Depois que o Edgar provou da minha vara, o cara ficou viciado; nos dias seguintes, transamos todos os dias. No trabalho, ele se faz de machão para os nossos colegas, mas é uma verdadeira putinha quando está rebolando no meu pau; e eu sempre o faço gozar bem com o meu pau atolado nele. No entanto, ao final de uma semana, depois de eu o ter feito gozar duas vezes na casa dele, ele falou comigo bem sério:
— Paulinho, vamos ter que dar um tempo nessas nossas transas. Nesta semana, não tive tesão para comer a minha mulher; só penso no teu pau, e isso não pode continuar.
— Por mim, tudo bem. Vou sentir falta do teu cu, mas não quero estragar o teu casamento.
— Obrigado, cara.
Vale ressaltar que era sempre ele quem mandava mensagem pedindo para eu passar na casa dele, mas tudo bem, eu não queria ser o causador do fim do seu casamento. Na semana seguinte, ele não me mandou mensagem nenhuma e, a verdade é que eu senti a falta dele para caralho; o cara dá o cu como ninguém. Comecei a subir pelas paredes, batendo umas cinco punhetas por dia pensando nele.
Mas a vida continua e, atrás de um cu, há outro. Numa tarde de quarta-feira, entra no meu carro um cliente super gato, um rapaz de uns 26 anos, de classe alta; notei que ele estava extremamente abatido e nervoso. Eu não costumo puxar conversa com clientes, a menos que eles iniciem, mas tive pena do cara e perguntei:
— Está tudo bem com você?
— Não, cara. Está tudo péssimo.
- O que se passa? - perguntei curioso.
- Este é um daqueles assuntos que um homem não costuma discutir com outro, mas como não nos veremos mais... - ele calou-se ficando muito sério; até fiquei preocupado.
- Aqui funciona como um confessionário: o que é dito aqui, aqui permanece.
- Cara, eu broxei. Ia transar com uma garota que conheci na semana passada, mas na hora H, nada.
- Ah, não se preocupe, isso acontece com todo mundo. Geralmente é só ansiedade.
- Não, não é só isso. Comigo acontece com frequência.
- Se calhar, você deveria procurar um especialista; pode ajudar.
- No meu caso, não ajuda, é impossível.
- Por quê?
- Porque eu tenho o pau pequeno, porra. - Nossa, fiquei sem saber o que dizer, mas tentei animá-lo.
- Ah, o tamanho não importa, cara.
— Importa, sim. Eu vejo nos olhos delas a desilusão quando veem o meu pau; é por isso que sempre brocho.
— Isso parece-me um problema da sua cabeça. O que uma mulher gosta é de um pau teso; a minha experiência diz-me que elas não se importam tanto com o tamanho. — Tentei consolá-lo, sentindo pena do rapaz.
— Olha só e diz-me se não tenho razão.
Sem qualquer pudor, ele baixou as calças e mostrou-me o seu pau. Olhei pelo espelho retrovisor e o pau dele parecia-me completamente normal.
— Cara, esse seu pau é normalíssimo.
— Achas?
— Acho.
— Deixa-me mostrar-te teso. — Ele começou a masturbar-se e aquilo cresceu rápido; era um bom pau, com uns 16 ou 17 centímetros. Parei o carro e, sem qualquer pudor, agarrei-o.
— Este pau é tudo menos pequeno, cara. De onde tiraste essa ideia?
— Elas olham todas com desdém para ele, cara.
— Eu acho que o teu problema é outro — ainda não tinha percebido bem qual era a do carinha, estava numa de ajudar, mas, com a fome de foda que eu andava, se ele vacilasse eu ia traçá-lo.
— Achas?
— Acho. Vem aqui para o banco da frente.
Estávamos parados num sítio isolado; ele veio sentar-se ao meu lado e eu tirei o meu para fora, bem duro.
— Vê só, sou considerado bem dotado, tenho 23 cm. Achas mesmo que o teu é assim tão mais pequeno?
— Não, porra — ele tirou novamente o dele para fora; estava bem teso.
— O teu problema, eu acho, é que tu gostas de outras coisas…
— Achas? — O cara não conseguia parar de olhar para o meu pau.
— Acho, e eu vou verificar. Vamos ver se tu broxas ou não.
