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A Milf Gostosa E A Proposta Indecente Do Seu Filho Aditivo PT 4

Um conto erótico de Carvalhinho
Categoria: Heterossexual
Contém 4549 palavras
Data: 25/09/2026 14:12:20

Visão de Andressa:

A manhã seguinte amanheceu. Eu me levantei, fiz o café e lavei as roupas. Notei que precisava de um banho pra animar o corpo.

Lá fora a chuva caía forte. O vento balançava o portão com força. Entrei no banheiro e abri o chuveiro. A água quente desceu pelos meus ombros, escorrendo pelos seios, pela barriga e pelas coxas. O vapor tomou conta do box pequeno. Fiquei ali por vários minutos, deixando a água quente massagear a pele, tentando afastar os pensamentos da noite anterior.

Quando saí, me enrolei na toalha e fui pro quarto. O espelho grande, com um trinco na ponta, estava bem na minha frente. Retirei a toalha e me avistei nua.

O corpo ainda era o mesmo. Seios grandes, altos e firmes por causa do silicone, redondos e pesados. Cintura marcada. A bunda enorme, redonda e empinada, também turbinada, contrastando com as coxas grossas e torneadas. A pele clara e bem cuidada, o cabelo loiro molhado colado nos ombros. Mesmo com 39 anos, o espelho me devolvia a imagem de uma mulher que facilmente passava por 28 ou 29.

Fiquei ali parada, olhando cada curva.

Cinco mil por vídeo.

Era moralmente errado… mas muito lucrativo.

Ainda nua, peguei o celular.

Me deitei na cama ainda nua e abri um site de vídeo pornô.

O primeiro vídeo que cliquei era de uma loira de seios grandes e uma bunda empinada sendo comida por um negro roludo. O pau dele era grosso, preto e longo, entrando fundo enquanto ela gemia de quatro. Ele segurava a cintura dela com as duas mãos e metia com força, o barulho molhado enchendo o áudio. A loira rebolava de volta, pedindo mais, a boca aberta, os seios balançando a cada estocada. Em determinado momento ele a virou de costas, abriu as pernas dela e fodeu ainda mais fundo, a câmera mostrando o pau sumindo por completo dentro da buceta rosada.

Passei pro segundo. Uma ruiva ajoelhada chupava um jovem de pau grosso. Ela engolia quase tudo, a saliva escorrendo pelo queixo enquanto fazia barulho molhado. A língua rodava na cabeça antes de descer de novo até a base. O rapaz segurava o cabelo dela e empurrava a cabeça pra baixo, gemendo baixo. Ela tirava o pau da boca só pra cuspir nele e voltar a chupar com ainda mais vontade, os olhos marejados de esforço.

O terceiro vídeo era um gangbang. Uma loira de óculos, tipo nerd, cercada por vários negros de paus enormes. Um comia a boca dela, outro a buceta, e um terceiro esperava a vez. A câmera mostrava ela engasgando no pau preto enquanto outro a fodia por trás com força. Depois a colocaram de quatro e dois entraram ao mesmo tempo — um na buceta e outro no cu. Ela gemia alto, o corpo tremer, os óculos tortos no rosto enquanto os homens se revezavam nela sem piedade.

Eu via os vídeos e sentia a buceta se molhar. Os pelos ralos já estavam úmidos, a excitação subindo rápido.

Foi quando ouvi alguém gritar:

— Mamãe!

Desliguei o celular na hora. A Larissa entrou no quarto.

— Mamãe, você está pelada?

— Estava no banho — eu respondi, puxando o lençol.

— Vim tomar café com você — ela disse, e saiu logo em seguida.

Fiquei sozinha de novo. Me olhei no espelho, ainda confusa e indecisa.

Fui até a cozinha. A Larissa estava sentada à mesa.

— Mamãe, está bem? — ela perguntou.

— Sim, filha — eu respondi.

— E o Leandro?.Perguntou ela me olhando

— Está com os amigos dele… na escola, querida.

