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Na chácara continuei a me transformar em fêmea

Um conto erótico de Danie Furacão
Categoria: Gay
Contém 2469 palavras
Data: 26/09/2026 08:22:01

Depois de ter meu cu fodido por duas vezes por Joca entrei para casa da minha vó, percebi meu joelho sujo e o cheiro de porra misturado com côco que saía do meu cu, para piorar o único banheiro estava ocupado

Minha vó tentava conversar comigo enquanto eu só tentava ir tomar banho, foram quinze minutos que torcia para ela não desconfiar o que eu tinha acabado de fazer

No chuveiro me masturbei relembrando cada momento que fui fudida por Joca, foi um banho demorado e prazeroso, depois do jantar fui dormir cedo pensando em como seria minha vida morando na chácara e namorando o filho caseiro

Estava sonhando com meu futuro namorado, quando fui acordado pelo facho de luz da lanterna do meu primo, irritada xinguei e ele retribuiu o xingamento, Anthony queria saber onde eu passei a tarde

"Tá com ciúmes do seu macho preferir estar comigo?" Falei sarcasticamente

"Eu e meu melhor amigo gostamos de mulher e não de viadinho" Respondeu Anthony

"Sei não" Respondi rindo

"Pegamos várias minas ali do vilarejo" Disse meu primo

Ri novamente, afinal em um lugar onde só existia plantações e bares a maioria das mulheres e meninas ficavam trancadas dentro de casa e na rua só os trabalhadores rurais de várias idades

No outro dia sabia que não precisava ficar atrás de Joca, pois tinha a certeza que ele iria vir atrás de mim, segui a minha rotina normal, ajudei vovó e depois fui ao laguinho tomar sol

Ainda mais segura de ficar apenas de calcinha, esperei pela chegada do meu macho que demorou mais do que eu imaginei

Com o bronzeador ao meu lado pedi para que Joca passasse em minhas costas, o safado adorou principalmente ao passar em meu bumbum, para retribuir agradei meu macho peguei em seu pau e comecei a masturbar e em seguida cai de boca nele

Novamente minha preocupação era zero em ser flagrado por alguém e essa falta fez com que Anthony quase pegasse eu chupando Joca, me assustei com a chegada dele, mas não escondi meu corpo dessa vez

Anthony me insultava como se eu fosse o único safado ali, Joca com o pauzão duro demorou a guardar ele na cueca enquanto eu e meu primo discutia

Joca saiu enquanto eu ainda discutia com meu primo, saímos do laguinho e voltamos para casa de vovó, achava que já tinha acabado o teatro armado por ele, mas o desgraçado queria mais, queria me tirar do armário

Aquela minha coragem toda sumiu com as insinuações dele para minha vó que não entendia ou fingia não entender sobre minhas idas para o laguinho

A hipocrisia dele me incomodou tanto em achar que o amigo estava fazendo menos viadagem que eu que decidi dar uma lição nele e também me proteger de me tirar do armário sem que partisse de mim essa atitude

Planejei na minha cabeça provocar ele para ver até onde iria sua machesa, só precisava saber como fazer sem arriscar ainda mais para Anthony não abrir a porta do meu armário

A noite me arrisquei em dormir apenas de calcinha, era um risco imenso que corria e não sabia se de alguma forma valeria a pena, mas estava disposta a arriscar e o risco foi recompensado

Ouvi uma movimentação na cama ao lado, disfarcei e olhei para o lado, aparentemente Anthony estava batendo punheta, empinei meu bumbum e apesar de não ter a mínima atração pelo meu primo o tesão de provocar e sentir desejada era maior

Não cortei a perversão dele e deixei terminar, mas no outro dia eu não deixaria passar batido se repetisse a mesma perversão

Porém não precisei esperar a noite para saber o quanto Anthony era um pervertido, pois provavelmente ele me seguiu até o laguinho onde me encontrei com Joca e cada novo encontro mais ousada ficava e apaixonada a ponto de não ter medo ou vergonha de chupar ele ali mesmo

Mamei meu macho com gosto, bebi sua porra como se fosse um delicioso copo de leite, depois sentei em seu colo e fiquei esfregando meu bumbum no pau de Joca que não demorou a endurecer mais uma vez, o safado colocou minha calcinha de lado e me fez sentir seu pauzão rasgar meu cuzinho novamente

Eu me achava esperta mas ainda era inocente e só depois de um tempo que percebi que ele me comer ali não foi por tesão ou prova de amor como eu queria acreditar, mas sim deixar meu primo flagrar nós como se fosse uma coincidência

Em meio ao mato alto Anthony assistia nós sem interromper Joca me fazendo quicar em seu pau com mais força do que na primeira vez sem gemer ou gritar para não chamar atenção eu apenas falava

"Me come, me come, me come"

E assim ele me comeu até encher meu cu de porra, levantei e novamente deixei seu pau sujo, Joca pegou minha toalha e limpou se um pouco antes de meu primo chegar

