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Os filhos da floresta - Capítulo 3: O sussurro dos condenados

Um conto erótico de Haedrig
Categoria: Heterossexual
Contém 5263 palavras
Data: 25/09/2026 00:02:16
Última revisão: 26/09/2026 08:09:03

Antes de começar, é sempre bom relembrar.

Os Filhos da Floresta é uma história sobre sofrimento, decadência humana e sobrevivência. Sobre pessoas presas em um lugar que não deveria existir, tentando sobreviver em meio ao medo, à exaustão e à ausência de uma saída. Algumas precisarão escolher entre aquilo que consideram certo e aquilo que precisam fazer para continuar vivas. Algumas resistirão, outras quebrarão. E algumas descobrirão que sobreviver pode ser apenas outra forma de morrer aos poucos.

Nem sempre as decisões dos personagens serão certas, heroicas ou justificáveis. Pessoas exaustas, desesperadas e encurraladas não agem como agiriam em condições normais, principalmente quando estão tentando fugir, perseguidas por algo que não entendem.

Respeite a floresta.

Tenha foco.

Guarde cada detalhe.

Siga em frente por sua conta e risco.

E, acima de tudo... aproveite a leitura!

*

Os filhos da floresta - Capítulo 3: O sussurro dos condenados

Ato I

Permaneci observando o chão e as raízes absorvendo pouco a pouco o corpo. Tentei interferir, cavar a terra, cortar raízes. Mas eu não conseguia. A floresta não deixava.

Desisti, aquilo não levaria a lugar algum.

Segurei o revólver em uma mão e o taco na outra, ainda havia poucas balas. Eu não sabia quando encontraria outra munição, muito menos se teria outra oportunidade de conseguir armas. Depois do que havia acontecido na noite anterior, parecia cada vez mais evidente que eu precisaria delas. Por isso, era melhor economizar.

Um estalo seco cortou o silêncio. Um galho havia quebrado em algum lugar à minha frente. Girei o corpo imediatamente, o revólver subiu por instinto, enquanto apertei o taco com mais força. A floresta permaneceu imóvel, mas então, um ruído baixo de passos sobre folhas secas. Afastei um pouco o revólver do corpo e mantive os olhos fixos entre as árvores. Um lobo apareceu entre os arbustos, por alguns segundos, meu cérebro tentou encaixar aquela imagem naquilo que conhecia.

O animal estava vivo, mas seu corpo parecia ter passado dias apodrecendo. As costelas estavam completamente expostas de um dos lados. A pele havia desaparecido em grandes áreas, deixando músculos escurecidos e ossos à mostra. E, ainda assim, havia movimento, o peito se contraía. O coração podia ser visto entre as costelas, batendo em movimentos rápidos e irregulares.

Minha atenção subiu até a cabeça. Partes do crânio estavam completamente expostas. Vermes se contorciam entre os ossos, entrando e saindo das cavidades abertas. Restavam poucos pedaços de carne ao redor do rosto. Mesmo assim, ele me olhava com os olhos negros e parcialmente devorados pelos vermes. Não havia dúvida de que estava vivo. O animal baixou o corpo, os músculos restantes se contraíram, então avançou. Levantei o taco no instante em que ele saltou.

O golpe acertou a cabeça, que caiu, mas tentou se levantar. Continuei atacando até que ele finalmente parasse de se mover.

Outros lobos surgiram entre as árvores. Todos tinham a mesma aparência de mortos-vivos e avançaram contra mim um após o outro. Desviei das mordidas e patas, usando o taco para atingir suas cabeças. Os animais continuavam surgindo e tentando me cercar, mas consegui derrubá-los um por um, golpeando até que nenhum tivesse força para continuar.

Quando o último lobo parou de se mover, fiquei cercado pelos corpos. Estava ofegante e minhas mãos tremiam pela adrenalina. Olhei para o taco coberto de sangue escuro e depois para os animais espalhados pelo chão. Eu estava cansado, mas não aterrorizado. Havia algo estranhamente familiar naquela luta, como se meu corpo soubesse exatamente o que fazer. Eu não sabia quem havia sido antes de acordar naquela floresta, mas aparentemente alguma parte de mim sabia lutar.

Então retomei o caminho em direção à cabana do Velho.

Ato II

Depois de algum tempo caminhando, finalmente reconheci a cabana do Velho entre as árvores. A fumaça saía lentamente pela chaminé e desaparecia entre os galhos acima do telhado. Antes que pudesse bater, a porta se abriu. O Velho apareceu do outro lado e, assim que me viu, começou a rir.

— Olha só — ele apoiou uma das mãos no batente e me examinou dos pés à cabeça. — Você está me surpreendendo. Passou pela segunda noite e ainda está vivo.

Seus olhos desceram até as armas que eu carregava, o revólver preso à cintura e o rifle.

— E ainda conseguiu uns brinquedos interessantes.

— Por quanto tempo pretendia esconder de mim que também era um Perdido?

O sorriso desapareceu, o Velho ficou parado diante da porta, me encarando em silêncio.

— Você a encontrou, não é? — o Velho soltou um suspiro pesado e passou a mão pelo rosto, por alguns segundos, pareceu tentar se controlar. — Se encostar um dedo nela, eu juro que eu mesmo mato você.

Respirou fundo.

— Entre.

Entrei na cabana logo atrás dele e fechei a porta atrás de mim.

— Senta.

Sentei em uma das cadeiras, o Velho permaneceu de pé por algum tempo, olhando para o chão.

— Eu não te devo explicações — ele puxou outra cadeira e se sentou à minha frente. — Mas você deveria ser grato pela ajuda que recebeu de mim.

Não respondi.

— Sim. Eu sou um Perdido, quando cheguei aqui, eu era apenas uma pessoa procurando alguma coisa — ele esfregou lentamente as mãos. — Só não conseguia lembrar o quê.

Olhei para ele, ele parecia menos irritado e mais cansado.

— Eu tentei descobrir. Passei muito tempo tentando. Mas quanto mais eu procurava, menos coisas eu conseguia lembrar. Vi muita gente morrer — a voz dele havia perdido completamente o tom de deboche. — Gente tentando fugir, gente tentando lutar, gente achando que tinha encontrado uma maneira de vencer a floresta.

Ele olhou para as próprias mãos.

— E eu não consegui fazer nada, ninguém consegue fazer nada contra essa floresta — ele ergueu os olhos para mim. — É melhor aceitar isso.

Fiquei em silêncio. Aquelas palavras eram muito diferentes do homem que havia me dado um mapa e mandado que eu sobrevivesse. Talvez aquela fosse justamente a diferença entre nós.

Eu ainda queria sair. Ele já tinha desistido.

— Enquanto a morte não chega — continuou. — A única coisa que resta é tentar sobreviver.

A conversa poderia ter terminado ali. Mas havia outro nome que eu precisava mencionar.

— E Kiev?

— O idiota do lança-chamas — o Velho soltou uma risada aguda e balançou a cabeça. — O sujeito realmente achava que conseguiria queimar a Raiz Negra.

Peguei o mapa que estava comigo e o coloquei sobre a mesa.

