Versão corrigida (abertura ajustada):
Os cônjuges tinham viajado no mesmo fim de semana. Ricardo, marido de Andressa, para Brasília; Andrea, esposa de Marcelo, para São Paulo. Andressa Mendes, 50 anos, advogada de presença marcante e sensualidade madura, e Marcelo, 40 anos, analista financeiro de postura calma e controlada, ficaram cada um na sua casa até a mensagem chegar no fim da tarde de sexta-feira.
Andressa:
Estou sozinha. Você também?
Marcelo:
Sim.
Andressa:
Vem aqui. Só um drinque.
Ele não respondeu com palavras. Meia hora depois o interfone tocou.
Andressa abriu a porta. O pijama de seda preta curto mal cobria o começo das coxas esguias e tonificadas. Sem sutiã. Os seios médios, firmes e de formato natural, marcavam o tecido fino; os mamilos sensíveis já estavam um pouco duros por causa do ar-condicionado. O cabelo longo e escuro, quase preto, caía solto sobre os ombros em leves ondas. Os óculos de armação escura ainda estavam no rosto, reforçando o ar intelectual e sedutor. As unhas longas e vermelhas contrastavam com a pele morena clara bem cuidada. O sorriso largo, confiante e convidativo apareceu quando ela viu Marcelo.
Ele entrou em silêncio. A camisa polo azul-marinho valorizava o tronco sólido, os ombros largos e o peito amplo. A barba longa, espessa e bem cuidada — quase preta com alguns fios grisalhos — descia pelo pescoço, dando a ele aquele ar de força e maturidade. O cabelo curto nas laterais e rarefeito no topo estava raspado bem baixo. Os olhos castanhos intensos encontraram os dela. A expressão séria e concentrada dele se suavizou só um pouco.
— Você veio rápido — Andressa disse, a voz baixa, com aquele humor irônico que ela usava para provocar.
— Você mandou mensagem. Eu não ia demorar.
Ela deu um passo para trás e se encostou na parede do corredor. A cintura fina e bem marcada criava uma curva suave sob a seda. Marcelo se aproximou. A diferença de tamanho era clara: ele de estrutura firme, braços fortes e mãos grandes; ela magra, de linhas elegantes e definidas.
— Eu não chamei você só por causa do drinque — ela admitiu, sem timidez. Sabia o que queria e não tinha vergonha de pedir.
— Eu sei.
A mão grande e grossa dele subiu pelo pescoço fino dela, o polegar roçando a linha da mandíbula. Andressa tirou os óculos devagar e os colocou no aparador. Quando a boca de Marcelo desceu sobre a dela, o beijo foi imediatamente profundo. A barba longa e áspera raspou o queixo e as bochechas, exatamente o gatilho que ela amava. Andressa soltou um gemido baixo dentro da boca dele e puxou a polo para fora da calça, sentindo o peito amplo coberto por pelos escuros.
— Porra, sua barba… — ela murmurou entre beijos, a voz já carregada de desejo. — Eu gosto de sentir ela na minha pele. Em todo lugar.
— Vai sentir — ele respondeu, a voz grave e de poucas palavras, como sempre. Preferia gemidos baixos e comandos curtos.
Marcelo a ergueu pela cintura fina com facilidade. As pernas longas e delgadas de Andressa se fecharam em volta da cintura média dele enquanto ele a carregava até a sala. O pijama de seda subiu. Ela não usava calcinha. Quando ele a sentou no sofá, a buceta já úmida tocou o tecido da calça. O bumbum pequeno e firme se acomodou no assento.
Ele olhou para baixo, entre as coxas esguias abertas.
— Você já estava assim quando me mandou a mensagem?
— Desde a tarde — Andressa respondeu, o sorriso confiante ainda no rosto. — Fiquei pensando em você. Na sua barba. Nas suas mãos grandes. No seu pau. Em como ia ser quando você chegasse e eu perdesse o controle.
Marcelo desceu a mão e passou dois dedos grossos pela fenda molhada, abrindo os lábios e esfregando o clitóris com o polegar. A pele morena clara, lisa e quente dela contrastava com a dele. Andressa arqueou as costas, a barriga plana e firme se tensionando.
— Porra, tá encharcada…
— Para de provocar e me come — ela pediu, quase exigindo, o lado autoritário da advogada aparecendo mesmo no meio do desejo.
— Ainda não.
