Meu nome é Daniel, tô na casa dos vinte anos, altura mediana, magro com uns pequenos músculos visíveis, pele um pouco bronzeada e cabelos castanhos ondulados.
há algumas semanas eu vivia na casa dos meus tios e estava juntando dinheiro para começar a morar sozinho, e com o início do meu novo trabalho em outra cidade eu pesquisei e encontrei um alojamento de quartos compartilhados bem barato e próximo para transporte.
Cheguei lá e o alojamento era um pouco menor do que nos vídeos e fotos, mas ainda era melhor do que nada, entrei na recepção e me encontrei com a Dona Sandra, tivemos uma conversa rápida sobre a minha estadia, o aluguel e as regras básicas sobre barulhos, visitas e uso do espaço-lazer. Dona Sandra também me avisou sobre o meu colega de quarto, o Seu Agnaldo, era um homem velho entre os 50 e 60 anos, dizia que ele era bem teimoso e cheio de marra, eu falei que não ia me incomodar e ia ficar tudo bem.
Ela me entregou a minha chave e disse que já avisou ao Seu Agnaldo da minha chegada hoje, então não teria surpresa, eu subi as minhas escadas, ela ajudou com minhas bolsas e eu segui o resto do caminho sozinho, abri a porta e vi que, apesar de pequeno, tinha espaço suficiente para uma cozinha, uma sala e os dois quartos um do lado do outro.
- Oi!! Com licença.
- Uurrgh... - Ouvi um pequeno urro vindo da sala.
Vindo na minha direção, era o Seu Agnaldo, cabelo quase careca e fios grisalhos, mais ou menos do meu tamanho, pele um pouco mais clara que a minha e ele era gordo e com músculos grossos, também era peludo nos braços e nas pernas, até com uma barba rala no rosto, ele tava com uma regata preta um pouco suada e uma bermuda folgada, dava pra ver uma silhueta bem visível no meio das pernas.
- Humm... - Eu parei de olhar pra onde não devia e o encarei nos olhos, ele tava com uma cara de quem bebeu um pouco.
- Você deve ser o Seu Agnaldo, meu nome é Daniel e serei o seu colega de quarto, muito prazer!!! - Eu estendi a mão com um sorriso simpático.
Ele não apertou, ficou me olhando de cima pra baixo devagar e depois disse:
- Tu é viadinho, não é?
Eu me surpreendi com a audácia da pergunta daquele cara, mas não me abalei e só respondi:
- Na verdade é gay como nos chamamos, e sim, eu sou!
- Hmm, na minha época a gente chamava de viadinho, bixinha, chupa-rola, só assim pra dividir gente que nem tu,
- Bom, mas não estamos mais na sua época há MUITO tempo, então que tal usarmos o termo politicamente correto?1
- É, não estamos mais mesmo, só frescurice com vocês, mas uma coisa não muda, viado que é viado ama rola de homem de verdade. - Ele deu uma beliscada no seu pau por cima da calça, olhei por um instante - Viu só, deu até pra ver tu encarando minha pica aqui, viadinho com certeza.
- Hehe, o senhor deve ter se enganado.
- Nananão, seus olhos querem isso aqui - Deu uma alisada bem no meio pra me provocar, e deu certo - Me diz aí, faz quanto tempo que tu não engole a pica de um homem? Deve ter mamado alguém durante a viagem pra cá, não é?!
- Na verdade eu nunca fiz isso antes.
- Fala sério, vai me dizer que nunca pôs essa boquinha pra aliviar um macho? - Ele tocou entre o meu queixo e alisou os meus lábios com o polegar, o mesmo que ele usou pra apertar o pau dele.
- Não, essa atividade eu ainda não tive o prazer de realizar. - Eu afastei a mão dele educadamente.
- E ninguém já arrombou esse seu cuzinho aí? - Ele quase tocou a minha bunda, mas eu recuei a mão dele denovo.
- Também não, no máximo eu só beijei um garoto quando eu era mais novo, de resto eu nunca fiz nada com ninguém.
Eu peguei minhas bolsas e fui levando pra mais perto da porta dos quartos.