— Ele fez um lança-chamas improvisado — o Velho voltou a rir e apontou para uma das marcações. — E morreu antes mesmo de chegar perto da árvore.

Passei os dedos pelo desenho no mapa até encontrar a anotação.

“Raiz Negra, só chegue perto se quiser morrer da forma mais dolorosa possível.”

Apontei para aquelas palavras.

— O que é isso?

— Uma árvore, a porra de uma árvore enorme — ele apoiou os cotovelos sobre a mesa. — Ela vive em simbiose com uma massa de carne.

A imagem do mapa pareceu subitamente muito menos abstrata.

— Pessoas — o Velho fez uma pausa. — Tem pessoas presas nela, gritando e agonizando o tempo inteiro.

Meu estômago se contraiu.

— E se alguém tentar chegar perto — ele me encarou. — Enlouquece, não é como as outras coisas daqui. Você não chega perto, você olha e dá meia-volta.

Ele apontou para a cabeça.

— Alguma coisa acontece aqui dentro — bateu levemente com o dedo na própria têmpora. — Eu já vi pessoas rasgando a própria carne com as unhas só de ficar muito tempo olhando para aquela coisa maldita, e não param até morrer.

— Então é melhor ficar longe — olhei para o mapa novamente.

— É.

— E por que Kiev queria queimá-la?

— Porque ele acreditava que aquela árvore bloqueava uma saída — o Velho deu de ombros.

— Uma saída?

— Antes havia ruas, trilhas, caminhos que levavam para fora — seu dedo percorreu algumas partes do mapa. — Alguns caminhos simplesmente desapareceram.

— Então você não sabe se a Raiz Negra realmente bloqueia a saída.

— Não — ele ficou alguns segundos olhando para o mapa. — Mas pensando bem... talvez Kiev estivesse certo, talvez aquela coisa seja propositalmente tão perigosa para evitar que qualquer um saia daqui. Se você quiser apostar em alguma possibilidade de escapar, esse será o seu melhor cavalo.

Olhei para a anotação novamente. Quanto mais eu descobria sobre aquele lugar, menos parecia existir uma saída. Ainda assim, aquela era a primeira possibilidade concreta que alguém havia me dado.

— Se eu tentar chegar lá...

— Boa sorte, vai morrer.

— Existe algum jeito de chegar até ela? Sem enlouquecer?

Ele ficou em silêncio. Por alguns segundos, apenas me encarou, então balançou a cabeça.

— Talvez exista alguém... — ele puxou o mapa para mais perto. — Alguém que possa te ajudar.

O Velho estendeu a mão sobre a mesa e pegou o mapa. Ele o abriu completamente, pegou um lápis que estava sobre a mesa e começou a fazer alguns rabiscos. O caminho seguia para longe da região da Vila e avançava em direção às montanhas. Ele fez algumas curvas, contornou áreas marcadas no mapa e continuou desenhando.

— Isso passa pelas montanhas? — apontei para a trilha.

— Passa — ele continuou desenhando.

A linha chegava até uma das extremidades do mapa, onde não havia praticamente nenhuma outra anotação. Ali, ele parou, escreveu uma única palavra, Bruxa.

— Se quiser morrer, ela pode te ajudar.

— Quem é ela?

— É melhor descobrir sozinho — ele sorriu. — Não quero estragar a surpresa.

— Estou começando a ficar cansado dessas surpresas — suspirei.

— Mas já? Só está começando.

Peguei o mapa e comecei a dobrá-lo.

— Você encontrou alguma criatura? — o Velho apontou para o taco que estava encostado na cadeira onde eu estava sentado.

— Alguns lobos.

— Lobos? — ele ergueu as duas sobrancelhas, parecia surpreso, seus olhos foram novamente para o taco. — Está ferido?

— Não.

— Então você tem boas habilidades de luta — ele parecia genuinamente surpreso, pegou o taco e o examinou.

As marcas deixadas pelos golpes ainda estavam visíveis na madeira. Havia manchas escuras espalhadas pela superfície, algumas já secas.

— Já vi pelo menos uns três serem devorados por esses lobos — ele passou os dedos pelas marcas da madeira. — Você teve sorte.

Não achei que tivesse sido apenas sorte, mas também não sabia explicar o que havia acontecido. Durante a luta, meu corpo simplesmente sabia o que fazer, o Velho colocou o taco sobre a mesa.

— Posso melhorar isso — ele se levantou e foi até um canto da cabana, abriu uma caixa velha e começou a mexer dentro dela, depois de alguns segundos, voltou carregando um rolo de arame farpado. — Isso daqui vai ficar muito bom...

O Velho sentou-se novamente e começou a enrolar o arame ao redor da extremidade usada para golpear. O metal raspava contra a madeira a cada volta, ele apertava o arame com um alicate, prendendo cada trecho no lugar. As pontas afiadas ficavam projetadas para fora, formando uma superfície irregular que parecia muito mais perigosa do que antes. Depois de terminar, passou a mão pelo cabo e me devolveu a arma.

— Obrigado — segurei o taco e examinei o trabalho.

Guardei o mapa e ajustei as armas no corpo, eu já estava me preparando para sair quando ouvi a voz do Velho atrás de mim.

— Ei.

Parei e me virei, ele estava olhando para mim pela porta da cabana.

— Evite o celeiro no pé da montanha.

Olhei para o mapa, aquela região ficava justamente próxima da trilha que ele havia marcado.

— O que tem lá?

O Velho não respondeu, apenas manteve os olhos sobre mim.

— Não vale a pena nem chegar perto, vai por mim.

— Isso não responde à minha pergunta.

— Evite o grito da criatura — ele voltou a se sentar. — Se você provocar aquilo, vai conseguir mais inimigos.

Sabia que não iria conseguir arrancar mais nada dele, então apenas aceitei. Saí da cabana e fechei a porta atrás de mim. O ar do lado de fora estava mais frio, guardei o mapa e comecei a caminhar pela trilha que ele havia indicado. As montanhas apareciam ao longe entre as árvores.

O celeiro... o que será que havia lá?

Bom, se o Velho disse para ficar longe, deve ter motivos, eu deveria confiar mais nele, mesmo ele omitindo alguns fatos... o que importa aqui é a minha sobrevivência e como eu conseguiria sair dali, de preferência, vivo e inteiro.

Mas... precisava passar em um lugar primeiro.

Ato III

Segui pela floresta até a clareira onde havia encontrado a Caçadora. Encontrei o lugar vazio e procurei por ela entre as árvores, imaginando que talvez estivesse me observando. Depois de esperar algum tempo, desisti e me virei para continuar o caminho.

Ela estava parada bem atrás de mim.

Fiquei imóvel diante dela, sem que nenhum dos dois dissesse uma palavra. Era estranho encontrá-la novamente, talvez pela lembrança do que havia acontecido entre nós. A sensação daquela noite ainda parecia recente demais, deixando uma espécie de desconforto entre nós.

— Encontrei algumas fitas — falei baixo.