Agarrei-o pela nuca e levei a boca dele até o meu pau. Aquele gatinho lindo fechou os olhos e chupou a cabecinha do meu membro.
— Isso... — Ele deu uma sugada gostosa. — Gostas?
Ele balançou a cabeça confirmando. Estava explicado o motivo de ele brochar: o cara gostava de pau. Ele começou devagarinho, concentrando-se primeiro só na cabeça, mas, aos poucos, foi mamando e engolindo. Lambia a extensão inteira do meu pau, chegava às bolas e voltava a lamber com aquela língua gostosa, engolindo a cabeça aos poucos. Fui ficando bem doidão e não resisti: coloquei a mão na cabeça dele e a forcei contra o meu pau. O cara engoliu tudo de primeira. Nossa, que tesão ver um homem tão bonito como aquele engolir o meu pau daquele jeito.
— Isso, engole tudo, cara!
Deixei-o à vontade. O cara segurava o meu pau e batia com ele no rosto; ele estava muito mais solto, esfregava a cabeça do meu picão nos seus lábios e abocanhava-o todo. O meu pau entrava todo naquela boquinha, sentia-o bater bem no fundo da sua garganta, até que, de repente, ele olhou para mim e falou:
- Que tesão.
- Gostas, né?
- Gostoso.
- Põe-te à vontade, tira a tua roupa.
Ficamos então os dois nus. Que homem lindo eu tinha ali ao meu lado; o cara é perfeitinho, tem o corpo completamente lisinho, sem nenhum pelo, branquinho e todo definido, sem exageros, com algumas tatuagens espalhadas que o deixam ainda mais gato. E, no meio daquelas pernas, o seu pau, com uns 16 a 17 cm, super teso e com a cabeça bem rosadinha. Então, eu, bem sacana, agarrei no pau dele e olhei para ele bem:
- Comigo ele não brocha.
- Não. – Ele sorriu com um ar malandro.
O pau dele é muito bonito, bem retinho, cheio de veias e com aquela cabecinha descoberta, toda rosadinha. Deu-me uma vontade enorme de o chupar. Curvei-me sobre ele e chupei aquela cabeça; estava tão salgadinha. Dei logo umas sugadas bem gostosas; nossa, como aquela piroca dele era saborosa. Ele adorou:
- Aiii, nossa!
- É boa a minha mamada?
- Caralho, boa demais!
Parei um pouco de mamá-lo e dei-lhe um beijo; aquele cara atraía-me muito e ele correspondeu. Demos um beijo demorado enquanto eu segurava o seu pau e o punhetava.
— Tens aqui um belo pau, cara. É bem gostoso.
— Gostas? — Como era possível um homem tão bonito e com um pau daquele tamanho ser tão inseguro?
— Já te mostro.
Voltei ao pau dele e engoli-o todo de uma vez; senti a cabecinha a tocar no fundo da minha garganta.
— Aaaai, que delícia!
O meu cliente gato começou a contorcer-se com a minha chupada. Fui então bem safado, levei a minha mão ao seu reguinho enquanto o mamava e, com o meu dedo, comecei a rodopiá-lo no seu buraquinho. Ele começou a contorcer-se todo.
— Aaaai, porra!
O gostosinho, sem eu dizer nada, abriu mais as pernas enquanto eu engolia aquele seu pauzão numa mamada deliciosa. Quando senti seu cuzinho relaxar, enfiei a ponta do meu dedo nele.
— Aaaai, caralho! — ele se assustou, mas eu não tirei o dedo e falei calmamente:
— Relaxa, que isso é bom.
— Não vai ser demais?
— Relaxa que tu vai gostar.
Continuei a mamá-lo e fui introduzindo meu dedo naquele cuzinho. O cara era bem apertadinho, mas eu sabia como prepará-lo. Quando meu dedo entrou todo, comecei a fazer um vai e vem devagarinho. Ele adorou, mas, ao mesmo tempo, estava assustado.
— Aii, porra, caralho!
— Está bom?
— Está.
— Ainda vai ficar melhor.
Tirei então o dedo, cuspi na mão e passei no seu cuzinho. Naquela hora, já tinha parado de chupá-lo e comecei a enfiar dois dedos. Nossa, aquele cu apertadinho resistia, mas meus dedos começaram a penetrá-lo; eu já o tinha deixado bem relaxado.
— Aaaaiii, porraaaaa!
