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Nem o ar, nem o mar, conseguiu apagar - Parte 28 - Epílogo

Um conto erótico de Mark da Nanda
Categoria: Heterossexual
Contém 2484 palavras
Data: 25/09/2026 10:30:45

Meus caros,

A pedidos insistentes, quase diários, e insuportáveis de uma sarna de pele clara e cabelos escuros, nomeada Fernanda Mariana, apresento um epílogo.

Espero que curtam.

Espero que ela me dê paz agora...

Forte abraço,

Mark

[...]

Dois meses se passaram desde aquela fatídica noite em que uma porta se abriu, fechando outra onde o mundo de Katie desabara.

Nos dias seguintes, ela não voltou para a faculdade. Não se achava capaz de encarar Chuck novamente. Não depois de todo o drama causado a sua família. Entretanto, o que ela não sabia ainda é que Chuck havia sumido de Princeton com a mesma discrição com que desaparecera de Memphis quinze anos antes.

Kelly ficou com ela nesses dias, apoiando, mesmo sem saber o que dizer exatamente. Quando Katie soube da demissão de Chuck, decidiu ficar. Afinal, o romance entre os dois era discretíssimo demais, a pedido dele, para que as pessoas não julgassem eles. A universidade continuava a mesma. As amigas continuavam as mesmas. O apartamento, o campus, a rotina de aulas… tudo seguiria igual. Só ela havia mudado.

Kelly precisou voltar para casa, afinal, tinha sua própria vida como professora numa Universidade local. Entretanto, numa noite especialmente quente, quando já estava deitado ao lado de Jerry, não se conteve:

- Eu acho que preciso falar algo para a Katie...

Jerry repousou seu livro e encarou a esposa. Não parecia surpreso. Ele nunca parecia surpreso. Respirou profundamente e a encarou com carinho:

- E o que pretende dizer?

- Eu ainda não sei, amor. Mas ela precisa saber que não é uma sombra minha. Não quero que ela imagine que o Chuck se aproximou dela por minha causa. Não é justo.

- Eu entendo. – Jerry se aconchegou na cama e a encarou, olhos nos olhos: - E as suas aulas? Como fará?

- Vou conversar com o John amanhã. Eu só queria saber se você não se incomodaria de eu ir?...

- De você ir cuidar da nossa filha!? – Jerry deu uma risada e beijou rapidamente a boca da esposa: - Vá tranquila. Se precisar que eu vá também me ligue que darei um jeito com a minha agenda.

Kelly chegou na terceira semana. Trouxe duas malas e a decisão silenciosa de ficar o tempo que fosse necessário. Jerry ficou em casa com Camille, então com quase quinze anos, e manteve o acordo de ligações diárias por vídeo. Todas as noites, às nove em ponto, o rosto dele e o da irmã mais nova apareciam na tela do notebook de Katie. Eram conversas curtas, cuidadosas, cheias de brincadeiras para não forçar nada além do necessário.

Kelly dormia no sofá da sala. De manhã preparava café. À tarde, quando Katie voltava das aulas, as duas caminhavam pelo campus ou sentavam no banco debaixo do grande carvalho perto da biblioteca. No começo, falavam de tudo, menos do assunto que a levara até ali. Depois as palavras foram saindo aos poucos, como quem tira farpas de uma ferida ainda aberta.

Foi numa tarde fria de outubro, com as folhas já cobrindo o chão, que Kelly finalmente falou:

- Eu tinha dezenove anos quando conheci o Chuck... - Disse, olhando as próprias mãos, ainda sem coragem de encarar a filha: - Ele era… diferente. Do tipo que fazia o mundo parecer mais urgente do que era na realidade. Eu amei aquele homem com uma força que me assustava, Katie. E ele a mim. Tínhamos planos. Já tínhamos uma vida. Mas veio o acidente e ele desapareceu. Durante quatro anos... eu sobrevivi. Não! Não é justo. Eu sobrevivi por pouco tempo. Depois, seu pai me deu um motivo para viver. Construí outra vida. Amei outro homem. Tive você. E eu enterrei o Chuck. E mesmo assim, quando ele voltou, parte de mim ainda o reconheceu como se o tempo não tivesse passado.

Katie escutava em silêncio, os olhos marejados, mas também sem coragem de encarar a mãe:

- O que aconteceu entre você e ele… - Kelly continuou, a voz baixa: - Aquilo foi só uma coincidência. Talvez, ele tenha visto em você algo que ainda se lembrava de mim, mas... Você é tão parecida comigo, e com o seu pai. E o Chuck... Talvez ele carregue uma ferida que nunca cicatrizou direito. Isso não justifica, não torna certo o que aconteceu. Mas explica por que doeu tanto nos dois.

