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Uber Pirocudo 03 - O Cliente precisava de um empurrãozinho

Da série Uber Pirocudo
Um conto erótico de Catcm82
Categoria: Gay
Contém 2594 palavras
Data: 25/09/2026 18:21:16
Assuntos: Anal, Boquete, Carro, Foda, Gay

Depois que o Edgar provou da minha vara, o cara ficou viciado; nos dias seguintes, transamos todos os dias. No trabalho, ele se faz de machão para os nossos colegas, mas é uma verdadeira putinha quando está rebolando no meu pau; e eu sempre o faço gozar bem com o meu pau atolado nele. No entanto, ao final de uma semana, depois de eu o ter feito gozar duas vezes na casa dele, ele falou comigo bem sério:

— Paulinho, vamos ter que dar um tempo nessas nossas transas. Nesta semana, não tive tesão para comer a minha mulher; só penso no teu pau, e isso não pode continuar.

— Por mim, tudo bem. Vou sentir falta do teu cu, mas não quero estragar o teu casamento.

— Obrigado, cara.

Vale ressaltar que era sempre ele quem mandava mensagem pedindo para eu passar na casa dele, mas tudo bem, eu não queria ser o causador do fim do seu casamento. Na semana seguinte, ele não me mandou mensagem nenhuma e, a verdade é que eu senti a falta dele para caralho; o cara dá o cu como ninguém. Comecei a subir pelas paredes, batendo umas cinco punhetas por dia pensando nele.

Mas a vida continua e, atrás de um cu, há outro. Numa tarde de quarta-feira, entra no meu carro um cliente super gato, um rapaz de uns 26 anos, de classe alta; notei que ele estava extremamente abatido e nervoso. Eu não costumo puxar conversa com clientes, a menos que eles iniciem, mas tive pena do cara e perguntei:

— Está tudo bem com você?

— Não, cara. Está tudo péssimo.

- O que se passa? - perguntei curioso.

- Este é um daqueles assuntos que um homem não costuma discutir com outro, mas como não nos veremos mais... - ele calou-se ficando muito sério; até fiquei preocupado.

- Aqui funciona como um confessionário: o que é dito aqui, aqui permanece.

- Cara, eu broxei. Ia transar com uma garota que conheci na semana passada, mas na hora H, nada.

- Ah, não se preocupe, isso acontece com todo mundo. Geralmente é só ansiedade.

- Não, não é só isso. Comigo acontece com frequência.

- Se calhar, você deveria procurar um especialista; pode ajudar.

- No meu caso, não ajuda, é impossível.

- Por quê?

- Porque eu tenho o pau pequeno, porra. - Nossa, fiquei sem saber o que dizer, mas tentei animá-lo.

- Ah, o tamanho não importa, cara.

— Importa, sim. Eu vejo nos olhos delas a desilusão quando veem o meu pau; é por isso que sempre brocho.

— Isso parece-me um problema da sua cabeça. O que uma mulher gosta é de um pau teso; a minha experiência diz-me que elas não se importam tanto com o tamanho. — Tentei consolá-lo, sentindo pena do rapaz.

— Olha só e diz-me se não tenho razão.

Sem qualquer pudor, ele baixou as calças e mostrou-me o seu pau. Olhei pelo espelho retrovisor e o pau dele parecia-me completamente normal.

— Cara, esse seu pau é normalíssimo.

— Achas?

— Acho.

— Deixa-me mostrar-te teso. — Ele começou a masturbar-se e aquilo cresceu rápido; era um bom pau, com uns 16 ou 17 centímetros. Parei o carro e, sem qualquer pudor, agarrei-o.

— Este pau é tudo menos pequeno, cara. De onde tiraste essa ideia?

— Elas olham todas com desdém para ele, cara.

— Eu acho que o teu problema é outro — ainda não tinha percebido bem qual era a do carinha, estava numa de ajudar, mas, com a fome de foda que eu andava, se ele vacilasse eu ia traçá-lo.

— Achas?

— Acho. Vem aqui para o banco da frente.

Estávamos parados num sítio isolado; ele veio sentar-se ao meu lado e eu tirei o meu para fora, bem duro.

— Vê só, sou considerado bem dotado, tenho 23 cm. Achas mesmo que o teu é assim tão mais pequeno?

— Não, porra — ele tirou novamente o dele para fora; estava bem teso.

— O teu problema, eu acho, é que tu gostas de outras coisas…

— Achas? — O cara não conseguia parar de olhar para o meu pau.

— Acho, e eu vou verificar. Vamos ver se tu broxas ou não.

