Benício e Verena tinham chegado cedo na praia, eram 9 da manhã, mas parecia meio-dia, de tanto calor. Estenderam a canga na areia fina, aproveitado o silêncio de um local que só começava a encher depois das 11. Verena estava mais relaxada, tentando esquecer o sonho perturbador da semana anterior, mas as imagens ainda ecoavam em sua mente, como se fosse uma música que a gente fica cantando em silêncio toda hora.
- Que dia lindo.
- O melhor dia. Só nós dois, sem ninguém pra atrapalhar.
As programações eram quase sempre ideia de Benício, e nitidamente ele estava ao máximo procurando programas mais calmos e controlados, sinal de que Verena estava precisando aquetar o facho, pensava ele. Mas o destino, ou a coincidência, sempre tem seus próprios planos. Quando eles já estavam arrumando as coisas para ir embora, o celular de Benício vibrou. Era Marquito.
- Tá onde, pivete?
- Tô saindo da praia agora.
- Porra! Saindo você quer dizer?
- É, rapaz, vim cedo
- Guenta aí, sacana! A gente tá chegando. É no píer né? Eu sei que você ama esse lugar!
- Então... a gente já tava indo embora, Marquito...
- Aguenta mais um pouco, camarado! A gente já tá chegando, é rapidinho. Só pra dar um alô. Ninguém vai estragar seu dia não, Bené!
Benício suspirou, olhando para Verena com um pedido de desculpas silencioso.
- Tá, mas só mais um pouco.
- Isso aí! Vou voando.
Verena ouviu a conversa e sentiu um friozinho na barriga. A mistura de ansiedade e curiosidade que a acompanhava desde o baile voltou com tudo. Ela não sabia se queria ver os quatro novamente - ou se precisava.
Quinze minutos depois, um carro estacionou perto da calçada, e os quatro desembarcaram numa algazarra de risadas e vozes altas. Marquito vinha na frente, com uma bermuda colorida e o torso nu, exibindo um corpo malhado que parecia esculpido por um escultor apaixonado. Leandro, atrás dele, também sem camisa, com um físico igualmente impressionante, mas mais magro e definido. Andreza e Jéssica usavam biquínis minúsculos que deixavam pouco à imaginação - Andreza com um modelo azul-marinho que destacava suas curvas, e Jéssica com um fio-dental preto que era praticamente uma provocação ambulante. De acordo com a vida que estavam levando, se aparecessem nus, estava de boa.
Marquito: Bené! E aí, malandragem? Tá querendo sumir, hein? O namoro tá novo pra todo mundo, não é só pra vocês não!
Leandro: Fala, meu garoto!
Verena observou, sem conseguir desviar o olhar, enquanto os quatro se instalavam rapidamente. Jéssica e Andreza se deitaram na canga, esticando os corpos como musas da areia. Os corpos delas eram invejáveis - Jéssica com suas curvas generosas, peitos firmes e cintura fina; Andreza era mais baixa, mas corpo igualmente igualmente perfeito, com pernas grossas e uma barriga definida.
Leandro também tinha um corpo bonito - peitoral largo, braços fortes, ombros largos. Mas Marquito... Marquito era de tirar o fôlego. Seu corpo parecia feito para ser admirado: abdômen tanquinho, peitoral definido, costas largas e uma postura que exalava confiança. Verena sentiu a boca secar e desviou o olhar rapidamente, com medo de ser flagrada.
Leandro: Umbora, Bené, dar esse mergulho.
Benício: Vou ficar aqui com as meninas um pouco. Deixa eu pegar a vibe de vocês, porra, já tava indo embora, esqueceu?
Marquito se jogou na canga ao lado de Andreza, puxando-a para um beijo rápido. Jéssica, que estava ao lado, se levantou e olhou para Verena.
Jéssica: Vem, Verena! Vamos dar um mergulho. Deixa esse casal aí se pegando.
Verena hesitou, olhando para Benício.
Benício: Vai, amor. Eu fico aqui.
Andreza: Ei, também vou!