- Eu me senti suja, mãe... - Murmurou Katie: - Como se eu fosse um eco, como se eu tivesse traindo você.

Kelly segurou a mão da filha com força e só então a encarou, preocupada:

- Nunca, querida! Você não é um eco: Você é você! E o que existiu entre vocês dois foi real o suficiente para machucar. E Isso conta. A gente não precisa transformar essa sua história num romance, nem em crime. Foi um acaso do destino que envolveu duas pessoas que estavam tentando encontrar alguém, cada uma à sua maneira. Agora... escuta a mamãe... Agora, você está machucada, mas logo vai cicatrizar, e não vai te definir. Mas vai te deixar forte, o suficiente para superar muita coisa que você ainda enfrentará na sua vida.

Elas se abraçaram e assim ficaram naquele banco até o sol se pôr. Nos dias seguintes a conversa voltou outras vezes, sempre em doses menores. Kelly não tentou apagar o que acontecera. Apenas deu à filha o direito de nomear a dor sem precisar carregá-la sozinha.

Três meses depois, Kelly voltou para casa. Katie continuou em Princeton. As ligações noturnas com o pai e a irmã se tornaram rotina. Camille era uma alegria ímpar e sabia contagiar a irmã. Aos poucos, a vida acadêmica voltou a fazer sentido. As amigas perceberam a mudança, mas não perguntaram além do que ela queria contar. O tempo, teimoso, foi fazendo o seu trabalho lento. E ela sobreviveu.

Dois anos se passaram.

Katie recuperou o mesmo sorriso aberto da infância, agora temperado por uma confiança nova. Naquele outono, começou a namorar Dominic Hayes, lineback do time de futebol americano da faculdade. Ele era alto, de fala mansa e mãos grandes que sempre pareciam ter cuidado demais ao tocá-la.

Numa noite de novembro, depois de um jogo que o time venceu por pouco, os dois subiram até o mirante de pedra no limite norte do campus. A cidade se espalhava lá embaixo como um colar de luzes. O ar estava frio o suficiente para que o vapor da respiração ficasse visível.

Dominic tirou o casaco e o colocou sobre os ombros dela. Katie sorriu sem olhar para ele:

- Você sempre faz isso...

- O quê?

- Me protege do frio antes mesmo de eu reclamar.

Ele sorriu e deu de ombros, um pouco constrangido:

- É o mínimo que eu posso fazer.

Ficaram em silêncio por um tempo. Depois Katie falou, a voz baixa:

- Às vezes eu penso em como minha família é… complicada. Meus pais passaram por umas coisas pesadas. Tem noites em que eu ainda escuto minha mãe e meu pai conversando na sala quando acham que eu já havia dormido. Não me lembro direito o que eles falavam, mas sei que eles ainda carregam umas cicatrizes antigas.

Dominic segurou a mão dela:

- Todo mundo tem uma história e carrega alguma coisa. O que nos faz diferente é a decisão de como carregar isso.

Ela virou o rosto para ele. Os olhos brilhavam com a luz distante da cidade:

- Você não é só fortão! É sábio também?

Eu deu uma risada divertida e a encarou também:

- Não viu o drible que eu dei hoje no jogo? Tem que ter neurônio para fazer aquilo.

Ela gargalhou e o abraçou, sendo acolhida por ele. Então, se calaram, assistindo ao espetáculo da natureza. Depois, de um tempo, perguntou:

- Você acha que a gente consegue construir algo que não se quebre do mesmo jeito?

- Eu acho que a gente consegue tudo se quiser. - Respondeu ele, apertando-a em seus braços: - Mas tem que ser uma tentativa diária, com vontade, com objetivo. E se for feito com amor, ninguém irá nos parar.

Katie encostou a cabeça no ombro largo dele. O vento trouxe o cheiro de folhas molhadas. Por um momento, o futuro pareceu menos assustador.

[...]

Numa certa casa de Memphis, Kelly e Jerry sentiam o efeito do tempo. Haviam envelhecido, amadurecido, endurecido em alguns aspectos. Os cabelos de Jerry estavam completamente brancos. As linhas ao redor dos olhos de Kelly tinham se aprofundado, mas a boca mantinha a mesma curva quando sorria de verdade.

