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Um casal se soltando parte 1

Um conto erótico de Sabrina
Categoria: Heterossexual
Contém 1820 palavras
Data: 25/09/2026 04:19:23

Por razões óbvias, não vou dizer meu nome verdadeiro e nem em qual cidade isso aconteceu. Para efeitos deste conto, podem me chamar de Sabrina, e o meu namorado vai se chamar Bruno.

Apesar de a gente ser extremamente safado entre quatro paredes, longe das pessoas somos um casal bem tímido e reservado. Mas, para vocês me imaginarem bem: sou o que a galera costuma chamar de "gordinha gostosa". Sou baixinha, mas tenho um peitão de dar inveja e uma bunda avantajada que sempre chama atenção onde quer que eu passe. O Bruno ama cada centímetro do meu corpo e sabe como me deixar louca.

Nas últimas semanas, a nossa rotina na cama deu uma esquentada absurda. Eu vinha fantasiando demais com experiências diferentes, e as nossas conversas durante o sexo estavam cada vez mais picantes e explícitas. Era tanto papo gostoso, tanta provocação imaginando outras pessoas com a gente, que o tesão acumulou até não dar mais para segurar só na imaginação.

Aproveitamos uma viagem que fizemos para outra cidade e decidimos que tinha chegado a hora: iríamos conhecer uma casa de swing da região. Fizemos uma busca rápida na internet e achamos melhor escolher um clube que ficasse bem longe do hotel onde estávamos hospedados, para não correr nenhum risco de trombar com conhecidos.

Minha roupa tinha sido escolhida especialmente para a ocasião: um vestidinho bem curto de alcinha, colado, que valorizava meu decote fartíssimo e deixava minhas pernas grossas bem à mostra. Por baixo, nada de sutiã, apenas uma calcinha fio dental mínima com o desenho de um moranguinho na frente e uma mensagem bem chamativa atrás: "free use".

Para facilitar o esquema e podermos beber e curtir sem preocupação, fomos dirigindo o nosso carro até um certo ponto estratégico da cidade, onde estacionamos. No caminho, a gente veio combinando no carro de já provocar o motorista do Uber assim que entrássemos, o que me deixou completamente maluca de tesão. Mas a realidade foi outra: quando finalmente entramos no transporte, não rolou absolutamente nada. Sentamos com certa distância um do outro e a maior parte da viagem foi num silêncio constrangedor. Talvez por vergonha do endereço de destino ser conhecido do motorista, o clima esfriou. Fiquei frustrada e até meio chateada, nem tanto por não ter acontecido nada ali, mas pelo gelo no carro e pela sensação de que ele tinha dado para trás na nossa safadeza.

Porém, quando tínhamos passado de mais da metade do caminho, senti o Bruno começar a se soltar. Ele aproximou a mão e começou a deslizar devagar pelas minhas pernas grossas. Senti o tesão voltar com tudo na hora e esqueci completamente a frustração. Me animei de novo e passei a retribuir as carícias. Colei mais nele, encostando a cabeça no seu ombro, enquanto ele enfiava a mão por baixo do meu decote, apertando meu peito com força.

O clima esquentou num piscar de olhos. Nosso beijo ficou urgente, mole e faminto, e o movimento das mãos já estava bem mais solto no banco de trás. Percebi que o motorista começou a dar várias olhadas pelo retrovisor, cada vez mais frequentes, embora até ali a gente só estivesse num amasso pesado. Até que a mão do Bruno subiu de vez por baixo do meu vestido, empurrou a calcinha de moranguinho pro lado e os dedos dele afundaram direto na minha bucetinha já ensopada.

Eu soltei um gemido leve, manhoso e prolongado que ecoou por todo o carro. Foi exatamente nesse segundo que o motorista pigarreou e anunciou, com a voz curiosamente trêmula e desajeitada:

— Chegamos...

