Como escrevi no meu conto anterior, ontem à tarde tio Claudio colocou um filme pornô (eu nunca tinha visto um antes) e me fez tocar uma punheta no pau dele. À noite saímos para ir a uma pizzaria, que foi combinado com a turma dele. Ainda bem que a amiga dele levou o Carlinhos de novo, então tive uma companhia da minha idade para conversar. De volta pra casa, agora já sem nenhuma cerimônia, tio Claudio tirou a roupa e deitou pelado para dormir, e disse para eu ficar à vontade se quisesse dormir pelado também. Percebi logo um sorriso disfarçado nele, mas aceitei e também fiquei nu.
Pois bem, e aqui começa o terceiro dia:
Acordei no dia de manhã com tio Claudio agarrado em mim, de conchinha, com o pau duro na minha bunda. Logo fiquei com tesão e decidi ir um pouco adiante e facilitar um pouco as coisas pra ele. Abri minhas pernas, cuspi na minha mão e passei no meu rego, encaixei o pau dele de novo, e fechei as pernas de novo, apertando minha bunda para sentir o pau duro e quente dele nas minhas coxas, encostando nu meu cuzinho.
Não demorou muito e comecei a sentir o pau dele fazendo o movimento de vai-e-vem. Ele me segurou pela anca e foi aumentando cada vez a velocidade dos movimentos. Sua respiração foi acelerando e começou a gemer, esfregando cada vez mais rápido o pau nas minhas coxas, roçando no meu cuzinho, até que senti os jatos fortes e quentes da porra dele jorrando entre minhas pernas. Depois disso, sem mudar de posição, manteve o pau na minha bunda, que foi amolecendo devagar, ele voltou a dormir. E acho que eu também adormeci.
Quando acordei, estava sozinho na cama. Tio Claudi já tinha levantado. Senti o melado entre minhas coxas. Passei a mão e estava todo esporrado. Levantei e fui pro banheiro escovar os dentes e tomar um banho. Antes de abrir o chuveiro, passei a mão novamente entre minhas coxas e depois no meu pau, para lambuzá-lo bastante com aquela porra, e toquei uma punheta bem gostosa.
Ao sair do banho tio Claudio já estava tomando o café e me falou pra eu tomar o meu também para irmos pra praia, pois estava sol.
Chegando em casa na volta da praia fomos tomar banho para depois almoçar. Tio Claudio tinha sempre comida pronta congelada em casa, pois ele tinha uma diarista que ia uma vez por semana pra fazer a limpeza básica e também fazia a comida pra semana e deixava congelada. Como era uma segunda-feira enforcada” (o feriado era amanhã) tio Claudio ia sair para ir ao banco sacar dinheiro e pagar umas contas e aproveitar passar no mercado para comprar coisas para lanche. Me perguntou se eu queria ir com ele e eu aceitei. Depois tomamos um sorvete e voltamos para casa.
Chegamos em casa no fim da tarde, já quase anoitecendo. Guardamos as compras e fomos pra sala. Tio Claudio perguntou se eu gostaria de ver outro filme de sacanagem. Lógico que eu falei que sim.
Ele escolheu um filme que se passava num tipo de mansão onde, em seus vários ambientes, como salões, quartos, piscina, etc, o sexo rolava solto entre casais e em grupo três ou mais pessoas, todos transando entre si, enquanto os garçons, nús de gravata borboleta, e as garçonetes, também nuas de laço de fita no cabelo, circulavam o tempo todo entre os convidados servindo bebidas e canapés.
Enquanto eu estava vidrado na tela da TV, vendo as cenas que iam passando, mostrando de tudo que eu nunca tinha visto, tio Claudio ao meu lado já tinha tirado o short e estava a alisar seu pau duro. Eu, também de pau duro, quando vi, também tirei o meu short e ficamos os dois nus acariciando nossos paus.
Foi aí que apareceu uma cena no filme que me deixou louco. Um casal estava transando quando um rapaz entrou no quarto e sentou na cama em que o casal estava trepando. O casal não se importou. Todos nus, o rapaz então começou a fazer carinho tanto na mulher como no homem. Num determinado momento, quando o homem tirou seu pau e saiu de cima da mulher e deitou ao seu lado, o rapaz começou a lamber a buceta dela, que escorria a porra do gozo dele. E, enquanto lambia a buceta da mulher, segurou do pau do homem, passando a alternar uma lambida na buceta da mulher e uma chupada no pau do homem. Quando o pau do homem ficou duro de novo, a mulher ficou de quatro na cama e o rapaz conduziu o pau do homem para a buceta da mulher. Aí o homem ficou alternando: metia na buceta da mulher, tirava e enfiava na boca do homem, tirava e metia na buceta da mulher, e assim sucessivamente.
A esta altura vendo aquela cena, eu, que já estava segurando no pau do tio Claudio, não resisti, me levantei da poltrona, ajoelhei no chão em frente a ele, me inclinei um pouco, caí de boca no pau dele e comecei a chupá-lo freneticamente. Tio Claudio se esticou um pouco, chegando mais perto da beira da poltrona, pôs as mãos na minha cabeça e ditou o ritmo, fazendo com que eu chupasse aquele pau duro, quente e pulsante por um bom tempo, até que gozou, enchendo minha boca de porra. Sem saber o que fazer, fui pro banheiro, onde cuspi a porra na minha mão, passei tudo no meu pau e toquei uma punheta até gozar, misturando minha porra com a dele na minha mão.
Voltando para a sala, tio Claudio tinha dado pausa no filme para me esperar. Sentei na poltrona ao lado e continuamos a ver o filme até o final.
As cenas foram se sucedendo, cada uma em um cômodo da mansão, cada vez mais picantes: mulher com mulher, homem com homem, trios com uma mulher e dois homens, com um homem e duas mulheres, vários homens comendo uma mulher, casais trocando de parceiros.
Quando o filme terminou tomamos banho e fomos dormir.
E assim foi meu terceiro dia do feriadão na casa do tio Claudio.
O último dia eu conto depois. Aguardem!