Eu acordei com a marquinha de bronze ainda nítida. O macaquinho preto curto subia entre as nádegas e deixava a parte de baixo quase toda exposta. Por baixo, só a calcinha fio dental azul. O tecido justo destacava a projeção da bunda e as coxas grossas.
Cheguei cedo. A Lola me olhou de cima a baixo. Eu fiz o gesto de boquete com as duas mãos e ela fez o mesmo de volta, soltando um sorriso safado.
— Hoje você veio pra matar, hein?
— Tô com desejo de tomar leitinho quentinho… O chefe chegou?
— Ainda não.
— E o Pedro?
— Deve estar no setor dele.
Eu soltei um suspiro baixo, frustrada, e continuei andando até a sala. O desejo já estava presente desde a manhã, o tipo de vontade que não passa só com café.
Dez minutos depois a porta se abriu. Foi o Ricardo, gerente de outro setor. Alto, uns trinta e oito anos, sempre bem vestido. Fechou a porta e caminhou até a minha mesa.
— Bom dia, Iale.
— Bom dia.
Ele parou na minha frente. O olhar desceu pelo macaquinho e parou na curva da bunda.
— Esse short parece que foi feito para apertar.
— Foi.
Ele deu mais um passo e parou ao lado da cadeira. A mão desceu e tocou de leve a lateral da minha coxa, por cima do tecido. Passou a mão devagar, sentindo a carne, e só parou quando chegou quase na virilha.
Eu olhei para ele, séria:
— Você sabe que não vai me comer, não sabe? Você já deve saber que sou caso do chefe.
Ricardo tirou a mão, mas não se afastou.
— Eu suspeitava. Todo mundo comenta que o chefe te olha diferente. E você anda sempre com essa cara de quem já sabe o que vai acontecer no final do dia.
— Não me importo de você passar a mão em mim. Pode até apalpar. Mas sexo, nunca. Em momento algum. Se insistir, eu meto um processo de assédio em você. Você é muito indiscreto.
Ele soltou um riso baixo.
— É porque você é muito gostosa. Difícil fingir que não repara.
Ficou em silêncio por alguns segundos e depois perguntou:
— Posso apalpar a bunda?
Eu levantei e virei de costas para ele.
— Pode. Mas grava bem na cabeça o que vai ver e sentir. Depois você vai bater uma punheta bem gostosa pensando nisso. — e soltei uma risada baixa.
As duas mãos dele desceram e apertaram minha bunda com força, os dedos afundando no tecido preto. Ele puxou o macaquinho para o lado e viu o fio dental azul marcado entre as nádegas. Continuou apalpando, abrindo e fechando os dedos, sentindo o volume e a firmeza.
— Porra… isso aqui é absurdo.
Ele se aproximou por trás. Eu senti o volume duro batendo contra mim, ainda dentro da calça. Ricardo desabotoou e tirou o pau pra fora. Grosso, longo, a cabeça rosada e larga.
Eu olhei por cima do ombro e falei:
— Porra, meu filho… você tava escondendo isso tudo.
Fiquei olhando o pau latejando e perguntei:
— Quer que eu ajoelhe?
— Quero.
Eu me virei, ajoelhei na frente dele e fiquei só de calcinha fio dental azul. Segurei o pau com as duas mãos e olhei pra cima.
— É requisito ter pau grande pra trabalhar aqui? Vou ter que medir isso.
Levantei, fui até a gaveta da minha mesa, peguei a fita métrica e voltei. Ajoelhei de novo. Enrolei a fita em volta da base e depois medi a extensão toda, da raiz até a ponta.
— Vinte e sete centímetros.
Depois medi a circunferência na parte mais grossa.
— Treze centímetros.
Olhei pra ele e falei:
— O do chefe tem vinte e nove por dezesseis.
Ricardo soltou um gemido baixo:
— Caralho, Iale…
Eu comecei a acariciar o pau dele com as duas mãos, uma na base e a outra subindo e descendo devagar, espalhando o pré-gozo. Não chupei de imediato. Fiquei só olhando, sentindo o peso e o calor, enquanto ele respirava pesado.