Agarrei o pau dele e comecei a bater uma punheta. O cara fazia caretas de prazer e se contorcia todo.
— Está gostoso, né?
— Foda-se, está muito bom! — ele disse, enquanto eu enfiava o restante dos dois dedos, e gemeu para mim: — Uhmmm, nossa…
Comecei então a fode-lo com meus dois dedos. O cara começou a gemer bem alto. Eu, sabendo o que fazia, comecei a lamber seu peito e a mordiscar seus mamilos; ele começou a ficar louco de prazer com aquilo.
— Ai, isso é tão bom, hum…
— Ainda vai ficar melhor — disse eu, tirando os meus dedos dele. — Sai para fora.
Saímos os dois do carro. Ele, de pé, todo pelado, era ainda mais gato. Fui até ele e dei-lhe um beijo; ao mesmo tempo, levei o meu dedo ao seu cuzinho e, nossa, aquela rosquinha já estava novamente apertadinha; o cara era mesmo virgem. Terminei o beijo e abri uma das portas de trás do carro.
— Deita aí de barriga para cima.
— O que vais fazer? — perguntou ele, assustado, e eu dei-lhe mais um beijinho.
— Relaxa e descontrai.
Ele deitou-se então como eu pedi. Agarrei nas pernas dele e coloquei uma sobre o banco da frente e a outra no banco de trás; ele ficou com o cuzinho todo aberto para mim. Nossa, o cara era todo lisinho, aquele cuzinho não tinha nem um pelinho. Agarrei-o pela cintura, puxei-o para a pontinha do banco e agachei-me à sua frente. Aquele cuzinho estava todo arregaçado e eu meti a minha língua nele e dei uma lambida em todo o seu rego.
— Uiii, nossa…
— Gostosos, né?
— Para caralho, cara.
Comecei então a chupar aquele botãozinho. Nossa, o cara relaxou. Eu metia a minha língua bem no buraquinho dele; aquele cuzinho começou a "piscar". Eu, safado, subia até as bolas, depois ia ao pau dele, dava umas sugadas naquela "prioca" que estava sempre bem tesa e voltava ao seu cuzinho. O cara foi ficando cada vez mais solto, mais louquinho com a minha língua, até que ouço:
— Me come, cara.
Aquele gostosão estava no ponto. Levantei-me então, cuspi no meu pau e comecei a esfregar a cabeça dele naquele buraquinho. Os olhos dele eram de assustado.
— É a tua primeira vez?
— É, cara.
— Relaxa que eu vou com jeitinho.
Forcei a cabeça e senti a resistência daquele buraquinho; embora eu já o tivesse deixado bem relaxado, eu estava a inaugurá-lo. Forcei mais um pouco e acabei por entrar.
— Aiii, porra, cara! Está doendo!
— Eu sei, primeira vez é assim mesmo, mas já, já fica bom.
Fui metendo devagarinho, e o pau dele começou a murchar. O meu pau não é fácil de aguentar, mesmo para quem já está habituado, mas os olhos dele me diziam que era aquilo que ele queria.
— Aiii, porra... estás me arrebentando!
— Estou. Este cuzinho é muito apertadinho.
Tinha entrado a metade; fiquei um pouco parado, ele se acalmou e depois comecei um vai e vem devagarinho, e o cara agarrou no pau e começou a se punhetar.
— Nunca me imaginei a dar o cu, cara.
— Mas é bom, né? — No meu vai e vem devagarinho, o meu pau cada vez estava mais dentro daquele cuzinho.
— Não sei, cara, mas estou com tesão para que me comas.
Enfiei então o meu pau todo nele. Uhmmm, que tesão de cu quentinho, tão apertadinho.
— Ai, porra!
— Estou todo dentro.
Comecei a fode-lo, sem agressividade, com um vai e vem bem gostoso. O pau dele foi ganhando vida até ficar bem teso de novo.
— Já está gostoso, né?
— Está, porra! — Dei uma estocada mais funda. — Uhmmmmm.
— Larga o teu pau.
O cara foi obediente, parou de se masturbar e eu fui para cima dele. Apertei o seu pescoço com a mão direita e comecei a dar estocadas bem fortes; o cara começou a revirar os olhos de prazer.
— É bom levar com a piroca de um macho, hein?
— Aaaahhhhh, nunca senti nada assim!
