O meu namoro com a Camila tinha chegado ao fim e da pior maneira possível. Depois que fodi com o seu irmão, Luís, no batizado do seu sobrinho, nós ficamos completamente viciados um no outro. O cara é tão macho que eu não conseguia lhe resistir, e o cara estava louco pelo meu pau; queria que eu o comesse a toda hora e, claro, o pior aconteceu: numa das vezes fomos descuidados e a esposa dele nos apanhou com a minha piroca toda atolada no cu do seu marido. Foi um escândalo naquela família. Ficaram todos furiosos, principalmente comigo, mas o Luís era bem mais safado do que eu. Enfim, eu desapareci da vida deles, foi melhor assim, mas, pelo que sei, o Luís e a esposa estão tentando salvar o casamento; mas aquele gostosão, que adora um pau, não vai ter jeito. A verdade é que ele nunca mais me procurou e eu fiquei quieto no meu canto.
Mas a vida segue e eu continuei com as minhas safadezas. Pois bem, a história que vou contar aconteceu quando a minha prima Joana foi apresentar o seu marido à família. Ela sempre foi a rebelde da família e, claro, casou-se sem dizer nada a ninguém, decidindo aparecer com o novo marido num jantar em família. Foi um choque para os mais velhos e uma grande diversão para nós, os mais novos. Para piorar a situação, o rapaz era um verdadeiro palerma; a única vantagem era ser muito bonito e muito gostoso, nada mais.
O cara era americano e não sabia falar português, e só nós, os mais novos, sabíamos falar inglês. No início foi difícil para ele; ele não trabalhava e não tinha amigos por cá. A minha prima forçava para que estivéssemos com ele e nos tornássemos amigos do seu novo marido, mas, como era de esperar, ninguém tinha paciência para aturar o cara; ele era mesmo um idiota e até a minha prima, ao fim de um mês, já estava farta dele; estava sempre a despachá-lo e saía sozinha sempre que possível e tentava deixar o marido com alguém da família. É claro que houve um dia, quando eu não tinha nada para fazer, que ele ficou comigo. O cara veio passar a tarde na minha casa, mas eu não sabia o que conversar com ele, por isso resolvi colocar um filme que ele me disse que gostava de ver; assim ele ficava calado e não me chateava.
Estávamos a ver o filme quando, do nada, ele diz:
— Tu és um viado, Paulo.
— O quê? — fiquei aparvalhado com aquela afirmação vinda do nada.
— Tu és um viado, cara, eu sei.
— O que eu sou ou deixo de ser não te diz respeito.
— Qual é o problema de seres viado? Não precisas de ficar assim todo irritadinho.
— Qual é o teu problema, cara? Parece que tens o dom de irritar as pessoas.
— Eu sei que irrito todo mundo, eu faço de propósito, eu gosto, mas o que importa aqui é que tu és viado e, cara, desde que te vi a brincar com isto na casa dos avôs da Camila — e mostrou-me o meu dildo; fiquei vermelho —, não te consigo tirar da cabeça.
— Caralho, onde foste encontrar isso, cara?
— Foi logo no dia em que a Camila me apresentou à tua família; enganei-me e entrei no teu banheiro sem querer, e reparei que estavas no banho a divertir-te muito com isto — a atitude dele tinha mudado, estava mais normal.
Porra, eu não dava o cu há algum tempo, e tinha comprado um dildo para matar aquela coceirinha no meu cu, devo ter esquecido de trancar a porta do banheiro na casa dos meus avós e aquele sacana me apanhou, e, pensando bem, naquele dia quando tentei encontrar o dildo para guardá-lo, ele tinha desaparecido do meu quarto.
— Pronto, sou viado, qual é o problema?
— Qual é o problema? Cara, eu vi-te a ter um orgasmo incrível com esse consolo aqui; desde aquele dia, não me sais da cabeça. Só desejava estar ali eu a foder-te. — E, dito isto, começou a passar a mão na minha perna, subindo em direção ao meu pau.
— Cara, não faças isso, olha que eu não sou de ferro.
— Mas é exatamente isso que eu quero. — O sacana apertou o meu pau que já estava bem duro dentro das minhas calças. — Desde que te vi, não penso em outra coisa, Paulo.
Puta que pariu, começamos a nos beijar. A gente se comia naquele beijo, estávamos cheios de tesão um pelo outro e fomos logo tirando a camisa um do outro, e comprovei que o meu novo priminho era mesmo muito gostoso
— Nossa, cara, tu és muito tesudo.
