantou e, com a Yuki e a Bianca nos seus pés, borrifou sêmen nos seios fartos da Bianca e no rosto da Yuki, que riam e limpavam a porra com as mãos, sentindo-se completas e libertadas.

Perto das quatro da manhã, os quatro já estavam naquela cama, embolados, rindo de vez em quando de algum comentário besta, aproveitando aquela mistura gostosa de novidade com uma leveza que só encontro bom proporciona.

O Jorge me achou com o olho no meio de tudo aquilo, como sempre acha, e sorriu.

Fiquei mais um tempo com a Bianca, e depois foi a vez da Yuki se aproximar de mim, mais tímida ainda, mas curiosa, e eu fui com calma, sentindo aquela mesma responsabilidade gostosa de guiar alguém que estava explorando território novo.

Ela me beijou devagar, e eu deixei ela tomar o tempo que precisasse, sem nenhuma pressa da minha parte.

Saímos de lá quase sete da manhã, com aquela sensação boa de ter conhecido gente genuína, sem nenhum peso estranho pairando no ar.

No carro, na volta pra casa, o Jorge comentou, ainda sorrindo:

— Foi diferente.

— Foi. Diferente e bom.

— A gente devia sair mais com casal assim.

— Devia.

A gente ainda sai com a Bianca e a Yuki de vez em quando, sempre com aquela mesma leveza da primeira noite, e sempre que o assunto de casal de mulheres aparece nos grupos que a gente frequenta, o Jorge me olha de canto, sorrindo, lembrando daquele domingo qualquer que virou uma das noites mais bonitas que a gente já viveu.

Se você chegou até aqui, obrigada por ler. A gente escreve essas histórias do jeito que elas aconteceram, sem inventar muito, e é sempre bom saber que tem gente do outro lado. Se curtiu, segue a gente, deixa um comentário contando o que achou e dá uma olhada nos nossos outros contos, tem bastante coisa por lá.

Casal Apimentados

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Foto de perfil de Apimentados Apimentados Contos: 50Seguidores: 35Seguindo: 0Mensagem Casal de São Paulo que adora novas amizades 🌶️

Comentários

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Parabéns mais uma vez ..

Vcs são sem limites e cada vez mais tesão por vcs ..

O importante e descobrir cada vez mais as sensações e desejos sem limites .. segundouuu

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Mais um delicioso relato que deixa a gente flutuando no embalo do desejo e do tesão. Deve ter sido marcante de fato!

Bj

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