Ele se ajoelhou na frente do sofá, abriu mais as coxas tonificadas e enterrou o rosto entre as pernas. A barba longa e áspera raspou a pele sensível da virilha no mesmo instante em que a língua encontrou o clitóris. Andressa soltou um grito abafado, as unhas vermelhas longas cravadas nos cabelos curtos da nuca dele.
— Isso… assim… a barba tá me matando, Marcelo… não para…
Ele não respondeu com palavras. Chupou o clitóris com pressão constante, depois desceu a língua até o buraco e penetrou com ela, enquanto o nariz pressionava o ponto mais sensível. A barba ia ficando cada vez mais molhada de saliva e do gozo dela. Andressa tremia, as coxas magras tentando se fechar em volta da cabeça dele. O contraste entre a mulher de sucesso e a que se entregava com gemidos baixos estava completo.
— Me diga o que você quer — ele falou, a voz rouca, a boca ainda colada nela.
— Quero gozar na sua boca. Agora. Não para… me faz gozar com essa barba enfiada em mim.
Marcelo obedeceu. Aumentou a pressão, chupou com mais força, enfiou dois dedos dentro dela e curvou, buscando o ponto certo. Andressa gozou com as coxas apertando a cabeça dele, o corpo magro inteiro tremendo, um gemido longo e quebrado saindo da garganta. Ele continuou lambendo devagar enquanto ela ainda pulsava, prolongando o orgasmo até ela empurrar a cabeça dele com a mão de unhas vermelhas.
— Para… para um segundo… tá sensível demais.
Marcelo se levantou. A barba brilhava de saliva e de gozo. Andressa, ainda ofegante, desceu as mãos e abriu o cinto e o zíper dele com pressa. O pau saiu pesado, duro, as veias saltadas, a cabeça já molhada de pré-gozo. Ela o envolveu com as duas mãos — as unhas vermelhas contrastando com a pele morena clara dele — e olhou para cima, os olhos castanhos vivos.
— Eu quero chupar. Quero sentir ele latejando na minha boca. Quero sua barba roçando minha testa enquanto eu te engulo.
— Então chupa.
Ela se ajoelhou entre as pernas robustas dele e engoliu o pau de uma vez, até a garganta. Marcelo soltou um gemido grave, a mão grande segurando o cabelo longo e escuro dela. Andressa chupava fundo, babando, a saliva escorrendo pela barba dele quando ele se inclinava para ver. De vez em quando ela parava só na cabeça, chupava só a glande com força e olhava nos olhos intensos dele.
— Você gosta de ver eu te chupando desse jeito? Com essas unhas vermelhas segurando seu pau?
— Porra, gosto pra caralho. Continua. Mais fundo.
Ela voltou a engolir tudo, a garganta apertando em volta da cabeça do pau. Marcelo puxou o cabelo dela e tirou o pau da boca antes de gozar, a respiração pesada, o peito amplo subindo e descendo.
— Eu quero gozar dentro de você. Quero sentir essa buceta apertando. Quero ver essa cintura fina se contorcendo.
Andressa se levantou, virou de costas, ajoelhou no sofá e arqueou a coluna. A cintura fina e bem marcada criava aquela curva suave e delicada. O bumbum pequeno e firme ficou para cima. Marcelo se posicionou atrás, passou a cabeça do pau pela fenda molhada várias vezes, espalhando o líquido, e só então enterrou de uma vez só.
Andressa gritou.
— Caralho… que grosso… vai devagar no começo…
— Aguenta — ele rosnou, segurando a cintura fina com as duas mãos grandes. — Você pediu pra eu te foder. Agora aguenta.
Ele começou a meter fundo, devagar no início, sentindo cada centímetro entrar e sair. O pau abrindo, a buceta apertando e molhando tudo. Depois acelerou. As estocadas ficaram pesadas, molhadas, o som da pele batendo ecoando na sala. A seda do pijama estava toda amassada em volta da cintura dela. Os seios médios balançavam a cada investida. A barba longa raspava as costas dela quando ele se inclinava.
— Mais forte — Andressa pediu, a voz já rouca. — Me fode como se eu fosse só sua. Como se a gente não tivesse ninguém esperando em casa. Me faz esquecer que eu sou advogada.
Marcelo obedeceu. Segurou os cabelos longos e escuros com uma mão, a cintura fina com a outra, e meteu com força. A barba raspava as costas dela enquanto ele beijava e mordia o ombro.
— Sua buceta tá me engolindo… porra, Andressa… tão apertada…
— É sua agora. Mete mais fundo. Quero sentir você no fundo. Quero suas mãos grandes me segurando enquanto eu gozo.
