ADESTRANDO DAVI
Há 1 ano eu moro nessa pensão desde que me separei da Cleide; nosso casamento nunca foi um mar de rosas. Havíamos nos casado obrigação. No auge dos meus 18 anos, só queria saber de comer buceta e cuzinho no pelo; acabei embuchando ela com 1 mês de namoro. Podia ser inconsequente, mas já naquela época honrava as calças que vestia, casei e assumi o bebê que seria o meu Rodrigão, hoje com 24 anos, depois de 2 anos, veio o Renan; ambos puxaram o meu tamanho e jeitão desde moleques e, antes de fechar a fábrica, veio o meu caçulinha, Luquinha.
Aliás, me chamo Raimundo, mas sou conhecido como Raimundão. Tenho 42 anos, sou dono de uma oficina de médio porte, que é de onde tirei o sustento da minha família por todos esses anos e que foi palco do flagrante que acabou com meu casamento. Desde moleque, sempre fui comedor de viadinhos, viciado em cuzinho mesmo e, quando me casei não consegui me manter fiel, ainda mais depois que tudo esfriou por conta da rotina. Meu amigo Marcão é dono da Casa Vermelha e lá tem cada ninfetinho safadinho. O Melzinho é meu preferido; pensa num putinho pra ter o cuzinho gostoso. E foi exatamente quando eu tava linguando o cuzinho do Melzinho, fazendo o viadinho gritar escandalosamente enquanto rebolava na minha cara que a Cleide entrou no meu escritório na oficina há 1 ano. Todo o bairro ouviu o escândalo e, desde então, tenho morado na pensão do Seu Moacir. O velho mesmo está acamado desde que teve um AVC anos atrás; quem administra lá é o filho dele e o seu marido. É um prédio bem conservado e muito bem cuidado, o Vitor, filho de Seu Moacir, é quem trata mais com a gente. Ele e o marido, Fernando, são 2 paredes de músculos, lindões. Pena que não curto homem durão e muito menos do meu tamanho; gosto de pegar no colo e fazer meu putinho gritar na vara do negão aqui, senão já tinha passado a vara nos dois.
E por falar em passar a vara… acordei um dia com a pica em ponto de bala e o saco dolorido na cama de solteiro do meu quartinho. Duas semanas sem comer ninguém, tava subindo pelas paredes. Apertei a jeba tentando acalmar a fera e levantei pra dar aquele mijão. Os banheiros da pensão eram divididos, 2 hóspedes por banheiro. Já fazia tempo que o quarto vizinho ao meu não tinha hóspede e, então, estava acostumado a ter o banheiro só pra mim. Só que, quando cheguei perto da porta do banheiro, escutei o barulho de chuveiro ligado e estranhei.
— Quem tá usando a porra do meu banheiro, hein? — gritei, esmurrando a porta.
— Já, já saio, moço! — ouvi uma voz melodiosa saindo, abafada, de dentro do banheiro.
Quando a porta abriu, saiu lá de dentro, apressado, batendo-se no meu peito, um pretinho todo delicadinho; mal senti seu esbarrão. Durante o esbarrão oude sentir o cheiro dos seus cabelos crespos molhados, melancia, me deixando mais entorpecido ainda.
— Ai, desculpa, moço! Sou o Davi, novo morador aqui da pensão… — disse o novinho, com um sorriso timido, tapando os mamilinhos inchados com a toalha. Eu, que não sou besta, já fui marcando território e puxei sua mãozinha delicada para próximo da minha boca e dei um beijinho.
— Desculpa, eu, meu príncipe. O macho aqui que é todo desengonçado e ignorante. Raimundão, ao seu dispor, sempre! — Disse, sem tirar a boca de perto da mão e com os olhos fixos naquelas duas jabuticabas que eram os olhinhos dele.
Davizinho, com seu rostinho inocente todo vermelho e já me dando as costas disse:
— Obrigado, Seu Raimundo…vou indo… preciso me arrumar agora…
E quando ele se virou, pude contemplar aqueles dois montes de ebano cobertos pela toalha branca. Se eu tava galudo, agora eu tava no cio. Minha rola faltou estourar de tão dura. Ao entrar no banheiro, ainda cheirando ao xampu de melancia do Davizinho, eu não aguentei com o que vi: o ninfeto tinha deixado sua calcinha de renda rosinha no box do banheiro. Tomei o pedacinho minusculo de tecido numa mão e afundei minha cara alí, sentindo só cheirinho das preguinhas daquele putinho, com a outra passei a punhetar meu pau procurando alívio pra aquele tesão louco. Não deu outra, esporei em 5 minutos, urrando feito um touro, melando todo o box do banheiro com a minha gala. Ah, mas eu ainda vou estourar o cuzinho daquele viadinho!
Desde a chegada do Davizinho a pensão ganhou mais luz e brio. O menino, que foi contratado pra ajudar na limpeza, é muito caprichoso e sempre colocava músicas alegres na sua caixinha de som enquanto fazia, com muito carinho e cantoria, seu trabalho. Ele deixava os quartos da macharada brilhando e exalando um cheirinho doce, natural de sua pele. Trata todos com muito carinho, somando isso ao fato de ele ser um ninfetinho completo é a causa dele ter se tornado o alvo de caça de todos os machos solitários daquela pensão.Meus 2 concorrentes, Valdir e Tonho, disputando e se vangloriando por qualquer migalha de atenção daquele bonequinho enquanto eu só espero o momento certo e cerco o viadinho aos poucos…
Seu Valdir, o mais velho alí na pensão, no alto dos seus 60 anos ainda se acha com vigor pra, segundo ele, “ torar” Davizinho até ele esquecer o próprio nome.
— Tô dizendo pra vocês. Se eu pego ele, só largo quando a cucetinha dele tiver transbordando com a minha porra. Putinho gostoso do caralho! — dizia ele na mesa do café da manhã, apertando a rola por cima do short. Fazendo a gente cair na gargalhada logo cedo.
—Ê, Valdão, deixa de falar assim do moleque. Ele trata o senhor e todo mundo aqui com muito carinho e respeito, sempre querendo agradar, ele vê o senhor como um pai, caralho— eu falava, ainda em tom jocoso.
— Ah, mas é exatamente assim que vou conquistando ele…todo dia eu chego da obra com um agrado no bolso. Um doce de leite, uma florzinha da praça, pra enfeitar seu cabelo…ele sempre me agradece ficando todo sem jeito. — O velho dava um gole no café, e soltava o resto com orgulho:
— E sabe qual é o meu pagamento? Assim que piso na varanda, ele vem correndo com aquele sorriso de bom garoto e me dá um beijinho carinhoso na bochecha. Aí eu aproveito o abraço, meto a mão na cintura dele, vou descendo devagarzinho e dou aquela apalpada reforçada no rabinho dele. Ainda passo um bom tempo esfregando o trabuco, já meia bomba nele, “sem querer” O moleque só faz dar um sorrisinho encabulado e suspirar no meu ouvido.