Continuavam em terapia, agora com frequência menor, mas ainda constante. Laura Mitchell se mudara de lá, mas indicara uma conhecida, uma terapeuta mais jovem e com técnicas mais diretas. O trabalho, no entanto, seguia o mesmo: nomear as cicatrizes sem deixar que elas ditassem cada gesto.

Certa noite, depois que Camille saíra para encontrar umas amigas no shopping, os dois foram para a cozinha. Jerry secava a última louça. Kelly preparava um chá:

- Você ainda pensa naquela minha proposta louca? - Perguntou ele, sem olhar para ela.

Kelly soube imediatamente do que se tratava. Anos antes, num momento de vulnerabilidade e curiosidade residual, Jerry confessara o desejo de vê-la com outro homem. Não com Chuck, nem ninguém em particular. Apenas a fantasia, algo que talvez a tivesse levado a ficar com Chuck. Ela recusara na época, com gentileza e firmeza. O assunto nunca mais voltara de forma direta:

- Penso... – Resmungou ela: - Mas não do jeito que você propôs.

Jerry pousou o pano e se virou, curioso para ela:

- Como assim?

Ela se aproximou, encostou a testa no peito dele e falou contra o tecido da camisa:

- Eu nunca quis transformar a nossa vida num lugar de testes. Mas eu também nunca esqueci o que aquela curiosidade poderia significar para você. Então… às vezes, quando estamos só nós dois, eu deixo a fantasia entrar. Várias vezes a gente fantasiou, não fantasiou? E foi bom, não foi? Não precisamos de outra pessoa, Jerry. A ideia, eu aceito. Posso imaginar, criar, falar baixinho no seu ouvido. E só espero que isso seja suficiente para você.

Jerry engoliu em seco. As mãos subiram pelas costas dela:

- E você? Como se sente fazendo isso?

- Eu me sinto... no controle. Acho... - Disse ela, sorrindo contra o peito dele: - E me sinto próxima de você. É estranho, eu sei. Mas acho que tem funcionado para a gente.

Ele a beijou com uma lentidão que carregava anos de conversas difíceis, de terapia, de silêncios e de recomeços. Naquela noite, na cama, Kelly fez exatamente o que dissera na cozinha. Imaginou... Falou baixo... Descreveu seu amante... Deixou a fantasia existir apenas entre as quatro paredes e os dois corpos que escolheram permanecer juntos apesar de tudo. Depois, quando o silêncio voltou, Jerry sussurrou contra o cabelo dela:

- Obrigado por não ter me julgado.

- Não, amor... Eu é que agradeço por não ter lutado pela gente.

[...]

Do outro lado do mundo, em uma casa de madeira de frente para o mar em Tonga, Chuck Noland acordava com o som das ondas.

Bettina Peterson dormia de bruços ao lado dele, um braço estendido sobre sua cintura. O cabelo grisalho estava solto sobre o travesseiro. Fazia quase cinco anos que eles estavam juntos.

No barco, naquela madrugada distante, ela não o impedira de voltar para a ilha. Apenas pedira tempo, alguns dias, uma chance de mostrar que a vida ainda podia ser habitada sem necessidade de desaparecimento. Chuck aceitara com a desconfiança de quem já havia perdido demais.

Nos primeiros meses foram cautelosos. Ela era mais ousada, mais rápida em rir, mais direta sobre o que queria no corpo e na conversa. Ele era hesitante, marcado, sempre pronto a recuar. Foi ela quem ensinou, aos poucos, que o corpo também podia ser território de descoberta e não apenas de uma memória dolorosa.

Bettina gostava de falar durante o sexo. Gostava de pedir. Gostava de rir no meio do ato quando algo saía diferente do planejado. No começo, Chuck ficava rígido, quase ofendido pela leveza. Depois foi aprendendo. A liberalidade dela não era promiscuidade: Era presença. Uma presença quase divina para quem já havia vivido o inferno. Ela era uma força da natureza, um recusa de tratar o prazer como algo que precisava ser justificado ou escondido.

Certa noite, meses depois de começarem a viver juntos, ela disse enquanto ainda estavam ofegantes:

- Você passou por uma tragédia, idealizando uma vida que não existia mais. Eu já quase morri! Perdi muito também... Não tenho tempo para essa seriedade toda.

- Credo! Para que tanta seriedade!? Está pensando em me largar? – Ele brincou, fazendo ela se surpreender.

Chuck riu naquela noite da cara de surpresa dela. Foi um riso curto, mas verdadeiro, e, surpresa, mais longo depois. Foi o momento em que algo dentro dele afrouxou de verdade.