Joca novamente não teve pressa de guardar seu pauzão eu não me escondi na toalha novamente mostrando que não tinha mais medo de ser tirado do armário, mas no fundo ainda tinha um pouco de receio de Anthony falar para minha vó

Aguentei as indiretas e principalmente os insultos que meu primo falava para mim, sabendo que a noite daria o troco nele, pois tinha a certeza que se masturbaria outra vez me espiando enquanto eu fingia dormir, sem saber que ele já havia batido uma assistindo Joca me fuder

Não errei na minha intuição e da mesma maneira que eu estava cada vez mais ousada ele também parecia ter perdido a vergonha totalmente, talvez tenha pegado realmente no sono e ele percebeu e sem disfarçar bateu punheta descaradamente, até que eu acordei assustada e assustando meu primo

Era o momento que estava aguardando a dias, mas na hora ao invés de descontar todas as ofensas que havia sofrido eu perguntei

"Tá excitado por mim?"

Anthony também teve uma reação que eu não esperava, não sendo ofensivo e gaguejando ao tentar se explicar e naquele momento consegui entender que nem todos os ataques vindo dele ou de outros meninos que eu conhecia tinham a ver pelo fato de ser gay

Muitas vezes tinha a ver com a atração que sentiam pelo meu corpo e isso com certeza causava essas reações, afinal de contas estavam ficando de pau duro por outro menino

Anthony me fez perceber isso quando conseguiu parar de gaguejar e tentou se explicar porque estava se masturbando e tentar entender o porquê eu gostava de estar com meninos

Do mesmo modo que não encontrei uma explicação simples, ele não conseguiu explicar o porquê estava excitado, poderíamos ter encerrado por ali o assunto, mas agora quem queria se masturbar era eu

Comecei a contar para ele minhas experiências, floreando e romantizando todas, na minha história não havia tapa na cara ao tentar beijar Beto, Franklin era uma mistura de Danilo e Daniel, sem querer montei meu primeiro conto erotico sem perceber

Ambos estavam excitados e novamente eu poderia ter parado por aí, mas percebi que poderia juntar o útil ao agradável e enfim fazer ele deixar de ser tão preconceituoso

Chamei Anthony para minha cama, em silêncio após uns trinta segundos ele levantou e foi até mim, apesar da noite quente seu corpo estava frio

"O que você quer fazer?" Perguntou meu primo quase que sussurrando

"Você ainda está excitado?" Respondi ele

Meu primo limitou se a falar um simples tô, em seguida perguntei se podia ver, novamente um silêncio de alguns segundos até ele falar "Não sei"

Se ele não sabia, eu sim sabia o que queria fazer, deslizei minha mão e peguei em seu pau que era fino e cabeçudo e estava muito duro provavelmente por tudo que ele tinha visto nos últimos dias e acabado de ouvir o que tinha contado

Comecei a masturbar ele, que esticava as pernas na cama de prazer e a excitação era tanta que Anthony começou a tentar reproduzir tudo que havia contado que já tinha feito, beijos no meu pescoço me arrepiando todo, peguei sua mão e levei até meu pauzinho que estava tão duro quanto o dele

"Bate para mim também" Falei com minha voz fininha

Um pouco sem jeito por vergonha meu primo começou a masturbar meu pauzinho, meu tesão estava de um jeito que nunca tinha ficado, causou estranheza em mim por ser meu primo, alguém que a pouco discutia

Fui soltando seu pau e fui invertendo minha posição na cama para alcançar seu pau e começar a chupar, se eu estava com tesão Anthony estava o dobro e dessa vez sem pedir ele procurou meu pauzinho que ainda pulsava e começou a punhetar

Eu devorava o pau dele, engolia até o fim fazia de uma forma que fosse inesquecível e que sempre que alguém chupasse ele, a primeira coisa que lembrasse fosse que seu primo viadinho chupou ele pela primeira vez e que fosse a melhor chupeta da sua vida

Eu sentia tesão em dar prazer, independentemente de tudo que havia ouvido anteriormente e o fato de estar sendo punhetado sem pedir me levou a arriscar algo que nunca tinha feito mas já ouvido falar

Comecei a me posicionar e disse a ele "Chupa meu cu!"