As três foram para a água,as ondas frias lambendo as pernas enquanto se afastavam da areia.
Jéssica: Nossa, que dia gostoso. Depois da noite que eu tive, tô precisando relaxar.
Andreza: Que você teve? Ei, puta, eu tava lá!
Jéssica: Ah, não enche! O Marquito me deixou toda assada, tô toda ardida até agora. Andreza: O Leandro também não ajudou, ahahahahahahaah
Andreza soltou uma gargalhada, as duas estavam que tavam, mas Verena ficou sem graça, sentindo o rosto esquentar.
Jéssica: Foi mal aí, Verena. Eu pensei alto. É o costume, tô acostumada a falar tudo assim, de bate-pronto
Verena: Que é isso, gente,tudo bem, sou de maior!
As três ficaram ali, flutuando na água, enquanto Jéssica e Andreza trocavam olhares cúmplices.
Jéssica: Então, Verena… o Benício já te apresentou o maravilhoso mundo do sexo, ou vocês são mais do estilo romântico?
Verena: Nossa, também não é assim, temos nossa vida na cama, como qualquer casal jovem.
Andreza: Com fogo, né? Acho que Jéssica confunde jeito fora e “ajeito dentro”
Jéssica: Exatamente, kkkkkkkkk… O Marquito e o Leandro são fogo puro. A gente não sai inteira de noite nenhuma com eles. É bom demais, não é, Dreza?
Andreza: É, demais! Mas você tá provocando ela… não liga não, Verena, ela esses dias tá ovulando e fica nessas aí...
Jéssica: Âhn, olha quem fala… a patricinha puta, hahahahahaha
Verena não sabia onde enfiar o rosto. As duas eram tão desinibidas, tão à vontade com a própria sexualidade, que ela se sentia uma criança ao lado delas. Jéssica parecia puro sex appeal, cada movimento seu era uma provocação, cada palavra era um convite. Andreza, por sua vez, era diferente - mais contida na aparência, mas com um olhar que escondia uma intensidade que Verena começava a decifrar. Ela parecia uma garota nobre que tinha descoberto um prazer cru, que seu mundinho anterior não lhe entregava e que adorava cada segundo disso.
Depois de alguns minutos, elas voltaram para a areia. Os homens estavam secando ao sol, e Leandro já tinha ligado um som portátil que tocava pagode.
Jéssica e Andreza não perderam tempo. Assim que a música começou, elas começaram a dançar, os corpos se movendo com uma malemolência que Verena achou bacana. Jéssica rebolava como se tivesse mola nos quadris, descia até o chão e subia num movimento fluido e provocante. Andreza a acompanhava, com um gingado mais sutil, mas igualmente hipnótico. E refletia que, se Andreza tinha penetrado um mundo diferente do anterior, é que mudanças de conduta podiam ser alteradas por via de um sexo desenfreado e visceral.
Marquito e Leandro se levantaram e se juntaram a elas. O gingado dos dois era puro espetáculo - Marquito com uma confiança que beirava a arrogância, Leandro com uma energia explosiva que combinava com sua natureza exaltada. Eles se moviam em sincronia com as meninas, os corpos se tocando, os olhares se encontrando.
Benício puxou Verena para dançar, mas ela sentiu a diferença imediatamente. Os passos dele não eram expansivos, escondiam possíveis deficiências músico-motoras. Ele balançava o corpo com menor traquejo, sem aquela entrega que os outros quatro exibiam. Verena ensaiava alguns passos, tentando acompanhar, mas se sentia travada, tímida, observando os outros quatro como se estivesse numa aula de dança que não conseguia aprender. Ao fim do sacolejo, Jéssica falou com ela.
Jéssica: Um dia você vai aprender, viu? Não é só pela dança. Serve pra outros momentos também...
Verena sentiu o rosto esquentar, mas não respondeu. Estava claro que o universo dela sequestrou Andreza. E então percebeu que aquela quadrilha raptava mocinhas inocentes...
