Depois de 2 dias, eu só pensava em como aqueles mendigos negros tinham me feito tão feliz, e que realmelte eles tinham me fodido bem. Eu gostei de dar para 2 negões ao mesmo tempo, mas me deu um certo remorso do fato de meu amante original, o Joel, não ter participado da foda. O telefone tocou:
- Alô! Querida, eu preciso fazer uma viagem de emergência, por causa de um problema aqui da empresa. Até daqui uma semana!
-Certo, querido! Boa viagem!
Deixei minha filha na minha melhor amiga, e me dirigi para o viaduto onde eu fodido com os 3 negros. Cheguei lá, e eles não estavam, mas tinha um negrinho, feio pra disgraça, que já colocou a mão dentro da calça ao me ver, com certeza para se masturbar, já que eu estava... praticamente só de langerie, com um camisão transparente por cima.
- Com liçença, senhor! Eu posso perguntar uma coisa? Você conhece três mendigos que dormem embaixo dessa ponte?
- Hum, quem é você?
- Sou amante deles.
- O quê? Pensei que você era um anjo, que caiu do céu. O que está fazendo com aqueles desocupados?
- Desculpe, senhor! Eu não tenho muito tempo para conversa. Você não viu os meus amantes? Sabe onde eles estão? Preciso muito de cacetes negros... urgente.
- Eu tenho um aqui... - voltou a pôr a mão dentro da calça - peraí, você é a vadia branquela que o Joel falou. E também o velho Jack, que anda contando vantagem por aí. É você mesmo?
- A puta deles? Sim, sou eu. Por favor, me diga onde eles estão!
O pobre desgraçado sacou a pica, até mais ou menos bonita, dado o meu estado, e disse:
- Primeiro dá um trato aqui. Depois eu digo.
Fiquei assustada!... quase em pânico.
- O quê? Está falando sério?
- Sim. Eles disseram que a senhora não problemas com pretos sujos como eu, e que anda até lambendo cu por aí.
- Nossa! Eles falaram até os detalhes?
- Sim. A favela até até pensando em marcar uma festinha com a senhora...
Mandei um tapão na cara dele. Não reagiu, e virou o outro lado. Achei sexy e bati de novo. Depois, me subiu o tesão e ajoelhei:
- O Senhor Jack não estava mentindo - peguei na pica - Vamos ver o que temos aqui.
Esfreguei no nariz:
- Nossa, querido! O seu pinto fede pra desgraça!
Sem avisar, o mendigo negro enlaçou a minha nuca, e enfiou o caralho até bater na minha úvula. E depois, começou um movimento de vai-e-vem, que eu até adimiti que leva jeito pra coisa.
- Oh, porra! Que boca gostosa você tem. Já faz tempo que não me chupam.
Comecei a masturbar a buceta, e ele carcou de vez a rola, agora duríssima, na minha garganta, dizendo:
- Merda! Não consigo segurar mais. Caralho!
Deu um gemido mais alto ainda, e foi quando eu senti brotar o líquido viscoso.
- Glof! - me pegou desprevenida, e ele continuou os movimentos, ainda apertando a minha cabeça.
O mendigo esguichou muita porra na minha garganta, que eu engoli tudo que pude. Quando me largou, dei umas tossidas e falei:
- Agora acredita em mim?
- Sim. Você é uma diaba excelente! Qual o seu nome?
- Andreia, querido! A seu dispôr.
- Bonito nome! Agora quero comer a tua buceta.
- Claro, querido! Deixa eu reanimar ele pra você.
Dei umas lambidas no saco preto e sujo, e depois voltei no cacete, que já estava espumando de tesão. Empurrei para o colchãozinho, quando caí sentada sobre ele. E enquanto encaixava a perva, falei nos ouvidos dele:
- Desculpe ter batido no seu rosto!
- Não foi nada! - disse e começou a lamber o meu rosto, a boca e tudo mais.
Me empolguei e comecei a beijá-lo, e a sugar sua língua. Não demorou, e o desocupado jorrou mais porra, desta vez na minha buça. Levantei, e anunciei:
- Perfeito! Da próxima vez quero, que talvez, você possa enfiar esse cacete no meu rabo!
- Pode deixar, gata! Mal posso esperar para comer o seu cu... - nem podia falar direito, extasiado - Não sei onde os outros estão, mas o velho Jack voltou para o barraco.
- Aquele em que eu dei para o Joel na primeira vez?... Obrigado, querido! - e deixei ele estatelado no colchão sujo, parecendo que tinha recebida a visita de uma deusa.
**********
Duas horas depois, peguei o mendigo velho, e me dirigi a um motel. Ele quis pedir comida, e comeu primeiro, dizendo:
- A comida estava ótima! - e olhando para o degote da minha blusa: - Nossa! Da outra vez, eu não vi direito... como você é linda!
- Isso é um pedido de casamento?... o senhor gosta de sobremesa? - e fiquei arcada.
Em segundos, Senhor Jack me afastou a tirinha da langerie, me acariciou a bunda, e já preparou a currada. Foi enfiando aquela tora imensa no meu rabo, que eu senti penetrando e queimando todo o meu reto, até eu ficar toda empinadinha, com uma perna sobre a mesa de vidro do motel.
Depois, saímos daquela posição, e eu deitei de ladinho na cama. Ele veio, e a começão de cu me continuação.
- Ai, mete gostoso, querido, que eu te amo cada vez mais.
Ele me dava beijinho no pescoço - estava mais carinhoso do que antes - e continuava me fodendo o rabo.
Por falar em rabo, ele merecia: Fiz ele ficar arcado na cama, e apreciando as bolas por trás, fui comentando:
- Que merda é essa, que o senhor anda dizendo, Senhor Jack, que eu sou viciada em chupar um cu?
- E não é vardade!
- Só cu de negão! - e enfiei a língua.
Girei, soquei e revolvi a língua naquele cu, já gozando de novo só de fazer isso. A rola, que tava numa das minhas mãos, não demorou muito a ficar dura novamente, enquanto o tiozinho de 52 anos comentava!
- Caralho! Essa vadia é mesmo louca! Acho que estou apaixonado! - e virou de frente, praticamente fugindo da minha língua nas pregas do seu cu.
Segurei, a rola, já com a cabeça perto das bolas, e falei:
- Huuum! Esse papo foi ótimo! Mas não acha perigoso estar apaixonado por uma mulher de empresário forte?
Ele não respondi, e apenas tremia na minha mão.
- Diga à favela que eu aceito!
- Aceita o quê?
- A festinha! - olhei para a vara, cuja largura dos meus 4 dedos não tava um terço dela - Huum, vou meter tudo isso na minha garganta.
- Não! Não faz isso...
E enterrei até o talo. Meu queixo encostou nas bolas, senti os pelos do púbis no meu nariz, e Seu Jack tremendo todo. Retirei e interrei novamente,... e de novo, ... e outra vez. A gozada foi formidável, e eu mamei como uma bezerrinha.
Depois de se recuperar, ele falou:
- O negócio da favela é mentira.
- Que pena!
- Mas estou devendo para os agiotas, e eles são fissurados por uma carnezinha branca.
- Interessante!... Eles são negões?
- Bem pretos! E roludos também!
- Ok. Quantos são?
- Quatro!
Meu coração disparou,... mas só um pouquinho. Nada em comparação com o assanhamento da rachadinha. Meu cu também ficou em festa. Porém, era hora de eu pegar a minha filhinha na casa da minha amiga.