Eu respondo com calma e paciência.

Ela franziu a testa:

— Sim… ele ainda estuda, né?

E eu a digo :

— Ele dormiu na casa do Rayan.

Larissa me olhou de lado:

— Aquele amigo safado dele? Ele me come com os olhos. E você também, mãe.

Mudei de assunto na hora:

— E o seu namoro, como vai?

Ela deu de ombros, a expressão ficando mais triste:

— Está parado… mas ele é um bom rapaz.

Baixou um pouco a cabeça.

— Eu arranjei um emprego pra pagar a faculdade. É horrível.

Eu sabia. A Larissa odiava trabalhar. Nunca se deu bem em emprego nenhum.

— É por pouco tempo, querida. Eu vou pagar tudo. Você vai ver.

Ela forçou um sorriso:

— Torço que sim, mãe.

Levantou e se despediu:

— Tchau.

Assim que ela saiu, meu telefone tocou. Era o Marcos.

— Andressa, meu amor… como vão as coisas?

— Ótimas — eu respondi, automática.

— E o coração?

Ouvi a voz da Dona Lurdes ao fundo:

— Ótimo, nora.

Marcos continuou:

— Amor, mandei seiscentos reais pra vocês. Depois eu te envio mais.

Desliguei o telefone. Fiquei ali parada na cozinha, olhando pra mim mesma. Estava mal vestida: short de moletom surrado e uma blusa leve. O cabelo ainda úmido do banho.

Virei de costas e fui até o quarto.

Entrei no quarto e abri o guarda-roupa. Olhei meus vestidos de grife, os sapatos e as joias — a maioria falsa, mas ninguém imaginava. Experimentei o primeiro, depois o segundo. Acabei escolhendo um vestido azul elegante, justo o suficiente pra marcar as curvas sem ser vulgar. Peguei uma bolsa discreta e abri a gaveta da estante. Lá estava o cartão que a Bruna tinha me dado.

Saí de casa. A chuva tinha parado, mas as ruas ainda estavam encharcadas. Segui pelo bairro pisando em poças e na lama que se acumulou durante a noite toda. O asfalto irregular, as casas simples e o cheiro de terra molhada acompanharam cada passo.

Cheguei ao local que o cartão indicava. A visão de fora era meio ruim. Um sobrado antigo de dois andares, sem nenhuma identificação na fachada. A pintura desbotada, a porta da frente de madeira escura sempre trancada, e um portão de grade lateral. Parecia abandonado. Ninguém que passasse na rua imaginaria o que acontecia ali dentro.

Ela me levou até o escritório e falou:

— Senta.

Retirou um suco da geladeira e me serviu.

— Você veio. Pensou no que eu te disse?

Completou, olhando nos meus olhos:

— É a sua chance.

— Cinco mil reais… você tem certeza? — eu perguntei.

— Sim.

Abriu o computador, entrou no banco e me mostrou o saldo da conta da empresa.

— Eu te pago na hora, Andressa.

Respirei fundo.

— Mas… ninguém vai saber?

Bruna respondeu :

— Não tem como. A gente camufla seu rosto, coloca tatuagem falsa, peruca se você quiser.

Bruna se inclinou um pouco:

— Olha, não precisa assinar contrato. Só grava um vídeo. Eu te pago a metade do lucro se você quiser… só por experiência.

Minhas pernas estavam tremendo de medo. Eu a olhei e gaguejei:

— S-sim… eu aceito.

Ela sorriu.

— Ótimo, querida. Perfeito. Mais antes… fica aqui.

Fiquei sentada na cadeira, o coração batendo forte. Foi quando Wallace entrou falando:

— Amor, eu tô pronto. Olha.

O roupão estava aberto. O pau dele estava duro, pesado, apontando pra frente. Era impressionante. Nunca tinha visto daquele tamanho de perto. Nos vídeos não parecia tão grosso nem tão longo. Os 25 centímetros pretos e grossos latejavam, a cabeça larga e brilhante de pré-gozo. As veias marcadas percorriam o comprimento inteiro.

