A gente nunca se preocupou muito com o que os outros iam achar. Com vinte e três anos de casados, o Jorge e eu construímos uma parceria onde o nosso prazer vinha em primeiro lugar, e se isso envolvia outras pessoas, desde que fosse com consenso e respeito, tudo bem. Mas a minha irmã Rebeca... aquela era outra história.
Rebeca é cinco anos mais nova que eu, mas sempre pareceu ter dez. Loira platinada como eu, mas com olhos castanhos e aquele corpo de adolescente que nunca foi embora, mesmo já passando dos trinta e oito. Seios pequenos e durinhos, cintura fina, e um bumbum que parece que foi desenhado pra ser agarrado. Ela sempre teve uma queda pelo Jorge, nada que ela falasse, mas dava pra ver na forma como ela ria alto das piadas sem graça dele, como ela sempre encontrava um pretexto pra se sentar perto dele nas reuniões de família.
O Jorge nunca fez nada, claro. Ele me respeita, mas eu sei de homem. E eu sei que ele reparava. Ele nunca falou, mas eu sentia seu olhar demorar um segundo a mais no decote da Rebeca, ou na forma como ela se curvava pra pegar algo no chão. Era uma tensão fina, quase elétrica, que só eu parecia perceber.
A coisa toda explodiu no aniversário dos meus pais. A casa estava cheia, aquela confusão barulhenta de família, e o Jorge já estava com aquela cara de "preciso de uma cerveja". A Rebeca chegou mais tarde, usando um vestido vermelho justo que mal continha suas curvas. Ela beijou meu rosto, depois o do Jorge, e eu senti o corpo dele endurecer por um segundo ao lado do meu.
— Desculpa o atraso, tive que resolver umas coisas no escritório — ela disse, jogando a bolsa no sofá.
— Sem problemas, cunha. Já começou a faltar cerveja aqui — o Jorge brincou, mas o olhar dele tinha outra intenção.
A noite rolou, e a cada copo de vinho, a Rebeca ficava mais solta. Ela dançou, riu, e em determinado momento, puxou o Jorge pra dançar uma música mais lenta. Eu fiquei observando da cozinha, vendo a mão dele repousar casualmente nas costas dela, um pouco mais baixo do que o estritamente necessário. Vi o sorriso dela no ombro dele, aquele sorriso de quem está conquistando um prêmio.
Foi quando fui pegar mais gelo que os encontrei no corredor que dava pro quintal. Não estavam se beijando, mas estavam perto demais. A Rebeca estava encostada na parede, o Jorge na frente dela, a mão dele na parede ao lado do rosto dela. Eles estavam sussurrando, e eu só peguei um pedaço do que ela disse:
— ...sempre achei você o homem mais gato que a minha irmã já teve...
O Jorge não respondeu, mas seu olhar disse tudo. Ele viu me aproximando e se afastou, mas a faísca já tinha sido acesa. E naquele momento, em vez de ciúmes, senti uma curiosidade enorme. Uma vontade de ver o que aconteceria.
No caminho pra casa, o Jorge ficou em silêncio.
— O que foi, amor? Cansado? — perguntei.
— Não. É que... a sua irmã, Lúcia. Ela estava... empolgada.
— Eu vi. E você também, não foi? — respondi, direta.
Ele me olhou, surpreso. Ele esperava uma briga, não um convite.
— Lúcia, eu... ela é sua irmã.
— E é uma mulher linda. E eu sei que você reparou. E eu sei que ela morre de tesão por você. A questão é: o que você vai fazer a respeito?
Ele não respondeu, mas seu silêncio era uma resposta.
Na semana seguinte, liguei pra Rebeca. Passei uns vinte minutos de conversa fiada antes de chegar ao ponto.
— Bec, você gosta do Jorge, não é?
O silêncio do outro lado da linha foi ensurdecedor.
— Que pergunta é essa, Lúcia? Ele é seu marido.
— É. E ele adora foder. E eu vi como você olha pra ele. E eu sei como ele olha pra você. E a verdade é que a ideia não me desagrada.
— O que? Você tá louca?
— Não. Estou sendo honesta. A gente é liberal, Bec. A gente gosta de curtir. E a ideia de ver o Jorge com você... me deixa molhada.
Ela riu, nervosa.
— Você tá de sacanagem.
— Não tô. Pense nisso. Sem compromisso, sem drama. Só prazer. Nós três.
Desliguei o telefone e deixei a ideia germinar. Demorou duas semanas. Ela me ligou de volta.
— A gente pode conversar?
Encontramos num café perto do trabalho dela. Ela estava ansiosa, mexendo o guardanapo na mesa.
— Não consigo tirar isso da cabeça — ela confessou. — Ficar com o Jorge. É errado, mas... eu quero.
— Então vamos fazer. Mas pelas minhas regras.
E combinamos. O Jorge ficou surpreso quando eu contei, mas o tesão em seus olhos era inegável. Ele concordou, com uma condição.
— Quero que você assista tudo, Lúcia. Quero que você veja como eu vou deixar sua irmãzinha toda molhadinha.