A mudança nela foi imediata, seus olhos foram direto para mim. Abri a bolsa e retirei as duas fitas que havia encontrado na antiga cabana de Kiev. Ela a pegou sem hesitar, como se tivesse medo de que eu mudasse de ideia. Por um instante, apenas ficou olhando para aquele pequeno objeto. Depois abriu a própria bolsa, retirou o toca-fitas, jogou a mochila na minha direção, peguei-a antes que caísse no chão.

— Pode pegar o que quiser.

A Caçadora se afastou, sentou-se perto de uma árvore e colocou uma fita no toca-fitas. A música começou a tocar. Por alguns instantes, ela pareceu esquecer que eu estava ali.

Aproveitei para vasculhar sua bolsa. Havia ferramentas, suprimentos e diversos objetos. Peguei algumas baterias para a lanterna, um relógio quebrado que ainda funcionava, comparei o horário com o que eu acreditava ser o correto, tudo parecia funcionar. Munições para o revólver e uma luneta bastante desgastada, mas ainda utilizável. Encontrei outras coisas que poderiam ser úteis, porém decidi não pegar mais nada. Já havia levado o suficiente.

Não sabia há quanto tempo aquele relógio permanecia funcionando, mas, naquele lugar, ter alguma noção das horas poderia ser mais importante do que parecia.

— Já peguei o que precisava.

A Caçadora não respondeu, continuou ouvindo a fita. Decidi esperar. A música chegou ao fim depois de algum tempo. O aparelho continuou emitindo apenas o chiado até que ela apertou o botão e interrompeu a reprodução. Ela ficou alguns segundos olhando para o toca-fitas, então passou a mão pelo rosto e enxugou algumas lágrimas. Guardou a fita e o aparelho, levantou-se e voltou até mim para recolher a bolsa.

— O que vai fazer agora? — ela olhou para mim depois de terminar de guardar as coisas.

— Preciso encontrar uma maneira de atravessar a Raiz Negra — suspirei, já premeditando todo o trabalho que isso iria dar. — Mas antes preciso descobrir como chegar perto dela. Se eu conseguir, posso tentar achar um jeito de sair... ou cortar... ou só queimar mesmo.

— Fogo — ela abaixou o olhar.

— Hum?

— Queimar seria melhor — ela olhou para as árvores ao redor. — Tudo nessa floresta parece temer o fogo.

Fogo? Tudo naquela floresta? Uma informação muito boa para passar despercebida. Acho bom lembrar disso quando precisar, isso é, se algum dia eu precisar. Kiev havia tentado usar fogo contra a Raiz Negra. Agora eu sabia que talvez ele não tivesse escolhido aquela arma por acaso.

O idiota do lança-chamas... não parecia ser tão idiota assim. Somente no ponto em que se lançou para a loucura.

— Você sabe como chegar perto dela?

— Não tenho... — ela parou e olhou ao redor. — Eu também quero sair daqui, estou cansada desse lugar...

Ela suspirou. Foi quando ouvimos um barulho vindo da floresta. Nós dois olhamos na mesma direção. Um homem surgiu, ele cambaleava com os braços levantados e as mãos se movendo freneticamente diante do próprio rosto. Parecia tentar afastar alguma coisa invisível. Os galhos cresciam em sua cabeça, atravessando a pele e se projetando para cima de maneira irregular. Alguns ainda tinham pequenas folhas presas às pontas.

Sua boca se mexia. Não conseguia entender o que dizia, mas pareciam murmúrios de lamento e agonia. Ele avançou mais alguns passos. A Caçadora já estava com o arco nas mãos. Puxou uma flecha. O homem mal teve tempo de perceber o que acontecia ao seu redor ou levantar o olhar. A flecha atingiu sua cabeça e ele caiu no chão.

— Fica atento — ela continuou olhando para a floresta. — Eles não andam sozinhos.

Outros homens surgiram entre as árvores. Todos tinham galhos crescendo de suas cabeças, alguns pequenos e irregulares, outros maiores, quase como extensões de seus próprios crânios. Seus movimentos eram lentos e descontrolados, mas pareciam mais agressivos que o primeiro. Alguns gritavam, enquanto outros avançavam diretamente contra nós.

Usei o taco para mantê-los afastados, enquanto a Caçadora disparava flechas atrás de mim, derrubando-os um por um. Sem precisar combinar nada, acabamos funcionando como uma dupla perfeita em combate, eu mantinha os homens longe e ela os eliminava. Quando o último caiu, fiquei ofegante, segurando o taco, enquanto a Caçadora parecia completamente tranquila e já começava a recolher suas flechas.

— O que eram eles?

— São Selvagens, eles estão infectados por alguma doença, algum tipo de praga — ela puxou uma flecha do corpo de um dos homens e limpou a ponta na roupa dele, ela se levantou. — Sozinhos são fáceis de lidar, mas em grupo eles podem ser um problema. Mata primeiro e pergunte depois.

— E essa praga?

— Você pode ficar tranquilo, as pragas e doenças daqui não parecem afetar os Perdidos — a Caçadora guardou o arco e começou a caminhar entre as árvores. — Boa sorte com a Raiz Negra.

Eu fiquei parado por alguns segundos, observando-a desaparecer na floresta. Depois segui pelo caminho oposto.

Ainda bem que ela era amigável, não queria tê-la como inimiga.

Ato IV

Segui pelo caminho indicado no mapa, mantendo os olhos atentos à trilha estreita que cortava a floresta. As árvores ficavam cada vez mais altas à medida que eu avançava em direção às montanhas. Ainda pensava no que o Velho havia me dito.

“Não chegue perto do celeiro.”

Continuei pela trilha sem me desviar, depois de algum tempo, um som atravessou a floresta, um grito. O som foi agudo, prolongado e distante. Fiquei imóvel, tentando descobrir de onde havia vindo. O silêncio voltou a ocupar a floresta, olhei para os lados esperando mais algum Selvagem, um lobo zumbi ou qualquer criatura grotesca.

Veio outro grito, dessa vez, consegui ouvir melhor. Foi seguido por um ruído abafado, como alguma coisa pesada sendo arrastada sobre madeira. Continuei andando, tentando me afastar da direção dos gritos. Porém, conforme avançava pela trilha, percebi que o caminho começava a se aproximar justamente da região que o Velho havia marcado no mapa.

Vi o celeiro, parcialmente escondido pela vegetação. Era uma construção grande, feita de madeira escura e envelhecida. Havia pessoas ao redor, reconheci alguns moradores da Vila.

Eles estavam espalhados pela área, mantendo distância uns dos outros. Alguns carregavam facas. Outros seguravam armas improvisadas, não estavam trabalhando. Estavam vigiando. Assim que me perceberam, dois deles levantaram as armas na minha direção.

— Para aí — um homem deu alguns passos para frente. — Volta.

— O que tem aí dentro? — olhei para o celeiro.

— Não é da sua conta, vai embora.

Olhei novamente para o celeiro, outro grito atravessou a madeira. Dessa vez, todos ficaram em silêncio, os moradores não demonstraram surpresa. Pareciam já estar acostumados, um deles apertou a arma com força.

— Se continuar aqui, você vai morrer.

