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Dp com um casal

Um conto erótico de Thiago P.
Categoria: Gay
Contém 2666 palavras
Data: 26/09/2026 12:23:07

O sol da tarde não apenas queimava — ele pesava. Um calor denso que grudava na nuca, escorria pelas têmporas e se misturava ao cheiro ácido de suor coletivo, álcool barato e o perfume doce demais de adolescentes. O ar da avenida vibrava com o baixo das caixas de som, um trovão constante que fazia o chão tremer sob os pés. Eu sentia cada batida no peito, no estômago, na ponta da rola que já latejava dentro da bermuda cinza clara.

A bermuda era de moletom fino, sem cueca. A cada passo a cabeça do pau raspava o tecido, deixando um círculo úmido que escurecia e crescia. Eu sentia o peso do volume batendo contra a coxa interna, a veia lateral latejando, a pele sensível gritava a cada atrito. O cheiro do meu próprio pré-gozo subia, salgado e quente, misturado ao suor que escorria pela virilha. Alguém passou a mão aberta por cima do volume — dedos grossos, unhas curtas, pele áspera de trabalho. Apertou até a cabeça escapar um pouco pelo cós. O ar quente da rua tocou a pele molhada. O cara sumiu rindo. Eu não tirei a mão. Deixei o contorno ficar ainda mais óbvio, a mancha escura se espalhando.

Foi quando eu vi os dois.

O mais alto estava encostado no meio-fio. Camisa aberta até o umbigo, peito peludo brilhando de suor sob o sol. A bermuda preta de nylon tão justa que a rola dele marcava um volume lateral quase horizontal — a cabeça empurrava o tecido, deixando uma mancha mais escura que brilhava. O cheiro dele chegou primeiro: suor limpo, cigarro e um toque de madeira. O outro, moreno, ombros largos, tatuagens que sumiam sob a camiseta cortada, bermuda bege clara molhada na ponta. O volume dele era mais vertical, a cabeça já umedecendo o tecido. Os dois me olhavam como quem já tinha decidido o gosto da minha boca e o calor do meu cu.

O alto estendeu a mão sem pressa. A palma quente cobriu meu volume. O polegar desenhou o contorno da cabeça e apertou de leve. Eu senti o calor da mão dele atravessar o tecido, o cheiro de suor e cigarro misturando com o meu. O moreno se aproximou por trás. O peito dele colou nas minhas costas — quente, úmido, o cheiro de madeira e suor limpo enchendo meu nariz. As mãos desceram pela minha cintura, entraram pelo cós da bermuda e tocaram a pele nua. Um dedo roçou o saco, outro apertou a base do pau. Eu senti a rola dele dura, grossa, pressionando a fenda da minha bunda através do tecido. O calor se espalhou. O baixo das caixas de som batia no peito.

— Isso aqui tá pedindo pra ser arrebentado — a voz do alto era baixa, rouca, quase um rosnado no meu ouvido. O hálito quente tocava minha orelha. — Quer que a gente te leve e te use até você não conseguir fechar a perna? Até o gosto da nossa porra ficar grudado na sua língua?

Eu balancei a cabeça. A multidão gritava ao redor, alguém jogava confete que grudava no suor do meu braço, o baixo fazia o chão vibrar. Eles me puxaram. O alto na frente, o moreno colado atrás, a mão ainda dentro da bermuda, os dedos brincando com o pau e as bolas enquanto andávamos. Várias vezes ele puxou a cabeça pra fora pelo cós. O ar quente da rua tocou a pele molhada. O cheiro do meu pré-gozo se misturou ao dele. Pessoas olhavam. Uma mulher bateu palma. Um cara gritou “toma tudo”. Eu sentia o suor escorrendo pelas costas, o cheiro do moreno enchendo meu nariz, o gosto de sal na boca de tanto morder o lábio.

