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37 - ME AQUECE, ESTOU MORRENDO DE FRIO. Parte II

Um conto erótico de CIGANO ITALIANO
Categoria: Heterossexual
Contém 1154 palavras
Data: 25/09/2026 09:38:10

Leia a parte I

Servi mais vinho, prestou atenção na minha conversa. Ficou com o rosto rosado, desviou o olhar para s janela, com certeza o gatilho estava armado. Juntou os pratos da mesa, e foi lavar a louça.

- Quem me dera eu gozar duas vezes na mesma pegada, nunca gozei duas vezes numa semana.

Aquilo me deixou sem direção, me contive, meu pau quis ficar duro, o coloquei para baixo. Ao pegar as louças ela percebeu.

Garoava, frio em torno de 8º.

Liguei o ar quente em meu quarto.

Arrumei a cama dela com cobertas grossas, liguei a estufa para aquecer aquele ambiente.

O relógio do celular marcava 01:10 quando ela se recolheu. Apaguei as luzes da cozinha. Seu quarto escuro e porta fechada.

A porta do meu quarto sempre fica encostada, nunca a fecho.

- Me aquece estou morrendo de frio.

Falou num tom baixo e quase sussurrando. Já deitando no lado esquerdo da cama.

Levantei as cobertas. Deitou-se de lado, fazendo a famosa conchinha...

Usava um pijama de malha macio e sedoso.

Fui mais para o meio da cama, ela seguiu empurrando seu corpo contra o meu, melhor, a bunda.

- Me abraça, me esquenta.

Estávamos grudados, coloquei meu braço esquerdo por baixo de sua cabeça.

Minha mão direita envolveu-a em seu quadril, minha mão descansou em sua barriga.

Seu calor, o perfume de body splash floral com notas de lavanda e morango, me envolvia num pensamento pornográfico.

Meu rosto em sua nuca, o cheiro do shampoo, minha respiração em seu cangote.

A puxei mais perto, colocou sua mão direita sobre a minha.

Suas nadegas duras, e mais grossas que via na calça jeans, dividiam com meu pau.

Sem querer ele começo a ter vontade própria, a cada segundo ele ia tomando forma, ficando duro. Ela fez um movimento de rebolar para sentir ele, de leve o acomodei nos meios da sua bunda. Acariciei sua barriga, ela se mexeu, subi mais a mão, senti a raiz dos seios.

Subi mais um pouco e minha mão sentou no seio direito, senti o mamilo duro, a textura rija. Meu pau cutucou 3 vezes, ela rebolou e ele ficou no meio das pernas, eu usava um calção de dormir largo e sem cueca, ele saiu pela lateral estava quasse no ponto máximo da dureza.

Minha mão esquerda começou acariciar seus seios sobre a blusa, minha mão direita desceu até sua cintura, os dedos adentraram o elástico do seu pijama, senti o monte de vênus, pelos espetavam de uma depilação de uma semana. Ela colocou minha mão esquerda debaixo de sua blusa, senti os seios, mamilos grossos e duros, meu rosto beijava sua orelha seu pescoço.

Ela se contorcia e suspirava forte. Tirei meu short, ficando na altura do joelho esquerdo. Devagar abaixei seu pijama, deixando-o no meio das nádegas, conduzi a pica entre suas pernas, a cabeça foi abrindo caminho, senti o calor da buceta quente e molhada. Ela facilitou, levantou um pouco a perna direita. Cabeça do pau e lábios já acasalados.

Minha mão direita posou sobre sua buceta, quente, babada de lábios pequenos. O dedo maior com delicadeza dançava sobre o clitóris pequeno e duro, meu vai e vem calmo era sincronizado com o dedilhar no clitóris.

Ela começava a ter espasmos, eu fazia o vai e vem com mais vontade. com pressa pega em meu pau, o aperta, o punheta, talvez não acreditava naquilo que tinha em suas mãos.

Meu dedilhar aumenta, ela começa a falar alto.

