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Perfeição

Um conto erótico de Felipe ( por P.G. Wolff)
Categoria: Heterossexual
Contém 2471 palavras
Data: 25/09/2026 18:16:54
Última revisão: 25/09/2026 18:22:48

- Impossível!

- O que é impossível, Filipe?

- Você, Eva.

- O que me faz impossível?

- Você é perfeita demais.

- Quem diz isso é você. Eu não me acho nada de mais.

Conheci Eva por acaso, em uma praça de alimentação de um shopping em uma cidade de grande porte. Ela estava fazendo um lanche, sozinha em uma mesa, e não havia mesas vazias. Como a mesa era para quatro pessoas, timidamente perguntei se seria um incômodo que eu me sentasse ali. Achei que, como ela era belíssima, deveria estar aguardando alguém. E foi uma grata surpresa quando ela disse:

- Não, de forma alguma, pode se sentar .

- Você não está esperando seu namorado? Ou marido?

- Ah, não. Não estou esperando ninguém. Cheguei há pouco aqui, ainda estou tentando me adaptar.

- Desculpe a minha curiosidade, você veio de outro país? Seu sotaque é peculiar, não consegui identificar.

- Hmm...sim.

Ela pareceu relutante. Decidi não perturbá-la com mais perguntas. Comecei a comer meu almoço, que havia pego em um buffet de comida japonesa. Várias fatias de sashimi de salmão, camarões, guioza, um pouco de sushi e shoyu com bastante wasabi, que aprecio. Ela estava comendo apenas uma salada . E olhou com curiosidade para o meu prato.

- Você não gosta de comida japonesa?

- Isso é peixe em fatias?

- E camarões.

A expressão dela sugeria uma certa estranheza.

- Isso é bom?

- Eu gosto muito, quer provar um pouco?

Ela me olhou nos olhos. E foi nesse momento que me perdi completamente. Foi como ver o mar pela primeira vez, como dizia aquela música. Um olhar azul que me hipnotizou, um rosto perfeito, cabelos loiros ondulados, e uma expressão indescritível. A voz dela me trouxe de volta à realidade.

- Ah, não sei se seria educado comer da sua comida. Não nos conhecemos.

Mas ela parecia realmente curiosa, então, sem pensar muito, peguei uma fatia de salmão com o hashi e aproximei dos seus lábios. Ela sorriu e mordeu com seus dentes perfeitos.

- Hmm, é bom, muito bom. Melhor que as folhas.

O comentário dela me pareceu estranho. De onde ela seria? Algum lugar da Europa, certamente.

- Se você quiser, posso pegar mais para você, ali no buffet.

- Ah não, obrigada, eu só quis experimentar .

Ela voltou à sua salada, não sem antes me encarar novamente. Eu parecia ter entrado em um torpor.

Eu estava solteiro, havia terminado um relacionamento, como vários outros. Eu não conseguia manter um namoro, parecia que sempre faltava alguma coisa. E agora estava deslumbrado com aquela bela moça, que poderia estar apenas sendo educada comigo. Ou talvez quisesse conversar com alguém, sendo nova na cidade. Se fosse isso, seria minha chance de me aproximar dela.

- Você disse que chegou há pouco aqui. Então, não conhece a cidade?

- Não, não conheço.

- Eu poderia lhe mostrar os pontos turísticos, eu moro aqui há bastante tempo.

- Ah, não se incomode. Eu...

- Eu insisto. Não tenho nada para fazer nesta tarde. Posso acompanhá-la a qualquer lugar que você deseje.

- É muita gentileza sua, eu agradeço, mas...

- Desculpe interromper novamente, mas você é uma mulher muito bonita, e existem alguns pontos da cidade que podem ser perigosos.

Ela me olhou nos olhos outra vez, pensou um pouco, e então disse:

- Está bem. Vamos terminar a refeição primeiro.

Ela tomou seu garfo e pegou mais uma fatia do meu salmão.

- Isso é bom mesmo. E sorriu.