Eles não se casaram. Não sentiam necessidade. Viajavam quando o dinheiro e a vontade permitiam. Bettina esculpia em madeira e pedra, vendendo onde estavam. Chuck passou a escrever contos curtos e dava aulas particulares pela internet para alunos que nem imaginavam quem ele tinha sido.

Às vezes, em noites especialmente quietas, ele ainda tinha pesadelos com a ilha e com tudo o que passou. Acordava suado, respirando rapidamente. Bettina apenas puxava o corpo dele para perto e esperava a respiração acalmar. Não perguntava. Não cobrava. Não precisava.

Num final de tarde, sentados na varanda com os pés na madeira quente, Chuck falou sem olhar para ela:

- Você me salvou, sabia?

Bettina soltou uma risada baixa:

- Eu não! Eu só te dei tempo para você se reencontrar. Você é quem decidiu usar esse tempo para ficar por aqui me enchendo o saco. – Ela gargalhou de verdade agora e o encarou, feliz: - Isso tem muita diferença, Chu. Muita mesmo...

Ele estendeu a mão. Ela entrelaçou os dedos nos dele. O sol descia vermelho sobre o oceano. O mesmo oceano que um dia o engolira e o devolvera. Agora apenas balançava na frente da casa, indiferente e constante:

- E aquela surubinha que eu te propus? Pensou a respeito?

- Essa história de novo, Bettina!?

- Ué!? Só se vive uma vez, Chu. Temos que aproveitar!

Eles riram juntos. Nunca fizeram nada. Chuck até desconfiava de uns sumiços muito esporádicos dela, mas nunca a cobrou. Nunca precisou, porque ela sempre voltava. E sempre estava lá quando ele precisava.

A verdade é que, ali no Pacífico, longe de todos, Chuck Noland aprendia, aos poucos, que sobreviver não era mais a única tarefa. Viver, mesmo com todas as imperfeições, mesmo com o corpo envelhecendo, mesmo com o desejo que às vezes ainda doía de tão vivo, também era necessário.

A história não terminou como eles quiseram. Nunca houve uma redenção completa. Mas ela seguiu, numa continuidade inesperada. E, para pessoas que haviam perdido tanto, continuidade já era uma forma de milagre.

[AGORA É O FIM, NANDA!]

OS NOMES UTILIZADOS NESTE CONTO SÃO FICTÍCIOS E OS FATOS MENCIONADOS E EVENTUAIS SEMELHANÇAS COM A VIDA REAL SÃO MERA COINCIDÊNCIA.

FICA PROIBIDA A CÓPIA, REPRODUÇÃO E/OU EXIBIÇÃO FORA DO “CASA DOS CONTOS” SEM A EXPRESSA PERMISSÃO DO AUTOR, SOB AS PENAS DA LEI.

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Foto de perfil de Mark da NandaMark da NandaContos: 415Seguidores: 802Seguindo: 17Mensagem Apenas alguém fascinado pela arte literária e apaixonado pela vida, suas possibilidades e surpresas. Liberal ou não, seja bem vindo. Comentários? Tragam! Mas o respeito deverá pautar sempre a conduta de todos, leitores, autores, comentaristas e visitantes. Forte abraço.

Comentários

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Agora amarrou todos os fios da história

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O Mark é bom, ou melhor dizendo, o melhor, em contos com vários capítulos, não gosto das histórias com um capítulo só!!!

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Mark, quando você fala em continuar o conto da Nanda, espero que seja ENTRE O AMOR E A PAIXÃO, porque o último apesar de bom é uma história já contada de diversas maneiras por vários autores. Mas como tudo que vocês botam a mão é sucesso, vamos lá né!!!

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Saudades daqueles seus contos de um capitulo, mas que marcam que nem ferro.

Se tiver algum ai Mark, publica pra gente.

Esse site ta cheio de conto ruim, faz falta um bom conto.

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Bom dia, Osório.

Acho interessante responder ao seu pedido, porque você não foi o único a me cobrar.

Afinal, recebo vários e-mails de leitores querendo novidades, ou para saber quando darei sequência em outros contos.

O maior problema que o site enfrenta, e nisso faço coro ao Lael, é a flodagem de traduções de péssima qualidade de contos de sites estrangeiros ou de contos criados por IA sem o menor cuidado. Isso tem causado toda uma insatisfação entre os autores que realmente criam porque quando publicamos um capítulo, ou um conto único, ele pouco tempo permanece na "timeline" do site, sendo empurrado rapidamente para baixo. Isso tira a chance dele amadurecer, chamar a atenção, ser lido e votado. E isso é chato demais! Só quem escreve de verdade, sabe o trabalho que dá.