Agarrei-o pela nuca e levei a boca dele até o meu pau. Aquele gatinho lindo fechou os olhos e chupou a cabecinha do meu membro.

— Isso... — Ele deu uma sugada gostosa. — Gostas?

Ele balançou a cabeça confirmando. Estava explicado o motivo de ele brochar: o cara gostava de pau. Ele começou devagarinho, concentrando-se primeiro só na cabeça, mas, aos poucos, foi mamando e engolindo. Lambia a extensão inteira do meu pau, chegava às bolas e voltava a lamber com aquela língua gostosa, engolindo a cabeça aos poucos. Fui ficando bem doidão e não resisti: coloquei a mão na cabeça dele e a forcei contra o meu pau. O cara engoliu tudo de primeira. Nossa, que tesão ver um homem tão bonito como aquele engolir o meu pau daquele jeito.

— Isso, engole tudo, cara!

Deixei-o à vontade. O cara segurava o meu pau e batia com ele no rosto; ele estava muito mais solto, esfregava a cabeça do meu picão nos seus lábios e abocanhava-o todo. O meu pau entrava todo naquela boquinha, sentia-o bater bem no fundo da sua garganta, até que, de repente, ele olhou para mim e falou:

- Que tesão.

- Gostas, né?

- Gostoso.

- Põe-te à vontade, tira a tua roupa.

Ficamos então os dois nus. Que homem lindo eu tinha ali ao meu lado; o cara é perfeitinho, tem o corpo completamente lisinho, sem nenhum pelo, branquinho e todo definido, sem exageros, com algumas tatuagens espalhadas que o deixam ainda mais gato. E, no meio daquelas pernas, o seu pau, com uns 16 a 17 cm, super teso e com a cabeça bem rosadinha. Então, eu, bem sacana, agarrei no pau dele e olhei para ele bem:

- Comigo ele não brocha.

- Não. – Ele sorriu com um ar malandro.

O pau dele é muito bonito, bem retinho, cheio de veias e com aquela cabecinha descoberta, toda rosadinha. Deu-me uma vontade enorme de o chupar. Curvei-me sobre ele e chupei aquela cabeça; estava tão salgadinha. Dei logo umas sugadas bem gostosas; nossa, como aquela piroca dele era saborosa. Ele adorou:

- Aiii, nossa!

- É boa a minha mamada?

- Caralho, boa demais!

Parei um pouco de mamá-lo e dei-lhe um beijo; aquele cara atraía-me muito e ele correspondeu. Demos um beijo demorado enquanto eu segurava o seu pau e o punhetava.

— Tens aqui um belo pau, cara. É bem gostoso.

— Gostas? — Como era possível um homem tão bonito e com um pau daquele tamanho ser tão inseguro?

— Já te mostro.

Voltei ao pau dele e engoli-o todo de uma vez; senti a cabecinha a tocar no fundo da minha garganta.

— Aaaai, que delícia!

O meu cliente gato começou a contorcer-se com a minha chupada. Fui então bem safado, levei a minha mão ao seu reguinho enquanto o mamava e, com o meu dedo, comecei a rodopiá-lo no seu buraquinho. Ele começou a contorcer-se todo.

— Aaaai, porra!

O gostosinho, sem eu dizer nada, abriu mais as pernas enquanto eu engolia aquele seu pauzão numa mamada deliciosa. Quando senti seu cuzinho relaxar, enfiei a ponta do meu dedo nele.

— Aaaai, caralho! — ele se assustou, mas eu não tirei o dedo e falei calmamente:

— Relaxa, que isso é bom.

— Não vai ser demais?

— Relaxa que tu vai gostar.

Continuei a mamá-lo e fui introduzindo meu dedo naquele cuzinho. O cara era bem apertadinho, mas eu sabia como prepará-lo. Quando meu dedo entrou todo, comecei a fazer um vai e vem devagarinho. Ele adorou, mas, ao mesmo tempo, estava assustado.

— Aii, porra, caralho!

— Está bom?

— Está.

— Ainda vai ficar melhor.

Tirei então o dedo, cuspi na mão e passei no seu cuzinho. Naquela hora, já tinha parado de chupá-lo e comecei a enfiar dois dedos. Nossa, aquele cu apertadinho resistia, mas meus dedos começaram a penetrá-lo; eu já o tinha deixado bem relaxado.

— Aaaaiii, porraaaaa!

Agarrei o pau dele e comecei a bater uma punheta. O cara fazia caretas de prazer e se contorcia todo.

— Está gostoso, né?