— Agradinho!? Meu amigo, eu gastei as minhas últimas 3 diárias da obra pra comprar aquela tornozeleira de ouro que tá no pézinho dele. Mas fêmea gosta de ser mimada assim mesmo. Fora que ele vive massageando os muques do paizão aqui. Viadinho gosta de macho forte, já, já ele vai tá de 4 pra mim... — dizia Tonho cheio de arrogância, erguendo os dois braços para mostrar os músculos definidos dos seus dois bíceps. O cara parecia um fisiculturista.
— Viado gosta é de rola, meu amigo! Que que adianta ser todo bombadão e ter uma minhoquinha no meio das pernas igual a tua, pô? — ria Juliano, servente e primo de Tonho.
— Saí dái, tripa seca. Te parto num murro! — respondeu Tonho dando um soco, zangado, no ombro do primo.
— Ô aqui, como é verdade. Eles gostam é de homem pirocudo — Juliano sacou o celular e mostrou um vídeo gravado no que parecia a cama de um motel. Ele gravava de pé em cima da cama, enquanto 2 viadinhos lambuzavam a jeba do magrelo feio. Os dois pareciam hipnotizados chupando, lambendo e venerando o pauzão torto e as bolas do nosso apelidado pé de mesa. — Desde aquela reforma que fizemos no salão deles, que eu passo a vara nesse casal de viadinhos. Fazem todos os meus gostos na cama. Vivo de saco vazio, por causa deles, só faltam devorar meu pau. — Depois daquele vídeo, a cozinha foi preenchida com nossas gargalhadas grossas. Estamos disputando o mesmo viadinho, mas ainda somos bons parceiros de resenha.
Parando para refletir os 3 tavam certos: passivinhos como o Davi gostam sim de carinho, de serem mimados e de levar muita rola. Mas, a minha estratégia, envolve outra coisa que viadinho gosta: pegada bruta e dominação. Um dia, antes de sair para o trabalho, o prensei contra a parede do quintal e avisei, segurando em seu pescoço e apontando o dedo no seu rosto:
— 15h em ponto vou voltar do trabalho e quero café quentinho e um viadinho obdiente me esperando. Entendeu?
Com o olharzinho assustado, ele respondeu, ainda cheio de dengo na voz:
— Si–..Sim, Seu Raimundo…
Não me aguentei e tive que pular etapas: lasquei um beijo, quase engolindo o rosto dele inteiro. Davizinho tremia e gemia, enquanto eu o devorava com a boca. Com muito custo, larguei ele e fui trabalhar com a pica e o saco doendo no meio das pernas.
No meu horário de almoço fui levar Luquinha pro shopping. Nem filha mulher deve gastar tanto e dar tanto trabalho quanto o meu viadinho caçula. O moleque acabou comigo. Me fez rodar a porra daquele shopping inteiro comprando suas maquiagens e roupas. Aos 18 anos, o menino não podia ser mais diferente de mim e dos irmãos, que eram dois galalaus cuspidos e escarrados na minha fuça. O caçula tinha puxado a mãe: o cabelo preto e liso longo, a pele marronzinho claro, os olhos pequenos e, o principal, um rabo de deixar a marmanjada toda de pau em pé e língua de fora.
Eu sei muito bem o que um macho faria se pegasse um rabo desses. Deve ser karma. Quando eu tinha a idade dele, já tinha tarado e estourado o cabacinho de muito filho alheio… Agora chegou a hora dos caras quererem fazer a mesma coisa com o meu. E mesmo sabendo que é disso que ele gosta e que a natureza dele é essa, o coração do paizão aqui gela e a mão fecha em punho só de imaginar uma porra dessas. Eu já sabia que ia dar merda desde o dia que assinei o divórcio e peguei minhas malas pra sair de casa. Antes de cruzar a porta, chamei os dois mais velhos Apontei o dedo bem no meio da cara de cada um e dei a ordem:
— Escutem bem, seus merdas. Eu tô saindo dessa casa, mas vocês vão ficar igual cão de guarda. A mãe de vocês é sonsa e não enxerga um palmo na frente do nariz. Então vocês tratem de vigiar o irmão de vocês. Se eu souber que tem urubu tarado rondando o Luquinha, se eu ver malandro de olho no rabo do irmão de vocês, eu volto aqui e quebro os dois na porrada, fui claro?
Eles concordaram balançando aquelas cabeças de bigorna. Eu achei que tava seguro. Mas do que adianta colocar guarda na porta de casa se o perigo hoje em dia tá na porra da tela do celular?
Outro dia, no meio da oficina, fui abrir a bosta do Instagram pra ver um vídeo, e o algoritmo, que parece que adivinha minha gastrite, jogou a carinha do meu caçula na tela. O moleque tava fazendo um tal de 'Arrume-se comigo'. Puta que pariu. O sangue subiu pro pescoço na hora.
Lá tava o Luquinha, no quarto dele, de frente pro espelho, só com uma cuequinha daquelas que parece um fio dental, mostrando o corpo inteiro pra câmera enquanto escolhia qual calça ia vestir. Pra mim, um viadinho ficar rebolando, trocando de roupa na frente dos outros e mostrando o rabo daquele jeito era coisa de filme pornô. Mas hoje em dia não, hoje o viadinho faz isso de graça no celular e chama de 'influencer'.
Eu cometi o erro de abrir os comentários. Quase tive um infarto no meio das ferramentas.Era uma chuva de marmanjo tarado, velho nojento mandando foguinho, emoji de babada e diabo a quatro. Um desgraçado escreveu: 'Nossa, que rabeta, senta aqui que eu te banco'. Eu apertei a tela do celular com tanta força que a tela trincou. E é por isso que eu tava ali, no shopping, pagando quinhentos contos numa maquiagem e marchando do lado dele que nem um cão de guarda.
Tô lá eu, com cara de quem chupou limão, escorado na vitrine daquela loja que cheirava a perfume de flor fresca, quando o desastre acontece. O moleque puxa o celular de última geração do bolso – que eu paguei, diga-se de passagem – e levanta o braço, ligando a câmera.
— Meniiinos! — a vozinha dele saiu fininha, toda dengosa. — Olha só quem o papis tirou da miséria hoje! Vim fazer minhas comprinhas e adivinha quem tá bancando?
Ele virou o celular bem na minha cara. Tentei me esconder atrás de um banner de mulher magricela passando batom, mas não deu tempo. Minha cara de poucos amigos, testa franzida e braço cruzado, com três sacolinhas minúsculas penduradas no meu dedo indicador, foi parar direto na tela.
Eu ia mandar ele desligar aquela merda, soltar os cachorros, mas o moleque é rápido. Ele deu um passinho pro lado, ficou na ponta dos pés e estalou um beijo molhado bem no meio da minha bochecha. O coração mole desse paizão otário deu um pulo no peito. Eu desmontei, porra. Tentei segurar a marra, mas um sorriso idiota de canto de boca começou a querer aparecer. Mas aí o infeliz resolveu esticar a mão, puxar uma peça da arara ali do lado e abrir a boca pra falar com a câmera de novo.