Não perguntei mais nada, dei alguns passos para trás e me afastei da estrada. Os moradores continuaram me observando até que as árvores esconderam o celeiro da minha visão. Só então parei, o Velho havia me dito para ficar longe. Talvez, pela primeira vez, eu devesse simplesmente obedecer, não questionar, simplesmente obedecer. Mas os gritos continuavam, e eu queria saber o que estava acontecendo ali dentro.

Fui entre as árvores, contornei o celeiro. Caminhei agachado em alguns trechos para evitar ser visto pelos moradores. Depois de alguns minutos, encontrei os fundos do celeiro, não havia ninguém guardando ali. A parede traseira estava parcialmente coberta por trepadeiras. Uma das tábuas inferiores estava quebrada, deixando uma abertura estreita.

Passei pela abertura, o cheiro me atingiu imediatamente, era forte, quente, um odor de carne, sangue e alguma coisa apodrecida. Prendi a respiração e acendi a lanterna, a luz revelou um corredor estreito entre pilhas de caixas e ferramentas. Escutei vozes, vinham de algum lugar mais à frente. Apaguei a lanterna rapidamente e fiquei imóvel.

— Segura direito — a voz era de um homem.

Ouvi outro responder alguma coisa que não consegui entender, depois escutei um som metálico, uma lâmina sendo preparada. Avancei alguns centímetros e encontrei uma fresta entre duas pilhas de caixas. Consegui enxergar dois moradores e alguma coisa que não consegui identificar, essa coisa se mexia freneticamente e então, um grito cortou o celeiro, fechei os olhos por um instante. O som parecia que iria explodir a minha cabeça, era agudo, mas havia alguma coisa humana nele, a faca desceu, escutei o corte. Os homens começaram a recolher as coisas. Um deles limpou a lâmina em um pedaço de pano.

— Já deu por hoje.

— Melhor guardar.

Os dois começaram a caminhar na minha direção, me escondi atrás das caixas e segurei a respiração. Eles passaram a poucos metros de mim, senti o cheiro de sangue quando atravessaram o corredor. A porta se abriu e depois se fechou. Esperei alguns minutos, só quando tive certeza de que haviam ido embora voltei a respirar normalmente. Saí do esconderijo e continuei.

O cheiro piorou, a madeira sob meus pés estava úmida, olhei para o chão, havia manchas escuras espalhadas pelas tábuas. Algumas pareciam antigas e outras mais novas. Levantei a lanterna, o feixe de luz atravessou o espaço escuro até atingir uma parede no fundo.

Então alguma coisa se moveu, apontei a lanterna. Por alguns segundos, não entendi o que estava vendo. Havia uma criatura presa no interior do celeiro, seu corpo era pequeno para a quantidade de membros que possuía. Braços e pernas finos se espalhavam em posições impossíveis, alguns dobrados em ângulos que fariam qualquer corpo humano parecer quebrado. A pele era irregular, coberta por marcas e cicatrizes.

Seu rosto... não conseguia encontrar uma forma para descrevê-lo.

Era deformado, grotesco, não parecia pertencer a esse mundo. Partes da face estavam afundadas. Outras pareciam inchadas. A boca se abriu lentamente quando percebeu a luz. Dei um passo para trás, a criatura se contorceu e sangue preto esguichou dos ferimentos. Havia grandes partes de seu corpo onde a carne simplesmente não existia, um dos braços terminava antes da mão. Um pedaço do abdômen havia sido arrancado, ainda assim, ela estava viva.

Aproximei a lanterna, a criatura se encolheu, observei uma das feridas. No início, pensei que estava vendo errado, a carne se movimentou, devagar. Pequenos pedaços começaram a surgir no interior do ferimento. Fibras se estenderam umas sobre as outras. A pele cresceu por cima delas, fechando lentamente o espaço vazio. Fiquei olhando, incapaz de desviar os olhos, a regeneração continuou diante de mim, não era rápida, pude acompanhar cada segundo, cada pequena mudança, cada pedaço de carne que retornava ao lugar.

Dei mais um passo para trás, então a criatura ergueu a cabeça, o grito explodiu dentro do celeiro. Tapar os ouvidos não adiantou, o som atravessou meu corpo, dei meia-volta e corri. Passei pelo corredor, alcancei a abertura dos fundos e passei por ela de qualquer jeito. Caí na terra úmida, levantei imediatamente. Corri para dentro da mata sem olhar para trás, o grito continuou ecoando atrás de mim. Realmente, o Velho não estava tentando me assustar, dessa vez, o conselho valeu a pena. Do lado de fora, parei entre as árvores e me apoiei por alguns segundos em um dos troncos, tentando recuperar o fôlego.

O grito ainda parecia preso dentro da minha cabeça, passei a mão pelo rosto e respirei fundo antes de olhar novamente para o celeiro. Os moradores continuavam espalhados ao redor da construção. Alguns permaneciam próximos à entrada principal. Outros estavam mais afastados, observando a mata e a estrada. Nenhum deles parecia preocupado com o que acontecia dentro do celeiro.

Fiquei agachado atrás de algumas plantas e continuei observando, foi então que algo grotesco passou pela minha cabeça. Eles não estavam impedindo a criatura de sair, estavam impedindo que alguém entrasse. Se aquela coisa era tão perigosa quanto o Velho havia dito, por que os moradores simplesmente não a matavam?

E por que mantinham aquele lugar tão bem protegido?

Continuei escondido, observando. Em determinado momento, dois moradores se aproximaram da porta do celeiro, um deles olhou ao redor antes de entrar, o outro foi logo atrás, e a porta se fechou. Alguns minutos depois, os dois saíram, um deles carregava um pedaço grande de carne, o outro segurava dois pedaços menores.

Fiquei observando enquanto caminhavam pela estrada em direção à Vila. Pelo dom e pela dádiva do raciocínio humano, comecei a entender o que estava acontecendo. Me lembrei da Vila, da criança, quando estive lá, havia visto aquele pedaço de carne estranho nas mãos dela.

Os moradores estavam retirando pedaços do corpo dela, e ela estava regenerando tudo. Não era apenas uma criatura presa naquele celeiro, era alimento, uma fonte de carne, uma fonte que não acabava.

Pensei nas plantações que nunca cresciam, nas crianças. Nas pessoas que precisavam comer. Por mais repulsivo que fosse, aquilo fazia sentido naquele lugar, eles haviam encontrado uma maneira de sobreviver, não precisavam caçar constantemente. Eles foram forçados a isso, já que a floresta não deixava que nada crescesse além de árvores. Era a única fonte de alimento deles.

Mas pensar que eles chegaram na conclusão de associar aquilo como alimento...

Me afastei, voltei para a trilha. A imagem da criatura permaneceu na minha cabeça. Seus membros deformados, as feridas abertas, a carne crescendo novamente.

Então me virei e continuei em direção às montanhas, em direção à casa da Bruxa.

Ato V

Segui a trilha indicada pelo Velho, afastando-me cada vez mais do celeiro. A presença humana desapareceu, enquanto a vegetação se tornava mais densa, com árvores próximas, galhos cruzados e raízes cobrindo o caminho.