No elevador do motel o alto me empurrou contra o espelho frio. O vidro gelado contrastava com o calor do corpo dele. A língua entrou na minha boca — grossa, quente, cheiro de menta e cigarro, gosto de saliva e fumaça. O moreno ajoelhou. A bermuda desceu até a metade das coxas. Minha rola saltou, grossa, veias saltadas, a cabeça brilhando de pré-gozo. O cheiro subiu, salgado e quente. Ele não chupou. Passou a língua lenta pela fenda, recolhendo o líquido. O gosto amargo se espalhou na boca dele, e eu senti o calor da língua, a textura áspera. O alto mordeu meu lábio inferior até doer. O gosto de sangue e saliva.

— Vai engolir direito depois — ele falou contra minha boca, a voz rouca. — Agora quero ver esse cu se abrindo. Quero sentir ele apertar o meu pau até doer.

A porta do quarto mal fechou. O cheiro de lençol barato, ar-condicionado e o suor deles encheu o ar. O alto me jogou de quatro na cama. O colchão afundou. Eu ouvi o nylon da bermuda caindo, o cinto tilintando. O polegar dele, grosso, entrou no meu cu sem aviso. Eu gritei. O anel se abriu à força, a dor quente subiu pela espinha, o cheiro de saliva e pré-gozo dele chegou até meu nariz. Ele torceu o dedo, abriu, tirou e enfiou dois de uma vez. O som molhado. O calor. A pressão.

O moreno se ajoelhou na minha frente. A rola dele — média-grossa, veias escuras, cabeça rosa e brilhante — bateu no meu lábio. O cheiro de pau limpo e suor. Ele segurou meu cabelo e empurrou até a garganta. O gosto era salgado, quente, o cheiro se espalhou. Eu engasguei. Ele não tirou. Segurou a nuca e começou a foder minha boca com força. As bolas batiam no meu queixo — o som úmido, o impacto. A saliva escorria pelo queixo e pingava no peito, quente e viscosa. Ao mesmo tempo o alto enfiou a cabeça da rola no meu cu. Era grosso demais. O anel se esticou, a pele queimou, a dor foi clara e quente. Ele empurrou tudo de uma vez até as bolas baterem na minha bunda. O impacto ecoou. O cheiro de sexo se espalhou.

— Porra, aperta esse cu — ele rosnou, a voz baixa e suja. O hálito quente nas minhas costas. — Aperta no meu pau como se quisesse milhar. Sente ele te abrindo, sua puta.

Ele começou a foder. Cada estocada era profunda. O barulho molhado de pele batendo em pele. O cheiro de suor e sexo. Eu gemia com a boca cheia, o gosto do pau do moreno se misturando com a saliva. Quando o alto puxava quase tudo pra fora, o anel se fechava e depois se abria de novo com a próxima estocada. Eu sentia cada centímetro, a veia lateral latejando dentro de mim, o calor do corpo dele nas minhas costas, o suor escorrendo pela coluna.

O alto tirou o pau. O som úmido. Ele virou meu corpo e me puxou pra beira da cama. O moreno se deitou debaixo de mim. A rola dele apontava pra cima, brilhante de saliva. O cheiro subiu. Eu me agachei e sentei. Ela entrou fácil, o cu já aberto e molhado. Eu desci até o fundo, sentindo as bolas dele contra a minha bunda, o calor se espalhando, a pressão. O alto se posicionou na minha frente e enfiou a rola de novo na minha boca. O gosto salgado, o cheiro, a textura da veia na língua.

Agora eu estava recheado dos dois lados. O de baixo me fodia de baixo pra cima, levantando o quadril, o pau batendo no ponto certo a cada estocada. O calor, a pressão, o som molhado. O alto fodia minha garganta, a cabeça batendo no fundo, a saliva escorrendo. Eles sincronizaram. Quando um entrava, o outro entrava. Eu não conseguia respirar direito. O ar faltava. O cheiro de sexo e suor enchia o nariz. O gosto de pau e saliva dominava a boca. O som molhado de pele batendo ecoava. O calor de dois corpos me esmagando.