Benício e Verena resolveram se dispersar, iam almoçar numa churrascaria rodízio. Andreza abraçou Verena com carinho, Jéssica a puxou para um abraço mais apertado
Jéssica: Bom te ver aqui, princesa. Com certeza você vai dar uma melhorada. Uma bela melhorada.
E piscou, maliciosa que só ela… Se afastou, com um olhar matreiro, um sorriso que dizia mais do que palavras. Verena sentiu um arrepio percorrer a espinha. Ela não tava plantando minhocas em sua cabeça, tava mais depositando um ninho de cobras onde podiam nascer pequenas serpentes jessiquianas.
Se afastaram com mãos acenando um até breve e os quatro permaneceram lá. Benício beijou Verena com vontade na saída pro asfalto - mais do que o normal, como se quisesse competir com a intensidade que via nos amigos. Mas Verena sentiu a diferença. O beijo dele tentava ser avassalador sim, mas ainda assim, não ameaçava incendiar a praia.Verena não conseguia parar de pensar no olhar de Jéssica, nas palavras dela, na energia dos quatro. Uma parte dela queria ter ficado.
Enquanto caminhava de volta para o carro, Verena sabia que algo tinha mudado dentro dela. Não era mais apenas curiosidade. Era desejo. Um desejo que crescia a cada encontro com aquele grupo, a cada provocação de Jéssica, a cada olhar de Marquito, a cada risada de Andreza. Ela não sabia onde aquilo à levaria, mas a decisão cabia a ela onde poderia ir. Dependia muito de Benício. Uma hora ela tinha que ser mais incisiva.
Mais uma noite e os quatro estavam na casa de Andreza, o novo point daquela turma. Não demorou muito e os casais começaram a sessão pornô. Andreza beijava Marquito, arranhando seu peitoral, ronronando “gostoso” e voltando aos beijos lascivos. Jéssica tinha os seios mamados por Leandro, que baixava cada vez mais a cabeça, passando por abdômen, umbigo até o “lindo lago do amor”.
- Ah, porra… lambe, Leo, assim, ahhhhhhhhh
Do outro lado, Andreza já acelerava o boquete, Marquito segurando os cabelos da amada, fazendo um rabo de cavalo com as mãos.
- Isso, putinha, ah que boquete, meu deus, ahhhhhhhh
E começou um festival de sussurros altos, obscenos, competitivos. Boquete de lá, lambidas de cá, a noite só começava no recinto.
Leandro metia forte em Jéssica, ela com as pernas escancaradas, apoiada de costas no sofá, só sentindo as golpeadas precisas
- Porra, Leo, mete, mete na sua puta!
Leandro se esforçava, dava gemidos longos, mostrando que estava se esforçando mesmo. Andreza cavalgava Marquito, o pau grosso do moreno socando aquela gruta loirinha, que molhava o pau dele com liquidos vaginais em abundância.
- Ah, porra, vai rápido, Drezinha! Quica mais forte, quica!
- Ah. Ahhhhhhh, assim vou gozar, pauzudo… AHHHHHHHHHH, METE MAIS ASSIM, AHHHHHHHHHH
- VAI PORRA, SOCA ESSA PUTA, LEO! AHHHHHHH
- É ASSIM QUE VOCÊ QUER, MARTMITINHA! AHHHHH, TOMAAAAAAAAAAAAA
Os décibeis da sala aumentavam, os quatro se deliciando com a foda cada vez mais frequente em que eles se envolviam
Leandro já metia em Jéssica ajoelhada, mãos no sofá que apertavam o tecido do móvel.
- UHHHHH, VAI, PORRA, METE MAIS, METE BALA, GOSTO DE MUITA PICA!!
- AHHHHH…AHHHHH, TOMA JÉSSIQUINHA! ISSO, REBOLA NA MINHA CACETA, ANDA!
Marquito segurava a perna esquerda de Andreza pro alto e mandava pica adentro, ele estava ajoelhado e ela de ladinho
- AHHHHHHHHHH, AINDA É APERTADINHA, ESSA PUTINHA RICA!VOU ARROMBAR VOCÊ, TESUDA! AAHHHHHHHHHHHHH
- ISSO, IS… AHHHHHHHHHHHHHH, SOCAAAAAAAAAAAA, METE NESSA PUTAAAAAAAAAAAA
De repente, naquela metida toda, Marquito sente a boca de Jéssica beijá-lo. Ela estava se colocando de quatro pra Leandro meter enquanto ela beijava o moreno.
