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A esposa puta e os mendigos - Parte 4

Um conto erótico de Larissa de Astorga
Categoria: Heterossexual
Contém 1175 palavras
Data: 26/09/2026 15:10:58

Depois de 2 dias, eu só pensava em como aqueles mendigos negros tinham me feito tão feliz, e que realmelte eles tinham me fodido bem. Eu gostei de dar para 2 negões ao mesmo tempo, mas me deu um certo remorso do fato de meu amante original, o Joel, não ter participado da foda. O telefone tocou:

- Alô! Querida, eu preciso fazer uma viagem de emergência, por causa de um problema aqui da empresa. Até daqui uma semana!

-Certo, querido! Boa viagem!

Deixei minha filha na minha melhor amiga, e me dirigi para o viaduto onde eu fodido com os 3 negros. Cheguei lá, e eles não estavam, mas tinha um negrinho, feio pra disgraça, que já colocou a mão dentro da calça ao me ver, com certeza para se masturbar, já que eu estava... praticamente só de langerie, com um camisão transparente por cima.

- Com liçença, senhor! Eu posso perguntar uma coisa? Você conhece três mendigos que dormem embaixo dessa ponte?

- Hum, quem é você?

- Sou amante deles.

- O quê? Pensei que você era um anjo, que caiu do céu. O que está fazendo com aqueles desocupados?

- Desculpe, senhor! Eu não tenho muito tempo para conversa. Você não viu os meus amantes? Sabe onde eles estão? Preciso muito de cacetes negros... urgente.

- Eu tenho um aqui... - voltou a pôr a mão dentro da calça - peraí, você é a vadia branquela que o Joel falou. E também o velho Jack, que anda contando vantagem por aí. É você mesmo?

- A puta deles? Sim, sou eu. Por favor, me diga onde eles estão!

O pobre desgraçado sacou a pica, até mais ou menos bonita, dado o meu estado, e disse:

- Primeiro dá um trato aqui. Depois eu digo.

Fiquei assustada!... quase em pânico.

- O quê? Está falando sério?

- Sim. Eles disseram que a senhora não problemas com pretos sujos como eu, e que anda até lambendo cu por aí.

- Nossa! Eles falaram até os detalhes?

- Sim. A favela até até pensando em marcar uma festinha com a senhora...

Mandei um tapão na cara dele. Não reagiu, e virou o outro lado. Achei sexy e bati de novo. Depois, me subiu o tesão e ajoelhei:

- O Senhor Jack não estava mentindo - peguei na pica - Vamos ver o que temos aqui.

Esfreguei no nariz:

- Nossa, querido! O seu pinto fede pra desgraça!

Sem avisar, o mendigo negro enlaçou a minha nuca, e enfiou o caralho até bater na minha úvula. E depois, começou um movimento de vai-e-vem, que eu até adimiti que leva jeito pra coisa.

- Oh, porra! Que boca gostosa você tem. Já faz tempo que não me chupam.

Comecei a masturbar a buceta, e ele carcou de vez a rola, agora duríssima, na minha garganta, dizendo:

- Merda! Não consigo segurar mais. Caralho!

Deu um gemido mais alto ainda, e foi quando eu senti brotar o líquido viscoso.

- Glof! - me pegou desprevenida, e ele continuou os movimentos, ainda apertando a minha cabeça.

O mendigo esguichou muita porra na minha garganta, que eu engoli tudo que pude. Quando me largou, dei umas tossidas e falei:

- Agora acredita em mim?

- Sim. Você é uma diaba excelente! Qual o seu nome?

- Andreia, querido! A seu dispôr.

- Bonito nome! Agora quero comer a tua buceta.

- Claro, querido! Deixa eu reanimar ele pra você.

Dei umas lambidas no saco preto e sujo, e depois voltei no cacete, que já estava espumando de tesão. Empurrei para o colchãozinho, quando caí sentada sobre ele. E enquanto encaixava a perva, falei nos ouvidos dele:

- Desculpe ter batido no seu rosto!