O sorriso dela me deixou em transe. Eu não sabia o que estava acontecendo comigo. Já havia tido as chamadas “paixões instantâneas”, avassaladoras, mas que se esgotavam como fogo de palha. Agora era algo diferente. Quase sobrenatural. E, no entanto, estava acontecendo em um ambiente nada memorável. Uma praça de alimentação em um shopping. Poderia ser em uma praia paradisíaca, um local nas montanhas, uma festa típica...

- Você está bem?

Voltei à realidade.

- Ah...estou sim. Podemos sair. Onde você quer ir? Quer deixar suas coisas no hotel?

Ela estava com duas mochilas ao seu lado, isso significava que ela realmente havia chegado há pouco na cidade.

- Hotel? Ah... eu iria procurar um hotel aqui por perto.

- Desculpe...ainda não sei o seu nome. O meu é Felipe.

- Eva. Meu nome é Eva.

- Então, Eva... eu não recomendo os hotéis aqui perto, é uma região meio “barra pesada”.

- Barra pesada?

- Perigosa para uma moça bonita e que veio de outra cidade.

- E onde não é perigoso?

- Vamos fazer o seguinte: eu coloco suas mochilas no meu carro, levo você para conhecer a cidade, e depois a gente encontra um hotel onde você achar mais adequado. Você veio trabalhar aqui?

- De certa forma, sim.

Fomos até o estacionamento, e coloquei as mochilas dela no porta-malas do meu carro. Estranhei o fato dela ter confiado em mim logo de início, e ter aceitado carona de um desconhecido. Mas eu não sabia nada a respeito dela. Por que teria vindo a esta cidade? E o que ela quis dizer com “De certa forma” quando perguntei se tinha vindo trabalhar?

Um pensamento me passou pela cabeça. Ela era muito bonita. Não, na verdade ela era linda. Linda demais. Será que era uma dessas modelos que trabalhava como “Escort?” E que havia vindo a esta cidade tentando fugir de alguma situação constrangedora em outro lugar?

- Felipe...você não precisa me levar. Vejo que você está muito relutante, pensando muito.

- Não, Eva. Eu só estou curioso, me desculpe.

Entramos no carro, e fui saindo em direção ao centro da cidade. Enquanto eu dirigia, ela falou:

- Você tem um bom veículo.

- É um C4 da Citröen.

- Ah. Aquele ali também?

- Não, aquele é um Toyota. Você não conhece?

Ela ficou quieta. Eu estava começando a desconfiar que havia algo estranho com ela. Linda demais, sotaque estranho, disse que estava tentando se adaptar, não conhecia comida japonesa. Será que havia fugido de algum esquema de tráfico de mulheres do Leste Europeu? E talvez por isso tivesse aceitado minha carona. Será que estaríamos em perigo? Parecia um enredo “mucho loco” de algum filme. Então me ocorreu:

- Eva, você tem dinheiro para pagar o hotel?

- Tenho. Afinal, paguei o almoço, não foi?

- Mas você pegou apenas uma salada. Um bom hotel pode ser caro.

Ela me olhou com estranheza.

- Caro, quanto?

- Em volta de quinhentos, seiscentos reais uma diária. Isso daria um quinze mil reais em um mês.

Ela ficou pensativa.

- Você tem cartão de crédito? Dinheiro em conta bancária?

- Você está me assustando.

- Não, não, Eva, me desculpe! Eu não quero seu dinheiro, estou tentando ajudar!

Parei o carro.

- Desculpe se assustei você. É que estou preocupado com sua segurança. Pelo seu jeito de agir, pensei que você estaria insegura em um lugar desconhecido.

- E se eu estivesse apenas estudando o lugar e as pessoas?

- Olha, Eva, a impressão que você passou era que você estava indefesa, e que poderia ser vítima de algum malandro ou, pior, um estuprador.

- Malandro? Estuprador?

- Ou coisa pior. Existem quadrilhas de tráfico de mulheres.

- Felipe, você está me assustando mesmo.

- Olha, você pode ficar no meu apartamento , não precisa ficar no hotel.