- HUUUM…HUMMMMMMMMMM
Era ela sendo socada e beijando com linguadas escrotas o metedor de Andreza, que berrava na vara dele
- AHHHHHHHHHHH, METE, PORRA, METEEEEEEEEEEE
Jéssica cai de boca no pau de Marquito, com linguadas e toda velocidade que uma foda daquela intensidade pedia. Um boquete nervoso, com muitas passadas de pica pela cara. Andreza fazia o mesmo com Leandro. Os casais se inverteram.
Marquito já tava todo enterrado em Jéssica, arrancando gritos histéricos da influencer.
- AHH, PORRA, METE, SOCA, CARALHO! PUTARIA, PORRA!!!
- AHHHHH, ENFIA ESSA ESTACA, PORRAAAAAAAAAAAAAA, ME ENLOQUECE NESSA PICAAAAAAAAAAA
Era Andreza, também deitada de costas no chão recebendo num frango assado de um intenso Leandro, que socava um pau comprido que cutucava o útero da loira
- AHHH, TOMA, DREZINHA, TOMA VARA, TOMA!!!
Performáticos, os dois homens faziam poses diversas, ora ficavam com corpo na diagonal, movimentando os quadris pra bombar, ora eram montados com os quadris parecendo um burro chucro num rodeio. Elas faziam caras e bocas, notadamente obtendo orgasmos lancinantes.
- Ahhhhhhh, seus merdas!! Fodam essas putas! Pica nessas vagabundas!!!
- caralhoooooooooo, quero enlouquecer de fuder, caralhoooooooooooooooo!!!
As duas estavam juntinhas, levando vara, ajoelhadas no sofá, lado a lado, cabeças se movimentando ensandecidas enquanto eram lascadas em banda. Vez ou outra se olhavam e faziam caretas uma pra outra com linguas pra fora, as vezes, se enroscando
- AHHHHHH, METAM, SOQUEM!!! SOQUEM ESSAS PICONAAAAAAAAAAAAAAS
- AHHHHHHHHHH, TESÃAAAAAAAAAAAAO, PICA NESSAS VADIAS, PICAAAAAAAAAAAAA
Nesse vai e vem frenético Marquito tira o pau e esporra jatos nas costas de Andreza, enquanto Leandro se contém mais pra ficar na frente delas e dar uma esporrada violenta na cara das duas, línguas de fora, recebendo jatos, as duas alucinadas botando a língua pra fora, lambendo a pica esporradora, enquanto filetes de esperma desciam pelos seus rostos suados.
Marquito estava deitado de costas, com Andreza aninhada ao seu lado, a cabeça apoiada em seu peito. Leandro estava ao lado de Jéssica, uma mão descansando na coxa dela enquanto ambos tentavam recuperar o fôlego. O silêncio era quebrado apenas pelo zumbido do ventilador no teto. Foi aí que um papo começou a rolar.
Jéssica: Aproveitando...Vocês já repararam na Verena?
Marquito: Como assim? O que tem ela?
Jéssica: Toda vez que a gente encontra ela, ela tá com uns ares de curiosidade, sabe? Parece que ela tá tentando sacar alguma coisa. Ela tem desconfiança que a gente aqui faz putaria junto, tenho quase certeza.
Leandro: Jéssica, você tá viajando. A Verena é toda certinha, doce, namorada do Bené. Ela não tem nada a ver com isso.
Jéssica: Sei não, viu? Eu sou observadora, percebo essas coisas. Ela olha pra gente de um jeito que não é só curiosidade normal. Parece que ela quer estar mais perto, quer entender como a gente funciona. Ela quer se aproximar mais da gente, tá na cara.
Marquito: Olha, eu não quero nem pensar nisso. Benício é meu amigo, a gente não devia ficar falando da namorada dele.