O encontro foi no nosso apartamento num sábado à noite. Rebeca chegou nervosa, usando um vestido de alcinha que deixava suas pernas à mostra. Eu a recebi com um beijo na bochecha e uma garrafa de vinho.
— Relaxe. Vai ser bom.
O Jorge saiu do chuveiro, só com a toalha na cintura. Ele parou ao ver a Rebeca, e o ar ficou pesado.
— Rebeca — ele disse, a voz grossa.
— Jorge.
Ele se aproximou, e eu me sentei no sofá, pronta para o espetáculo. Ele tirou o copo de vinho da mão dela, pousou na mesa e a puxou pra um beijo. Não foi um beijo de cunhados. Foi um beijo de fome, de desejo contido há anos. As mãos dele foram direto ao bumbum dela, apertando, puxando ela contra seu pau duro que já se desenhava sob a toalha.
— Caralho, você tem um bundão — ele sussurrou no ouvido dela, e ela gemeu, um som alto e liberado.
Ele a levou pra sala, bem na minha frente. A despiu devagar, revelando seios pequenos e mamilos rosados, duros de tesão. Ele se ajoelhou, puxou as calcinhas dela de lado e mergulhou na buceta dela. Rebeca gritou, surpresa, as mãos indo para o cabelo dele.
— Chupa essa buceta, seu filho da puta! — ela ordenou, e ele obedeceu com gosto. Eu podia ver a língua dele dançando no clitóris dela, enquanto os dedos a penetravam. Ela gemeu, se contorceu, e em minutos estava gozando na boca dele, o corpo todo trêmulo.
Ele se levantou, limpou o rosto e sorriu pra mim. Sua boca brilhava com o suco dela.
— Sua irmã tem um gosto bom, amor.
Ele se sentou no sofá ao meu lado, o pau duro e livre da toalha.
— Vem cá, Rebeca. Mostre pra sua irmã como você chupa uma rola.
Ela obedeceu sem hesitar. Ajoelhou-se entre as pernas dele e engoliu o pau do Jorge até a base. Ele era grande, e ela engasgou um pouco, mas continuou, com a mão na base, a cabeça subindo e descendo em um ritmo que só quem estava morrendo de tesão tinha.
— É isso, putinha. Chupa essa pica. Mostra pra sua irmã como você é boa de boca — ele falava, segurando a cabeça dela.
Ela chupava com vontade, com saliva escorrendo pelo queixo. O Jorge olhava pra mim, o olhar cheio de um desafio, um prazer sujo. Eu me abri, tirei meu vestido e comecei a me tocar, os dedos mergulhando na minha buceta já molhada, enquanto assistia meu marido usar minha irmã como sua garota de programa particular.
— Levanta e senta nessa pica, agora — ele ordenou, puxando os cabelos dela.
Rebeca obedeceu, se esfregando na rola dele antes de encaixar. Ela desceu devagar, gemendo alto a cada centímetro que a enchia. O Jorge a agarrou pelos quadris e começou a mover, fudendo-a com força, com aqueles golpes secos que eu conheço tão bem.
— Essa buceta é apertada, Lúcia! Caralho, sua irmã é uma delicia! — ele gritou pra mim.
— Goza nela, Jorge! Enche essa putinha com seu leite! — respondi, sentindo o meu próprio orgasmo se aproximando.
Ele não demorou. Com um último golpe profundo, ele gemeu e esvaziou os sacos nela, enchendo a buceta da minha irmã com porra. Rebeca gemeu, sentindo o calor escorrer por dentro.
Ele a empurrou de lado, a rola ainda dura e brilhando com a mistura dos dois. Ele se virou pra mim.
— Agora é a sua vez, amor. Venha aqui lamber sua irmã.
Fui até eles, me ajoelhei e mergulhei na buceta da Rebeca, provando o leite do meu marido misturado com o mel dela. Chupei seu clitóris, enquanto o Jorge se posicionava atrás de mim. Sem aviso, ele enterrou a rola em mim, me fazendo gritar contra a buceta da Rebeca. A noite virou uma orgia de três, sem regras, sem vergonha. A gente se trocou, se beijou, se tocou. Rebeca sentou na minha cara enquanto o Jorge me comia. Depois fui eu que sentei na dela, enquanto meu marido nos assistia, masturbando-se.
No clímax da noite, a gente se arrumou de novo. Eu de costas pro Jorge, Rebeca na minha frente. O Jorge nos comeu juntas, alternando os golpes, uma roda de foda que nos levou ao delírio. A gente gemeu, xingou, gozou juntas, um amálgama de corpos suados e prazer.
A gente terminou exausta, os três na nossa cama. O Jorge beijou Rebeca, depois me beijou, um beijo carregado do gosto de nós três.
— E então, Bec? Valeu a pena? — perguntei, brincando.
Ela riu, um som livre e feliz.
— Valeu. Demais. A gente... pode fazer de novo?
O Jorge olhou pra mim, e eu sorri.
— Pode. A gente vai fazer de novo.
Hoje, a Rebeca é nossa visita regular. Não toda semana, mas o suficiente pra manter a chama acesa. E nas reuniões de família, ela ainda dá aquele sorrisinho pro Jorge, mas agora não é mais um desejo secreto. É um convite. E a gente sempre aceita.