— Huuuuum... ainnn... — ele soltou um gemido arrastado, parecia que tava levando vara, enquanto levantava uma calcinha fio dental de renda vermelha que não servia nem de tapa-olho. Ele roçou a porra do tecido na própria bochecha, olhando pro celular com aquela carinha de safado— Olha essa lingerie, amores… vai ficar tudo no em mim. Querem que eu faça um vídeo provando?
— Puta que pariu, Luquinha! — rosnei, grosso, esquecendo que a câmera tava ligada. — Pra que esse gemido no meio do shopping, caralho? Faz logo um vídeo pedindo pica pra esses teus seguidores tarados de uma vez! Tá gravando isso pra quem? Praquele bando de maluco que fica babando no teu rabo na internet? Desliga essa porra agora!
O moleque nem piscou. Ele sabe exatamente como me dobrar. Ele não recuou, não se ofendeu e nem abaixou a calcinha. Em vez disso, abaixou o celular um pouquinho, abriu aquele sorriso de quem tem o mundo na palma da mão e se jogou pra cima de mim, apertando meus braços debaixo das mãozinhas finas dele.
— Aaah, deixa de ser chato! Você sabe que eu sou seu bebezinho! — Ele estalou outro beijo na minha bochecha, ainda mais forte. —... te amo, paizãozão.
Paizãozão.
Golpe baixo. Golpe sujo do caralho. Era assim que ele me chamava quando tinha quatro anos de idade, andava de fralda pela oficina, todo sujo de graxa, e vinha me abraçar as pernas pedindo pra eu comprar picolé. A raiva evaporou que nem gota d'água no escapamento quente. Olhei praquela carinha de anjo dissimulado, revirei os olhos e passei a mão grossa naquele cabelo liso dele, bagunçando tudo.
— É... tá bom. Coloca logo essa merda de calcinha na sacola antes que meu horário de almoço acabe — resmunguei, derrotado.
A verdade é que eu podia dar uma de machão, xingar, ameaçar de porrada o shopping inteiro, mas aquele viadinho sempre, sempre conseguia o que queria do paizãozão dele. E eu ainda pagava sorrindo.E, pra falar a real, eu fechava a cara, espumava de ciúme, queria matar os tarados na porrada, mas bem lá no fundo, eu tinha era pena do desgraçado do macho que inventasse de querer o meu menino só pra ele.
Aquele moleque não era um gatinho de estimação pra criar no colo, era uma pantera.
Quem achasse que ia botar coleira nele tava lascado. O coitado do infeliz, além de virar corno manso e tomar chifre sorrindo, ia ter que assaltar a porra de um banco por dia pra dar conta de sustentar os luxos do viadinho. Mas, puta que pariu... o desgraçado ia ser feliz. Porque, no fim das contas, e o coração do paizão aqui até aperta de orgulho de assumir isso: o meu moleque é, sem tirar nem pôr, a melhor coisa que eu já fiz na vida.
Ainda bem que depois de todo o estresse eu finalmente ia poder relaxar como todo macho merece
Quando voltei, da porta dos fundos do quintal já senti aquele cheiro gostoso de bolo. O cheiro do café coado misturou no ar e, puta que pariu, parecia que eu tava entrando no paraíso, empurrei a porta da cozinha. Lá estava o moleque.
Davizinho tava encostado na pia, de banho tomado, exalando aquele cheirinho doce de melancia. Ele usava um shortinho tactel curto que deixava aquelas coxas lisinhas à mostra e uma blusinha branca que marcava os mamilinhos assanhados; enquanto apertava as mãos na frente do corpo, miudinho, esperando, exatamente como eu tinha mandado de manhã. Assim que ele escutou minha bota bater no chão, levantou os olhinhos de jabuticaba, com aquele brilho de submissão que me deixou de pau duro na mesma hora.
— S-seu Raimundo... eu fiz um bolinho de fubá e...
Eu não deixei ele terminar. Bati a porta da cozinha atrás de mim e girei a chave, trancando a gente ali dentro. O clique da fechadura fez o moleque engolir seco e se encolher um pouco mais contra a pia.
Fui andando a passos largos, pesado, até chegar nele. Não perguntei, não pedi licença. Simplesmente levantei minhas duas mãos grossas, agarrei a cinturinha fina dele, levantei o moleque do chão e sentei a bunda redondinha dele em cima da pedra da pia. Davizinho soltou um suspiro surpreso e abriu as pernas por instinto, me deixando encaixar meu quadril bem no meio delas.
Levantei o queixo dele com o dedão, obrigando ele a olhar bem dentro do meu olho.
— Presta muita atenção no que eu vou te falar, moleque — comecei, com a voz saindo grossa, roçando meu nariz no dele. — Eu me separei da Cleide faz um ano. Desde então, não tenho ninguém pra cuidar de mim, fazer meu café, lavar minha roupa e esvaziar as minhas bolas no fim do dia. Eu decidi que quero uma esposa nova.
Os olhos dele se arregalaram. A boquinha entreaberta tremia.
— E... e o que eu tenho a ver com isso, Seu Raimundo? — ele sussurrou, a voz falhando, já todo derretido com o peso do meu corpo prensando o dele.
— Tem a ver que a minha mulher vai ser você — afirmei, seco e direto, sentindo a respiração dele acelerar. — Não tô te pedindo em namoro. Tô te avisando. Você é um ninfetinho gostoso que limpa, cozinha, obedece ordem e me deixa no cio. Você é mil vezes melhor que qualquer fêmea com xoxota, então a partir de hoje você é a minha mulherzinha.
Davizinho arfou, me apertando no meio das suas coxas.
Aquele putinho era dócil por natureza, tinha a alma mansa. Dava pra ver na cara dele que o maior sonho da vida era abaixar a cabeça, caprichar nas coisas de casa e cuidar de um macho de verdade.
— Eu sei muito bem que você adora cuidar de macho, Davi — sussurrei, apertando a cinturinha dele e puxando ele pra colar mais na minha barriga. — Mas a partir de hoje, você vai cuidar só de um. Do seu maridão aqui.
Ele gemeu baixinho, fechando os olhos quando eu dei uma esfregada arrastada com o meu quadril, pressionando minha mala recheada na barraca armada que se formava no short dele.
— E tu não vai sair perdendo nessa troca, não, viu? — continuei, roçando a barba no pescoço dele e aspirando aquele cheiro de melancia. — O paizão aqui é bruto, tem a mão pesada, mas sabe recompensar muito bem uma esposa caprichosa. Eu vou te tratar como uma rainha debaixo do meu teto. Mas, o teu pagamento de verdade vai ser isso aqui…
Peguei a mãozinha fina e delicada dele com a minha mão grossa e levei direto pro meio das minhas pernas. Pressionei os dedos dele com força contra o meu pacotão estufado.
A pedra que tava ali debaixo quase rasgava o zíper do jeans. Quando a mão dele apertou minha vara, eu não me aguentei: soltei um urro grave, grosso, já louco de tesão ali mesmo no meio da cozinha.