O alto tirou a rola da minha boca. O som úmido. Ele desceu e se posicionou atrás de mim. Eu senti a cabeça dele pressionar o mesmo buraco que já estava sendo fodido. O calor. A pressão. Ele não pediu. Empurrou. O anel se abriu mais, a dor foi aguda e clara, e eu gritei enquanto a rola dele entrava ao lado da outra. O calor de dois paus dentro de mim ao mesmo tempo. Eles se moviam juntos — um entrando enquanto o outro saía um pouco, depois os dois fundos. Eu tremia. As pernas não aguentavam. O moreno segurava minha cintura, o alto puxava meu cabelo e forçava a cabeça pra trás. O cheiro de suor e óleo. O som molhado. O gosto de saliva ainda na boca.

— Olha pra mim — o alto mandou, a voz rouca e suja. O hálito quente no meu rosto. — Olha enquanto a gente te arrebenta esse cu. Sente os dois paus te abrindo. Sente o calor. Sente a porra que vai sair.

Eu olhei. A face dele estava vermelha, o suor escorria pelo peito peludo, e ele sorria. Empurrou mais fundo. Eu sentia os paus se esfregando dentro de mim, o calor, a pressão, o cheiro de óleo e sexo. Eles foderam assim por um tempo que pareceu eterno. Cada estocada fazia minha rola bater contra a barriga do moreno, pingando pré-gozo no peito dele. O som era molhado. O cheiro forte. O gosto de saliva e pau ainda na boca. O suor escorrendo pelos olhos.

O alto tirou o pau. O som úmido. O moreno continuou me fudendo de baixo. O alto voltou com um frasco de óleo. O líquido frio escorreu pelo meu cu e pelo pau dele — o contraste com o calor. Depois me virou de quatro de novo. O moreno se ajoelhou na minha frente. A rola dele, ainda molhada do meu cu, entrou na minha boca. Eu chupei o gosto de mim mesmo — amargo, salgado, quente — enquanto o alto enfiava de novo, agora com óleo, e começava a foder com força total.

As estocadas eram brutais. O barulho molhado enchía o quarto. A cama batia na parede. Eu gemia com a boca cheia, e a cada gemido o moreno enfiava mais fundo, as bolas batendo no meu queixo. O alto batia a mão aberta na minha bunda a cada estocada — o som de palmada, a pele queimando, o calor se espalhando. Depois ele me puxou pelo cabelo até eu ficar de joelhos no chão, a boca na altura do pau dele, e começou a foder minha cara com força. Eu sentia a cabeça da rola bater no fundo da garganta, a saliva escorrer, o ar faltar. Quando ele tirava, o moreno enfiava o pau dele no lugar. O gosto se misturava. O cheiro. O calor.

Eles se revezavam. Um fodia minha boca enquanto o outro descansava, depois trocavam. Em certo momento o alto me deitou de costas na beira da cama, ergueu minhas pernas até os ombros e enfiou de novo. O moreno se ajoelhou ao lado e começou a bater punheta no meu pau enquanto eu era fodido. Eu gozei assim — a porra jorrando no peito e na barriga, o cheiro forte, o gosto de porra na boca quando o alto me fez lamber os dedos. O calor. A pressão. O som da minha própria respiração ofegante.

Eles não pararam. O moreno se deitou de novo debaixo de mim e eu sentei no pau dele. O alto se posicionou na minha frente e enfiou a rola na minha boca. Depois, sem tirar o pau de baixo, o alto se ajoelhou atrás e entrou de novo. A rola dele deslizou ao lado da outra com o óleo. Eles me foderam em dupla penetração, agora mais fundo, mais forte. Eu gritava entre as estocadas. A dor e o prazer se misturavam até eu não saber mais onde um começava e o outro terminava. O calor de dois paus. O cheiro de sexo. O som molhado. O gosto de pau e saliva. A visão dos corpos suados se movendo.

Eles me viraram de lado. O moreno enfiou pela frente, o alto por trás, e os dois me foderam em ritmo acelerado. Eu sentia os paus se esfregando dentro de mim, as bolas batendo, o suor escorrendo. O alto mordeu meu ombro — o gosto de sangue e suor. O moreno apertou meu peito. Eu gozei de novo, a porra jorrando fraca. O cheiro. O calor. O som da minha própria voz rouca.