Eu tenho várias histórias não finalizadas. Algumas mais curtas; outras mais longas. Vou procurar alguma coisa e postar. Mas, a princípio, já me comprometi com a Nanda em terminar o conto dela. Acho que agora vai. Conseguimos chegar num "acordo".

Alguém, em algum momento, perguntou se eu não iria terminar o conto da Emilinha. Sim, eu vou. Na verdade, não vou terminá-lo exatamente; eu vou praticamente reescrevê-lo porque não gostei do tom do conto narrado por ela. Eu achei que divergiu demais do tom do conto do nosso querido Paulinho. Deve, inclusive, ser um dos próximos trabalhos.

Forte abraço e obrigado pelo carinho.

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Olá Mark,

Vcs tem razão quanto ao problema de flodagem. Passou dos limites.

Uma vez o carlos_leonardo fez uma observação que a meu ver seria a única resolução para resolver esse problema.

O dono do site criar uma sessão de Autores de Series, selecionando esses autores e suas obras. Para mim seria a única solução possível para solucionar esse problema.

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Olha aí Sapiente Embaixador, a Emilinha pode ter chance, e ainda deve ser um dos próximos a ser publicado, para mim é uma ótima notícia, ruim que agora a ansiedade fica nas alturas, já fico imaginando minha releitura do texto reescrito em quase sua totalidade, será que tem espaço para ser ainda mais impactante e emotivo?

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Muitos desejam mais da Emilinha!

Mark e Nanda são 10!!!

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Ela merece uma repaginada realmente, acho que só eu e a torcida do Flamengo mais a do Corinthians tamos nessa rsrsrsrs

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kkkkkkkkkkkkk

Eu já disse que eu não li a Emilinha? Só o Paulinho.

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Estava vendo os comentários no Desafio Mucho Loco entre nosso amigo Bayoux, Fabio, P.G. e a Maisa e a empolgação deles é muito legal.

Amigos, nossa brincadeira com o FUCDC gerou muitos frutos. Empolgou vários amigos autores. E empolgou mesmo!!

Mark e Nanda ja disseram que incorporaram o FUCDC nas suas paginas. Até café próprio eles tem. Ryu voltou a publicar. Haedrig que já era louco agora esta uns níveis acima. Sem falar dos nossos Brothers Carlão e Big M e nossa Sister Giz!

Acho que hoje eu realmente exagerei no café. Se eu parar de comentar é pq tive um enfarte ou um AVC por excesso de cafeína TurboNanda mas imagina uma sessão aqui no site só para esses autores maravilhosos...

AUTORES FUCDC

PS. Acho que estou meio entediado. Preciso ocupar a mente com uma serie de postagens do Mark!!

Ajuda a gente aí Mestre Mark!!

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Desde que continue sendo tudo natural e orgânico exatamente com sempre foi, basta ver a recente integração do Haedrig, então só acho maravilhoso.

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Falando serio agora!

Nossa brincadeira virou uma experiência, um laboratório onde nós já temos dados para analise.

Amigos, sabemos que o FUCDC causa incômodos em alguns, sabemos que o FUCDC não é bem visto por outros.

Mas sabemos que nós conseguimos acima de tudo empolgar a quem de fato importa. Os autores que se sentiam desmotivados e agora se divertem a beça vendo cada vez mais seus capítulos sendo discutidos, sendo esmiuçados, sendo até criticados.

Nossos amigos estão se divertindo a beça!!

Mas isso é pouco! Eles precisam ter um espaço próprio dentro do site. Onde essa onda de flopagem não consiga chegar.

A flopagaem e o uso de IA é imparável!! Isso é fato!

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Sua proposta é boa, mas quem iria analisar e julgar se um Autor seria apropriado e merecedor de entrar nesse Nicho, dentro do Site, quais seriam os critérios que seriam adotados para essa análise de merecimento?

Ps. Lembrando que o princípio desse site é muito parecido com o do nosso FUCDC, a pluralidade com respeito.

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Para falar a verdade a ideia veio do carlos_leonardo em um comentário que eu vi dele em um conto por aí!

Com relação aos critérios, isso teria que ser combinado entre os próprios autores e o Admin. Sabemos que muitos deles se conversam e conversam com o Eduardo.

Minha visão é de leitor e ela estaria totalmente contaminada com meus gostos e preferencias.