Davizinho deu um pulo de susto, a boquinha dele abriu na mesma hora, trêmula, em choque ao sentir o tamanho da jeba na mão dele. Ele até tentou recolher os dedinhos, assustado com a ignorância da ferramenta, mas eu segurei a mão dele firme no lugar. Ele faz essa carinha de anjo assustado, mas eu sabia muito bem que lá no fundo ele tava adorando sentir o peso do peru do negão. O cuzinho dele já devia tá piscando de vontade.
— Tu vai receber todo santo dia essa tora aqui, veiuda e grossa, latejando de tesão pra você — rosnei no ouvido dele, fazendo o moleque arrepiar inteiro. — Vou te preencher tão fundo, e foder esse teu cuzinho com tanta força, que tu vai gritar até esquecer o próprio nome. É ou não é o melhor negócio da tua vida, putinho?
Davizinho tava completamente entregue. Respirava pela boca, o peito subindo e descendo rápido. Ele parou de tentar puxar a mão e começou a apertar minha rola por cima da calça de propósito, piscando os olhos já cheios de lágrima de tesão e submissão.
— É... é sim, paizão... eu vou ser a melhor esposa do mundo pro meu macho, eu prometo... — ele choramingou, dengoso, esfregando o rostinho no meu peito largo, já se entregando pro abate.
— Ótimo. — sorri de canto de boca, dando um tapa estalado e gostoso bem na coxa lisa dele. — Agora desce daí e me serve logo um pedaço desse bolo e um xícara desse café, que teu marido chegou da rua morrendo de fome.
Davizinho obedeceu na mesma hora. Desceu da pia num pulinho ágil, mas vi que as pernas dele deram uma bambeada por causa do tesão. Ele ajeitou o shortinho tactel, com o rosto todo vermelho, e correu pra pegar o prato e a garrafa térmica.
Eu puxei a cadeira da cabeceira da mesa da cozinha e me joguei nela. Abri minhas pernas grossas, ocupando o espaço todo, folgado, assumindo o meu lugar de dono daquela cadelinha.
Em menos de um minuto, o moleque colocou o prato com um pedaço generoso de bolo e a xícara de café bem na minha frente, com aquele sorrisinho tímido, esperando aprovação.
— T-tá servido, maridão... — ele sussurrou, abaixando a cabeça de um jeito submisso que me encheu de orgulho. Tomei um gole no café. Tava forte, docinho, perfeito. O moleque tinha talento pra coisa.
— Tá bom pra caralho — resmunguei, lambendo os beiços. E antes que ele pudesse dar um passo pra trás ou tentar puxar outra cadeira, eu bati a mão pesada na minha própria coxa, fazendo um estalo alto que ecoou na cozinha.
— Vem cá. Senta no colo do teu macho — exigi, engrossando a voz e apontando pro meio das minhas pernas abertas. — O olhinho dele brilhou de imediato. Davizinho não pensou duas vezes. Deu a volta na mesa, rebolando aquele rabo gostoso de um jeito que era natural dele, e veio direto pra mim. Ele se acomodou com todo o cuidado, sentando de ladinho na minha coxa direita, passando um bracinho fino em volta do meu pescoço pesado.
Assim que a bunda redondinha e macia dele pousou no meu colo, o moleque soltou um gemidinho agudo, mordendo o lábio de baixo.Dei uma mordida grande no bolo de fubá, mastigando com vontade, enquanto minha mão livre já ia direto pra cintura do moleque, descendo folgada até dar um aperto com vontade numa banda daquela bunda suculenta.
— Isso... sente o pau do teu dono, cadelinha safada — falei meio de boca cheia, dando uma fungada no pescoço dele e deixando um beijo molhado ali na pele marrom. — Vai esfregando e amaciando essa cucetinha... porque assim que eu terminar esse café, é a tua vez de se alimentar.
A palavra "cadelinha" bateu nele do jeito certo. O corpo inteiro do Davizinho estremeceu no meu colo. Ele soltou um choramingo baixo, escondendo o rosto na curva do meu pescoço, mas ao mesmo tempo rebolou a bunda macia com mais força contra o volume quase rasgando a minha calça. O putinho tava no céu. Virei o resto do café de uma vez só, sentindo o líquido quente descer rasgando a garganta, e bati a xícara vazia na mesa.
— Já acabei — anunciei, com a voz rouca.
Limpei a boca nas costas da mão e agarrei a cinturinha fina dele. Com um movimento firme, tirei o moleque do meu colo e empurrei ele devagar pro chão, bem no meio das minhas pernas abertas. Davizinho caiu de joelhos no piso da cozinha, olhando pra cima com os olhos brilhando e a boquinha entreaberta, respirando ofegante.
Levei as mãos até o botão da minha calça jeans suja. Abri o jeans e afastei o tecido grosso, mas não tirei a peça pra fora. Deixei o zíper escancarado, expondo só o volume absurdo da minha cueca, pesada e melada de pré-gozo.
O cheiro forte de macho no cio, misturado com o suor do dia inteiro de oficina na minha pentelhada, subiu no mesmo instante.
Davizinho não precisou nem de ordem. O putinho tava faminto. Feito um gatinho dengoso implorando por atenção, ele mergulhou o rosto direto no meio das minhas pernas.
Senti o narizinho quente dele fungar fundo bem em cima da costura da minha cueca, aspirando o meu cheiro forte, inalando a catinga de macho que exalava do meu caralho. Ele soltou um gemidinho rouco de tesão puro e começou a esfregar a bochecha macia de um lado pro outro contra o meu pacotão estufado. A fricção do rosto liso dele no tecido da minha cueca, roçando na cabeça da minha rola que latejava pedindo pra sair, me deixou louco de tesão.
— Isso, porra... cheira o pacote do teu dono mesmo, cheira... — rosnei, afundando meus dedos naquele cabelo crespo, apertando o rosto dele contra a minha virilha.
O moleque tava descontrolado. Ele roçava o nariz na base do meu pau, dava beijinhos desesperados por cima do tecido da cueca e soltava choramingos dengosos, tentando sentir com a boca e com o rosto o que pulsava ali embaixo. A boquinha dele umedeceu o pano, deixando uma marca molhada bem na ponta do meu caralho, enquanto ele venerava o próprio prato antes de comer.
— Sente o tamanho da sua rola que tu vai venerar, cadelinha... — sussurrei grosso, empurrando o quadril pra frente, esmagando o rosto dele contra o meu volume e vendo ele fechar os olhos, extasiado só com o cheiro da minha rola.
A umidade quente da boca dele atravessando o tecido já tava me levando ao limite. Sentir aquele gatinho dengoso se esfregando na minha virilha era bom demais, mas a minha paciência esgotou.
Levantei da cadeira de supetão, empurrando-a pra trás com as pernas. Fiquei de pé, com meus quase dois metros de altura fazendo sombra em cima dele. Davizinho, ajoelhado ali no piso da cozinha, precisou inclinar a cabeça lá pra trás pra continuar me olhando, miudinho que só ele, ofegante. Com um puxão ignorante, desci o elástico da cueca de uma vez.