- Então quer dizer que tu ainda não perdeu o cabaço e o bv? Beleza!
- Não sou mais bv, eu acadei de dizer que beijei antes.
- Eu tô falando dessa boquinha ainda não ter provado a picanha de um homem de verdade. Faz um tempão que eu não taco nenhum viadinho, ainda mais virgem, parece que vou ter que te adestrar.
Fiquei surpreso e bravo com aquela ousadia arrogante e machista daquele velho, mas não consegui me conter e fiquei tremendo um pouco de tesão.
- E quem disse que eu vou ficar com o senhor? Não lhe dei esse direito.
- A única coisa que viado tem que dá é o anel, de resto só obedece quando o homem manda, e já que tu é o viadinho e eu sou o homem, a ordem é essa, então não vale recuar.
- Receber ordem de um cara mais baixo que eu? acho que não é assim que funciona, senhor.
- Temos a mesma altura, dendeca, e outra, o tamanho que realmente importa é o que tá aqui, bem cheiroso e cheião do que tu gosta pra provar pela primeira vez. - Ele apertou bem mais forte dessa vez, acho que tava meio duro.
Tudo o que ele falava perto de mim e todas aquelas pegadas me animaram bastante, aquele velho não era modelo de revista, mas aquela atitude de macho bruto me deixada bem excitado, por dentro eu queria ceder pra ele e até cair de boca, mas fui contra essas provocações e apenas me acalmei.
- Hehehe, o senhor é bem intrigante, Seu Agnaldo, até parece, kkk. Então, qual é o meu quarto?
Ele passou por mim bem próximo, olhando fixamente nos meus olhos e quase colando sua barriga e aqueles braços fortões peludos no meu tronco, minha pele arrepiou daora nesse momento.
- O seu quarto é esse aqui no lado esquerdo, pode se acomodar, garoto, logo logo vou começar a te treinar, e não vou pegar leve, dendeca.
Ele deu uma piscadinha rápida, um arroto atrás de mim e foi direto pra sala, eu entrei no meu quarto com todas as minhas coisas e tranquei.
Não conseguia acreditar que um homem porco sem educação e cheio de marra daquele tipo me provocava arrepios desde a espinha até o meu cuzinho, tirei meus tênis e fui deitar na minha cama, tentei me acalmar para tirar aquele velho gostoso e aquele pau marcado da minha cabeça, eu fui mexer no celular, olhar meu Insta e tentava me distrair, coloquei meu fone e entrei no YouTube pra ouvir umas músicas e tentar relaxar.
Nada funcionou, aquela imagem continuava na minha mente e eu precisava tirar esse tesão todo que ele criou dentro de mim, então entrei num site +18 e fiquei assistindo um vídeo de dois caras se pegando, um que parecia mais velho que o outro, imaginei que era o Seu Agnaldo o ativo, via ele sendo chupado pelo passivo, urrando de prazer por sentir toda a sua pica dentro daquela boquinha, depois ele tava metendo de quatro devagarinho, fazendo o passivo gemer que nem um putinho foguento, com aquilo, eu tirei meu pau pra fora todo durinho, tava me punhetando bem rápido e forte, só sentindo o pré-gozo melar meus dedos e depois de alguns minutos entrei no clímax e gozei um bocado, acabou caindo em cima do lençol da cama.
Acabei indo dormir um pouco que deu cansaço, descansei por umas horas e quando acordei já era bem de noite, limpei toda a bagunça que eu fiz e já guardei todas as minhas coisas no armário, depois eu me troquei com roupas mais folgadas e saí do meu quarto. Quando passei na sala, vi que o velho ainda estava lá todo esparramado no sofá dando uma gole numa cerveja e assistindo um filme de ação.
- Ora, e aí dendeca, finalmente saiu daquele quarto, hein. - E ele cotinua com aquela boca suja de mais cedo.
- Eu estava cansado da viagem aí eu fui dormir um pouco. Uuh, adoro esse filme, deixa eu sentar aí no sofá.
- Não tá vendo que eu tô deitado aqui, moleque, senta aí no chão, meus pézões tão descansando aqui.