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Acho que seria bem simples para o Admin.

Ele tem aqui no site Ultimos Arquivo Ensaios Temas Listas Rankings

Coloca mais um...Séries. O que eu já pesquisei procurando series nesse site não está no gibi.

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Exatamente esse é meu ponto, essa Flopagem só existe porque tem público, comparo ao que fizeram com a música, é somente uma batida eletrônica e um verso sem estrutura, cantado por uma pessoa sem conhecimento musical, mas com empatia e apelo na comunicação, querendo ou não é realmente inexorável essa vertente, só que as figuras são efêmeras, somente os com talento ficam, em matéria de literatura em geral também é imparável, não adianta ir contra, devemos construir, elaborar, inventar, valorizar, enfim discutir exaustivamente maneiras que façam esses Grandes Autores se manterem motivados a publicar, mesmo tendo essa Flopagem em paralelo, não é fácil, mas onde não há monetização, na minha opinião SEMPRE há saída compensatória para todos.

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Muito feliz e orgulhoso de saber que nossa brincadeira gerou bons sentimentos nas pessoas.

Está vendo Doda. Assume que também é um de nós e vem viver esse amor kkkkkk

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Kiquinho, estamos quebrando a cabeça no Haedrig e no Bayoux.

Ryu acabou agora, conto maravilhoso, vc vai adorar!

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De qualquer forma querido Mark sou muito grato pela.sua resposta.

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Olá Mark.

De fato vi o Lael reclamando sobre isso algumas vezes.

Inclusive ele alega que até entrou em contato com a adm do site por diversas vezes a fim de resolver isso.

Tem algum canal em que os leitores podem reclamar sobre essas traduçoes e textos de IA ?

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Boa tarde OsorioHorse aqui tem o Blog da Casa, que pode ser acessado por qualquer um que esteja logado, no qual tem um Fórum aberto para todos, em diversos Tópicos, inclusive já tem um com esse Tópico da quantidade de textos criados por IA e textos traduzidos por IA, lá inclusive tem algumas sugestões dadas pelo administrador do site para tentar minimizar o problema, geralmente não interajo por neste Fórum por sempre ver a participação de somente Autores, então para não dar uma de intrujão não opino, mas quem sabe não seria interessante que também vire um Fórum de Leitores bem intencionados, não há proibição explícita, então acho que é somente falta de interesse dos leitores, seria a hora disso mudar?

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Acredito que sim.

Além dos autores se os leitores passarem a demonstram incômodo quem sabe o site não busca alternativas...

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Então acesse o menu principal e veja a opção Blog da Casa, já tem um chat com esse assunto que por sinal tá bombando desde fevereiro até hoje só para se ter um idéia de como é polêmico e mobilizador esse assunto, eu simplesmente ignoro esses contos de IA, usar um corretor gramatical com IA é uma coisa, mas criação ou pior, adaptação é outra coisa muito diferente, por isso, entendo bem a revolta de um verdadeiro escritor.

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Achei o local no site, não consegui ler toda discussão dos autores no tópico mas é visível e com razão o incômodo deles.

Como leitor acho uma boa idéia indagar os outros leitores nas histórias para ver o que pensam sobre e organizar alguma forma de participação no tópico.

Quando digo organizar não digo que é para todos comentarem la e criar uma bagunça, mas propor um comentário em nome dos leitores demonstrando apoio aos autores e exigindo uma ação mais firme do site.

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Concordo, um FUCDC sem fofoca, interessante.

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A idéia é interessante. É evidente que todos estão perdendo com essas situações. O site está morrendo devagar.

Osório é articulado e inteligente e é conhecido nos fóruns.

Ele poderia representar a todos nós.

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Apoiado para o OsorioHorse ser o porta voz dos leitores bem intencionados, só falta aceitar e estabelecer sua linha de ação Osório.

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Conforme os autores forem publicando vou deixando uma menssagem aos outros leitores nos comentários, explicando sobre essa problemática e como isso vem desanimando os autores sérios do site. Vou explicar que ja existe um local específico para essa discussão, mas que até o momento apenas os autores estão pedindo ao site algum tipo de intervenção sobre isso e como o site é tanto para os autores quanto para os leitores, seria interessante os leitores participarem disso.

A proposta seria que fosse excluído as contas e os contos desses autores que usam IA ou traduções mau feitas.

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Parabéns Dr. Mark da Nanda! E obrigado, Nanda do Mark pela insistência! Agora sim THE END!