Ele se aproximou demais e falou, surpreso:

— Você… aqui?

Eu baixei o olhar na hora, a voz falhando:

— Wallace… por favor… me desculpa por te ver nu.

Foi nesse momento que a Bruna apareceu de novo na porta.

Bruna quase gritou:

— Amor! Você aqui… eu estava te procurando!

Ela virou pra ele e completou:

— Nossa nova criadora. Pelo menos uma experiência.

Wallace me olhou, imponente, e sorriu:

— Ótimo. Seja bem-vinda.

Estendeu a mão pra me cumprimentar. Eu apertei, a mão tremendo.

Bruna falou, já se ajoelhando:

— Ele veio assim porque ia gravar, mas a mulher deu pra trás. Ele precisa de alívio.

Ela pegou o pau dele com as duas mãos e começou a punhetar. A mão dela subia e descia no pau preto e grosso de 25 centímetros, apertando a base e passando o polegar pela cabeça brilhante de pré-gozo. Wallace gemeu baixo.

Bruna me olhou e falou:

— Querida, vem aqui. Vou te ensinar a chupar um BBC.

Ela pegou minha mão, que tremia, e colocou em volta daquele tronco negro. Meus dedos não conseguiam fechar. Era grosso demais. Bruna guiou meus movimentos, fazendo minha mão subir e descer devagar, apertando um pouco mais na subida. O pau latejava na minha palma.

— Agora vamos chupar — ela disse.

Enfiou a boca no pau do marido e começou o boquete. A língua dela rodava na cabeça grossa antes de descer engolindo quase tudo. Saliva escorria pelo queixo enquanto ela chupava com força, fazendo barulho molhado. Wallace segurou o cabelo preto dela e gemeu mais alto.

Depois de um tempo ele tirou a cabeça dela e Bruna me olhou:

— Agora é com você.

Eu me aproximei, o coração batendo forte. Coloquei a boca na cabeça do pau. Era quente, salgado, grande demais. Tentei descer, mas engasguei logo. Bruna falou ao meu lado:

— Garganta profunda, querida. Vai devagar.

Respirei pelo nariz e forcei mais. A cabeça grossa abriu minha garganta. Lágrimas escorreram dos olhos enquanto eu tentava engolir mais. Subi, chupei só a ponta, depois desci de novo, mais fundo dessa vez. Wallace gemeu e segurou meu cabelo. Continuei, engasgando, saliva escorrendo, até ele puxar minha cabeça pra trás e gozar. Jatos quentes e grossos acertaram minha língua, o queixo e o pescoço.

Ele me levantou e tirou o vestido justo de uma vez. Meu corpo ficou exposto. Abriu o sutiã e retirou minha calcinha. Havia um sofá perto. Wallace se sentou. Bruna me empurrou em cima dele.

Ela começou a apertar meus mamilos com força até eu gemer de dor. Wallace abaixou a cabeça e passou a língua na minha buceta.

— Eu quero ela lisa — ele murmurou.

Bruna respondeu:

— Você é siliconada, né?

e Passou pro outro seio.

Wallace voltou a me chupar. A língua larga e quente lambeu minha buceta inteira, depois se concentrou no clitóris. Eu tentei me controlar, mas os gemidos saíram sozinhos.

— Ahhh… assim…

Meu corpo contraiu. A buceta estava encharcada. Ele chupava com fome, sugando o clitóris enquanto dois dedos entravam em mim.

Depois ele falou, a voz rouca:

— Agora você vai sentar em mim pra se acostumar com meu pau.

Bruna me segurou pela cintura e me posicionou em cima dele. O pau grosso apontava pra cima, duro pra caralho. Eu comecei a descer. A cabeça larga abriu minha entrada com dificuldade. Desci mais um pouco, sentindo ele me esticar como nunca. Um gemido alto escapou da minha boca enquanto eu continuava descendo, centímetro por centímetro.