Os pés dele eram grandes e unhas não cortadas, senti uma fixação grande por tocá-los.
- Eu sento aí e você pode descansar suas pernas em cima do meu colo, não me incomodo.
- Hmmm só viadinho mesmo... senta aí.
Ele levantou os pés e eu pude sentar, daí ele os apoiou e coloquei as mãos por cima.
- Já que tu tá aí aproveita e faz uma massagem nos pézões do pai.
- O quê? Por que eu faria isso?
- Porque eu trabalhei em pé desde manhã e quando o homem quer descansar, o viadinho é quem deve obedecer e aliviar, e tu sabe o seu papel, dendeca, agora massageia aí! - Ele falou com a voz normal, mas num tom dominante.
Eu não disse nada, só obedeci e comecei a tocar nos pés dele, não sou profissional, mas sabia o básico, então segurei um de cada vez, pressionava os polegares em movimentos circulares no meio e na sola, sentia um cheiro forte e que me atraía, devia ser o chulé e um poquinho de suor que grudava nos meus dedos.
- Hmmmmm isso aííí, massageia mais forte, quero eles bem relaxados. - Ele tava aproveitando com uma cara de satisfação.
- Tá bom. - Só respondi isso como uma ordem e fiz mais força nos polegares, dessa vez massageando entre os dedos, tinha um pouquinho de sugeira e suor neles, mas não me incomodou, só gostei mais e mais - Está melhor assim?
- Tá siiim, é desse jeito que deve tratar seus machos, moleque, continua.
Ele levantou o pé mais próximo do meu rosto, eu continuei massageando e, tão perto do meu nariz, eu não me contive, sentia melhor o cheiro dos pézões daquele velho grosso que faziam minha mente perder o juízo, cada cheirada deixava o meu pau duro e meu corpo arrepiado, seja lá o que esse homem fazia pra deixá-los assim eu dava Oh Glória por ser o que conseguia aproveitar esse momento.
- Éééé tu gosta do meu chulé, não é, dendeca? - Ele viu com um sorriso safado no rosto.
- O-o quê? N-não, é que eu achava que tinha um cheiro estranho, só tava verificando.
- Uhum, me engana que eu gosto, moleque, confessa tu ama cheiro de macho, não importa qual seja. - esse velho não é bobo nem nada - Parece que já sei a sua primeira lição.
- O quê?! Que lição?!
- De joelhos!
- Como é que é?!
- De joelhos no chão, agora, porra! - Ele mandou com voz mais grossa.
Eu não me contive e obedeci, saí do sofá e fiquei ajoelhado na sua frente, o velho me olhava com cara amarrada e meio safada, ficou de pé na minha frente com o volume da calça meio duro bem perto do meu rosto.
- Pode ter se feito de difícil, mas agora vai ser tratado como o viadinho que tu nasceu pra ser e eu vou te ensinar tudinho pra tu jamais esquecer de como dar prazer a um homem de verdade. Entendeu, dendeca, vamos começar. - ele tocou meu rosto e enfiou a ponta do polegar dentro da minha boca, eu chupei um pouquinho, ele tirou e até lambeu olhando pra mim.
- T-Tá bem... - Eu tremi um pouco enquanto entrelaçava meus dedos na bermuda dele e abaixar.
De repente ele me deu um tapa bem forte e eu quase caí no chão.
- Quem disse pra tu tocar aí?
- Mas v-você não queria que eu... te chupasse?!
- Esses viadinhos de hoje em dia são tudo frescos mesmo, mais frescos do que os do meu tempo, você nem deu o caneco ainda e já quer bancar o boqueteiro comigo?! Tu ainda tem muito o que aprender antes de colocar essa jeba aqui nessa boquinha. Agora sua primeira lição será essa!
Ele sentou no sofá devagar e levantou o pé dele na minha cara.
- Pode cheirar, com vontade. - disse sorrindo maliciosamente.
- S-sim...
Eu peguei no pé dele e dei uma cheirada bem forte, o aroma inebriante que saía daquele pé me deixava em êcstase, o chulé não era nada repugnante, pelo contrário, era viciante, minhas narinas se arrepiavam a cada fungada que eu dava.