Descobri uma trilha estreita que não aparecia no mapa e a segui. Alguns metros adiante, encontrei uma pequena cabana escondida entre as árvores.

Diante dela, uma mulher estava sentada, aparentemente esperando por mim. Seu rosto estava coberto por um pano cinza com algumas manchas escuras. O pano tinha apenas uma abertura na altura do olho direito. Ela vestia uma túnica marrom, uma vestimenta diferente do que tinha visto até agora. Ela me observava através daquele pequeno buraco.

— Você é a Bruxa?

Ela não respondeu imediatamente, apenas continuou olhando para mim.

— O Velho me mandou.

— O Velho... — ela pronunciou o nome como se já o conhecesse havia muito tempo.

— Eu sou um Perdido — dei mais um passo.

— Não me importo.

— Preciso de ajuda.

— Hum...

— Quero atravessar a Raiz Negra.

— Perdidos... — ela abaixou a cabeça por um instante. — Todos vocês são idiotas. Não tem jeito.

Não respondi, ela levantou novamente o rosto.

— O que está disposto a sacrificar para sair daqui?

A pergunta me pegou desprevenido, fiquei em silêncio. Não sabia responder.

Minha vida?

Meu corpo?

Alguma coisa que eu nem sequer lembrava possuir?

— Você não sabe — ela percebeu a hesitação.

— Não.

Ela ficou me observando por alguns segundos.

— Você sabe o que é a Raiz Negra?

— O Velho comentou sobre ela.

— Comentou?

— É uma árvore enorme da qual ninguém consegue chegar perto.

— Você já a viu? — ela soltou outra risada.

— Não.

A Bruxa se levantou, sem dizer mais nada, entrou na cabana. Esperei do lado de fora, pouco depois, ela voltou carregando um binóculo. Passou por mim e começou a subir pela encosta.

Segui atrás dela. Subimos mais um pouco pela montanha. A trilha ficou inclinada e precisei usar as mãos em alguns pontos para me apoiar nas pedras e nas raízes. A Bruxa, apesar de ser um pouco debilitada, caminhava com facilidade. Depois de alguns minutos, chegamos a um ponto mais alto da montanha, havia poucas árvores ali. O espaço aberto permitia enxergar uma parte enorme da floresta. A Bruxa me entregou o binóculo.

Apontei para o horizonte, no começo, vi apenas árvores. A floresta se estendia até onde meus olhos conseguiam alcançar. Então encontrei o que ela queria mostrar.

A Raiz Negra.

Era muito maior do que eu havia imaginado, uma árvore gigantesca se erguia no outro extremo da floresta entre uma parede de árvores maciças, tão alta que parecia tocar o céu. Havia pessoas presas à árvore espalhadas pelo tronco. Outras estavam presas aos galhos. Seus corpos eram deformados, retorcidos e fundidos à madeira.

Algumas se contorciam, outras tentavam puxar os próprios corpos para longe do tronco. Nenhuma conseguia, quanto mais eu observava, mais pessoas encontrava, fora os braços, pernas e rostos balançando implacavelmente naquele amontoado de carne. Corpos inteiros parcialmente engolidos pela árvore.

Abaixei o binóculo, minha mão tremia. O Velho havia falado sobre uma árvore monstruosa, mas não achei que seria algo como aquilo.

— Agora você viu.

— É muito pior do que ele contou — olhei para ela. — É isso que eu tenho que atravessar para sair daqui?

— Ainda quer chegar lá, mesmo sabendo o que é?

— Sim — respondi sem hesitar, mesmo com o coração preenchido de medo.

— Quer atravessar? Queimar? Cortar? Perfurar? — ela inclinou a cabeça.

— Só quero sair daqui — respirei fundo. — Eu preciso sair daqui.

Ela ficou me encarando por alguns segundos, então começou a descer a montanha. Fui atrás mesmo sem o convite, voltamos para a cabana. Quando chegamos, a Bruxa entrou e sentou-se novamente na frente da casa. Por algum tempo, ficamos em silêncio.

— Sabe, eu já vivi na Vila antes de me chamarem de Bruxa.

— E por que veio para cá?

— Mexi com a floresta — ela passou os dedos pelo pano que cobria o rosto.

— E você descobriu alguma coisa?

— Descobri que existem consequências para quem tenta interferir, uma praga recaiu sobre mim quando fui longe demais.

— O que você descobriu?

— Observo este lugar há muito tempo, aprendi coisas que os moradores da Vila não sabem.

— Por que não conta para eles?

— Porque eles não aceitariam — ela riu. — Provavelmente me matariam.

Ela disse aquilo sem demonstrar medo, como se já tivesse aceitado essa possibilidade há muito tempo.

— Mas posso fazer um acordo com você — ela se levantou. — Posso ajudar você a chegar à Raiz Negra.

— E o que quer em troca?

— Quero que mate a Mãe — ela virou o rosto em direção onde ficava o celeiro.

A imagem da criatura no celeiro voltou imediatamente à minha cabeça. Os braços finos, as pernas deformadas, a carne sendo arrancada.

— Aquela coisa no celeiro?

— Sim.

— Por quê?

— Porque se ela morrer, a Vila inteira vai morrer de fome.

— É algum tipo de vingança contra a Vila?

— Vingança? — a voz da Bruxa mudou. — Não. Eu só quero que eles sintam as consequências do que fizeram.

Ela respirou fundo.

— Aquela gente não se importa com ninguém além deles mesmos. São egoístas, hipócritas... vivem cuspindo no mesmo prato que os alimenta e depois fingem que não devem nada a ninguém.

A voz dela ficou mais amarga.

— Eles merecem tudo o que vier. Que se afoguem na própria merda.

Fiquei em silêncio, a imagem da criança comendo aquele pedaço de carne voltou à minha cabeça. Como eu poderia tirar a única fonte de alimento daquelas pessoas?

Em troca eu teria ajuda para chegar a Raiz Negra e, então?

Nem sei se eu conseguiria realmente sair dali, isso não seria egoísmo?

Se eu matar aquela coisa, a Vila entraria em colapso, a única fonte de alimento— Como eu mato a Mãe? — me levantei, ajeitando o rifle, o revólver e o taco.

A Bruxa virou o rosto na minha direção, seu único olho visível parecia ainda mais escuro por trás da abertura do pano.

— Esmague a cabeça — ela respondeu sem hesitar.

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Foto de perfil de HaedrigHaedrigContos: 69Seguidores: 50Seguindo: 15Mensagem Um cara comum que escreve histórias não muito condizentes com a realidade. Email: ghaedrig@gmail.com

Comentários

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Voltei da minha soneca da tarde, cês estão animados, hein!

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Já deu para perceber que eu tbm né!!

Soneca de sábado a tarde é bom demais quando dá!!!

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É lei aqui em casa, principalmente por que acordo as 3:50 para acompanhar minha esposa no plantão noturno home office kkkkkkkk

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Eu pq é a unica hora da semana q consigo mesmo!