— Foda-se, está muito bom! — ele disse, enquanto eu enfiava o restante dos dois dedos, e gemeu para mim: — Uhmmm, nossa…

Comecei então a fode-lo com meus dois dedos. O cara começou a gemer bem alto. Eu, sabendo o que fazia, comecei a lamber seu peito e a mordiscar seus mamilos; ele começou a ficar louco de prazer com aquilo.

— Ai, isso é tão bom, hum…

— Ainda vai ficar melhor — disse eu, tirando os meus dedos dele. — Sai para fora.

Saímos os dois do carro. Ele, de pé, todo pelado, era ainda mais gato. Fui até ele e dei-lhe um beijo; ao mesmo tempo, levei o meu dedo ao seu cuzinho e, nossa, aquela rosquinha já estava novamente apertadinha; o cara era mesmo virgem. Terminei o beijo e abri uma das portas de trás do carro.

— Deita aí de barriga para cima.

— O que vais fazer? — perguntou ele, assustado, e eu dei-lhe mais um beijinho.

— Relaxa e descontrai.

Ele deitou-se então como eu pedi. Agarrei nas pernas dele e coloquei uma sobre o banco da frente e a outra no banco de trás; ele ficou com o cuzinho todo aberto para mim. Nossa, o cara era todo lisinho, aquele cuzinho não tinha nem um pelinho. Agarrei-o pela cintura, puxei-o para a pontinha do banco e agachei-me à sua frente. Aquele cuzinho estava todo arregaçado e eu meti a minha língua nele e dei uma lambida em todo o seu rego.

— Uiii, nossa…

— Gostosos, né?

— Para caralho, cara.

Comecei então a chupar aquele botãozinho. Nossa, o cara relaxou. Eu metia a minha língua bem no buraquinho dele; aquele cuzinho começou a "piscar". Eu, safado, subia até as bolas, depois ia ao pau dele, dava umas sugadas naquela "prioca" que estava sempre bem tesa e voltava ao seu cuzinho. O cara foi ficando cada vez mais solto, mais louquinho com a minha língua, até que ouço:

— Me come, cara.

Aquele gostosão estava no ponto. Levantei-me então, cuspi no meu pau e comecei a esfregar a cabeça dele naquele buraquinho. Os olhos dele eram de assustado.

— É a tua primeira vez?

— É, cara.

— Relaxa que eu vou com jeitinho.

Forcei a cabeça e senti a resistência daquele buraquinho; embora eu já o tivesse deixado bem relaxado, eu estava a inaugurá-lo. Forcei mais um pouco e acabei por entrar.

— Aiii, porra, cara! Está doendo!

— Eu sei, primeira vez é assim mesmo, mas já, já fica bom.

Fui metendo devagarinho, e o pau dele começou a murchar. O meu pau não é fácil de aguentar, mesmo para quem já está habituado, mas os olhos dele me diziam que era aquilo que ele queria.

— Aiii, porra... estás me arrebentando!

— Estou. Este cuzinho é muito apertadinho.

Tinha entrado a metade; fiquei um pouco parado, ele se acalmou e depois comecei um vai e vem devagarinho, e o cara agarrou no pau e começou a se punhetar.

— Nunca me imaginei a dar o cu, cara.

— Mas é bom, né? — No meu vai e vem devagarinho, o meu pau cada vez estava mais dentro daquele cuzinho.

— Não sei, cara, mas estou com tesão para que me comas.

Enfiei então o meu pau todo nele. Uhmmm, que tesão de cu quentinho, tão apertadinho.

— Ai, porra!

— Estou todo dentro.

Comecei a fode-lo, sem agressividade, com um vai e vem bem gostoso. O pau dele foi ganhando vida até ficar bem teso de novo.

— Já está gostoso, né?

— Está, porra! — Dei uma estocada mais funda. — Uhmmmmm.

— Larga o teu pau.

O cara foi obediente, parou de se masturbar e eu fui para cima dele. Apertei o seu pescoço com a mão direita e comecei a dar estocadas bem fortes; o cara começou a revirar os olhos de prazer.

— É bom levar com a piroca de um macho, hein?

— Aaaahhhhh, nunca senti nada assim!

— Sente, seu filho da puta, toma pau nesse cu apertadinho!

O pau do cara começou a babar, e o mais gostoso era sentir aquela pressão do cu apertadinho. Eu sabia que, se continuasse assim, eu o faria gozar; ele estava adorando ser enrabado. Então, diminuí o ritmo e ele olhou para mim.

— Que tesão bom, cara.

— É gostoso ser comido, né?

— Porra, demais!

— Levanta daí, então.

Saí de dentro dele, empurrei-o para a outra ponta do banco e sentei-me no banco de trás, ao lado dele.