Eu parei no meio do caminho, as pernas tremendo.

— Não aguento mais descer…

Wallace segurou minha cintura e falou baixo, quase rindo:

— Só entrou dez centímetros, querida. E agora que começa.

Ele puxou meu quadril pra baixo com força. Mais um pedaço do pau grosso entrou de uma vez. Eu gritei:

— Ahhhhh! Porra… dói…

A dor era forte. Minha buceta ardia, esticada ao máximo em volta daquele tronco negro. Ele não parou. Começou a me mover devagar pra cima e pra baixo, só com a metade do pau. Cada descida doía, mas aos poucos a dor foi misturando com outra coisa. Uma pressão gostosa no fundo da barriga. Eu gemia alto a cada movimento:

— Ahh… ahh… caraalho…

Ele me puxou mais fundo. Senti a cabeça grossa bater em algum lugar que o pau do Marcos nunca tinha alcançado. Meus olhos se arregalaram.

— Aí… aí dentro… ahhhh!

Wallace acelerou um pouco. O pau grosso entrava e saía, abrindo minha buceta a cada estocada. Eu estava encharcada. O barulho molhado ecoava no escritório. Comecei a rebolar sozinha, tentando me acostumar. A dor ainda estava lá, mas a tesão estava ganhando.

— Porra… que pau… ahhh… assim…

O primeiro orgasmo veio de repente. Meu corpo inteiro tremeu. A buceta apertou o pau dele com força e eu gozei gritando:

— Ahhhhhh! Tô gozando… caralho!

Ele não parou. Segurou minha bunda com as duas mãos e começou a me foder de verdade. Estocadas profundas e ritmadas. Eu sentia cada veia do pau dele, cada centímetro me abrindo. Minha buceta estava completamente esticada, molhada, engolindo aquele pau enorme. Ele batia fundo, atingindo pontos que eu nem sabia que existiam. Os gemidos saíam sem controle:

— Ahh… ahh… mais fundo… porra… ahhhh!

Wallace aumentou o ritmo. Metia forte, a barriga batendo na minha. Eu gozei de novo, ainda mais forte. O corpo inteiro arrepiou, as pernas tremeram e um jato quente saiu de mim, molhando o pau e as coxas dele.

— Ahhhhh! De novo… caralho… tô gozando outra vez!

Bruna, que estava sentada do lado, sorriu e falou:

— Você nasceu pra isso. Suas expressões são ótimas pras gravações.

Wallace ainda estava duro dentro de mim quando se retirou. O pau saiu pingando, e minha buceta ficou aberta, latejando, vazia e ardiada. Eles se levantaram.

— Vem tomar um banho — Bruna disse.

Os dois saíram do escritório. Eu fiquei ali, ofegante, deitada no sofá, as pernas abertas, a buceta ainda latejando e toda arrepiada. O corpo inteiro tremia. Mesmo assim, uma curiosidade quente crescia dentro de mim. Eu queria saber o que viria depois.

Eu segui com o vestido mal colocado, ainda suada e ofegante, até o camarim.

Wallace me olhou de cima a baixo e perguntou, sorrindo:

— Gostou do meu pau preto?

Bruna completou, rindo baixo:

— Você é uma especialista em BBC agora.

Eu ignorei os dois e falei direto:

— Eu quero meu dinheiro adiantado.

Bruna acenou com a cabeça:

— Sim, Andressa.

Wallace riu:

— Mal chegou e já quer sentar na janela, querida?

Ele ficou sério de novo:

— Você quer gravar mesmo?

Eu falo sem medo :

— Sim. Eu preciso da grana.

Ele pensou um segundo e falou:

— Bem… tenho um horário perfeito. Às 18 horas. O último horário do dia. São quase 12 horas. Já já seu filho e o meu saem da escola e vêm pra cá.