A gente nem tinha percebido que o carro já estava parado na porta do local. Pagamos rápido e descemos, ambos com aquela sensação gostosa de algo não terminado — e com a certeza de que a nossa plateia particular no banco da frente ficou só no cheirinho, doida para ver o final do show.

A entrada no local já tinha sido acertada com antecedência pela internet. Pegamos um pacote básico que dava direito a uma quantidade de drinks — não chegava a ser um open bar, mas como nenhum dos dois era de beber muito, aquilo já era mais do que suficiente. Nosso plano era justamente experimentar algumas bebidas para dar aquela relaxada e ajudar a soltar a timidez.

O salão principal da casa não parecia muito diferente da maioria das baladas comuns, com a diferença de ser um pouco menos barulhento e bem mais organizado. Naquela área, os casais apenas dançavam despreocupados, bebiam e conversavam. Passaram-se alguns minutos e nada de mais acontecia. Senti aquela mesma frustração do caminho querer voltar a bater.

Mas, antes que o desânimo tomasse conta, o clima da casa mudou completamente. A música passou para uma batida mais forte e envolvente, as luzes baixaram e os casais ao nosso redor começaram a se pegar com muito mais liberdade. Até então não tínhamos visto nada fora do normal, mas a partir daquele momento a atmosfera se transformou.

Ver a safadeza explícita dos outros casais mexeu diretamente com o Bruno. Ele me puxou pela cintura e me deu um beijo longo, fundo e faminto. Beijo sempre foi o meu ponto fraco, e sentir a pegada dele ali, no meio de todo mundo, me deixou arrepiada.

Depois de alguns minutos de amassos intensos, decidimos que era hora de explorar os outros ambientes da casa. Passamos por algumas cabines reservadas e quartinhos escuros, além de conhecermos a área do glory hole — lembro até do Bruno fazer alguma brincadeira provocativa sobre aquilo enquanto olhávamos.

Foi aí que percebi algo curioso: o Bruno agia com uma segurança enorme, como se já conhecesse o lugar ou tivesse estudado o ambiente antes, planejando mentalmente tudo o que faríamos a partir dali.

Ele me conduziu até uma sala ampla, onde havia alguns sofás espalhados e uma cama grande bem perto do centro do espaço, iluminada de forma estratégica. Era claramente o ponto principal para quem queria ver e ser visto.

Assim que nos aproximamos daquela cama no centro da sala, meu coração disparou. Era o ponto alto do exibicionismo da casa. A iluminação era fraca, mas focada exatamente ali, garantindo que qualquer movimento no colchão virasse o centro das atenções.

O Bruno me puxou pela mão e subimos na cama. A vergonha tentou me travar por um segundo — a ideia de ter estranhos olhando para o meu corpo de "gordinha gostosa", com aquele vestidinho curto e o fio dental provocante, fazia minhas pernas tremerem. Mas foi só sentir os primeiros olhares ao redor que esse constrangimento virou uma onda absurda de tesão.

Ele começou devagar, tirando as alças do meu vestido e expondo meus peitos fartos. Ouvi suspiros e passos se aproximando. Pelo canto do olho, vi que três ou quatro casais já tinham parado em volta da cama, assistindo a cada detalhe. Saber que eu era o espetáculo daquela noite me deixou completamente fora de mim.

O Bruno foi descendo os beijos pelo meu pescoço, barriga, até puxar o vestido de vez e me deixar só de calcinha. A timidez que a gente tinha no dia a dia sumiu por completo. Ele se posicionou na cama e me puxou pra cima dele, invertendo nossas posições. Fiquei por cima, encarando o rosto dele enquanto a plateia ao redor só aumentava, cochichando e admirando a cena.

Nesse jogo de entrega e exibição, ficamos nos provocando mutuamente, com bocas e mãos explorando cada centímetro do corpo do outro, perfeitamente posicionados enquanto o público ao redor assistia hipnotizado a cada suspiro e movimento nosso.