— Penetração não pode. De jeito nenhum.
Continuei a punheta lenta e perguntei:
— Você guarda segredo? O chefe não pode saber.
— Guardo. Pode confiar.
Eu olhei pro pau ainda latejando na minha mão e falei:
— Tem leite de macho pra mim? Só posso fazer um gagau. E só essa vez.
Aproximei a boca e lambi a cabeça com a língua larga, devagar, como se estivesse saboreando. Depois abri a boca e engoli só a glande, sugando com força enquanto a mão direita mantinha o ritmo firme na base. A esquerda massageava as bolas. O barulho molhado encheu a sala. Eu alternava: às vezes só a ponta, às vezes descia o máximo que a boca permitia, sempre com a língua trabalhando embaixo.
Ricardo passou a mão no meu cabelo e puxou de leve.
— Isso… continua assim.
Eu tirei a boca só o suficiente para falar, a saliva escorrendo pelo queixo:
— Não conta pra ninguém. Nem pro Pedro, nem pra Lola. Ninguém.
— Não conto.
Voltei a chupar com mais vontade. A cabeça larga esticava meus lábios a cada movimento. Em poucos minutos ele apertou meu cabelo e gemeu baixo:
— Vou gozar…
Eu mantive a boca aberta e a mão bombando rápido. Os jatos vieram logo em seguida, uma quantidade razoável, quente e cremosa. A maior parte eu engoli, mas um pouco escorreu pelos cantos da boca e desceu pelo queixo. Continuei chupando devagar até ele parar de tremer, limpando o que restou com a língua.
Ricardo ainda ofegante, o pau semi-duro, olhou pra mim e perguntou:
— E se eu pagasse… você daria o cuzinho pra mim?
Eu limpei o canto da boca com o polegar e levantei o olhar.
— Quanto?
— Cinco mil.
Fiquei olhando pra ele por alguns segundos e soltei um riso curto.
— Não vou arriscar meu casamento por cinco mil. Coloca mais dinheiro na mesa que eu penso no seu caso…
Ele ficou em silêncio. Eu continuei:
— E mais… como hoje eu tô tarada, se quiser outro boquete à tarde é outro Pix de mil.
Ricardo ajeitou a calça, guardou o celular e sorriu de lado, satisfeito.
— Combinado.
Ele se retirou da sala realizado, fechando a porta com cuidado. Eu fiquei ajoelhada por mais alguns segundos, o gosto dele ainda na boca, a calcinha fio dental azul já encharcada, e o celular vibrando com a confirmação do Pix.
O desejo não tinha diminuído. Pelo contrário. O gosto ainda estava na língua e a vontade de sentir outro pau grosso só aumentou. Eram 9h da manhã.
*Cadê o Pedro…*
Eu me levantei, ajeitei o macaquinho preto e saí da sala. O corredor ainda estava relativamente vazio. Passei pela recepção. A Lola levantou a sobrancelha, mas não falou nada. Continuei andando em direção ao setor de documentos, o macaquinho subindo a cada passo, a marquinha de bronze aparecendo nas coxas.
Encontrei o Pedro perto das impressoras. Ele estava de costas, organizando umas pastas. Eu parei a uns dois metros e falei baixo:
— Pedro.
Ele se virou. O olhar desceu na hora pelo macaquinho curto e subiu de novo até o meu rosto. O rosto dele ficou vermelho quase imediatamente.
— Iale… bom dia.
— Bom dia. Tá ocupado?
— Não… só organizando essas pastas. Por quê?
Eu dei um passo mais perto e falei baixo, olhando nos olhos dele:
— Tô com vontade de tomar leite de pau grosso na boca desde cedo. Queria transar com o marido de manhã, mas ele tava dormindo. Queria a porra do chefe, mas ele não chegou… então só sobrou você.
Pedro engoliu em seco. Olhou pros lados rápido.
— Iale…
— Quero confirmar se você sempre goza muito feito ontem.