Jéssica: Mas não tô falando mal, Marquito, só tô dizendo o que eu percebo, nada demais. Andreza concorda comigo, não concorda, Dreza?
Andreza: Olha... ela tem um ponto… A Verena parece estar sim com uma curiosidade que vai além do normal. Ela observa a gente dançar, observa como a gente se toca, como a gente se olha… Não sei se é ciúmes, se é desejo, ou se é só curiosidade mesmo. Isso é nítido. Ela olha como se estivesse tentando montar um quebra-cabeça
Leandro: Eta, porra, vocês estão querendo desvendar a menina!
Andreza: Ela parece sexualmente insatisfeita. Não sei explicar, mas é como se ela olhasse pra gente e pensasse "o que eles têm que eu não tenho?".
Jéssica: É exatamente isso, Dreza! Você entendeu! Ela olha como se estivesse querendo adivinhar como a gente funciona integralmente. Como a gente se encaixa, como a gente transa, como a gente troca de pares. Ela quer decifrar o código.
Marquito: Gente, para com isso, pelo amor de Deus. A Verena é namorada do Bené, e o Bené é nosso amigo. A gente não devia nem estar tendo essa conversa.
Jéssica: Não tô falando de pegar ela, Marquito! Tô falando que ela parece querer algo além do que tem com o Benício. E o Benício não parece querer isso. Sempre achei ele inseguro, e mulher nota quando o cara vacila em fugir de novidades na relação.E ela... ela tem um brilho diferente!
Leandro: Olha, eu também não quero mexer nesse vespeiro. Se o Bené quiser apresentar a Verena pra esse mundo, ele apresenta. Mas eu não vou ser o cara que vai plantar ideia na cabeça dela.
Marquito: Nem eu. A gente já tem nossa dinâmica aqui, e é ótima. Não precisa envolver os outros.
Leandro: Vocês observam demais
Jéssica: Aprendi com a Verena, ahahahahahahah
Andreza: kkkkkkkkkkkkkkkkk
Marquito: É melhor parar esse papo...
Jéssica: Tá, mas vocês dois são muito cegos. A Verena tá claramente a fim de entender o que a gente faz. Ela quer saber como é transar com mais de uma pessoa ao mesmo tempo, quer saber como é essa troca de energia. Eu entendo dessas coisas,gente, tenho uma percepção da porra disso! E o Benício… se ele não abrir o olho, a namoradinha dele vai se embrenhar num mundo sexual que ele não tem condições de oferecer a ela.
Andreza: Verdade. Ela é toda certinha, mas tem um olhar que já tá querendo ser liberta. E o Benício talvez não tenha o mesmo ritmo pra realizar programas desse tipo. Ele é um cara que preserva certo distanciamento, não gosta de mexer em vespeiro. É um cara gente boa demais, conservador. Ele quer manter as coisas do jeito que elas estão dispostas.
Jéssica: Imagina a carinha dela se ela visse a gente aqui, agora, do jeito que a gente tava há meia hora atrás. Ela ia ficar louca.
Andreza: Ia ficar excitadíssima. Eu aposto que ela sonha com isso, mesmo sem admitir.
Jéssica: Nossa, sim! Ela ia ver a gente todo mundo junto, trocando de parceiro, gemendo, gozando... ia ser uma revelação pra ela. O Benício ia ter que lidar com isso depois.
Marquito: Para com isso, Jéssica! Ficar brincando com as necessidades da menina é sujeira.
Jéssica: Sério é a cara que ela ia fazer, Marquito! Ia ficar de boca aberta, olhos arregalados, aquele jeito tímido... mas por dentro, ia estar fervendo.
Andreza: E olha que ela é linda. Daria uma boa adição ao grupo, se o Benício deixasse.
Leandro:Porra, que onda dessas meninas, velho! Deixa a figura do cara em paz!
Jéssica: Tá bom, tá bom! Mas só tô dizendo: o Benício que se cuide. Porque a Verena pode ser doce, mas doce também derrete, e quando derrete, vira um fogo que ele talvez não consiga apagar.