A pica pulou pra fora com raiva. A tora pesada, escura e latejando de sangue chicoteou no ar e desceu batendo pesado, com um estalo surdo, bem no meio do rostinho do Davi. O baque foi tão forte que ele deu uma piscada assustada e soltou um suspiro abafado, o pescocinho fino indo um pouco pra trás com o peso da minha jeba.
A diferença era uma coisa absurda, chegava a ser covardia. O meu trabuco era tão ignorante, tão grosso e comprido, que cobria o rosto do viadinho inteiro. A carinha delicada dele sumiu embaixo daquele pedaço de carne latejante. A cabeça da minha rola, roxa e inchada, escorrendo meu pré-gozo, encostava lá na testa dele, enquanto a base e o peso das minhas bolas esmagavam o queixinho e a boca entreaberta.
Ele ficou meio vesgo tentando focar no tamanho,dava pra ver o choque, o medo e o tesão misturados naqueles olhinhos enquanto a minha veia latejava contra a pele lisa dele.
— Olha o tamanho da mamadeira do teu macho, cadelinha — rosnei, segurando o pau pela base e dando umas esfregadas e batidas, de cima a baixo, no nariz e nos lábios macios dele, lambuzando a cara da minha putinha com meu pré-gozo — Põe a língua pra fora e prova. Tu vai ter que dar um jeito de engolir tudo.
Ele não hesitou nem por um segundo, abriu a boquinha pequena, os lábios tremendo de tesão, e a linguinha vermelha saiu, quente e úmida, indo direto na cabeça roxa do meu pau.
Joguei a cabeça pra trás, trincando o maxilar, e soltei um rosnado grave que vibrou no meu peito. Minhas duas mãos, foram direto pros cabelos do moleque, agarrando a cabeça dele com firmeza.
A cadelinha era caprichosa demais. Ele não foi com afobação. Começou passando a língua devagarzinho bem na fenda da minha rola, recolhendo cada gota do meu pré-gozo com uma lentidão que me deixava maluco. A respiração ofegante dele batia quente no meu pau. Depois de lamber a cabeça toda, ele olhou pra cima, bem no fundo do meu olho, com aquela cara de putinha submissa, e abriu a boca pra valer.
Davizinho encaixou os lábios macios na ponta da minha tora e chupou pra dentro. As bochechas lisinhas dele afundaram na mesma hora. O barulho molhado dele mamando a cabeça da minha rola ecoou pela cozinha trancada. Só a cabeça do meu caralho já enchia a boca do moleque.
— Puta que pariu, moleque... que boca quente do caralho...nasceu pra ser uma putinha boqueteira mesmo… — gemi, a voz saindo arrastada, apertando os cachos dele nos meus dedos.
Dei a primeira estocada. Empurrei meu quadril pra frente, curto e grosso, socando mais uns três centímetros de rola pra dentro da boca apertada dele. Davizinho soltou um gemido abafado pelo nariz e deu uma leve engasgada, mas não recuou. Pelo contrário, as mãozinhas dele agarraram as minhas coxas grossas, se apoiando pra aguentar o tranco.
O moleque safado então tirou a cabeçona roxa da boca com um estalo molhado. Ele me olhou de baixo pra cima, com os lábios babados, e soltou com a vozinha rouca de tesão:
— Vou engolir toda a rola do meu macho…
Não deu outra. A cadelinha abriu bem a garganta e mergulhou de vez na ignorância da minha jeba. Foi abocanhando meu caralho sem medo, faminto, forçando pra fazer aquela grossura toda passar. Ele se engasgava, o peito subia e descia rápido, e as lágrimas começaram a escorrer pelos cantos dos olhos espremidos, mas o viadinho não recuava um milímetro.
Vendo aquela boquinha quente se sacrificando pra engolir tudo, o resto da minha sanidade foi pro caralho. Eu, que não sou de ferro e nem tenho pena de putinha gulosa, travei minhas mãos na nuca dele e assumi o controle. Comecei a meter com força na goela dele, socando meu quadril sem dó. O barulho molhado ecoava na cozinha trancada enquanto as minhas bolas, pesadas e cheias de porra, espancavam sem parar o queixinho babado do meu bezerrinho. Eu não tava mais pra brincadeira. Vendo aquela boquinha lutando pra engolir o meu caralho, o restinho de juízo que eu tinha evaporou.
Travei minhas mãos grossas com força na nuca dele e, sem dar aviso, num movimento só, ignorante e bruto, dei uma estocada profunda, enfiando a minha tora inteira de uma vez só goela abaixo. Davizinho soltou um gemido esganado pelo nariz, arregalando os olhos, que no mesmo instante se encheram de lágrima. Ele tentou puxar o rosto pra trás por puro reflexo, assustado com a ignorância da invasão, mas eu segurei a cabeça dele firme contra a minha virilha, sem deixar a minha cadelinha recuar um único centímetro.
A cabeça da minha rola bateu lá no fundo, e eu senti perfeitamente o desespero gostoso dos músculos do pescoço dele se contraindo, apertando a grossura da minha jeba com a garganta apertada, ordenhando meu pau por dentro. A estocada foi tão funda que a minha pentelhada, espessa cobriu metade do rostinho delicado dele. O nariz pequeno e as bochechas lisinhas do meu bezerrinho ficaram completamente esmagados contra a base da minha rola e o peso do meu saco.
Era a visão mais linda e suja do mundo. A minha putinha tava totalmente dominada, com a cara enterrada no meio das minhas pernas, enquanto a garganta dele massageava a minha jeba.
— Fica quietinho e engole tudo, cadelinha... — rosnei de olhos fechados, sentindo a garganta dele pulsar em volta do meu pau. — Sente o peso do teu dono... é assim mesmo que tu vai mamar o paizão todo dia...
Deixei ele sufocar ali por mais uns segundos, só pra gravar bem o tamanho e o gosto da minha rola no fundo da goela dele. Quando percebi que o moleque já tava precisando de ar, puxei meu quadril pra trás.
Arranquei a tora da boca dele de uma vez. O som do vácuo estalou alto na cozinha, um slurp sujo e molhado, enquanto a cabeça roxa da minha jeba deslizava abrindo os lábios dele pra fora. Davizinho caiu sentado nos calcanhares, puxando o ar pela boca no desespero, arfando pesado. Olhei de cima pra baixo, com os braços cruzados e a minha rola ainda apontada pro teto, e quase perdi o juízo. Puta que pariu. Era uma verdadeira obra de arte.
O rostinho delicado de anjo tava todo amassado e vermelho. Os olhos transbordavam de lágrimas, piscando devagar, ainda em choque com a agressividade. Mas o que me deixou cego de tesão foi a sujeira. A carinha do moleque tava toda melecada. Um fio grosso e comprido de saliva, misturado com o meu pré-gozo, ligava a boca escancarada dele até a cabeça do meu pau balançando no ar. O fio arrebentou e caiu pingando direto no queixinho dele.