— Tu também.
Começamos a tirar as calças. Ele era uma delícia de homem, corpo lisinho, tudo definido, com abdominais perfeitos. Ficamos os dois só de cueca e voltamos a nos beijar, cheios de tesão; enquanto isso, ele já apertava a minha bunda. Não demorou muito para ele baixar um pouco a minha cueca e passar a sua mão firme nela.
— Nossa, que bunda, lisinha e tão durinha.
— Está doidinha para ser fodida, cara. Tu é gostoso demais, estou a arder...
— Ai, puta que pariu, vamos logo jogar o resto da roupa fora. Vou te arrebentar todo, seu gostosão.
O cara estava sendo uma surpresa. Ele sabia o que fazia, sabia exatamente onde tocar para me fazer arrepiar. Era totalmente diferente da imagem que ele tinha passado antes; era confiante e firme. Deixei ele me guiar. Foi ele quem tirou as nossas cuecas. Era um homem lindo, e tinha um pau bem grande, não tanto quanto o meu, mas bem grande também. E ele ficou impressionado com o meu:
— Caralho, tu és pirocudo, Paulo.
— Tu também.
— Não sei se é tanto, mas é grande o suficiente para causar um estrago nesse cuzinho. Acho que primeiro vou alargá-lo com este teu consolo. [Riso safado]
— Se quiseres, podes me foder já.
— Sempre tive desejo de explorar o cu de um cara desse jeito — e já estava com o meu consolo na mão.
— Tudo bem, desde que depois me fodas com essa tua piroca gostosa.
— Essa vai ser a melhor parte. Agora deita-te no sofá e afasta bem essas pernas, para eu poder analisar bem esse cuzinho.
Eu estava a gostar daquele jeito mandão dele, sem ser submisso, porque disso eu não gosto. Deitei-me no sofá, agarrei as minhas pernas pelas coxas e o cara logo cuspiu na mão e passou o cuspe no meu buraquinho.
— Que puta de cuzão, isto é mesmo um cu de macho.
— Nunca te esqueças disso, ou te encho de porrada.
— Fica tranquilo que eu sei muito bem cuidar de um cuzinho apertadinho como este — e comecei a sentir o meu consolo no meu reguinho. Ele estava esfregando para cima e para baixo, e como eu já não era fodido há mais de uma semana, estava com um tesão do caralho.
— Podes meter, cara.
— Tens cara de macho, mas do que gostas mesmo é disto — e forçou, e a cabeça do meu consolo entrou toda.
— Com calma, cara!
— Tu é que pediste... [riso safado]
Ele continuou a empurrar até o consolo estar todo dentro. Eu fazia caretas, mas aquilo era bom demais.
— Está todo dentro.
— Estou sentindo — ele começou a foder.
— Mas não é disto que tu precisas...
— Pois não... [Riso malandro].
O cara realmente sabia como me foder. Ele tirou o consolo do meu cu, agarrou-me com firmeza e me posicionou como quis. Fiquei debruçado numa cadeira, no meio da sala, com a bunda na altura do pau dele.
— Agora tu vais ter o que tanto desejas — disse ele, enquanto, com a mão, afastava as minhas nádegas e eu sentia o pau dele encostar na entrada do meu cu.
— Quero ver se isso não é só conversa.
— Hahaha, isso comigo não cola. Eu gosto do meu jeito e todos os viados adoram; tu não vai ser exceção. [Riso sacana]
E senti ele forçar um pouco e, então, zás! Empurrou o pau todo de uma vez só; até vi estrelas.
— Caralhoooo, cara! — berrei alto.
— Não sejas viado, o teu cu já estava acostumado com o consolo.
— Queria ver se fosse o teu cu que recebesse um pau inteiro de uma vez!
— Nossa, o meu cu? Isso nem é hipótese. O que tu precisas é disto.
Ele começou a me foder com tudo. Eu me agarrei à cadeira e comecei a aproveitar aquela foda; não era brincadeira, ele fodia muito bem.
— Aiiiiii, cara, hummmm.
— É gostoso o meu pau, né?
— Maravilhoso, hummm.
— Mas maravilhoso vai ser quando tu cavalgares nele.
— Aiiiiii, está tão bom assim... — e ele deu uma palmada forte no meu cu.