— Vem sentar no teu macho.

Eu estava bem no meio do banco de trás, com as pernas bem abertas e o meu pau de 23 cm bem teso. Ele, então, meio tímido e de costas para mim, posicionou-se entre as minhas pernas. Sem eu dizer nada, agarrou no meu pau, encaixou-o no seu cuzinho e começou a sentar.

— Issoo… é bom, né?

— Uhmmm, é.

Ele sentou bem rápido e o gatinho gostou; começou logo a subir e descer, bem gostoso, no meu pau. Ele não se controlava e gemia alto:

— Aaaaiii, caralhooo, uhmmm…

— É bom, né, sentar na minha piroca?

— Ai, nossa, é muito… uhmmm…

— Tu nasceste para levar pau, cara.

Empurrei suas costas para que o corpo dele caísse um pouco para a frente, agarrei suas ancas e comecei a socar bem forte aquele cuzinho, que já não oferecia resistência nenhuma ao meu pau.

— Aaaaiiii, porraaaa!

— Cu gostoso do caralho!

— Aiaiii, porra, que eu vou gozar!

Assim que ele falou, parei na hora. Naquela posição, ele ia sujar o carro todo e isso não podia acontecer. Bem sacana, levantei um pouco.

— Aguenta um pouco.

— Estava quase, cara!

— Tu já gozas gostoso… anda cá.

Saímos da parte de trás do carro. Sentei-me no lugar do motorista, mas com as pernas para fora, e apontei o pau para ele.

— Vem.

O garoto apoiou a perna na porta, que estava com o vidro totalmente abaixado, encaixou o cuzinho no meu pau e sentou de uma vez só.

— Isso, putão, é para sentar até gozar.

O cara começou a rodar o quadril no meu pau enquanto subia e descia, sem parar de gemer e dizer besteiras.

— Aaaai, que tesão… que piroca do caralho!

— É do caralho a minha piroca, é? — falava eu para provocá-lo.

— É, porraaaaa!

Comecei, então, a mover minhas ancas contra aquele cuzinho. O garoto estava ofegante, quase gozando.

— Gosta de piroca de macho comendo esse cuzinho, é?

— Aaaai, aaaiii… gosto tanto, porraaaaaaaa, uhmmmmmm!

O primeiro jato de porra caiu longe; o seu pau tesinho jorrava muito leitinho.

— Issooo, goza gostoso, seu safado!

— Aaaaai, que gozada do caralho, uhmmmm!

Deixei o cara gozar bem gostoso. Quando ele terminou, agarrei-o pelas nádegas, tirei-o de cima de mim, coloquei-o de joelhos no chão e comecei a bater uma punheta bem perto da cara dele.

— Queres provar o leite do teu macho? — Ele me olhava assustado, mas o paudele continuava bem duro.

— Quero…

— Então abre a boquinha.

Ele abriu; agarrei o cabelo dele e empurrei a cabeça para trás.

— Língua para fora!

Ele colocou, e eu comecei a gozar.

— Aaaaah, caralho!

Os primeiros jatos caíram dentro da sua boca, mas o restante melou a cara toda dele. Aquele rostinho lindo ficou todo coberto pela minha porra. Quando terminei, levantei-o do chão e dei-lhe um beijo.

— Já sabes porque é que brochas com as tuas namoradas?

— Já — respondeu ele.

Ele não conseguia me encarar e olhava para o chão, mas peguei no seu queixo e ergui a cabeça dele.

— Não fiques com vergonha, não; ficas lindo assim com esse rostinho cheio de porra.

Ele voltou a olhar para o chão.

— Me levas para casa? — perguntou, todo envergonhado.

— Claro.

Por favor, façam sugestões para a continuação do conto; levarei-as em conta nos capítulos seguintes.

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Comentários

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Meu sonho ser assediado de novo por motorista de Uber. Já me diverti muito com um numa rua deserta aqui de Montes Claros - MG. casbi37@hotmail.com

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Porra, que delicia, tesão puro. Sonho com esse fetiche de fuder com um motorista de aplicativo mas nunca dei essa sorte.

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Nossa que delicia! Muito gostoso, no próximo capítulo seria interessante ver ele pegando um homem mais velho e machão ou pode ser outro uber também. Nossa que conto bom esse.

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Vai ter um capítulo assim hehehe..., mas ainda não será o próximo. Obrigado pelo comentário e pela sugestão.

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Delícia demais!! Fico fantasiando se isso acontece com os Ubers mesmo hehehe

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Eu acredito que sim hehehe... Obriagado pelo comentário.

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