Sensacional a ideia da historia e como ela foi desenvolvida! Continuem escrevendo, pois vcs sâo um dos poucos oásis, talvez 10 ou 15, neste universo de histórias recorrentes e repetidas, sem falar nas IAs.

E por falar nisso, sem querer forçar a barra, que tal darem continuação a algumas histórias? Estamos carentes delas...

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Excepcional mesmo. Agora quem sabe a sócia dá sequência a uma estória maravilhosa que parou....parou...

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Nandinha do coração, amiga, pega no pé do Mark para continuação de JORNADA DE UM CASAL AO LIBERAL. Temporada 18. Pooorrrrr faavoooorrr

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Se vc me permite Fabia22, me uno a vc na súplica!

Poooorrrrrr faaavoooorrrr!!!!

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Mais um, mas sem essa "errarada" toda kkkkkkkkkk

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kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

PQP Quase cai da cadeira agora!!!!!!!!!!!!!!

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Doda2

24/09/2026 13:12:38

ATENÇÃO PESSOAL .

se preparem que vem supresa por ai.

Pronto , como prometi .

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Dodinha, nosso herói!!

Nunca duvidei de vc! Nunca!!

Cadê o Jornada irmão!!!

Estamos desesperados para mais Aventuras de Mark e Nanda!!

Pode ser Clair de Lune tbm, amo a Annemarie!!

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Tô achando que o Clododa tem linha direta com o Mark...

Cuidado, hein!? Meu marido é pegador!

Só tô avisando...

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kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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Tô dizendo que tá famosinho, seguuuura Dodinha kkkkkkkkkkkkk

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Me abstenho desse assunto!

Não vou invadir a intimidade do Clododa!! Não é de bom tom!!

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Mentiroso kkkkkkkkkkkkkkk

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Me abstenho sim!!

Quem tem fiofó tem medo!!

Deixa eu quetim aqui nu meu cantinho sô!!

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Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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Precisamos manter o Dodinha do nosso lado! Ele sabe das coisas.

Quando vi a notificação da postagem do Mark não passou nem sinal de wi fi!

Pensei....É HOJE!!!!

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Mas ué!!!!! O Dodinha é nosso, Nunca, mas Nunca mesmo sequer passou QUALQUER outra coisa na minha cabeça, Dodinha é fechamento e gosta da zuação, Né não Dodinha?

Além disso quem soltou a Lebre de novo não fui eu kkkkkkkkkkkkllkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Como Dodinha fala :

Foi a Mineira que falou né.??

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Isso, tinha me esquecido. Ele é nosso.

Mas ele merece uma recompensa por estar atuando junto ao Mark e nos trazendo fofocas quentinhas!

Pode me chamar a vontade de rainha do Nilo! Nem ligo!! Está liberado!! hahaha

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Kkkkkkkkkkkk

O Pequeno Padawan tá aprendendo, esse "Rainha do Nilo" temos que admitir que foi boa sacada kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Se o Poderoso Faraó Ramsés II está de acordo é outros quinhentos kkkkkkkkkkkkkkkk Já pensou a Múmia Puta da Vida kkkkkkkkkkk Quem tá me chamando de Rainha do Nilo, aquela vadia da Cleópatra que é kkkkkkkkkkkkkkkkk quanta bobices, Nó Sinhora kkkkkkkk

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Vou te fazer uma pergunta e espero sinceridade total.

Tem como proibir???? Ele faz do mesmo jeito!!!

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Vou falar igual minha Netinha fala para mim quando me pede algo: Vovô é bonzinho então eu falo pra tu: Dodinha é bonzinho kkkkkkkkk

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Doda é show de bola!!

O maior negacionista desse planeta CDC, mas ele é show de bola!

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Parabéns pela obra Mark e Nanda!

E obrigado Nanda por ter PERSUADINDO o Mark fazer este epílogo, acredito que lhe saiu caro e prazeroso!

Parabéns ao casal

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Muito bom. Obrigado Nanda, digo ao casal pelo maravilhoso conto.

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Final digno para todos!

Katie conseguiu passar pelo furação! Muito bom uma colocação sua Mark! Jogador de Futebol Americano são erroneamente taxados de brutamonte e burros. Muito pelo contrário, são atletas preparadíssimos e muito inteligentes.

Kelly e Jerry viveram dentro de suas escolhas. Uma vida normal, seguindo suas carreiras e criando suas filhas. Tudo dentro de suas personalidades e escolhas! Excelente a saída de Kelly para poder saciar apimentar sua relação na cama com Jerry. Todos felizes.