— Quero ver essa bunda peluda subir e descer nele. E vai ser agora.
Ele saiu de mim, eu levantei e ele sentou na poltrona em que eu estava debruçado. Era um homem lindo, loiro, corpo bronzeado pelo sol, com todos os pelos clarinhos, e estava com aquele seu pau bem teso esperando pelo meu rabo.
— Vem logo sentar essa bunda peluda na minha vara.
— Tu és foda, cara, sabias?
— Foda é esse teu cuzão, vem logo sentar, cara.
De costas para ele, encaixei aquela rola deliciosa no meu cuzinho e comecei a descer devagar.
— Hummmmm, isso, cara.
— Aii, porra, tu és bem grandão, hummmm.
— Vai, senta logo esse cu no meu pau.
— Não é assim não, cara, tu és pirocudo, é gostoso, mas tenho que descer com calma.
— A tua prima acha que és o maior garanhão da família. Eu adorava ver a cara dela a ver-te assim, sentado na minha vara.
O cara era mesmo um safado, estava a provocar-me, e eu não sou de ficar quieto.
— Ela contou-te por que acha que és o maior garanhão da família?
— Não, mas imagino.
— Não imaginas, não. Tu nem imaginas as vezes que a fodi, desde a adolescência até há pouco tempo. — Ele, todo fodido, deu uma descida e enterrou o pau no meu cu.
— Ai, porra! — gemi alto...
— É, mas tu adoras, é pau, não é, seu safado?
— Agora sou eu que digo: isso comigo não funciona. Adoro ser fodido, mas sou macho.
— Eu vou te mostrar quem é o macho aqui.
Sem tirar o pau de dentro de mim, ele me agarrou pela cintura, colocou-me no sofá de frango assado e me deu logo uma estocada poderosa que me arrancou um gemido de prazer.
— Ai, porra!
— Com quem tu achas que estás a falar, seu viado? Quem é o macho aqui?
— Sou eu, caralho! O macho que já comeu muito a tua namorada.
Cada vez que eu o provocava, ele ficava mais furioso e me fodia com mais raiva. Nossa, como ele ficava atraente quando estava enfurecido. Começou a me foder com uma violência que eu adoro; que tesão.
— Eu vou te mostrar o quanto tu és "macho" — dizia ele. — Vou te foder esse cu até enchê-lo de porra, vais ficar com ele arrebentado, como o de uma puta.
Ele me olhava com raiva, mas, ao mesmo tempo, cheio de tesão. Eu era tudo menos "macho" naquele momento. Ele empurrava minhas pernas contra o meu corpo para deixar minha bunda bem aberta e metia, metia sem dó o seu pau em mim.
— Ai, porra, Rafael!
— è assim que viados como tu têm de ser fodidos.
— A tua namoradinha também gosta de ser arrombada assim? — eu continuava a provocá-lo, e aquele macho ficava cada vez mais bravo.
— Seu viado do caralho, é caso para dizer: tal primo, tal prima.
Ele me fodia tão violentamente que se ouvia o corpo dele a bater no meu; que foda. Aquilo levou o meu priminho ao limite e, em pouco tempo, só o ouvi gritar:
— Vê agora o quanto tu és macho, seu porra! Uhmmmmmmmmm, caralho!
Senti aquele tesudo começar a deixar a sua porra dentro do meu cu.
— Isso, goza, enche o meu cu de leite!
— Toma, viado do caralho, toma!
Ele gozou sem se conter, até cair por cima de mim, exausto.
— Que foda maravilhosa, cara — ele deu-me um beijo cheio de tesão e agarrou no meu pau. — Não gozaste porquê?
— Estou quase no ponto — respondi, enquanto sentia o dedo dele a penetrar o meu cu.
— Estás à espera do quê?
Ele enfiou o segundo e eu gozei na hora; o cara realmente sabia como cuidar de um cu. Depois, fomos tomar banho e, lá, ficamos de pau duro e ele me comeu de novo. O Rafael é o típico safado: tem cara de santo, mas pega tudo o que pode. Nos tornamos grandes amigos e, claro, o casamento com a minha prima não durou, mas ele e eu continuamos a nos pegar sempre que nos encontramos. O chato é que a Aninha, minha prima, está sem namorado e, como ela também é uma safada, volta e meia tenho que a comer. Embora agora eu me considere 100% gay, até que me sabe bem dar uma estocada nela de vez em quando.
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