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Num falei que a as chatices e loucuras não tem parâmetros, tudo pode, até dançar Homem com Homem e também Mulher com Mulher, até contrariando o Finado e Saudoso Tim Maia, mas só não pode faltar com respeito, o resto tudo vale kkkkkkkkkkkkkkkkkk e dá é assunto tá ligado, um Fórum como esse aqui, vale mais que cento e vinte horas de Divã com um terapeuta que não fala nada porque não tem nada a dizer, então...

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Sensatez, sempre muito sensato kkkkkkkkkkk aqui podemos falar desde as cicatrizes do passado até um objeto celeste caindo numa floresta russa.

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Sim!!!

Esse fórum é demais e envolvente!

Ás vezes vira uma sessão de BDSM com a Megera!!!

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KkkkkkkkkAaaiiiiieeeeeeeeekkkkkkkkMaaaaisssskkkkkkkkkkkkkkkk

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La vamos nós....

O dilema impossível. A morte de todos os moradores da Vila, inclusive a criança ou a agonia constante de uma única criatura.

Uma criatura com nome. "Mãe". Porquê essa tem um nome e porque ESSE nome, é uma das perguntas que o esquisito deveria estar fazendo.

Outra coisa, condenar a Vila vai colocar a caçadora como sua inimiga...

Raiz Negra... Ela tem características de todas as criaturas, acho que os corpos nela, são de todos que morrem na floresta, não vou me surpreender se ela for o ponto zero do objeto que caiu do céu.

Acho que ela é a consciência da floresta, não controla tudo e todos, mas tem um plano.

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Vamos brincar de quente e frio?

São tópicos interessantes esses que você levantou... quente, mas não vou falar qual deles, muahahahahahahaha

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A pergunta é, se a Criatura denominada Mãe, tivesse a aparência de um Coelhinho Felpudo , o posicionamento das pessoas em impor flagelos agonizantes para se alimentar seria questionado, ou a aparência fora dos padrões ajuda a cometerem essa crueldade, necessária, mas continua sendo crueldade?

Já que a Mãe é uma criatura de aparência "Horrenda", isso faz dela uma criatura merecedora de tão doloroso destino, será que ela não é uma Mãe amorosa e dedicada de seus Filhos e uma criatura altruísta e empática com os membros da sociedade que ela pertence?

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A fome é suprema, imperativa. A mãe poderia parecer a Vênus de milo que, ainda assim, seria devorada.

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Gostei do seu ponto.

A fome é suprema ali na Vila. Não sei que criatura é a "Mãe" se estivesse solta, não vou criar um estereótipo para ela e nem para a Bruxa.

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Repare que no meu comentário não é se seria devorada ou não, concordo que a fome é imperativa, mas o questionamento não viria em tratar um Coelhinho Felpudo com tamanha Flagelação e não o ato de se Alimentar?

A segunda pergunta cabe ao Sem Nome, será que a aparência da Criatura Mãe vai influenciar em salva-la ou não de um situação tão cruel?

Sabemos se o povo da Vila e merecedor de tamanho sofrimento da Criatura Mãe para sobreviver?

E se for ao contrário, a Criatura Mãe que merecesse se Livrar de Tamanho destino Cruel, muito mais que esses moradores?

O que o Sem Nome deveria fazer?

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Por isso que é chamado de "Dilema moral impossível."

É um trope e é para causar essas questões.

"Se sacrificar uma criança por ano a sua sociedade vive sem pragas e doenças... O sacrifício é válido?"

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Exatamente, mas a aparência Horrenda não facilita a resolução desse dilema por boa parte de quem entra em contato com esse dilema moral impossível?

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Desculpa meu amigo, mas eu não vou mais entrar em assuntos ideológicos ou políticos aqui no CDC.

Essa semana eu tive uma grande dose de estresse na minha vida fora do CDC com assuntos políticos.

Aqui é um local onde eu quero me divertir, aprender, fazer amigos, mas principalmente espairecer e fugir das loucuras desse mundo.

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Mas eu estou citando propósitos e filosofias de vida que devem ser adotadas pela humanidade e não essa ideologia hipócrita que busca somente puxar a sardinha para quem tem o poder, não importa qual lado, SEMPRE se preocupam somente com seu lado, não é disso que eu estou falando, estou falando da volta do altruísmo por humanidade e não esse altruísmo por ideologia que jogaram no nosso colo.

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Aprendi a duras penas que somos o que consumimos.

Eu particularmente, me esforço para conhecer os dois lados de uma questão para eu poder formar uma opinião que seja honesta para mim mesmo.

Temos uma ferramenta poderosíssima que é a internet. A preguiça e falta de interesse das pessoas de pensarem me assombra.

Eu não sou insensível ao sofrimento e as mazelas de nosso mundo. Não fecho os olhos para a corrupção e a ganância de quem tem ou exerce o poder.

Mas eu preciso evoluir no meu caminhar e sei por causa própria que no fim das contas são só as minhas pernas que vão me levar a conquistar meu bem estar mental, material e principalmente Espiritual!

Já comentei a muito tempo com vc e vou me repetir. Tive que aprender a duras penas que se eu não me amar e me respeitar primeiro, eu nunca vou conseguir amar aos outros da forma correta.

Para você, o Sensatez, eu nunca vou me eximir de conversas mais profundas, nunca tá!!

I🧡Sensatez...😘

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Pode ter certeza que esse Amor Fraterno é totalmente correspondido, quanto a sua visão, concordo com cada letra, mas meu propósito é que possamos dividir esse Amor Próprio que é Inesgotável quando atingido com sinceridade, ou seja, por si próprio e não por serem motivados por terceiros, é que eu prego um pouco mais Além, que esse amor seja dividido com Altruísmo Humano e não social ou ideológico, isso pode ser feito com gestos simples, as vezes com pessoas de nosso próprio convívio, que estão precisando desse amor fraternal e não nos damos conta disso por estarmos centrados em "Coisas Maiores" , ideais coletivos impostos e não naturais e orgânicos, acabamos deixamos aquilo que realmente temos poder de mudança desapercebidos e por sua vez carentes de um Amor que podemos doar simplesmente por Altruísmo Humano, nada mais que isso.

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Combinado, prosseguigamos, mas com respeito as visões diferentes.

Tomemos cuidado com a "temperatura". Quando as coisas ficarem mais "asperas" paramos!

Mas tem que valer para todos.

Quero fazer esse pacto com todos vcs!

O grupo esta aumentando!

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E a porra da roupa da academia da Manú que deu dor de cabeça ontem eu revi o texto e descobri o motivo.

Ele tem um leitor de e-books e estava lendo o Bayoux! Se apaixonou pela Najlinha e queria naquela hora virar muçulmana!

Mas desistiu, ficou no judaísmo mesmo por causa da piroca do RBV!!

Assunto resolvido!!!!! kkkkkkkkkkkkkkkk

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Kkkkkkkkkkkkkkkkkk põe o Pau de Mel do Mimadinho pra jogo também kkkkkkk

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Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

O verdadeiro no do RBV é José Bruno Roberto Jacob Rossi!!

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Ok. Anotado. 😉😎🤐

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Com relação a aparência da criatura denominada mãe, o Esquisito ja havia encontrado os lobos em decomposição. Acho que ele não se impressionou muito com isso.