- Iiiissooo, continua metendo esse narizinho aí, mostra pra mim que tu ama chulé de macho, cheira forte.
Aquele velho se divertia olhando pra mim, ele passava a mão de leve no pau dele por cima da bermuda enquanto me via sentindo cada vez mais o pé dele nas minhas narinas.
- Agora cheira o outro, viadinho.
Trocou o pé e eu caí logo na farra do aroma, parecia melhor que o outro, com mais odor e gosto, mais forte aquele chulé, devia ser da sua perna dominante, mais carregada pra satisfazer o meu nariz e o meu tesão naquele homem.
- Agora vamos avançar na sua lição de hoje, dendeca, lambe.
-L-lamber?!
- Isso mesmo, passa essa linguinha em volta dos meus pés e saboreia todo o mel que tem neles, vai ser um ótimo treino pra essa boquinha gulosa que só baba por pica. Agora. LAMBE!!!
Dessa vez ele pôs os dois pés na minha cara e, sem exitar eu comecei a lamber devagarinho bem nas solas, indo com minha língua de cima pra baixo, de um lado pro outro, pegando cada canto e provando gosto amargo e um poquinho salgado dos pézões do Seu Agnaldo, eu lambia enquanto trocava olhares lácivos com ele, parecia que ele estava penetrando na minha mente enquanto me humilhava comigo ajoelhado provando do seu chulé forte e provocante.
- Aaaaííííííí, viadinho, Muuuuuiiiitooo beeemmm, trabalha bem essa linguinha. - Ele estava excitado com a minha dedicação - Agora lambe entre os dedos, tem um mel mais cremoso dentro deles.
- Siiimm...
Cheguei a ponta da língua entre os dedos grossos dele, sentia um creminho grudar nas papilas e eu as saboreava com gosto, eu lambia atravessando cada meio de cada pé pra satisfazer aquele homem e os que eram próximos ao dedão eram mais saborosos e irresistíveis, o cheiro junto com o paladar se misturavam na minha cabeça e eu jamais quis que isso acabasse.
- Noossaa moleque, hehehehe, ver um viadinho que nem tu literalmente se humilhando pelos meus pés faz me interessar ainda mais por você, como é possível hein?!
- Deve ser porque (Ssslm... sslmm...) o senhor é tão fudidamente (sssllmmm....) atraente e (slmm... sslim.. sssllmmm...) gostoso que eu não consigo me controlar...
- Hehehe, tá vendo, e depois queria ficar longe de mim, devia pensar que eu era um velho repugnante no momento em que entrou nesse cômodo...
- (sslmmm...) N-não, não pensei nisso...
- Me engana que eu gosto, dendeca, tu achou que aquele sorrisinho de viadinho contente disfarçou bem, mas teus olhos nunca me enganaram.
Ele tirou os pés da minha cara quando eu tava lambendo, levou seu tronco pra frente e dessa vez segurou meu rosto bem perto do dele, apertando minhas bochechas bem fortes com seus dedos.
- Seus olhos me disseram desde o começo que eu parecia um velho nojento e chato, mas assim que eu apontei sua viadice e fiz meu jogo pra cima de tu, percebi como seu tom mudou, você me queria, não só isso aqui - Ele apertou bem forte o pau dele e me fez olhar fixamente - Você quer meu pé, meu chulé, meu cheiro, meu suor, cada parte de mim tu tem tesão num velho que nem eu e cada parte sua aqui quer ser domada por mim.
Ele alisou os dedos da sua mão que tava livre nas minhas costas, devagarinho, fazendo o arrepio durarem mais, descendo até chegar bem lá embaixo e apertar bem forte a minha bunda.
- AAIII!!! - Eu gemi bem alto.
- Percebeu agora, viadinho, seu corpo já está reagindo só com isso, e eu só tô pegando leve contigo, porque, à partir de agora, a coisa só vai ficar pior e eu vou pegar bem mais pesado com você, acho que tu aguenta, não é? Diz que sim.