Peguei um copo descartável que estava em cima da impressora, baixei um pouco o macaquinho e mostrei parte da bunda bronzeada.
— Se você deixar ao menos pela metade, eu dou o cuzinho de novo pra você.
Pedro olhou a bunda exposta, a marquinha de bronze, e depois o copo na minha mão. Sem falar mais nada, ele segurou meu pulso e me puxou em direção a uma sala pequena no fundo do setor.
No caminho, enquanto andávamos rápido pelo corredor estreito, eu já falava baixo:
— Vamos logo, Pedro. Já já o chefe chega e eu quero tua porra na boca antes da dele.
Ele abriu a porta da sala pequena, me puxou para dentro e trancou. O espaço era apertado, só uma mesa, duas cadeiras e uma janela fechada com persiana.
Eu já estava puxando o macaquinho para baixo. Fiquei só de sutiã preto e da calcinha fio dental azul. A marquinha de bronze apareceu completa. Pedro ficou parado olhando, a respiração pesada.
— Você tá gostosa demais hoje — ele falou, a voz rouca.
— Eu sei.
Eu me aproximei, coloquei a mão na frente da calça dele e apertei o volume. Ele soltou um gemido baixo. Eu abri o zíper com calma, puxei a cueca para baixo e o pau dele saltou pra fora. A cabeça larga e rosada, igual da última vez, já brilhando de pré-gozo.
Dessa vez eu não falei nada imediatamente. Fiquei ajoelhada olhando, passando o polegar pela fenda, sentindo a textura quente. Depois inclinei a cabeça e beijei a glande várias vezes, devagar, com os lábios bem abertos, quase como se estivesse beijando a boca de alguém. A língua saía e entrava, lambendo em círculos.
— Continua parecendo um cogumelo — eu murmurei contra a pele dele. — Grossa… e quente.
Pedro soltou um gemido mais alto.
Eu abri a boca e engoli a cabeça, sugando com força enquanto a mão direita apertava a base e a esquerda massageava as bolas com movimentos lentos e firmes. Diferente da manhã, eu não tinha pressa. Ficava longos segundos só com a glande na boca, a língua trabalhando embaixo, depois descia o máximo que conseguia e voltava, sempre molhado, sempre barulhento.
Pedro passou as duas mãos no meu cabelo e segurou, sem forçar.
— Porra, Iale… você tá diferente hoje.
Eu tirei a boca só o suficiente para falar, a saliva escorrendo pelo queixo e pingando no chão:
— Hoje eu tô tarada de verdade. Quero sentir você gozar.
Voltei a chupar com mais intensidade. Alternava o ritmo: rápido e fundo por alguns segundos, depois lento e só na ponta, lambendo e sugando como se quisesse tirar tudo. O pau dele latejava forte na minha língua. Em menos de dois minutos ele apertou meu cabelo.
— Vou gozar…
Eu tirei a boca, peguei o copo descartável e segurei bem embaixo. A mão direita continuou bombando rápido. Os jatos vieram fortes, quentes e densos. O esperma era grosso, parecendo cola. O copo encheu rápido e começou a transbordar. Eu aproximei a boca da borda e bebi tudo que escorria, e ainda saiu bem mais do que cabia no copo. Continuei engolindo até ele parar de tremer.
Quando terminou, eu ainda estava ajoelhada, o copo quase cheio na mão. Limpei a cabeça do pau com a língua e falei, ofegante:
— Nossa… você goza pra valer mesmo. Que porra gostosa.
Pedro ainda ofegante, o pau latejando, olhou o copo e depois pra mim.
— Você realmente bebeu tudo isso?
Eu levantei o copo e comecei a beber o restante devagar, tomando pequenos goles enquanto conversava.
— Tô bebendo. É meio salgada… a do chefe é mais doce.
Ele riu baixo, ainda recuperando o fôlego.
— Você compara o gosto?
— Claro. Cada um tem o seu.
Continuei bebendo devagar, o esperma grosso escorrendo um pouco pelo canto da boca. Quando terminei o copo, limpei o queixo com o polegar e me levantei. Ajeitei a calcinha e puxei o macaquinho de volta.
