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Sobrinho bi – swing – parte 2 (ultima)

Um conto erótico de Consentico
Categoria: Heterossexual
Contém 2254 palavras
Data: 26/09/2026 13:54:59

No conto anterior, narrei a troca de esposas, a Ju foi com seu irmão e a Marta comigo. Depois de muitas fodas e DPs, Ju e Marta reservaram um horário especial pra elas, que estavam apaixonadas desde que tiveram um dia só dela (“Sobrinho bi - a mamãe com a Ju sozinhas”), mas foram descobertas pelo Felix, marido da Marta e irmão da Ju, minha esposa. Depois do rolo entre Felix e Marta, houvemos por bem fazer swing e usar o sexo pra ficar tudo bem.

Depois da DP na Ju, em pé, dentro do box, ela e a Marta ficaram se lavando no banheiro. Eu e o Felix voltamos por quarto e começamos a beber cervejas geladas. Nos sentamos em um dos sofás e esperamos as 2 se banharem. 20 minutos depois as 2 apareceram, beberam um red bull e isotônico. Marta foi até sua bolsa e pegou um dos seus cintaralhos com vibrador e plug pra buceta e lubrificante. A Ju já esperava na cama de 4. Marta enfiou o plug na sua buceta, vestiu o cintaralho e foi em direção da cama.

-Queridos assistam eu dominar a Ju, que é minha escrava sexual, e quem eu quero sempre foder com esse meu cintaralho. Ju vou te lubrificar bem. Primeiro seu cuzinho.

Marta subiu na cama, puxou a Ju pelos cabelos e a beijou, deu 2 tapas na sua cara, um em cada face e fez ela chupar suas tetas e falou.

-Putinha, biscate, fala alto pro seu irmão e seu maridinho corno o que você é e o que vc quer.

-Marta, vc é minha dona e eu sou sua putinha, biscate, vadia. Quero que vc me foda, me faça mijar, cagar e quero que meu irmão e meu marido vejam o quanto eu sou feliz quando você me usa, quando sou sua escrava. Por favor me usa.

Marta a mandou ficar de 4 e pegou o lubrificante com ponta penetrável, que era possível lubrificar uma grande extensão do reto. Enfiou a ponta o mais fundo possível e enquanto puxava pra fora a bisnaga, apertava e depositava gel ao longo do cu da Ju. Marta enfiou 3 dedos bem fundo no cu da Ju e girou repetidamente. Depositou mais gel na entrada do cuzinho, encostou o cintaralho na entrada do cuzinho já sem pregas e antes de meter olhou pra nós.

- Meus machos, vou empalar essa putinha. Logo a Ju vai conseguir receber seus 2 paus ao mesmo tempo como eu recebi na minha bucetona hoje. Vai ter que aumentar seu pau, Fernando. kkkk

Dito isso ela enfiou uns 5 centimetros no cu da Ju, que tentou jogar o corpo pra frente mas estava bem seguro pela Marta. Ju gritou, urrou e ficou gemendo. Marta foi empurrando o cintaralho e estuprando a Ju. Quando chegou na metade dos 25 centimetros ligou o vibrador e a Ju começou a tremer o quadril e balbuciar palavras que não conseguíamos entender. Parecia até em transe. Ju enfiou até o fim e segurou. Ju teve seus primeiros múltiplos orgasmos.

Eu batia uma punheta e Felix estava vidrado, nem piscava, até se levantou e foi ver de perto o cintaralho totalmente enterrado no cu da irmã.

-Minha nossa irmãzinha como aguenta tudo isso na bunda?

Mal ele parou de falar, a Ju olhou pra ele e mijou na cama, escorrendo nas suas coxas.

-Que delicia, minha dona. Me fode. Me estupra. Arregaça meu cu. Eu te amo, Marta.

Marta então começou a tirar e colocar devagar. Depois acelerou o vai e vem. A Ju gemia, as vezes espirrava um pouco de mijo, mas Marta não parou. Repetiu umas 15 vezes o vai e vem com o vibrador ligado e aí quando o consolo estava todinho dentro do cu da Ju, Marta gozou também, um, dois, múltiplos orgasmos. Ela se sentou sobre suas panturrilhas e o cintaralho não saia do cu da Ju.

--Tirem o cintaralho do cu dela. Põe uma toalha embaixo da bunda dela caso ela cague.

Eu fui até a Marta, levei uma toalha sob a bunda da Ju, tirei o cintaralho do quadril da Marta e depois puxei o consolo do cuzinho da Ju. Ela não cagou mas saiu muita merda e lubrificante grudado no consolo, que enrolei em uma toalha e deixei no chão. Peguei a Ju pelos braços e a levei pro banheiro, estava com suas pernas e bucetas meladas de mijo.