Quando o alto tirou o pau, ele me puxou pra beira da cama de quatro e enfiou a língua no meu cu. Lambendo o óleo, a saliva, o pré-gozo. O gosto e o cheiro de mim mesmo se espalharam. Depois se levantou e me fez chupar o pau sujo. Eu limpei com a língua enquanto o moreno me fodia por trás. Depois trocaram. O moreno me fez chupar o pau que tinha saído do meu cu, e o alto me fodeu com força total, as mãos apertando minha cintura, as estocadas tão profundas que eu sentia o impacto no estômago. O calor. A pressão. O som.

Eles me usaram em todas as posições. Me colocaram de joelhos no chão e me fodaram a boca um atrás do outro, segurando meu cabelo, cuspidando na minha cara. O gosto de saliva e porra. Me deitaram de costas e me abriram as pernas até quase partir, enfiando um pau depois do outro sem parar. Me colocaram de quatro e me bateram a bunda até ficar vermelha enquanto me fodian — o som de palmada, a pele queimando. Em certo momento o alto me carregou até a janela, abriu a cortina e me fodeu de frente pro vidro. A rola entrando e saindo enquanto eu olhava a rua lá embaixo. O calor do vidro. O cheiro da rua misturado com o de sexo. O som distante da avenida. O moreno se ajoelhou e chupou meu pau enquanto eu era fodido. O calor da boca dele. O gosto do meu próprio pré-gozo.

A porra veio. O alto puxou o pau, me virou de joelhos e jorrou na minha cara, no cabelo, na língua. O gosto quente e salgado. Eu abri a boca e tomei. O moreno se posicionou na minha frente e também gozou, a porra quente escorrendo pelo meu queixo e pingando no peito. Eles me fizeram chupar os dois paus limpos depois, até o último fio. O gosto. O cheiro. O calor.

Eu estava destruído. O cu ardia. A garganta estava rouca. A cara coberta de porra. A bunda vermelha de palmadas. Eles me puxaram de volta pra cama. O alto se deitou e me fez sentar no pau dele de novo. Eu desci devagar, sentindo cada centímetro entrar no buraco já sensível. O moreno se ajoelhou na minha frente e enfiou a rola na minha boca. Eles me usaram mais uma vez, mais devagar, mas ainda fundo, ainda sem piedade. Eu gozei pela terceira vez, a porra escorrendo fraca, enquanto o pau do alto batia no meu ponto e o outro me engasgava. O calor. A pressão. O som da minha própria respiração.

Quando finalmente pararam, eu caí de lado na cama. Eles se deitaram um de cada lado. O alto passou a mão pela minha bunda, o dedo entrando de leve no cu ainda aberto. O calor. A pressão. O moreno limpou a porra da minha cara com o polegar e enfiou na minha boca. Eu chupei. O gosto.

— Amanhã a gente continua — o alto falou, a voz rouca e suja. O hálito quente no meu ouvido. — Esse cu ainda aguenta mais. A gente vai te abrir de novo até você não conseguir andar direito. Até o gosto da nossa porra ficar grudado na sua língua por dias.

Eu fechei os olhos. O corpo inteiro doía de um jeito bom. A marca da rola na bermuda que eu tinha usado na parada agora era só uma lembrança molhada no chão do quarto. O cheiro de sexo ainda pairava no ar — suor, óleo, porra, saliva. O gosto ainda na boca. O calor ainda na pele. O som da respiração deles ao meu lado.

Eu tinha sido pego, levado e destruído exatamente como eu queria.

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Comentários

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Delícia de conto, amigo! Adorei! Eu já tive muitas vezes Rola no cu e Rola na boca ao mesmo tempo! Mas nunca tive duas Picas no cu ao mesmo tempo! Morro de vontade de ser usada por dois Negões Roludos e eles fazerem DP no meu cuzinho! Sigo sonhando! Um dia acontece! Espero! Hihihi! Abraço, amigo Thiagão P.

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Eita, duas rolas assim é bom demais

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