O que pegou com ele foi i grito da criatura, qua não saia de sua mente.

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Mas os Lobos Zumbis claramente eram do mal, queriam e atacaram com a intenção de matar o Sem Nome sem motivos, a Criatura Mãe é deve ser considerada do mal por estar presa, sendo esquartejada viva e sem cuidados de forma cruel e dar um Grito Agonizante por isso, a transforma em uma criatura do mal, tenho a teoria que sua aparência disforme vem de ser abusada durante uma quantidade indeterminada de tempo, de maneira torpe, por isso sua regeneração transformou sua aparência, por causa de um crescimento desordenade e descontrolado de seus tecidos, para manter sua vida, mas anteriormente era uma criatura Linda e Adorável que até se ofereceu, em profundo Altruísmo, de alimentar com sua própria carne para manter a subsistência, mas a ganância do povo da Vila fez prenderem a Criatura Mãe e o excesso de retirada da Carne a transformou nessa Criatura disforme Atual.

Ps. Para aqueles que pensam que os Lobos só queriam se alimentar, não foi bem assim, pois eles atacaram insistentemente até a morte de todos, quando a questão e subsistência básica ao primeiro sinal de ameaça à vida, a matilha debanda.

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Os lobos Zumbis claramente são malvados ou famintos tbm. A falta de recursos na Floresta me parece que afetam todos os seres.

O Esquisito ainda não sente essas necessidades de se alimentar e descansar porque acho que sua consciência ainda esta intacta com o mundo lá fora.

Sobre a Mãe eu vou aguardar um pouco para eu ter mais informações!

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Mas o interessante é analisar agora Moderado Embaixador, agora que não temos conceitos pré determinados é que podemos avaliar se nossos pré conceitos estão funcionando de acordo com nossos atuais entendimentos ou eles estão se formando de acordo com nossa percepção estrutural adquirida durante a vida e que está alojada no nosso subconsciente e se manifestam sem nossa estrita vontade, pois quem teve a oportunidade de ser um pouco mais longevo, rsrs, passou por diversas mudanças que evoluíram nossos entendimentos, mas tudo o que já vivemos ainda está gravado no sub consciente e podem ser divergentes de nossos atuais entendimentos, é coisa de doido mas é verdade kkkkkkkkkk.

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Não é doido não!! Sua colocação é perfeita!!

Nós que somos mais longevos e acredito mais "espertos" que na juventude, conseguimos enxergar melhor muitas coisas que víamos diferentes.

Minha maior provação, que eu mesmo me infringi, e que levei anos para conseguir cumprir foi...NÃO MENTIR PARA MIM MESMO!!!

Dessa forma o que estava gravado no meu sub consciente veio a tona e foi devidamente trabalhado.

Tudo??? Absolutamente não! Mas é um processo diário.

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O entendimento você já tem do que eu queria colocar, então coloca para fora seu pré conceito a respeito dos moradores da Vila e da maneira que eles tratam sua fonte de alimentação e também do seu entendimento se a Criatura Mãe é passível ou merecedora de tal tratamento, mesmo que de alguma forma seria inevitável?

Qual seu posicionamento sem conceitos pré estabelecidos?

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Será que o alimento que a Mãe fornece para os habitantes é bom?

Será que sua carne negra faz bem a eles?

Será que é essa carne que os faz esquecer de tudo e aceitam seus destinos sem nem questionar?

Será que a Bruxa não sabe que a Mãe "alimenta" a Raiz Negra?

As vezes temos q ver o Mal nas coisas também!

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Mas não podemos ignorar o mal disfarçado de necessidade coletiva, disso que estou chamando a atenção, as vezes o coletivo agindo como Fariseus é tão ou mais vil que um Tirano Impiedoso, a estória no mostra isso, basta ver a condenação de Jesus em detrenimento a Barrabás.

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Eu abro a dúvida se a Mãe é o ouro Mal e suas carnes são a Perdição das pessoas.

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Eu vou seguir com vcs no Obetão, mas me sinto na obrigação de te contar pq sou passional demais lá.

Eu fui o Beto na minha juventude. Eu tive tudo até os 20 anos e meu pai me tirou tudo, tudo mesmo, de mim e de minha familia.

Tive que me esforçar muito e consegui! E tudo o que eu tenho foi com meu esforço.

Me casei com uma mulher linda e inteligente, minha Manú, de família muito rica. Casei com comunhão total de bens para não ter problema. E tive, e muitos!

Era um amor muito bonito mas que não deu certo. Talvez minha insegurança e orgulho tenham abreviado meu caminhar com minha esposa.

Tenha paciência lá comigo pois aquilo tudo quase foi minha vida! Mas não deu, se perdeu no meio do caminho.

Pronto, falei!! To aliviado!!

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Isso explica algumas coisas...

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O❤️you too

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Ops..

I ♥️❤️❤️❤️❤️❤️You Too!!!

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Eu meio que já tinha percebido e considerado essa identificação de sua parte com a estória contada, portanto percebi que sua presente passionalidade fica realmente dimensionada e comprometida com a estória contada, isso abre pouquíssimas possibilidades do motivo desse dimensionamento, esse motivo que você discorreu, seria o mais evidente e lógico, então não se preocupe, estamos aqui para evoluirmos como Seres Humanos, ao mesmo tempo nos divertindo sadiamente, Por que Não????????????

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Aquela história foi a Providencia que me fez achar.

Penso como se meu Chakra Cardiaco tivesse sido alinhado!!

Foi uma catarse gigante!

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Quanto a sua estória de vida, é muito parecida com a minha , se colocarmos em perspectiva de perdas, não vou entrar em detalhes por não me fazer bem, mas minha empresa era no terreno pertencente a minha Mãe que tem condições financeiras razoáveis, então com a permissão dela, eu mesmo construí do Zero, e com recursos próprios um estabelecimento para minha empresa, mas depois de alguns anos, no auge da minha empresa, por desentendimento Familiar, principalmente por minha Mãe e Esposa terem tido diferenças e por influência do meu Irmão, simplesmente minha Mãe ordenou a demolição da minha empresa, entregando o terreno para esse irmão que foi agravado ao terreno de sua casa que é do lado, minha Mãe fez isso usando artifícios emocionais fortíssimos, um prejuízo material de aproximadamente trezentos mil reais ou mais, fora o lucro cessante e o pior é que foi minha total quebra emocional, levei anos para me recuperar financeiramente, mas até hoje carrego sequelas emocionais, apesar de me esforçar e estar perdoando a minha Mãe, pois tenho uma convivência Amorosa com ela praticamente diária, mas exige uma resiliência emocional muito grande, pois o estrago na minha Mente foi Drástico, pois JAMAIS esperaria que um golpe tão duro viesse de onde veio, pois SEMPRE me dei bem com minha Mãe, mas os ressentimentos com terceiros e uma certa ganância de outros proximos, conseguem manipular QUALQUER pessoa, até aquelas que nos querem o bem.

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Jesus!!

Essa foi a história do meu pai, com sua mãe (minha avó) e seu irmão (meu tio).!!