Neste ponto Bruno me muda de posição para um 69. Ao me virar e perceber a presença da plateia fiquei novamente extremamente tímida, um pouco mais de atenção e percebi que casais estavam se pegando nos assistindo, a essa altura já não podia diferenciar os casais dos solteiros, mas podia ouvir o barulho da punheta vindo de todos os lados, o cheiro de sexo subiu alto no ar e por um segundo travei. Bruno então levantou e sussurrou no meu ouvido:

- Relaxa, não estão aqui pra nos ver.

- Como não?

- Estão aqui para ver você.

Aquelas palavras caíram como uma pedra. A vergonha aumentou, mas ao mesmo tempo a ideia de estar sendo devorada com os olhos aumentou meu tesão ao infinito. Voltamos ao 69 e neste momento minha bucetinha pingava e escorria pela boca de Bruno. Eu chupava seu pau com vontade quando sinto a mulher do casal vizinho começar a passar a mão em meu braço e no Bruno. Eu tinha lido que isso era meio que um pedido de autorização e que, se não fôssemos contra, eles poderiam prosseguir. Por algum tempo, deixamos que eles nos acariciassem, até que o homem começou a passar a mão nos meus seios, parei um pouco minha parte, sem reação a tudo. Bruno continuava a me chupar como se nao houvesse amanhã

A partir daí foi tudo loucura, ter meus seios massageados enquanto era chupada por meu homem me levou a loucura. Nesse momento a mulher do casal segurou o pau de Bruno que brilhava de tanto pre gozo, punhetou um pouco e logo começou a chupar. Aquela cena me fez tremerem de ciúme, mas também delirar de tesão. Antes que pudesse ter qualquer reação o homem segurou minha cabeça suavemente levando-a ao seu pau. O primeiro toque na minha boca foi tímido, mas ao ver aquela mulher passando a língua na cabeça do pau molhado de Bruno coloquei aquele cacete todo na boca. Estava sentada na cara de Bruno, enquanto era chapada por ele chupava e punhetava aquele pau na minha boca. Quando achei que o tesao não tinha mais para onde ir senti o jato quente de leite esporrando nos meus seios. A mulher gemeu forte, visivelmente excitada. A cada jato que vinha no meus seios meu corpo estremecia, sentia que Bruno também reagia: apertava minha bunda com mais força e lambia meu cuzinho com mais intensidade.

Eu ainda me recuperava do que havia acontecido quando a mulher se aproximou:

- com licença, isso é meu

E começou a lamber e limpar todo o gozo dos meus seios com a boca. Não tenho atração por mulheres, mas aquele momento, aquela situação específica fez meu coração disparar: era o momento, a posição, era o estar sendo chupada, as pessoas em volta olhando, tudo.

Quando ela terminou eles agradeceram e se afastaram sumindo na multidão e no escuro. Bruno se levanta, me coloca de quatro e me come com vontade, a essa altura seria impossível segurar, goza tudo dentro, goza forte, tremendo enquanto pergunta:

- Assim que voce fantasiou?

Não consigo responder, apenas um gemido longo mostra que estava delirando de prazer.

No caminho de volta a viagem no uber foi bem diferente, mas isso já é história pra outro conto. Até hoje nao sei se aquele casal tinha combinado algo com Bruno ou se foi tudo espontâneo. Nunca perguntei, prefiro manter a magia e o tesão. Bom, é isso, ate a próxima.

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Comentários

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Excelente e muito excitante gostoso D+ parabéns geraldoobaoba5372@gmail.com

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Ótima estreia... muito bem escrito e excitante. Tomara que vc continue escrevendo...

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Amei sua aventura, foram determindos e curtiram ao maximo, sou um coroa na casa dos 60 anos, fotoógrafo, massagista e PAN, adoro conversar, falar de nossas fantasias e trocar fotos e vídeos deste mmentos mágicos, caso interessar me chame neste emil: euamoavida2020@gmail.com

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