Sei que, nessas condições, eu devia negar, sair dalí, ir pro meu quarto e esquecer que isso aconteceu, pois eu sabia que aquele homem iria me estragar, mas eu só ouvi a voz do fundo do meu cuzinho dizendo:
- SSSIIIIIMMMM!!!!
- Muito bem, agora... vamos acabar com a lição de hoje.
Ele soltou meu rosto me jogando de costas pro chão, levantou um pouco rápido do sofá e estava de pé cima de mim, com cada perna nas laterais do meu rosto, ele me olhava de modo sádico e eu conseguia ver a jeba dele inteiramente formada naquela bermuda, será que ele ia me deixar chupar ela agora?!
- Ah lá, eu não disse, teus olhos não me enganam, dendeca - Parecia que ele tinha lido minha mente pervertida - A única coisa que tu vai chupar hoje sãos esses dedões aqui.
O velho tarado pôs seus dedos do pé bem na entrada da minha boquinha e só com aquele olhar eu entendi que tinha que abri-la e deixar entrar, ele foi enfiando fundo me fazendo engolir os cinco dedões de uma vez.
- Vamos, moleque, chupa bem eles, lembra de usar essa linguinha aí dentro também como tu fez antes, deixe tudo entrar e sem engasgar.
Ele fazia movimentos de por e tirar os dedos da minha boca pra eu me acostumar, eu me esforçava e com alguns minutos já peguei o ritmo, sentia eles penetrarem lá fundo naturalmente e passava rápido a lingua em volta dos dedões pra lubrificá-los, até passava a pontinha bem pelas unhas não cortadas daquele velho tesudo e junto com a sola o gostinho daquele chulé que eu provei mais cedo, parecia que estava me viciando no sabor daqueles pés novamente.
- Cê pegou o jeito mesmo hein, viadinho, logo logo vai estar chupando isso aqui, ó - Ele tirou a pica de cima da bermuda por um segundo, bateu nela com a mão e depois guardou de volta, aquilo me empolgou bastante - Hmmm tô vendo que aí já se animou bastante, não é?
Ele apontou bem para o meu pau extremamente duro por baixo da minha bermuda, já estava assim desde o momento em que eu cheirei os pézões dele, mas agora é que ficou mais evidente comigo de costas no chão.
- Tu quer gozar, não é?
Eu fiz que sim com a cabeça emquanto ainda chupava os dedos dele.
- Então pode se punhetar aí, vai, é sua recompensa do dia.
Eu abaixei a bermuda e comecei o vai e vem no meu pau bem rápido com aqueles dedões ainda na minha boca, o Seu Agnaldo indo mais rápido com o põe e tira e eu acelerando na minha punheta, o gosto daquele homem só despertava mais energia em mim pra gozar mais rápido.
Eu estava no meu ápice do tesão, deitado no chão com o pé daquele macho gostoso enfiado na minha boquinha enquanto me permitia usar o meu pauzinho pra triplicar o meu.
- mmhhmmm mmhmmhhmmm.... vvvvu gggggzzzrr (vooooou goooozzzarrr)...
- Isso mesmo, viadinho, goza pra mim, goza pro teu homem.
- MMMMHHMMM... MMMMHHHHMMMHMMM. MMMHHMMMM.... MMMMHHHHMMMM...MMMAAAAAAHHHHHHGGG.... AAAAHHHHH... aaaahhhhgg...
Eu gozei.
Eu gozei muuuuuuuiiiitoooo.
Foi tanta porra saindo de dentro de mim que eu nem sabia que podia produzir essa quantidade. ela espirrou longe o bastante pra sujar a minha cara e grudar no pé do velho tarado, ele olhou com um pouquinho de incômodo e mandou eu limpar.
pus minha lingua pra fora e passei ela por cada canto do pé daquele velho que estava gozado, eu engoli minha própria porra misturada com o mel do pé do homem que me entorpeceu, jamais em toda a minha vida eu pensei que viveria esse momento.
- Muito bem, agora levanta e limpa essa bagunça que tu fez, depois vai tomar banho, vou fazer algo pra nós comer.
Ele saiu dali de cima de mim me deixando sozinho, eu fiquei alguns segundos processando toda aquela informação, depois fui fazer o que ele mandou e seguir com a noite.