A baba escorria pelos cantos dos lábios vermelhos, lambuzava o queixo, descia pelo pescocinho liso e pingava farta direto no peitoral dele. A blusinha branca que ele usava tava com um círculo enorme ensopado, grudando na pele marrom e marcando os mamilinhos duros. O meu bezerrinho tava imundo, usado e com a cara brilhando de baba.
— Olha só pra você... — falei rouco, o peito estufando de orgulho, enquanto eu dava uma balançada no pau bem na frente daquela carinha suja. — Que obra de arte do caralho, Davizinho.
Ele me olhou de baixo pra cima, respirando pela boca aberta. Não pensei duas vezes. Enfiei a mão no bolso da calça arriada, saquei o meu celular e apontei a lente bem pra ele. O flash estourou na cozinha trancada, iluminando a baba brilhando no queixo, o peito molhado e os olhinhos de safado submisso.
— Pronto. Tá aí o novo papel de parede do meu celular — avisei, com um sorriso torto de satisfação, guardando o aparelho no bolso de novo. — Pra eu abrir a tela no meio da oficina, e lembrar da obra de arte que me espera em casa todo dia. — O moleque continuou de joelhos, ofegante, com aquela boquinha vermelha escancarada pra mim. Aquele olhar de cadelinha implorava por mais. E eu dei o que ele queria. Puxei a saliva lá do fundo da garganta e cuspi grosso, um cuspe pesado que desceu e acertou direto lá dentro, bem no meio da língua do moleque. Davizinho não hesitou: fechou a boca no mesmo segundo e engoliu com vontade, o pomo de adão subindo enquanto ele tomava mais um pedaço de mim.
Ele mal teve tempo de abrir o olho de novo. Levantei minha mão e desci um tapa estalado e ardido bem na cara dele.
Pá!
O barulho do tapa estalou alto. O rosto dele virou pro lado com o impacto do golpe, e a pele marrom da bochecha ficou marcada de vermelho com os meus dedos na hora. Ele soltou um choramingo dengoso, assustado, mas vi os mamilinhos dele, por baixo da blusa ensopada, ficarem ainda mais duros. O tesão de apanhar do dono tava escrito na cara dele.
— É assim que eu trato o meu esposo — rosnei, me abaixando pra segurar o queixo vermelho dele com força, obrigando ele a olhar bem fundo no meu olho. — Um esposo que sabe o seu lugar, que obedece, que engole tudo e apanha calado do macho dele. Entendeu, moleque?
— E-entendi, paizão... entendi, meu macho... — ele sussurrou, a voz trêmula, esfregando a bochecha estapeada no meu polegar, procurando carinho logo depois da porrada. Não esperei mais nem um segundo. Num arranco só, rasguei a blusinha branca ensopada do corpo dele, jogando o trapo no canto da cozinha. Desci as mão e arranquei o shortinho tactel junto com a cueca, deixando o moleque completamente pelado e tremendo na minha frente. Eu mesmo não demorei muito. Chutei a bota longe, terminei de tirar a calça e a camisa, me livrando do resto da roupa ali mesmo no piso frio. Fiquei peladão, com o bichão balançando solto no ar. Agarrei a cinturinha fina dele e puxei o moleque de uma vez pro meu colo, Davizinho cruzou as pernas na mesma hora em volta da minha cintura, se agarrando no meu pescoço. O peitoral dele, brilhando com a baba que escorreu, ficou bem ao alcance do meu rosto. Não perdoei. Abocanhei com ignorância aquele mamilo durinho e melecado, sugando a pele marrom com força, mordendo e puxando de leve enquanto o moleque dava um grito fino e arqueava as costas, roçando a bunda macia bem em cima da minha rola dura.
Minha mão livre desceu direto pro rabo dele,abrindo caminho até achar as preguinhas virgens. Cuspi grosso nos meus dedos e não pedi licença: enterrei o dedo do meio e o indicador de uma vez só no buraquinho apertado dele. Davizinho deu um solavanco no meu colo, ofegante, cravando as unhas no meu ombro.
— Aaaahn! P-paizão... — ele gemeu, apertando meu dedo lá dentro com força, os olhos revirando de tesão e susto.
— Isso é só pra ir laceando o caminho, cadelinha — rosnei, com o biquinho do peito dele ainda raspando nos meus lábios. — Trata de ir relaxando esse buraco.
Comecei a dedar o viadinho ali mesmo, num ritmo bruto, entrando e saindo enquanto massageava a próstata dele. E foi desse jeito, carregando o meu esposo pelado no colo, mamando o peito dele e afundando os dedos no cuzinho quente que ia ser meu, que eu fui marchando pelo corredor da pensão, direto pro meu quarto.
Cheguei no meu quarto metendo o pé na porta pra fechar e girando a chave na tranca. O trajeto pelo corredor dedando o buraco dele já tinha me deixado no limite da loucura. Não tive delicadeza nenhuma. Tirei meus dedos de dentro do rabo dele com um puxão molhado que fez o moleque arfar alto, e joguei aquele corpinho leve com tudo em cima da minha cama de solteiro.
O colchão velho rangeu alto. O impacto fez o Davizinho quicar no lençol, mas o instinto de putinha adestrada dele já tava no sangue. Ele não tentou se cobrir, não tentou se ajeitar e nem recuou. Automaticamente, assim que as costas dele bateram no colchão, o viadinho puxou os próprios joelhos contra o peito, segurou as canelas finas com as mãozinhas e abriu as pernas o máximo que conseguiu.A clássica posição de frango assado. Fiquei ali de pé, na beirada da cama, com a minha rola dura balançando, só admirando a cena. Era o cúmulo da submissão. Ele tava completamente vulnerável, entregue à vontade do negão aqui.
O buraquinho dele, ainda brilhando com o meu cuspe e meio alargado pelos meus dedos grossos, tava escancarado, piscando sem parar, implorando pra ser preenchido. O rostinho amassado me olhava por entre as próprias pernas arreganhadas, com os olhos brilhando de medo e de um tesão doentio. A respiração dele fazia o peitoral babado subir e descer rápido.
— Puta que pariu, olha pra isso... — rosnei, a voz rouca, passando a mão na minha própria tora latejante, preparando a peça— Tu nasceu pra ficar exatamente assim, Davizinho. Arreganhado e vulnerável pro teu macho usar como quiser. Subi na cama, engatinhando devagar por cima dele como um predador. O moleque tremia debaixo da minha sombra, o cuzinho dele contraindo de antecipação. Mas antes de meter a tora sem pena, eu precisava provar o gosto da minha nova propriedade.
Abaixei a cabeça, roçando a barba grossa na parte interna das coxas lisinhas dele. O cheiro natural do moleque, misturado com o meu cuspe e o suor da pele dele, bateu no meu nariz e me deixou alucinado.Sem aviso, enfiei a cara no meio das pernas arreganhadas dele e cravei a língua bem no buraco piscante. Davizinho deu um grito fino, arregalando os olhos e jogando a cabeça pra trás no travesseiro. A minha língua grossa abriu as preguinhas dele com ignorância, explorando o cu quente com vontade. Eu chupava, lambia de baixo pra cima e enfiava a ponta da língua o mais fundo que conseguia, fazendo um barulho sujo, de slurp, no silêncio do quarto.