- Ficar com você? Eu não o conheço.

- Não é isso. Eu tenho um apartamento mobiliado vago, não é onde eu moro. Estava para alugar, mas você pode ficar lá sem custo.

- Ah, não sei se posso confiar em você.

- Eu posso mostrá-lo a você, e você decide. Deixo você lá e depois posso ir buscá-la amanhã de manhã.

- E por que está fazendo isso por mim?

- Não sei ao certo. O acaso fez com que nos encontrássemos, e isso deve ter algum significado.

- Acaso.

O jeito dela repetir algumas palavras me deixou intrigado. Mas ela era estrangeira, mesmo falando bem a minha língua.

- Vamos ter que passar no supermercado para comprar algumas coisas, você vai precisar comer alguma coisa à noite.

- Pode ser o peixe fatiado?

- Então você topa ficar lá.

- Se não ficar mais ninguém...aceito. “Topo”.

Felizmente, o supermercado que ficava perto do apê ( que eu havia comprado para investir alguns anos atrás) tinha comida japonesa . Comprei sushi, sashimi, algumas frutas, café solúvel, leite, e mais algumas coisas. Shampoo, sabonete.

- Você trouxe creme dental e escova?

- Ahn...não.

- Então vamos levar. O apartamento já tem roupas de cama e toalhas. Um amigo meu ficou um tempo lá depois que se separou, e depois se mudou para outro Estado. O chuveiro é bom. Ah, e tem um telefone fixo. Não vi você com seu celular.

Ela me olhou de um jeito estranho.

- Você não tem celular?

Ela olhou o meu, que estava na minha mão.

- Não.

Seria possível que ela não conhecesse o aparelho? Impossível.

- Acho que vou ter que mostrar a você o apartamento por dentro. E mostrar como as coisas funcionam.

- Ahn... está bem.

Do mercado, fomos ao apê. Mostrei a ela as chaves, como abrir as portas, e subimos as escadas. Era no terceiro andar, sem elevador. Ela olhava com curiosidade.

Entramos, mostrei a sala. Liguei a tevê, ela viu o controle remoto. A cozinha, o forno de microondas, a geladeira. Mostrei o banheiro e o chuveiro, abri as torneiras. Não sei por que, mas senti que precisava mostrar a ela como as coisas funcionavam. Depois, o quarto, com uma cama de casal confortável, e também um frigobar . Coloquei ali umas garrafinhas de água. Havia um espelho grande na parede, que ela olhou com curiosidade.

- Bom, acho que é isso. Vou indo, nos falamos amanhã.

- Espere. E o...telefone? Se eu precisar falar com você?

- Ah, sim.

Mostrei-lhe o telefone sem fio, e como ligar para o meu celular. Fiz uma ligação, e falei com ela.

- Ah, entendi. Obrigada.

- Espero que corra tudo bem, mas você pode me ligar a qualquer hora, Eva.

- Você está sendo muito generoso. Eu não esperava encontrar alguém como você.

- Não se preocupe. Amanhã conversaremos, e você poderá me contar sobre o seu trabalho.

- Se houver amanhã.

- Como assim, “se houver amanhã”?

- Acho que me expressei mal. Amanhã conversaremos.

Fui para casa totalmente confuso. Realmente, parecia um enredo de um filme “mucho loco”. Comi um sanduíche, tomei uma taça de vinho chileno, e fui para a cama, tentei dormir, mas não consegui.

Pouco depois da meia-noite, o telefone tocou. Era do apê.

- Felipe, você pode vir aqui?

- Eva, está acontecendo alguma coisa?

- Eu gostaria que você viesse.

Obviamente, vesti uma roupa de qualquer jeito, e fui dirigindo rapidamente até lá. Quando cheguei, tive que tocar a campainha, porque estava sem as chaves.

- Abra a porta, Eva, já cheguei!

Ela me olhou da janela, parecia confusa.

- Jogue a chave, que eu abro por aqui.

Ela jogou as chaves, e abri nervosa e apressadamente as portas.

- O que houve? Por que você não abriu a porta?