Perguntou ainda:

— Quem te convenceu? O Leandro?

Eu respondo envergonhada:

— Não. Ele me propôs… e a Bruna me visitou. Eu fiquei pensativa. Posso melhorar a vida da minha família.

Bruna falou, já me acompanhando até a porta:

— Às 18 horas, querida.

Saí do sobrado. O sol ainda estava fraco por causa do dia chuvoso. Voltei caminhando pelo bairro, o corpo inteiro ainda latejando.

Cheguei em casa, entrei e me joguei no sofá. Foi só então que percebi: não tinha recolocado a calcinha. Passei a mão devagar entre as pernas. A buceta ainda estava aberta, dolorida, sensível. Mas o calor que percorreu meu corpo assim que toquei nela me fez tremer inteira.

Fiquei ali, a mão parada, os olhos pesados. Em poucos minutos adormeci na sala, cansada demais pra seguir até o quarto.

Visão de Leandro:

Já eram 12h20 e faltavam cinco minutos pro fim das aulas. O MG estava na porta com a mochila nas costas. Eu ficava na carteira, o celular na mão, a mochila no colo, esperando qualquer ligação ou mensagem da minha mãe. Não tinha nada. Nenhum sinal. A preocupação e a ansiedade só aumentavam. Eu não podia ficar mais tempo fora de casa. Decidi que à noite voltaria e encararia ela olho no olho.

O sinal tocou. Saí da sala. O MG me seguiu.

— Vamos almoçar e trabalhar — eu falei.

O Rayan apareceu logo em seguida. Nós três seguimos a pé até um restaurante no bairro vizinho. Não era longe, mas a caminhada servia pra se exercitar um pouco. Chegamos suados, sem camisa, fedendo a suor.

Rayan falou:

— Vamos passar em casa e tomar um banho antes de ir pro sobrado.

Entrei no restaurante e me servi no self-service. O MG e o Rayan fizeram o mesmo. Foi quando avistamos o próximo alvo: uma funcionária do restaurante. Deliciosa, corpo firme, cara de safada. A gente almoçou observando ela. No final, o MG conseguiu puxar conversa e pegou o número dela. Mais tarde a gente mandaria mensagem perguntando se ela estava interessada em ganhar um dinheiro fácil. A proposta vinha depois.

Saímos, fomos até a casa do Rayan, tomamos banho e seguimos pro sobrado.

Quando chegamos, havia duas mulheres esperando pra gravar os conteúdos.

Eu e o Rayan editamos uns vídeos enquanto o MG começava a gravar um conteúdo com outro ator e uma das mulheres que estavam esperando. Era uma morena de corpo cheio, seios grandes e naturais, bunda pesada. O ator a fodia de quatro enquanto o MG enquadrava de vários ângulos.

Foi quando Wallace e Bruna apareceram. Ela falou pro marido:

— Amor, vamos. Vai se arrumar. Tem gravação agora.

Wallace entrou no camarim. Eu fiquei ali assistindo a gravação do MG terminar. Peguei os scripts, li rápido e deixei de lado. Quando acabou, eu, o MG e o Rayan trocamos a cama, organizamos o cenário e ficamos sentados esperando.

Wallace voltou. Passou lubrificante no pau , já duro. A criadora entrou, tirou a roupa e sentou na cama. A gravação começou.

Ele a deitou de costas e enfiou o pau grosso de uma vez. Ela gemeu alto enquanto ele metia fundo, as mãos segurando as coxas abertas. Depois a virou de quatro e fodeu mais forte, o barulho molhado enchendo o estúdio. Em seguida passou pro anal. Cuspiu no cu dela, enfiou a cabeça grossa devagar e depois meteu tudo. A criadora gritou, o corpo tremer, enquanto Wallace fodia o rabo dela com estocadas profundas e ritmadas. Ele alternava entre a buceta e o cu, metendo com força até gozar nas costas dela.

A gravação durou bastante. Quando acabou, eu peguei a criadora, a levei até o camarim, entreguei a grana e ela saiu.