-Quero cagar, Fernando. Me leva na privada. Ai meu cu.

Eu a levei com cuidado e devagar, ela sentou-se no vaso e fez bastante força e começou a peidar e cagar merda e lubrificante. Acariciei seus cabelos.

-Eu te amo, Ju. Você é uma escrava e tanto. Merece mais.

-Eu quero merecer você e a Marta. Posso ama-la também? Eu preciso muito.

-Claro querida. Voce pode ficar comigo e com ela.

Ela terminou e se levantou. Eu a levei até o box e dei banho nela. A beijei e ajoelhei pra ver como ficou seu cuzinho, que embora tivesse reduzido o diâmetro desde que gozou, ele estava maior do que costumava estar antes de ser currada pela Marta com seu cintaralho de 25 cm. Chupei e enfiei facilmente toda a língua toda.

Saimos do box, a enxuguei e levei para o quarto. Ela se acomodou em um dos sofás e pediu um isotônico e uma cerveja bem gelados.

Enquanto isso Marta estava sentada no colo do Felix trocando carinhos. Perguntei se queriam alguma coisa e pediram isotônicos e pro-seco. Eu os servi e voltei a sentar ao lado da Ju.

-Obrigado Ju, eu te amo. Eu amo meu marido acima de tudo e você também Fernando. Que noite maravilhosa, inesquecível. Nunca tive tanto prazer carnal em minha vida inteira. Obrigado Felix, por você me proporcionar tudo isso.

Felix a beijou e falou.

-Agora como ultimo show vou enfiar um cintaralho na buceta da Marta. Voce me ajuda, Ju. Quer ver ao vivo como eu alargo a buceta da sua amante lesbica? E você, Fernando?

-Quero muito ver ela gemer e mijar, respondeu Ju.

-Claro que quero. E da próxima vamos fazer uma dp na bucetona dela de novo.

Marta terminou sua cerveja e foi até sua bolsa e tirou o 2º. Cintaralho e o levou pra cama. Felix encheu sua buceta e o consolo do contaralho com lubrificante. Segurou ele em pé, Marta se ajoelhou e o encaixou na entrada da buceta, como fizera em casa, mas esperou a ordem do Felix pra começar a penetração.

-Venham na cama pra ver bem de perto a magica Marta fazer sumir uma cobra de 25 cm dentro da sua buceta. Vai Marta começa a descer bem devagar, bem devagar, quero ver seus grandes lábios serem engolidos pelo canal da buceta. Ju estava ao lado dela, beijando-a e apertando suas tetas.

E assim Marta o fez. Já tinha feito isso em casa 4 vezes então estava mais acostumada. Desceu até aproximadamente a metade e Felix ligou o vibrador. Marta desceu até o final com o vibrador ligado.

-Faz o senta e levanta, putinha arrombada. Mostra pra Ju como você engole. Ju você já pode enfiar sua mão e punho dentro da marta que vai caber.

-Ju massageia meu cuzinho enquanto eu agasalho esses 25 cm.

Ju lubrificou seus dedos e o cuzinho da Marta. Massageou e então enfiou um, dois, três dedos no cu da Marta que começou a urrar, gemer e em uma das enterradas começou a mijar em jatos na suas coxas e no próprio consolo que continuava a entrar e sair de sua buceta cada vez mais rápido. Então Marta começou a ter múltiplos orgasmos. Ju continuava a girar, enfiar, tirar os 3 dedos do cu. Marta finalmente terminou os orgasmos com o consolo bem fundo na sua buceta. Ela caiu de lado na cama com o consolo ainda enterrado nela.

-Felix, deixa eu tirar, quero ver bem de perto o estrago.

-Vem Fernando. Veja o que nos espera em breve. Não vamos parar com esses swings até eu arrombar a Marta e a Ju.

Fui até a Marta, e puxei o consolo bem devagar. Ela tinha alguns espasmos. Ju tirou os dedos do cu dela e a beijou forte.

-Eu te amo Marta. Sou sua para você fazer o que quiser.

-Voce também é minha, minha irmã. Fica de 4 enquanto namora a Marta que eu preciso me aliviar.

Ju se posicionou de 4 enquanto beijava Marta e Felix enfiou de uma vez no cuzinho sem pregas da sua irmã (ou era um cuzão?). Terminei de remover o consolo da buceta da Marta e enfiei alguns dedos pra ver como estava arrombada. Felix fodeu e gozou no cu da Ju e foi até a bolsa da Marta e trouxe um par de luvas cirúrgicas pra Ju.

-Lubrifica e enfia sua mão na buceta da sua namorada lesbica.