- Eu não achava a chave certa, estava nervosa.

Ela me abraçou, parecia estar à beira de um ataque de nervos.

- Eva, o que aconteceu?

- Ai, Felipe, eu não fazia ideia!

Eu a abracei com força, e, quando dei por mim, já a estava beijando e sendo correspondido. Foi então que vi que ela estava usando apenas uma camiseta, estava completamente nua por baixo. Fui erguendo devagar, ela não ofereceu resistência, e em segundos estava nua, abraçada a mim. Os beijos e carícias se sucederam, eu a peguei no colo e levei para a cama. Fui beijando e mordiscando seu corpo perfeito, iniciando pela cabeça e descendo lentamente pelo pescoço, pelos belos seios com mamilos eretos, pelo umbigo até chegar ao seu sexo. Fui beijando e lambendo, ela estremecia por inteiro, suspirando e soltando gemidos . Lambi e beijei sua vagina, e depois me detive em seu clitóris, que acariciei com a língua até que ela explodiu em um orgasmo intenso.

- Ahhhh!!! Não pare...continue...

Continuei, e outros orgasmos se sucederam. Então, posicionei meu membro ereto em sua bocetinha, e fui introduzindo lentamente. Ela tremia inteira.

- Ahn... que bom... eu nunca...

Esse “nunca” me fez perceber que ela, por incrível que possa parecer, ainda não havia experimentado um membro masculino dentro dela. Procurei ser o mais carinhoso possível, principalmente quando senti a membrana se romper.

- Aiiii...

- Está doendo, querida?

- Um pouco...mas continue...continue...

Ela , já estimulada pelos orgasmos anteriores, atingiu o êxtase mais uma vez, endurecendo todo o corpo. Depois, relaxou, e pareceu adormecer. Fui observando seu corpo nu. Perfeito. Perfeito demais, não havia uma única mancha, nenhuma cicatriz. Nenhum sinal, era algo impossível. Ela despertou quando eu exclamei:

- Impossível!

- O que é impossível, Filipe?

- Você, Eva.

- O que me faz impossível?

- Você é perfeita demais.

- Quem diz isso é você. Eu não me acho nada de mais.

- Você não é humana. Sei que parece absurdo, mas acho que você é um robô com inteligência artificial, por isso seu sotaque e sua estranheza com as palavras.

- Não sou um robô, Felipe.

- E como você explica toda essa perfeição?

- Como eu disse, não sou daqui, e estava tentando me adaptar.

- Você também sugeriu que estava estudando o lugar e as pessoas.

- Você prestou atenção.

- E então?

- Você não vai gostar do que eu vou dizer.

- Só vou saber se você disser.

- Eu sou de outro mundo.

- Outro planeta?

- Não. Uma outra dimensão, paralela a esta. Com algumas coisas semelhantes, outras não.

- Isso não me assusta, eu sabia que deveria ser algo estranho.

- Mas e se eu disser que eu estava estudando sua dimensão para preparar uma ocupação , e para isso precisaríamos eliminar a sua população?

- Espere, Eva. Isso não é necessário. O planeta é imenso, tem vários lugares vazios, e mesmo o mar...

- De onde vêm os peixes.

- Isso, o planeta é três quartos de água.

- Mas eu não decido essas coisas, Felipe. No entanto, você me acolheu sem tentar nada contra mim. Eu achava que seu povo era belicoso, foi isso o que me ensinaram no meu mundo.

- Mas aqui existem guerras. E o pior é que há povos que matam para ocupar as terras de outros. Como você sugere que seu povo pretende fazer.

- Conte-me a respeito disso.

Foi uma conversa longa. Expliquei sobre as guerras por território, genocídios, invasão de países para pilhar, roubar petróleo e outras riquezas. A expressão dela foi ensombrecendo, deixando transparecer uma tristeza imensa.

- Realmente, seu planeta está infestado por guerras e por líderes inescrupulosos.

- Mas se vocês fizerem isso, não serão melhores que nós.