- Não foi nada! - disse e começou a lamber o meu rosto, a boca e tudo mais.

Me empolguei e comecei a beijá-lo, e a sugar sua língua. Não demorou, e o desocupado jorrou mais porra, desta vez na minha buça. Levantei, e anunciei:

- Perfeito! Da próxima vez quero, que talvez, você possa enfiar esse cacete no meu rabo!

- Pode deixar, gata! Mal posso esperar para comer o seu cu... - nem podia falar direito, extasiado - Não sei onde os outros estão, mas o velho Jack voltou para o barraco.

- Aquele em que eu dei para o Joel na primeira vez?... Obrigado, querido! - e deixei ele estatelado no colchão sujo, parecendo que tinha recebida a visita de uma deusa.

**********

Duas horas depois, peguei o mendigo velho, e me dirigi a um motel. Ele quis pedir comida, e comeu primeiro, dizendo:

- A comida estava ótima! - e olhando para o degote da minha blusa: - Nossa! Da outra vez, eu não vi direito... como você é linda!

- Isso é um pedido de casamento?... o senhor gosta de sobremesa? - e fiquei arcada.

Em segundos, Senhor Jack me afastou a tirinha da langerie, me acariciou a bunda, e já preparou a currada. Foi enfiando aquela tora imensa no meu rabo, que eu senti penetrando e queimando todo o meu reto, até eu ficar toda empinadinha, com uma perna sobre a mesa de vidro do motel.

Depois, saímos daquela posição, e eu deitei de ladinho na cama. Ele veio, e a começão de cu me continuação.

- Ai, mete gostoso, querido, que eu te amo cada vez mais.

Ele me dava beijinho no pescoço - estava mais carinhoso do que antes - e continuava me fodendo o rabo.

Por falar em rabo, ele merecia: Fiz ele ficar arcado na cama, e apreciando as bolas por trás, fui comentando:

- Que merda é essa, que o senhor anda dizendo, Senhor Jack, que eu sou viciada em chupar um cu?

- E não é vardade!

- Só cu de negão! - e enfiei a língua.

Girei, soquei e revolvi a língua naquele cu, já gozando de novo só de fazer isso. A rola, que tava numa das minhas mãos, não demorou muito a ficar dura novamente, enquanto o tiozinho de 52 anos comentava!

- Caralho! Essa vadia é mesmo louca! Acho que estou apaixonado! - e virou de frente, praticamente fugindo da minha língua nas pregas do seu cu.

Segurei, a rola, já com a cabeça perto das bolas, e falei:

- Huuum! Esse papo foi ótimo! Mas não acha perigoso estar apaixonado por uma mulher de empresário forte?

Ele não respondi, e apenas tremia na minha mão.

- Diga à favela que eu aceito!

- Aceita o quê?

- A festinha! - olhei para a vara, cuja largura dos meus 4 dedos não tava um terço dela - Huum, vou meter tudo isso na minha garganta.

- Não! Não faz isso...

E enterrei até o talo. Meu queixo encostou nas bolas, senti os pelos do púbis no meu nariz, e Seu Jack tremendo todo. Retirei e interrei novamente,... e de novo, ... e outra vez. A gozada foi formidável, e eu mamei como uma bezerrinha.

Depois de se recuperar, ele falou:

- O negócio da favela é mentira.

- Que pena!

- Mas estou devendo para os agiotas, e eles são fissurados por uma carnezinha branca.

- Interessante!... Eles são negões?

- Bem pretos! E roludos também!

- Ok. Quantos são?

- Quatro!

Meu coração disparou,... mas só um pouquinho. Nada em comparação com o assanhamento da rachadinha. Meu cu também ficou em festa. Porém, era hora de eu pegar a minha filhinha na casa da minha amiga.

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