A tarde estava monótona. Sem gravação, só edições. Notei que a Bruna e o Wallace estavam bem animados, apesar de ter rolado pouca ação.

Às 17 horas o Wallace me chamou. O sol já estava indo embora.

— Vai no mercado e compra essa lista. Depois leva até a minha casa.

Era uma lista de materiais pra gravação: lubrificante, camisinhas, algumas coisas de limpeza e uma caixa de leite.

Peguei a lista e saí dali a pé. Ia demorar um pouco.

Visão de Andressa:

Já eram 17 horas. Depois da foda pela manhã eu tinha dormido até às duas da tarde. Ao acordar, almocei e fiquei apreensiva, com medo do que ia acontecer daqui a poucas horas. Não havia como voltar atrás. Já estava ali me vestindo pra ir até o sobrado.

O título do script era simples: “MILF acaba traindo o marido com o sogro da filha”. Tinha minhas falas, as falas do Wallace e o momento em que o sexo começava. Ensaiava as falas baixinho enquanto me arrumava. Ainda não tinha tido coragem de ligar pro meu filho.

Às 17h40 pedi um Uber. Demorou pra achar por causa do valor da corrida. Cheguei atrasada uns cinco minutos.

Assim que entrei, a Bruna falou:

— Vamos se arrumar. Está atrasada. Sempre chega dez minutos antes, ok?

— Desculpa…

— Não precisa pedir. Você não sabia disso.

Ela me maquiou rápido e me entregou um vestido branco.

— Coloca esse.

Era curto e bem menor que o meu tamanho. Quando me olhei no espelho, vi que estava linda. O tecido justo colava no corpo, marcando os seios grandes e a bunda empinada. O decote profundo mostrava o vale dos seios e a barra subia alto nas coxas. O cabelo loiro solto e a maquiagem leve deixavam meu rosto ainda mais jovem.

Saí do camarim. Rayan, que estava no computador, me olhou de cima a baixo e soltou:

— Caralho…

Não completou a frase. O Matheus Gabriel, do outro lado, falou baixo:

— Porra… isso vai ser bom.

Bruna apareceu atrás de mim:

— Quero ótimas gravações, MG.

Olhei em volta do estúdio. Câmeras instaladas em vários pontos, captando cada ângulo. Fiquei parada, esperando.

Wallace chegou de roupão.

Ele me olhou e perguntou:

— Tudo bem? Pronta?

Completou:

— Decorou as frases?

Eu acenei com a cabeça.

— Vamos gravar as falas. Depois eles editam tudo junto.

Wallace retirou o roupão. O pau já estava duro. Ele falou no tom do personagem:

— Sabia que a racista estava aqui…

Eu respondi com a fala:

— Sai pra lá, seu vagabundo!

Ele deu o tom da fala que iniciaria o sexo :

— Vagabundo não, puta. Você é uma loira racista e vai conhecer a fama de um homem negro.

Ele me prensou contra a parede. Bruna gritou:

— Corta!

A história central do vídeo era de uma sogra racista que não gosta do namorado da filha por ele ser negro.

Ela olhou pro marido:

— Agora começa a retirar a roupa dela, amor. Ação!

Wallace voltou pro personagem:

— Você quer mais que eu, vadia. Eu sinto.

Eu tentei a fala:

— Não, por favor… sou de família…

Droga esqueci o resto. Mas ele não parou. Puxou o vestido branco de uma vez, me pegou pela cintura e me jogou na cama.

— Hoje essa buceta branca é minha.