O silêncio voltou a reinar. Marquito e Leandro trocaram olhares, ambos desconfortáveis, mas também um pouco curiosos. Andreza e Jéssica, por sua vez, estavam animadas com a própria conversa, rindo baixinho enquanto imaginavam a cena.
Marquito: Ok, vamos dormir. Já deu de papo. Amanhã é dia de trampo.
Jéssica: Mas fica o aviso. Verena é mais curiosa do que parece, e eu aposto que, mais cedo ou mais tarde, ela vai dar um jeito de matar essa curiosidade.
Andreza: E quando ela matar... vai ser lindo de ver.
Cada um se levantou pra fazer alguma coisa, mas aquele papo, mesmo desconfortável pra alguns, deixou um eco. A imagem de Verena, curiosa e insatisfeita, se juntando a eles, se abrindo para um mundo que ela nunca imaginou, era uma ideia quase impossível. Mas poderia garantir algumas fantasias proibidas.
Na semana seguinte estavam os quatro lá novamente. Marquito metia em Jéssica, Andreza cavalgava Leandro. Eles não falavam nada, apenas gemiam. De repente, Jéssica começou a gritar, Marquito acelerando os movimentos. Nessa hora, Jéssica começou a imitar a voz de Verena
- AI, MARQUITO, ESFOLA, ESFOLA ESSA PUTINHA, TAVA DOIDA POR ESSA PICONA, METE
Marquito não parou. Fez cara feio mais estava quase gozando já. Do outro lado, Andreza entrou na onda
- VAI, VERENINHA, GEME NESSA VARONA, AHHHHHHHHH, GOZA NESSA PICONA, AHAHAHAHAHAHAHH
Marquito então acelerou e Jéssica pirou, continuando a imitar Verena
- AHHHHHHHHHHHHHHH, DELICIAAAAAAAAAAAAAAA, METE NA NAMORADINHA DO SEU AMIGUINHO, VAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAIIIIIIII
Marquito tirou o pau e esporrou grossos jatos, banhando a bundona de Jéssica, que rebolava dando gargalhada
- AHAHAHAHAHAH, QUE PORRA QUENTE!! A PORRA DE MACHO FERVE ASSIM, É?
Andreza no outro cando berrava, também gozando
- AHHH, VAI, PORRA, ESPORRA NA MINHA CARA!!
Ela tirou o pau e Leandro esguichou semen por todo o rosto da ex-patricinha, encerrando aquela foda
Jéssica: Ahahahahahahha, essa foi boa
Andreza: Você não presta, hein?Verena levou leitada na bundona, ahahahahahah
Jéssica: kkkkkkkkkkkkkkk
Leandro: Vocês são foda… brincadeira da porra…
Jéssica: Fantasia, ué? O nome sacanagem serve pra isso, ahahahahahah
Marquito tinha ido ao banheiro e retornado com a cara amarrada
Jéssica: Fica assim não, bebê… putaria boa a gente curte,nada demais
Marquito: Vamo evitar isso, beleza? Já falei
Jéssica: Porra, Marquito, você é viado, é? Brincadeira. A gente…
Marquito colocou o dedo indicador na cara de Jéssica
Marquito: Eu tô avisando pra parar! E tô falando sério!
Jéssica: Ave Maria, precisa essa cavalice?!!
Marquito foi pra cozinha, Leandro estava no banheiro. As duas conversaram sobre aquilo
Andreza: Eita, que essa Verena é uma personagem boa, hein?
Jéssica: Já viu? Sacanagem é isso aqui, eles sabem disso
Andreza: Mas é namorada do cara. A curtição é boa, mas pra eles é outra coisa…
Jéssica: Sabe o que é isso? Ele gostou. Quando imitei ela, senti o pau dele inchar. Só não quer admitir. Ele tá é sentido por ter imaginado comendo ela de quatro…
Andreza: Ahahahahaha, você não presta.
Jéssica: Pois é… Essa Verena ainda vai esquentar muita foda nossa…
(continua...)