O viadinho tava em choque. Ele tremia inteiro, puxando o lençol velho com as mãozinhas, gemendo alto e sem parar enquanto eu devorava o cuzinho dele. Fiquei ali um bom tempo. Eu sugava o buraco, babava as bandas daquela bunda macia e roçava o nariz na entradinha dele, deixando o rabo do moleque completamente encharcado de saliva, relaxando o caminho pra minha rola.
Mas eu queria ver até onde ia a safadeza da minha cadelinha. Deitei de costas no colchão, segurei os quadris finos dele com as minhas mãos e puxei o moleque pra cima de mim.
— Vem cá, putinha — rosnei abafado, ajeitando ele em cima do meu rosto e botando a língua dura pra fora. — Senta na minha cara. Quero ver tu cavalgar na língua do teu macho.
O olhinho dele brilhou. O tesão já tinha tomado conta. Sem pensar duas vezes, Davizinho apoiou os joelhos do lado das minhas orelhas e montou no meu rosto. Ele desceu devagar, rebolando, encaixando o buraquinho encharcado e sensível bem na minha língua.
E aí o moleque começou a trabalhar.
Ele cavalgava na minha cara com gosto, esfregando o cu na minha boca, no meu nariz e na minha barba. O viadinho subia e descia o quadril num ritmo safado, afundando a bunda na minha cara pra eu chupar mais fundo.
— I-isso, paizão... chupa o cuzinho da tua puta... aaahn! — ele choramingava, ofegante, revirando os olhos enquanto quicava na minha boca. — Aaaah, meu macho... come o meu cuzinho, come...
A cada quicada que ele dava, eu abria mais a boca e afundava a língua na cuceta dele, sentindo o gosto da minha putinha. O quarto inteiro encheu com o som da bunda dele batendo no meu rosto e dos gemidos agudos que ele soltava, louco de tesão, cavalgando na cara do dono. Depois de deixar aquele buraquinho piscando, todo vermelho, encharcado de saliva e completamente relaxado, puxei o moleque de cima do meu rosto. Davizinho tava mole, derretido feito manteiga no sol. Peguei ele pela cintura e virei o corpo leve no colchão, empurrando as canelas dele contra o peito na mesma hora. Voltou pra posição de frango assado, com o cu babado arreganhado pra mim, pronto pro abate. Eu já tava ajeitando a base da minha tora, segurando a jeba com uma mão pra encaixar bem na entradinha dele, quando vi um movimento com o rabo do olho.
Parei na hora. Olhei direto pra fresta debaixo da porta do quarto. Tinha duas, não, três sombras bloqueando a luz do corredor. E aí veio o cochicho, bem abafado do outro lado da madeira velha:
— Será que ele tá comendo o menino mesmo? — reconheci na hora a vozinha fina do frango do Juliano. — Fala baixo, porra... — era o Tonho.
Os pela sacos da pensão. Valdir, Tonho e Juliano, tavam ali no corredor, de quatro, com a orelha colada na minha porta. Um sorriso sacana, bem de filho da puta, rasgou na minha cara. Eu ia dar um show. Se eles queriam escutar, eles iam ter que ouvir em alto e bom som como é que um homem de verdade adestra um viadinho na rola.
Voltei a olhar pro Davi. O moleque tava de perna aberta, o peito subindo e descendo, sem entender por que eu tinha parado, me olhando com aquela carinha de puta carente.Agarrei os quadris dele com as minhas mãos pesadas, afundando os dedos na pele macia. Encostei a cabeça roxa e latejante da minha tora bem na entrada do cuzinho que eu tinha acabado de lacear.
Me curvei por cima dele e sussurrei bem baixinho, só pra ele ouvir: — Grita alto, cadelinha. Deixa todos os vizinhos escutarem quem é que é dono dessa bunda agora.
Não dei nem tempo dele respirar. Soquei o quadril pra frente com toda a ignorância que eu tinha guardada, num golpe só. Enterrei a tora inteira, pesada, até a base, rasgando o caminho pra dentro do cuzinho apertado dele.
Davizinho soltou um grito rasgado, agudo, estridente, que deve ter ecoado por todo o bairro. O corpo dele arqueou na cama, as costas saindo do colchão, o pescoço esticando e as unhas cravando nos meus braços.
— Isso, porra! — urrei de propósito, soltando o vozeirão pra bater nas paredes do quarto. — Engole a rola do teu dono com esse cu! É assim que se adestra um viadinho, caralho! Toma a pica do teu macho!
O barulho do meu quadril batendo com ignorância contra as nádegas lisas dele — PÁ! PÁ! PÁ! — começou a marcar o ritmo. Eu não tive pena. Fodia pesado, estocando fundo, puxando a jeba quase toda pra fora e enterrando com força total de novo, esmagando minhas bolas contra o rabo dele.
Davizinho perdeu completamente a linha. Ele choramingava, ofegante, e começou a berrar as putarias que eu ensinei, embriagado pela grossura que tava alargando ele.
— Aaaah! P-paizão... ai, me arromba, meu macho! Come o cu da sua cadelinha!
Eu olhava pra fresta da porta enquanto metia. As sombras tavam paralisadas no corredor. Estátuas. Eles tavam escutando o ninfeto berrando por mais pica, sendo macetado sem dó pelo mecânico chucro que bancou ele de verdade. O cu do Davi apertava a minha rola, quente, apertando cada veia, enquanto os gemidos agudos dele serviam de música pros meus ouvidos.
— Tá gostoso, putinha? — gritei mais alto, metendo ainda mais acelerado. — Responde pra todo mundo ouvir de quem é esse cu agora!
— É s-seu, Raimundão! Aaah! Só seu! Fode o seu viadinho! — ele berrava, revirando os olhos e chorando de tesão puro.
Eu cansei de foder ele deitado. Segurei o moleque pelas duas coxas, puxei ele pra beirada da cama e fiquei de pé. Com a pica grossa ainda enterrada até o talo no cu dele, levantei aquele puto do colchão. Davizinho soltou um grito de surpresa, cruzando as pernas finas nas minhas costas largas na mesma hora e se agarrando no meu pescoço pra não cair.
Comecei a foder ele em pé, ali no meio do quarto. Eu segurava a bunda macia dele e socava o meu quadril pra cima, usando toda a força bruta de quem levanta bloco de motor na oficina. O barulho da minha virilha batendo contra as nádegas dele — PÁ! PÁ! PÁ! — estalava ainda mais alto, seco e violento.
— Escutem bem, bando de corno! — urrei, olhando direto pra fresta da porta, socando a rola no moleque pendurado em mim. — É assim que se enche o rabo de uma putinha!
Davizinho chorava e gemia, pendurado no meu corpo, quicando na minha tora a cada estocada, sentindo a jeba rasgar ainda mais fundo.
— Aaaah! Estoura meu cuzinho!— ele berrava, com o rosto enfiado no meu pescoço.