Ele abriu minhas pernas e passou a língua direto no clitóris. A língua larga e quente lambeu em círculos lentos, depois chupou com força. Eu soltei o primeiro gemido sem conseguir segurar:

— Ahhh…

Ele continuou, a língua vibrando rapidinho em cima do clitóris inchado. Eu gemia mais alto a cada movimento:

— Ahh… ahh… assim… porra…

A boca dele se fechava em volta do botão, sugando enquanto a língua maltratava. Meus quadris subiam sozinhos. Os gemidos saíam cada vez mais soltos:

— Ahhhh… caralho… não para…

Ele chupava com fome, a saliva escorrendo, o barulho molhado enchendo o estúdio. Eu já estava encharcada, o corpo inteiro tremendo sob a língua dele.

Ele continuou chupando. Eu tinha esquecido completamente a fala. Wallace levantou o rosto e falou no personagem:

— Você é uma puta mesmo…

Eu só conseguia gemer. Ele se ajoelhou entre minhas pernas, tirou o resto da roupa e posicionou o pau grosso na entrada da minha buceta. Eu tinha esquecido de depilar como ele tinha pedido.

Wallace olhou pra baixo, o pau brilhando de pré-gozo, e falou:

— Gosto de buceta lisa, vadia. Não aparece assim mais.

Eu entrei na onda do tema, a voz embargada:

— Nunca vou ficar com você de novo, seu…

Não terminei. Ele empurrou a cabeça grossa pra dentro de uma vez. Eu gemi longo e alto:

— Ahhhhhhhhh…

Ele foi entrando aos poucos, centímetro por centímetro, abrindo minha buceta com aquele pau enorme. A dor da manhã ainda estava lá, mas misturada com uma pressão gostosa e profunda. Quando enfim encaixou tudo, ele parou um segundo e depois começou a meter.

No começo foi devagar. Estocadas longas e fundas. Eu gemia a cada uma:

— Ahh… ahh… porra…

Depois ele aumentou o ritmo de vez. O pau grosso entrava e saía com força, o barulho molhado enchendo o estúdio. Minha buceta esticava ao máximo a cada investida. Eu sentia ele bater fundo, em lugares que o Marcos nunca tinha alcançado. Os gemidos saíam sem controle:

— Ahhhh… assim… mais fundo… caralho…

Ele segurou minhas coxas e fodeu mais rápido. O orgasmo veio de repente, forte pra caralho. Meu corpo inteiro tremeu. A buceta apertou o pau dele com violência e eu gritei, a voz quebrando:

— Ahhhhhhhhh! Tô gozando… porra… ahhhhh! Não para… ahhhhh!

Wallace não parou. Continuou metendo fundo enquanto eu ainda gozava, o corpo arrepiado, as pernas tremendo, os gemidos virando soluços de prazer. Ele só diminuiu o ritmo quando Bruna gritou do lado da câmera:

— Corta! Vamos descansar.

Eu fiquei deitada na cama, ofegante, o peito subindo e descendo rápido. Ainda sentia a buceta latejando, aberta e molhada.

Olhei em volta. O Rayan estava no canto, a mão dentro da calça, se masturbando sem nem disfarçar. O MG tinha o pau claramente duro, marcado na calça. Ele se aproximou, me entregou uma garrafa de água e saiu devagar, os olhos ainda grudados no meu corpo nu, a respiração dele também ofegante.

Visão de Leandro:

Eu estava voltando pro sobrado. Já eram sete horas. Aproveitei a ida ao mercado pra comprar o bombom preferido da minha mãe e da Larissa. Tinha chamado a minha irmã pra jantar conosco. Eu não conseguiria ficar sozinho com a Andressa depois da proposta que fiz e do esporro que ela me deu. Na frente da Larissa ela não ia falar nada.

Cheguei no sobrado olhando o telefone. Foi então que ouvi gemidos longos e altos. Levantei a cabeça e vi o Rayan no canto, a mão no pau, se masturbando freneticamente. Ele subia e descia a mão com força, o pau de 21 centímetros grosso e brilhando de pré-gozo, os olhos arregalados fixos na cena. A Bruna estava sentada numa cadeira, as pernas cruzadas, sussurrando:

— Isso… frenético…

Eu olhei pro centro do estúdio e meu coração parou.

Era a minha mãe.