Antes que ele pudesse dar uma resposta subi em cima dele, me coloquei de forma com que conseguisse alcançar meu cuzinho

Anthony exitou para começar a lamber meu cu e as primeiras lambidas foram bem desajeitadas mas conseguiu ir melhorando aumentando meu tesão a ponto de eu querer uma chupada no meu pau também

Novamente fui me posicionando e sem falar nada fui oferecendo meu pau para ele engolir e algo me dizia que sua curiosidade e principalmente o seu tesão levaria a experimentar o meu pau

Com meu cu fora do seu alcance e meu pauzinho batendo em seu rosto Anthony tinha uma escolha, continuar só deixando bater na sua cara ou me engolir

E sua escolha foi a que a minha intuição dizia e abocanhou meu pau com mais jeito do que quando lambeu meu cuzinho, comecei pouco a pouco fuder sua boca, enquanto continuava a devorar seu pau

Honestamente não sei explicar o que estava me dando mais tesão, chupar ou ser chupado, tanto que a vontade de gozar veio rápido

Poderia ter sido maudoso e encher sua boca com minha porra, mas achei que seria mais humilhante ele ter que passar a noite com minha porrinha em seu corpo

Delicadamente tirei meu pau da boca dele sem avisar e senti sua língua seguir a cabecinha como se quisesse ainda mais, em seguida comecei a esporrar em cima do meu primo

A sensação foi maravilhosa, mansinho Anthony falou "Você gozou em mim?"

"Sim, estou com tesão" Respondi a ele em meio a uma pequena gemida

"Eu não tô conseguindo gozar" Disse meu primo com uma voz meio sem graça

"Quer que eu pare ou continue?" Perguntei

"É melhor parar a vó pode acordar" Respondeu Anthony ainda mais sem graça por não conseguir gozar

Anthony saiu da minha cama e foi para a dele dormir, eu adormeci satisfeita rapidamente

No dia seguinte acordamos praticamente juntos, Anthony ao levantar estava com o pau duro, com o famoso tesão de mijo que é quando acordamos com aquela vontade

"Quer vir aqui para eu colocar ele na minha boca!"

Não perdi a oportunidade de provoca ló

Anthony sorriu e se aproximou, eu não esperava que ele teria essa reação, mas tirou o pau para fora, agora com o quarto mais claro pude ver em detalhes a grande glande roxa dele

Abocanhei assim como na noite que havia passado e comecei a chupar e só parava quando meu primo segurava minha cabeça, novamente me dediquei para que fosse prazeroso a ele, sugava e lambia como uma putinha

Mesmo com tanto esforço Anthony não conseguia gozar, era frustrante para ele e não para mim, mas ainda sim queria dar esse prazer a ele e fazeê-lo gozar

Larguei seu pau e me virei, ficando de quatro na cama; "Vai com calma" Falei antes

"Vai me dar o cu mesmo?" Perguntou Anthony

"Sim, mas não faz barulho para vovó não acordar" Respondi ele

Em silêncio Anthony tentava penetrar meu cuzinho, o seu pau estava bem babado mas meu cu estava seco o que atrapalhava a penetração

Eu sentia a cabeçona dele tentando me rasgar, mas ele não conseguia o encaixe perfeito e quando finalmente conseguiu acertar meu buraquinho e começou a entrar ouvimos minha vó chamar nós para o café

Rapidamente me joguei para cama me cobrindo, enquanto Anthony com o pau duro andava para um lado e para o outro no quarto parecendo uma barata tonta, sem raciocinar e apenas puxar o shorts para cima

Minha vó entrou no quarto e quase o pegou de pau na mão, olhou para ele e disse; "Que cara de assustado é essa menino?"

Anthony gaguejou para responder "Nada"

Fingi estar despertando naquele momento, enquanto minha vó analisava o comportamento suspeito de Anthony e reparava na porra ressacada em seu peito e perguntava a ele, como tinha se sujado

Novamente meu primo gaguejou para arrumar uma desculpa e por sorte não se complicou mais, por que minha vó deduziu que ele tinha levado comida para o quarto durante a noite, sem imaginar que o lanchinho da noite era eu

Após dizer que já havia avisado que não queria nós comendo na cama a noite, ela foi falar comigo e diferente do meu primo não gaguejei nas respostas até porque não tinha nada demais, mas a velha parecia sentir que acontecia algo naquele quarto

"Você está levantando muito tarde, não me ajuda mais no café, levanta logo menino preguiçoso!" Disse ela a mim, enquanto puxava meu lençol

Consegui segurar o lençol, já que se ela me descobre iria ver que estava totalmente nua

"Aí vó, tô com frio" Falei apesar da manhã quente que fazia naquele dia

Minha vó com certeza desconfiou mas não insistiu em achar o que estava acontecendo de errado, apenas mandou nós se apressar para o café e ir acompanhar ela na feira

Assim que ela saiu do quarto, virei para Anthony e disse "Você tem que aprender a disfarçar melhor, a vó quase descobriu, você é muito burro"

Meu primo ficou em silêncio, talvez pelo nervosismo, levantei nua para me vestir enquanto Anthony me olhava parecendo não acreditar o quanto estava tranquilo em quase ser descoberto

"Se você não deixar a vó desconfiar durante o dia, a noite você pode tentar me comer denovo" Disse a ele

"Sério?" Perguntou ele

"Sim, mas você tem que aprender a ser mais esperto e não deixar a vó descobrir" Disse a ele antes de sairmos para o café da manhã e para começar um novo dia de aventuras

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