E Chu...Chuuuu Mark!!! Poderia ser Chukão, Chukinho, mesmo BA estaria bom!! hahahaha

Mas vamos lá...Chu (putz) e Bettina perfeito!!! As experiências que Chu (putz) passou na sua vida foram únicas! Achou com Bettina uma vida livre e de aventuras.

E achei legal de eles viverem uma vida frugal, porque Chu (putz) poderia ser milionário, mas acho que não seria feliz!!

Maravilhoso final para um conto maravilhoso!!!

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Tudo ficou bom, mas o que mais eu adorei foi a Katie ter conseguido trilhar seu próprio caminho, aparentemente sem sequelas negativas, sabendo identificar o que seria bom para ela, afinal ela não tinha nada a ver com as agruras dos Pais e Chuck, gostei mesmo.

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Exatamente!!!

Legal demais ela ter passado por isso sem maiores traumas e o principal, muito mais ligada a família!

Ahh Destino fofinho!!

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Exatamente, eu estava encucado com isso, as consequências para Katie, ainda bem que veio esse capítulo, agora fico imaginando uma Suruba da Terceira Idade entre os dois casais, finalmente quando tiverem quase setentinha largarem os aços numa surubinha mais que básica, ainda neste plano, seria até bacaninha também, acho que a Id@ tá certa kkkk

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Poxa vida!!!

Chega do Chu (putz)!!!!

Vamos para as obras magistrais que estão em hiato!!!

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Não vai rolar, gente... Nem eu sou capaz de tirar isso do Mark. Nem eu!

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Fica na nossa imaginação, o que também não é ruim, a estória já tá pronta na cabeça de todos, é só traçar, já pensou Bettina toda saidinha com Chuck e Jerry, Kelly toda envergonhada, mas no fundo toda foguentinha pegando no tranco, tá formado já ou não tá...

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Agora sim fechamos esse livro, prosterno-me em agradecimento a Grande Musa Nanda

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Eu não acho que seja o fim. Ainda acredito em um swing entre os 4 !!!! Rsrsrs

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Não mexe em caixa cheia de marimbondo Id@, se bem que o Zumbido é hipnotizante e irresistível. Rsrsrsrs

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Obrigado Musa Eterna Nanda!!!!!!!!!!

Não desista!!! Seja forte!!!

Nunca se esqueça do seu lugar de destaque como Fofoqueira do FUCDC!!

Continua nessa missão de atormentar o Mark diariamente!!!

Força, Foco Fé e Fofoca!!!!

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The 4F way of Life is a Wonderfull way of living.

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You forget "Foda"!

🙃

😅

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Corrigindo!!!!

Força Foco Fé Fofoca e....Foda!!!

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Yeahh!!! Now, The 5F is The Most. Kkkkkk

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Em Minerês Prease!!!

Eu não intendo Ingreis!!

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Kkkkkkkkk I can't believe, but

Agora ficou bem melhor das conta sô!!???

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Mais um detalhe meu amigo carioca!!

Nós mineiros falamos "cantados"

Sou nascido em SP mas batizado em Minas. Rapaiizzz, imagina os almoços da minha família!! Era uma sinfonica completa!! Minha mãe para falar meu nome real arrasta por uns 10 segundos!! kkkkkkkkk

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Kkkkkk

Qua saudades que eu estava da nossa Base Operacional Markavelica!!!

Maaaissss!!!

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"Mió da conta". Atenção aos detalhes "mió", entendeu?

Ah, e nao se usa o "sô" no final de perguntas.

Se ocê tivesse tentando tirar visto para entrar em Minas, negariam sem nem perguntar "cê é fi di quem?"

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Má nu foi pergunta não fia, no final é o tar de ponto de exclamação sô, tô perguntando nada não, tô é confirmando um tiquin, a interrogação é só pra engarna mermo ué .

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!Má nu foi pergunta nã"

Correção..."Mai num foi pergunta não sô"

kkkkkkkkkkkkkkkk

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Que delicia esse presente da nossa musa e do nosso querido Mark

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Vamos ficar atentos aos toques do Clododa!!

Ele merece o "i" sagrado, mas aí perde a graça.

Vai ficar só no FOFOQUERO mesmo!!

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FOFOQUERINHO tá famosinho já, não dá mais Ibope não, senão vai ficar se achando o nosso FOFOQUERINHO GUDE GUDE. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

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Com ele seguimos a velha máxima de ....Não mexe no que ta funcionando!!

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