Ele ergueu uma das pernas longas e delgadas dela, colocando o joelho no encosto do sofá, mudando o ângulo, e foi ainda mais profundo. Andressa gritou de novo, as unhas vermelhas cravadas no tecido. O prazer subia rápido demais. O contraste entre o homem calmo e o dominante na cama estava completo.
— Eu vou gozar — ela avisou, a voz quebrada. — Não para… não tira… me faz gozar com essa barba na minha pele…
— Goza. Quero sentir você apertando meu pau. Goza pra mim.
Ela gozou forte, o corpo magro inteiro tremendo, a buceta pulsando em volta dele em espasmos longos. Marcelo segurou a cintura fina com força e continuou metendo durante o orgasmo dela, prolongando até ela quase não aguentar mais.
Quando os tremores diminuíram, ele saiu devagar, ainda duro, e a virou de frente. Andressa ficou sentada no sofá, as pernas abertas, a respiração descompassada, os seios médios subindo e descendo. Marcelo se ajoelhou de novo entre as pernas dela, passou a língua pela buceta já sensível e cheia do gozo dela, lambendo devagar. A barba molhada arranhava a parte interna das coxas esguias.
— Marcelo… tá sensível…
— Eu sei. Mas eu quero sentir o gosto de novo. Quero essa barba cheia de você.
Ele chupou com mais cuidado, a barba arranhando. Andressa gemia baixo, os dedos de unhas vermelhas nos cabelos curtos da nuca dele. Depois de alguns minutos ele se levantou, pegou as pernas longas dela e as colocou sobre os ombros largos. O pau voltou a entrar devagar, dessa vez de frente, os olhos castanhos intensos dos dois se encontrando.
— Olha pra mim enquanto eu te fodo — ele pediu, o comando curto e direto.
Andressa obedeceu. As estocadas começaram lentas, profundas, quase carinhosas, e foram ficando mais fortes. O sofá rangia. O som molhado da penetração preenchia a sala. Marcelo baixou a cabeça e mordeu um dos seios médios, chupando o mamilo sensível enquanto continuava metendo. A barba raspava o peito dela.
— Mais… me dá mais — Andressa pediu, o lado que gostava de ser dominada aparecendo. — Me faz esquecer o cargo. Me faz só sua.
Ele tirou o pau, ajoelhou ela de novo de quatro e voltou a entrar por trás, dessa vez segurando os dois lados da cintura fina e puxando ela contra ele a cada estocada. O ritmo ficou brutal. Andressa gritava a cada investida, a voz já rouca de tanto gemer. As unhas vermelhas se cravavam no encosto. O bumbum pequeno e firme batia contra a pelve sólida dele.
— Vai gozar de novo? — ele perguntou, ofegante, o peito amplo coberto de suor e pelos escuros.
— Vou… porra, vou…
— Então goza comigo.
Marcelo acelerou ainda mais, as mãos grandes apertando a cintura fina com força, a barba longa roçando as costas. Andressa gozou pela terceira vez, o corpo magro inteiro tremendo, a buceta apertando o pau dele em espasmos fortes. Marcelo soltou um gemido longo e grave e gozou logo em seguida, enterrado até o fim, jatos quentes enchendo ela enquanto ele continuava a meter devagar, prolongando o próprio orgasmo. O cheiro de perfume masculino misturado ao suor preenchia o ar.
Só então ele parou. Ficaram imóveis, ofegantes, o suor escorrendo pela pele morena clara de ambos. Marcelo ainda dentro dela, a barba roçando o ombro.
Andressa quebrou o silêncio primeiro, a voz rouca e cansada, o sorriso confiante voltando aos poucos:
— Você pode ficar a noite toda.
Marcelo beijou a nuca dela, a barba ainda molhada.
— Eu não pretendo ir embora. E amanhã de manhã eu quero te foder de novo. Devagar. Quero ver essa cintura fina se contorcendo em cima de mim. Quero gozar dentro de você outra vez. Quero minha barba em todo lugar do seu corpo.
Andressa sorriu, ainda com ele dentro, e apertou a buceta de propósito, arrancando um gemido dele.
— Então fica. A cidade é nossa até domingo… e eu ainda não terminei com você hoje. Quero sentir essas mãos grandes me segurando de novo. Quero perder o controle outra vez.
Lá fora o trânsito continuava. Dentro do apartamento moderno de Andressa, os dois casados — a advogada de presença marcante e o analista de barba longa — já estavam se tocando de novo, a segunda rodada começando antes mesmo de conseguirem se levantar do sofá.