Mas eu queria arrombar com ele na posição que ele nasceu pra ficar. Soltei as pernas dele e deixei o moleque escorregar, jogando ele de volta no colchão de bruços.
— Fica de quatro e empina esse rabo, cadelinha — ordenei, ofegante.
Ele obedeceu no reflexo. Levantou a bunda vermelha e babada, abrindo os joelhos e afundando o rosto no travesseiro. Eu subi na cama e passei uma perna por cima do corpo dele, montando no meu ninfeto que nem um garanhão monta numa égua no cio. Agarrei os cachos dele com uma mão, puxando a cabeça do moleque pra trás, pra cima, esticando o pescoço dele. Com a outra mão, segurei firme naquela cinturinha fina. Alinhei a cabeça da minha rola com o buraquinho escancarado e desci o peso do meu corpo inteiro num golpe só.
— AAAAIIINN, que rola gostosa, meu macho! — gemia ele
A posição deixou a entrada perfeita. Montado em cima dele, cada marretada minha entrava esmagando a próstata do viadinho. Eu metia no meu viadinho com ignorância, espancando o cu dele, sentindo o calor apertado daquele buraco sugar o meu caralho a cada movimento. O suor escorria pelo meu peito, o cheiro de sexo e macho empesteava o quarto. As minhas bolas subiram, pesadas e fervendo. Senti o calafrio do gozo rasgar a minha espinha. Não ia dar pra segurar mais, e eu queria batizar o moleque por dentro.
— Vou gozar, porra! — rosnei grosso, acelerando as estocadas num ritmo alucinado, sentindo ele apertar meu pau lá dentro, desesperado. — Vou encher o cu da minha cadelinha de leite!
Soquei a tora até o último milímetro, enterrando as bolas na bunda dele, e travei o quadril. Joguei a cabeça pra trás e soltei um urro animalesco que fez as paredes do quarto tremerem, enquanto a primeira jorrada de gala explodia no fundo dele. O jato saiu grosso, quente e com uma pressão absurda. Davizinho gemeu esganiçado, o corpo inteiro tremendo debaixo de mim, sentindo o cuzinho lotar de gala grossa. Mandei muita porra pra dentro. Gozei porra pra caralho, esvaziando todo o tesão acumulado nas minhas bolas, bombeando leite até as minhas pernas fraquejarem. Enquanto eu terminava de despejar a minha alma lá no fundo das tripas dele, ofegante, percebi o estrago que eu tinha feito. O corpo do Davizinho tremia em espasmos fortes debaixo de mim, a barriga contraindo sem parar.
O viadinho tinha gozado. E gozou de jorrar, grosso e farto, sujando o lençol velho da minha cama inteiro. Mas o detalhe que fez o meu peito de macho alfa estufar de vez foi que as duas mãozinhas delicadas dele ainda tavam cravadas, com força, nas bordas do travesseiro. Ele não tinha nem relado no próprio pau. A minha cadelinha melecou a cama toda gozando só com a surra de pica que tomou na próstata, derretido, espremendo o cu na minha rola.
— Puta que pariu... gozou sem nem usar a mão, é? — sussurrei grosso no ouvido dele, a voz saindo falha, puxando a minha rola de dentro do cu dele devagar. O vácuo fez um barulho sujo e molhado, e eu vi o buraco dele, frouxo e vermelho, vazando o excesso do meu leite no colchão. — Só a tora do teu negão já deu conta do recado, não foi, putinha?
Davizinho tava fora de órbita. Virou o rosto de lado, com os olhos revirados, respirando pela boca escancarada, completamente nocauteado pela foda.
Mas eu não ia deixar ele dormir ainda. Puxei ele pelos ombros, virando o corpinho leve de barriga pra cima de novo, esfregando as costas dele no meio daquela sujeira de suor e porra. Agarrei o rosto pequeno dele com a minha mão direita. A minha mão era tão grande e pesada que os meus dedos cobriam as bochechas, o maxilar e a nuca dele tudo de uma vez só.
Esmaguei a minha boca na dele num beijo ignorante, possessivo. Não tinha romance nenhum, era demarcação de território. Eu quase engoli o rosto do moleque. Abri a boca dele na marra, metendo a minha língua áspera com força lá dentro. Davizinho correspondeu no reflexo. Soltou um gemido abafado e manhoso contra os meus lábios, entrelaçando os bracinhos finos no meu pescoço largo. Ele misturava o gosto de saliva e suor, chupando a minha língua no desespero, como se precisasse do meu ar pra continuar vivo. Ali, prensando a cara dele, sentindo o gosto do meu viadinho e o cheiro de sexo pesado que empesteava o quarto, eu tive a certeza de que tinha adestrado bem meu Davizinho.
Ao recobrar as forças, tive que tirar onda com os caras: ergui o corpo de Davizinho no colo, arreganhando as pernas dele com os dois braços e abri a porta: os 3 ficaram brancos que nem cal. E eu sussurrei no ouvido do meu Davizinho:
— Mostra pra rapaziada como a rola do teu negão deixou tua cucetinha, meu viadinho…— Davi, ainda embriagado da surra de rola que levou, abriu o cuzinho que nem uma buceta com os dois dedinhos, mostrando a enxurrada de leite e o quão inchado eu tinha deixado seu cuzinho.
— Eita porra, Raimundo! Tu acabou com o moleque! — disse o frango do Juliano. E eu cheio de orgulho disse, passando por e balançando a jeba ainda meia bomba — Acabei não. Adestrei o viadinho. E ainda tem rola pra vocês, se quiserem também — Os três caíram na gargalhada no corredor, quebrando a tensão. A ameaça só serviu de combustível para a zueira.
— Sai fora, viado! — Tonho retrucou, rindo alto e dando um passo para trás. — Guarda essa arma aí que a nossa praia é outra.
Valdir balançou a cabeça, rindo pelo nariz enquanto ajeitava a camisa. — Deixa de ser fominha, Raimundo. O cara arruma uma 'esposa' nova e já quer arrombar os amigos também?
Dei uma risada ríspida, balançando a cabeça. Bando de pela sacos. Segui marchando com Davizinho nos braços direto para o banheiro da pensão. Entrando no banheiro o coloquei de joelhos no box e dei um banho de mijo pra marcar de vez o terrítorio naquele viadinho gostoso. Enquanto levava a mijada na cara, o moleque não perdia o sorriso, é, eu tinha achado o meu viadinho perfeito.
NOTAS DO AUTOR:
Finalmente consegui concluir uma nova história! Espero que gostem, não esqueçam de votar e comentar bastante.
Me ajudem a escolher o próximo conto:
- Luquinha, fazendo gang bang com seus seguidores policiais;
- Rodrigo e Renan Brigando pela mesma xoxota de um boy trans;
- Tonho explorando seu fetiche em humilhação com os ninfetos do Casarão;
- Valdir reencontrando um amor/viadinho do seu passado;
- Como Juliano começou a ser o macho do casal de cabeleiros do bairro;
- Os donos da Pensão explorando o Cuckcolding