- Vou, vou gozaaaaarrrrr, Haaammmmmm. Gostosoooooo

Morde meu braço esquerdo.

A mão dela com pressa e sem jeito me punhetava, minha mão direita levanta sua perna direita.

Meu pau sente seus lábios quentes e molhados.

Começo a pincelar, minha perna direita é alavanca da sua direita.

- Você vai me comer gostoso? Vai me fazer de fêmea... de putaaa?

Fala virando-se em minha direção.

- Vouuuu, vou te mostrar como um homem tem que tratar uma mulher. Hoje você vai ser comida, devorada!

Naquele momento que falei a cabeça já invadia a buceta quente e apertada. Num gesto rápido coloquei ele todo.

- Rebola, inclina mais a bunda para trás. Isso rebola com vontade.

Ela fazia isso com vontade e rápida, desajeitada. Meu dedo dedilhava seu grelo.

- Isso amore, rebola suave, levanta seu quadril um pouco mais, agora rebola faz o vai e vem.

Ela fazia exatamente o que eu falava, rápido pegou o jeito em rebolar numa pica, de ladinho. Num macho que gosta e sabe foder.

Eu me segurava firme para não gozar.

Seus movimentos aumentaram, estava despejando a vontade de trepar com um estranho. Gemia, suspirava forte, gemia intensamente. Arranhava meu braço.

Meu dedo alisava seus lábios pequeno e castigava seu grelo.

- Hammmmm Haaammmmmm vou gozarrrr de novoooooo hammmm.

- Isso minha gata, gozaaa, te acaba neste pau. Vamos colocar chifre no namorado com vontade.

- Hammmmm estou gozandooooooo de novoooooo. Simmm chifrudoooo. Issooooo continuaaaa a meterrrr.

Seu gozo foi mais longo que o primeiro. Seus gemidos e respiros ofegantes eram intensos.

Virou-se procurando minha boca, sua boca devorava a minha, me puxava junto a ela, foi se virando, meu pau saiu da buceta mega molhada.

Cai de boca em seu seio direito. Mordia, sugava e mordiscava intensamente, a mulher se contorcia, buscava meu pau ainda meio duro. Alternava os mamilos, estava me tornando um animal louco de desejo.

Abriu suas pernas. Foi puxando-me no meio de suas pernas direcionando o pau na direção da sua buceta novamente.

- Vem me come assim, em cima de mim. Me faz de cadela de puta. Sou suaaaa, me comeeee...me devora.

Foi conduzindo a rola grossa e dura, seus pequenos lábios beijavam a cabeça grossa da pica, devagar fui empurrando para dentro, quando minhas bolas bateram em seu rabo ela fez uma chave de pernas, estávamos descobertos e queimando de desejo, eu na posição do coelho, ajoelhado e grudado nela.

Comecei a estocar com suavidade, ela segurava meu rosto para o beijo devorador, sedento e melado. Cai de boca em seus seios, chupava os bicos se alongando em minha boca.

Se contorcia, rebolava e falava coisas desconexas.

Sicília estava levando surra de pica. Com certeza ninguém tinha comido ela daquele jeito.

As estocadas agora mais intensas e rápidas, minhas forças estavam se esgotando.

- Issooooo vaiiiii vou vouuuu gozar de novo. Pqpariuuuuuu hammmmm hammmmm, aconteceu, ela delirava, me apertava, me arranhava. Tinha a certeza que gozada como essa ela poderia contar nos dedos, as que teve.

Eu estocava com mais forças para seu clitóris pegar fogo e gozar no limite máximo.

Nesse momento seu gozo intenso, ofegante, suada, me abraça com força, parei e desabei sobre ela. Mordia minhas orelhas, sugava meu pescoço, era uma fêmea endiabrada pelo desejo.

Estava feliz por fazê-la gozar 3 vezes.

Nossa temperatura derretia o gelo da noite fria. Nosso suor molhou o lençol.

Com cuidado me cobriu, ajeitou minha cabeça junto a ela.

Me envolvia em seu colo como uma criança.

Adormeci em seu colo.

continua

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