— Discrição total. Ninguém pode saber. Nem o Ricardo, nem a Lola, nem o chefe.
— Não falo nada.
Eu me aproximei, dei um beijo rápido no canto da boca dele e falei baixo:
— Se eu quiser de novo à tarde, você vem. Combinado?
— Combinado.
Eu destravei a porta, verifiquei se o corredor estava vazio e saí. O gosto dele ainda estava forte na boca. A calcinha fio dental azul encharcada, as pernas um pouco moles, mas a vontade ainda não tinha acabado.
Na volta, ao passar pela recepção, vi a Lola conversando com um cliente. Ela tinha um sorriso discreto no rosto. O homem era angolano, negro, facilmente com mais de dois metros de altura, ombros largos, corpo forte. Quando ele virou o rosto e me olhou, o volume enorme na calça dele cresceu visivelmente. Eu senti um arrepio e me excitei na hora.
A Lola me chamou:
— Iale, vem cá. Esse é o senhor Amílcar, cliente novo. Amílcar, essa é a Iale, secretária do chefe.
O angolano estendeu a mão. A mão dele engolia a minha. O olhar desceu pelo macaquinho curto e subiu de novo, sem pressa.
— Prazer, Iale.
— Prazer.
Fiquei ali só o suficiente para o cumprimento e continuei até a sala. O volume na calça dele ainda estava marcado na minha mente, misturado com o gosto do Pedro.
Quando abri a porta da sala, o chefe já estava lá. Ele fechou o notebook, me olhou de cima a baixo e perguntou:
— Onde você estava?
— Resolvendo umas coisas no setor.
Ele se levantou, veio até mim e apertou minha bunda por cima do macaquinho.
— Fica de quatro. Tô com muito tesão e quero comer esse cu agora.
Não discuti. Abaixei o macaquinho, puxei o fio dental azul para o lado, apoiei as mãos na mesa e empinhei. Ele abriu a calça, encaixou a cabeça larga na entrada do meu cuzinho e empurrou. Entrou devagar, mas fundo. Eu soltei um gemido alto.
Ele começou a meter. No começo com calma, depois mais forte. Eu gritava a cada estocada profunda, a bunda batendo contra a virilha dele. O tempo passou. Meia hora ou mais. Meu cuzinho já ardia e eu continuava gemendo alto, as mãos apertando a borda da mesa.
Foi quando o celular vibrou em cima da mesa. Uma mensagem da Lola:
“O angolano ficou doido por você. Tá perguntando se você é corrompível. Disse que paga qualquer valor pra fazer anal. Quer que eu sonde?”
Eu li a mensagem com o chefe ainda metendo fundo no meu cu, os gemidos saindo sem controle. Não consegui responder na hora.
O chefe gozou dentro alguns minutos depois, jatos quentes enchendo meu cuzinho. Ele tirou o pau devagar, escorrendo, e foi até o banheiro da sala. Eu fiquei de quatro por mais alguns segundos, ofegante, a porra escorrendo pela coxa, e só então me levantei.
Ajeitei a calcinha e o macaquinho, sentei na cadeira e peguei o celular. Digitei para a Lola:
“Me conta mais. Quanto ele tá disposto a pagar? Ele falou alguma coisa sobre o tamanho? E ele é casado?”
A resposta veio rápido:
“Ele não falou valor exato, só disse que paga o que for necessário. Ficou olhando sua bunda o tempo todo. Disse que nunca viu uma tão projetada. Sobre casado, não perguntei ainda. Quer que eu pergunte mais?”
Eu olhei para a porta do banheiro, onde o chefe ainda estava, e respondi:
“Pergunta quanto ele paga. E se ele é discreto. Não fala nada de mim ainda. Só sonda.”
A Lola mandou um emoji de ok.
Eu travei a tela, o cuzinho ainda latejando e a porra do chefe escorrendo devagar. O volume enorme do angolano e a mensagem da Lola ficaram girando na minha cabeça.
A tarde ainda ia ser longa...