— Sente, seu filho da puta, toma pau nesse cu apertadinho!
O pau do cara começou a babar, e o mais gostoso era sentir aquela pressão do cu apertadinho. Eu sabia que, se continuasse assim, eu o faria gozar; ele estava adorando ser enrabado. Então, diminuí o ritmo e ele olhou para mim.
— Que tesão bom, cara.
— É gostoso ser comido, né?
— Porra, demais!
— Levanta daí, então.
Saí de dentro dele, empurrei-o para a outra ponta do banco e sentei-me no banco de trás, ao lado dele.
— Vem sentar no teu macho.
Eu estava bem no meio do banco de trás, com as pernas bem abertas e o meu pau de 23 cm bem teso. Ele, então, meio tímido e de costas para mim, posicionou-se entre as minhas pernas. Sem eu dizer nada, agarrou no meu pau, encaixou-o no seu cuzinho e começou a sentar.
— Issoo… é bom, né?
— Uhmmm, é.
Ele sentou bem rápido e o gatinho gostou; começou logo a subir e descer, bem gostoso, no meu pau. Ele não se controlava e gemia alto:
— Aaaaiii, caralhooo, uhmmm…
— É bom, né, sentar na minha piroca?
— Ai, nossa, é muito… uhmmm…
— Tu nasceste para levar pau, cara.
Empurrei suas costas para que o corpo dele caísse um pouco para a frente, agarrei suas ancas e comecei a socar bem forte aquele cuzinho, que já não oferecia resistência nenhuma ao meu pau.
— Aaaaiiii, porraaaa!
— Cu gostoso do caralho!
— Aiaiii, porra, que eu vou gozar!
Assim que ele falou, parei na hora. Naquela posição, ele ia sujar o carro todo e isso não podia acontecer. Bem sacana, levantei um pouco.
— Aguenta um pouco.
— Estava quase, cara!
— Tu já gozas gostoso… anda cá.
Saímos da parte de trás do carro. Sentei-me no lugar do motorista, mas com as pernas para fora, e apontei o pau para ele.
— Vem.
O garoto apoiou a perna na porta, que estava com o vidro totalmente abaixado, encaixou o cuzinho no meu pau e sentou de uma vez só.
— Isso, putão, é para sentar até gozar.
O cara começou a rodar o quadril no meu pau enquanto subia e descia, sem parar de gemer e dizer besteiras.
— Aaaai, que tesão… que piroca do caralho!
— É do caralho a minha piroca, é? — falava eu para provocá-lo.
— É, porraaaaa!
Comecei, então, a mover minhas ancas contra aquele cuzinho. O garoto estava ofegante, quase gozando.
— Gosta de piroca de macho comendo esse cuzinho, é?
— Aaaai, aaaiii… gosto tanto, porraaaaaaaa, uhmmmmmm!
O primeiro jato de porra caiu longe; o seu pau tesinho jorrava muito leitinho.
— Issooo, goza gostoso, seu safado!
— Aaaaai, que gozada do caralho, uhmmmm!
Deixei o cara gozar bem gostoso. Quando ele terminou, agarrei-o pelas nádegas, tirei-o de cima de mim, coloquei-o de joelhos no chão e comecei a bater uma punheta bem perto da cara dele.
— Queres provar o leite do teu macho? — Ele me olhava assustado, mas o paudele continuava bem duro.
— Quero…
— Então abre a boquinha.
Ele abriu; agarrei o cabelo dele e empurrei a cabeça para trás.
— Língua para fora!
Ele colocou, e eu comecei a gozar.
— Aaaaah, caralho!
Os primeiros jatos caíram dentro da sua boca, mas o restante melou a cara toda dele. Aquele rostinho lindo ficou todo coberto pela minha porra. Quando terminei, levantei-o do chão e dei-lhe um beijo.
— Já sabes porque é que brochas com as tuas namoradas?
— Já — respondeu ele.
Ele não conseguia me encarar e olhava para o chão, mas peguei no seu queixo e ergui a cabeça dele.
— Não fiques com vergonha, não; ficas lindo assim com esse rostinho cheio de porra.
Ele voltou a olhar para o chão.
— Me levas para casa? — perguntou, todo envergonhado.
— Claro.
Por favor, façam sugestões para a continuação do conto; levarei-as em conta nos capítulos seguintes.
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