Andressa. A mulher perfeita que me adotou, me criou e me educou. Estava completamente nua, suada, o cabelo loiro colado no rosto, os seios grandes balançando. Wallace a fodia com o pau preto e grosso, metendo fundo. Ela levava estocadas profundas e gemia descontrolada:

— Ahhhh… ahhh… porra… mais fundo…

Meu pau endureceu na hora. Sentei na cadeira mais próxima, a mão tremendo. Não consegui desviar o olhar.

A gravação continuava. Wallace a virou e colocou minha mãe pra cavalgar. Ela desceu no pau dele, a boca aberta num gemido longo. Começou a subir e descer, a bunda empinada batendo contra as coxas dele. Os seios saltavam a cada movimento. Ela gemia alto, a voz quebrando:

— Ahhh… caralho… que pau… ahhhh!

Wallace segurou a cintura dela e a puxou pra baixo com força. Andressa jogou a cabeça pra trás e gozou. O corpo inteiro tremeu. A buceta apertou o pau dele e ela gritou:

— Ahhhhhhhhh! Tô gozando… porra… ahhhhh!

Ele não parou. Tirou ela de cima, a colocou de quatro e enfiou de novo. Começou a meter com força, as mãos grandes segurando a bunda siliconada dela. Cada estocada fazia a bunda tremer. Minha mãe gemia sem parar, a cara enfiada no travesseiro:

— Ahh… ahh… assim… me fode… ahhhh!

Wallace acelerou ainda mais. O barulho molhado da pele batendo ecoava alto. Andressa gozou de novo, o corpo arrepiado, as pernas tremendo, um jato escorrendo pela coxa enquanto ela soluçava de prazer:

— Ahhhhh! De novo… caralho… não para…

O sexo só terminou quando Wallace meteu fundo pela última vez e falou, ainda dentro dela:

— Agora você nunca mais vai ser racista, vadia. Essa buceta branca é propriedade dos negros agora.

Minha mãe gemeu, a voz rouca e rendida:

— Ahhhh… sim… ahh… sim…

Bruna gritou:

— Corta!

Rayan, ainda com a mão no pau, falou ofegante:

— Cara… sua mãe é uma gostosa. Gozei três vezes.

O MG completou, o volume marcado na calça:

— Espetacular, Andressa.

Minha mãe ficou deitada, ofegante, o peito subindo e descendo rápido. Quando me viu, fechou os olhos de vergonha. Meu pau estava tão duro que doía. Fui direto pro banheiro, baixei a calça e me masturbei relembrando cada segundo daquilo. A imagem dela cavalgando, gemendo, gozando no pau do Wallace. Gozei forte, jatos quentes sujando a mão e o piso.

Quando saí, a Bruna retirou um saco de dinheiro de uma bolsa e falou:

— Aqui estão os cinco mil, Andressa. Espero que você volte.

Perguntou ainda:

— Nome artístico… tem algum em mente?

Minha mãe não disse nada. Bruna sorriu:

— Andressa, a MILF Gaúcha.

Wallace corrigiu, ainda sem camisa:

— MILF Gauchinha.

Eu me aproximei, peguei minha mãe pelo braço e a levei até o camarim. Ela entrou no banho sem falar uma palavra. Fiquei do lado de fora, o coração ainda disparado.

Minha mãe. Loira. Casada. A mãe perfeita. A mulher que um dia foi da alta sociedade. Agora estava batizada no mundo pornográfico como MILF Gauchinha.

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Comentários

Foto de perfil genérica

Já que a Larissa não curte trabalhar e gosta de fazer dancinha pro tik Tok, seria top ela participar das gravações e levar vara dos negão. Aí ficaria top né, vendiam conteúdo de mãe, filha e filho transando, ia arrebentar de ganhar dinheiro

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Foto de perfil de Comedor120

Top demais amigo, um dos melhores, li devagar querendo que não acabasse, ela ja esta viciada top demais

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