Virou a Marta de barriga pra cima e colocou um travesseiro sob o quadril da Marta. Ju vestiu a luva na mão direita e lubrificou toda a mão. Eu lubrifiquei a buceta da Marta. Ju começou enfiando 4 dedos, depois juntou o dedão mas sem fechar a mão e penetrou o mais fundo que deu. Marta gemeu. Ju com a mão no fundo a fechou como se fosse dar um murro. Marta deu um grito.

-Continua Ju, eu aguento a dor. Me fode querida.

Ju girou a mão fechada dentro da buceta da Marta umas 3 vezes e depois começou a tirar bem devagar. O pior pra Marta seria arrombar a entrada da buceta sob os pequenos lábios. Quando a mão fechada da Ju chegou na entrada, Marta deu outro grito e ergueu o quadril e começou a debater. Mas Ju parou e manteve a mão fechada firme sem mover. Marta debatia seu quadril. Eu a segurei. Ju começou a empurrar e tirar alguns milímetros até Marta se acostumar e parar de se debater. Marta estava transpirando muito e com cara de muita dor. Mas em minutos ficou mais tranquila. Sinal que se acostumou. Ju então começou a enfiar até o fundo, girar e voltar até a entrada com a mão fechada e o fez várias vezes. Ao mesmo tempo começou a chupar o clitoris da Marta, passar a língua. O Felix assistia, bebendo um pro-seco com cara de sádico, gostando de ver a Marta sofrer. Depois de chupar o clitoris da Marta por alguns minutos ela começou a se debater agora ela jogava o quadril pra frente querendo que a mão da Ju entrasse mais fundo. Ju então empurrou a mão com tudo e manteve tocando no útero até Marta gozar de novo. Ela quase desmaiou e ficou inerte respirando ofegante. Ju parou de chupar e tirou a mão fechada devagar e girando. Ao passar pela entrada segurou por alguns segundos. Marta não reagia mais, então tirou a mão completamente para alivio da Marta. E todo vimos a buceta da Marta, bem aberta, vazando lubrificante. Ju se levantou e tirou a luva. Ainda estava vazando porra do Felix pelo cu e ela foi pro box se lavar. Felix foi junto.

Eu me aproximei do rosto da Marta e a beijei. Ela abriu os olhos e sorriu. Estava com um cara cansada mas realizada. Me pediu um beijo e ficamos nos beijando. Peguei um isotônico, levantei sua cabeça e ela bebeu rápido. Estava com muita sede. Felix e Ju voltaram do banho e sentaram-se na poltrona que dava de frente pra Marta. Ju se deitou no colo do irmão e começou a chupar seu pau mole, puxava a pele da cabeça e chupava com força.

-E aí querida, está tudo bem? perguntou pra Marta enquanto recebia um boquete da irmã.

-Sim, meu amor, estou bem e realizada. Ao lado dos meus amores, comedores e namorada. Fernando, me leva pra privada, que eu preciso mijar e me lavar.

Eu a levantei e segurando pelo braço a levei até a privada.

-Fernando, preciso de proteína da sua porra. Goza na minha boca, por favor.

Me posicionei na frente dela e enfiei o pau na sua boca, sem forçar. Ela começou a chupar e lamber. De vez em quando olhava nos meus olhos. Acariciei seus cabelos enquanto isso.

-Enfia o máximo que vc puder quando for gozar. Quero que desça no meu esôfago e estomago.

Ouvindo isso, assumi o controle e acelerei as estocadas na boca dela. Quando senti que ia gozar puxei sua cabeça contra minha virilha e gozei bem fundo. Quando terminou tirei meu pau, ajudei a lavantá-la e fomos pro box e nos banhamos devagar. Voltamos pro quarto e Ju continuava com o pau do Felix na sua boca. Sentei com a Marta no outro sofá e nos beijamos. Ju se levantou.

-Marta, volta pro pau do seu marido que agora eu quero o meu. Vamos voltar aos paus normais.

Rimos e a 2 trocaram de sofá. Ju me beijou, estava com gosto de pau falei pra ela. Ela riu e disse pra me acostumar.

Todos felizes e cansados, resolvemos voltar pra nossas casas. Paus, bucetas, cus todos muitos usados. Lavamos os cintaralhos, nos vestimos, nos despedimos e saímos. Felix tinha reservado o quarto e pagou.

Voltando pra casa, Ju estava sonolenta, mas eu estava pensando na ponta solta das surubas – o Marcos, meu sobrinho bi, filho da Marta e Felix. O que originou tudo isso, o que nos levou a virar casais de swing e suruba. Hetero, homo e lesbicas recém-descobertas. Escondemos do pai dele, Felix, e agora? Como continuaríamos continuar com surubas com o Marcos, sem o pai dele saber?

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