- Eu vou precisar retornar, Felipe, mas quero que você venha comigo. Você é um homem bom.

- Não posso, Eva. Se for para meu mundo perecer, quero ficar aqui.

- Venha, Felipe. Talvez você possa convencer os líderes de meu mundo, se você vier.

Não tive tempo de argumentar. Ela havia retirado um aparelho que parecia uma luva de metal e colocado em seu antebraço esquerdo. Uma luz azulada saiu dali e nos envolveu.

****

- Olá, Eva.

- Olá, Leonis. Quero lhe apresentar o Felipe.

- Muito prazer, Felipe.

- Prazer, Leonis.

- Desculpe a minha curiosidade, você veio de outro país? Seu sotaque é peculiar, não consegui identificar.

- Bem... Cheguei há pouco aqui, ainda estou tentando me adaptar.

FIM

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Foto de perfil de P.G.WolffP.G.WolffContos: 237Seguidores: 278Seguindo: 7Mensagem Escritor e ilustrador erótico, com mais de duzentos contos publicados neste site. Livros publicados "A Irmandade Secreta do Sexo" e "Regina e a Irmandade Secreta".

Comentários

Foto de perfil de Ryu

Muito bom P.G. Wolf.

Com esse final da pra imaginar muita coisa!

Parabéns pelo conto!

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Foto de perfil de Leon-Medrado

P.G.Wolff, você sabe que eu estou também em viagem. Uma das comandantes da Eva me levou para viajar também. Não sei se para a mesma dimensão. Elas nunca contam direito qual das dimensões é. Por isso, estou ainda sem conseguir ler os desafios deste tema. Se eu tiver um tempinho de paz e folga, tentarei fazer um conto. Este seu é sensacional, uma elipse perfeita, como um voo de nave, circunavegando nossos universos mentais. Adorei. essa criaturas fantásticas, nos seduzem sempre. A sorte é que nos devolvem intactos. Ou, pelo menos, só um pouco usados. Adorei. Contarei da minha viagem depois. Estelas como em Júpiter.

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Foto de perfil de P.G.Wolff

Muito obrigado por comentar, Leon! ( O "Leonis" do conto foi baseado em você). O tema do desafio me interessou e consegui escrever o conto, a partir de uma ideia antiga que ainda pode render mais alguns contos.

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Porra,muito bom!! A parte erótica passou batido,ahahahahahahahahahahaha. Sensacional,muito original!!!poderia ser um episódio de Black Mirror.

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Foto de perfil de P.G.Wolff

Muito obrigado, Astrogilldo! Procurei fazer um enredo interessante.

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Foto de perfil de Maísa Ibida

Ufa, ufa, dimensão paralela?, gostei disso, e pelo aparato que eva usa no braços significa tecnologia além do limite dos terráqueos e a referência ao "enredo 'mucho loco' combina perfeitamente com o clima do desafio.

O texto termina em um ótimo ponto de suspense, show show show.

☛✪✪✪

✔

⚤

Maísa Ibida Aoi de Menibolne ㋡

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Muito obrigado, Maísa! Mas o seu conto foi o mais "mucho loco" de todos!

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Foto de perfil de Bayoux

Rapaz, as coisas andam tão doidas ultimamente nessa dimensão que eu tô procurando uma Eva pra me tirar daqui!!!!

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Foto de perfil de Haedrig

Caraca, que loucura, esse texto é de fato, MUCHO LOCO. Kkkkkkkkkkkkkkkkkk

Realmente, uma perfeição!

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Foto de perfil de Bayoux

Hei PG, já tá na lista do desafio! Volto pra ler assim que tiver um tempinho!

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Foto de perfil de P.G.Wolff

Esta história já estava na mente há algum tempo, aproveitei o tema para escrever. Obrigado por notar!

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Listas em que este conto está presente

Desafio Pirata 4: Mucho Loco
Proposto pela Maísa Ibida, vamos ousar no caminho da ficção pesada e realidades distópicas. Queremos textos surreais, interessantes e provocativos, que desafiem a imaginação dos leitores.