Demos todo o apoio para meu pai e ele nos traiu.

Limpei ele da minha vida, não tenho contato e nunca me arrependi.

Já tive mágoas, muitas, mas já faz tempo que ele se tornou "indiferente".

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Pois é você conhece partes obscuras da minha caminhada, algumas cicatrizes são duras, muito duras.

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As minhas viraram "indiferenças".

Estou no lucro

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Gostaria de poder ter essa opção, mas o duas pivôs da minha história são as Mulheres qua mais amo nessa vida, minha Mãe e Minha Cara Metade, então é difícil ou melhor impossível minha indiferença, foi justamente isso que me fez quebrar emocionalmente .

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Então esse é o Seu Deserto meu amigo!!

Rogo que vc consiga achar a vara para poder dar seu Salto de Fé!!

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Já dei com minhas próprias pernas, por isso foi tão baixinho, foi seguro kkkkkkkkkkk

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foi baixinho, foi seguro!!

Meu Deus!!!!

Deixa de ser cagão!!!!

Tem que ser igual bungee jump para ter graça!!!!

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk(kkkkkkkkk kkkkkkkkkkk

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Sim, tem cicatrizes que doem como se fossem feridas expostas, mesmo totalmente cicatrizadas, eu tenho essa sensação em dois polos da minha vida. Mas tô de boa agora, focado em somente ser melhor por mim mesmo .

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Um dia eu me acerto com minha mãe e irmãos, mas não nessa vida.

🎵Acabei com tudo

Escapei com vida

Tive as roupas e sonhos

Rasgados na minha saída. 🎵

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Também, mas já comprei roupa Nova arquitetei novos sonhos, mas havia acabado com tudo, mas como escapei com vida, sou outro ser Humano, posso dizer que as sequelas são leves, seria mentira dizer que não guardo ressentimentos do meu irmão, até porque ele agiu de ma fé novamente tentando me prejudicar em detrenimento próprio, mas dessa vez eu agi antes e coloquei meu Filho mais Velho na Linha de frente, pois meu irmão sabe que meu ponto fraco é não contrariar minha Mãe, então ele joga com isso, mas com meu Filho a Frente, verdades foram ditas e, tiveram que voltar atrás, só que dessa vez, meu irmão mais velho e Família se posionaram,e afastaram do meu Irmão mais novo, resumindo, mantenho distância emocional maior possível desse meu Irmão, mas devido a minha Mãe, mantenho diálogo frugal quando me encontro com ele na na casa da nossa Mãe, mas são sempre transitórios, então são suportáveis kkkkkkkk

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Parabéns!!1

Vc foi inteligente! Sabia seus limites e usou as peças de maneira correta.

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Eu entendo perfeitamente!

E essa luta é pessoal e intransferível! É sua e só sua!

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🎵A novidade era o máximo

Do paradoxo

Estendido na areia

Alguns a desejar

Seus beijos de deusa

Outros a desejar

Seu rabo prá ceia...🎵

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O mundo é tão desiqual mesmo em todas as suas vertentes impossíveis.

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Mas esse é o Plano que o nosso planeta Terra está.

Evolucionariio!

Iremos ascender para um Plano maior.

Já estamos em processo final segundo o Grande Chico!

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E Giz, sua teoria do meteoro e a floresta russa é absurdamente factível! Well done!

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Mãe, analisemos porque Haedrig deu esse nome…

Mãe é origem da vida, no sentido clássico, “cria” a vida e a mantém. A criatura é a mãe, porque sem ela não há vida. Não significa que seja boa ou má, é necessária.

O dilema entre salvar a mãe ou salvar as “crias” só teria uma solução a partir da visão do Esquisito, pois é ele o incumbido de tomar a ação e o fará segundo seus objetivos - e não valores morais.

Se ele que enfrentar a raiz negra, precisa da bruxa. Se a bruxa ordena matar a mãe, ele o fará.

A mãe está com os dias contados, e o povo da vila também.

A menos que a mãe consiga fugir no processo. Já pensou essa bicha livre? Vai ser o terror!!!

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Kkkkkkkkk definitivamente vai.

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Vou um pouco além meu caro Menestrel Bayou!

Nossa tendência é sempre pensar com o coração, muitas vezes desprezando a realidade, daí vem o nome Mãe.

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this is a fucking fire punch reference?

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Seu corno eu tinha esquecido dessa história doentia kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk mas realmente, eu não tinha pensado nisso, é muita referência!!!!!!

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Tive que dar uma pesquisada, pois não conhecia, pelo que eu li , tem algumas semelhanças, mas nem são mais fraturadas, já seriam trituradas kkkkkk

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É uma história bem louca, as pessoas tem alguns poderes, o protagonista tem uma super regeneração e quando criança é atacado por um homem cujo fogo nunca se extingue até pulverizar o alvo por completo. Toda a família do protagonista morre e só ele sobrevive, mas ele fica anos agonizando, queimando vivo até virar adulto e aprender a conviver com isso.

A referência aqui foi que, na história, algumas pessoas começam a seguir o protagonista e, se não me engano, chamando ele de Deus das Chamas. Detalhe importante é que o mundo de lá está passando por uma era glacial, então não tem nada além de neve. Dai para alimentar as pessoas que seguem ele, o protagonista manda a amiga dele cortar a única parte do rosto que não pega fogo para alimentar aquele pessoal.

Dai tem uma cena de uma mulher comendo uma sopa e tem um olho boiando.

Enfim, isso te lembra algo? kkkkkkkkkkkkkkk

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Tem uma diferença fundamental no seu a criatura tá sendo obrigada a ser mutilada exaustivamente em cárcere, em vez de estar sendo seguida e adorada e por seguinte fazendo a doação de seu corpo que regenera por altruísmo, isso tem muito mais impacto e significados repugnantes até, mas no mínimo mais revoltantes com certeza, pois a Hipocrisia Coletiva Fede mais que qualquer outra.

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Exatamente, e isso reflete naquele pequeno texto que coloquei antes de começar o capítulo 1.

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Impactante, a Vila sobreviver as custas da eterna agonia de uma Criatura que recebe a denominação de Mãe de uma pessoa que é denominada Bruxa por te conhecimento acima do entendimento da massa de manobra para mim é uma punjante analogia que que está acontecendo no Mundo hoje, estão simplesmente mantendo a Cultura presa e dando pequenas porções para manter a massa de manobra ocupada e o que eles consideram um "Monstro" da Cultura vivo, exatamente pela capacidade extrema da Cultura se regenerar e se adaptar em cada momento, já quem tem a capacidade de entendimento da importância da Cultura é considerado aberração, mas será que o desejo de acabar com a Cultura por estar servindo a propósitos tão ruins é o Certo a se fazer?

Será que o Sem Nome vai concordar em acabar com A Mãe sem ak menos tentar entende-la somente para tentar conseguir um propósito pessoal?

Será que A Mãe pode ser considerada um Monstro a ser abatido por ter uma forma disforme do considerado Normal?

O Velho tem quantos segredos mais, me parece que o Sem Nome está sendo punido, assim como Hércules, com trabalhos a serem cumpridos por ter tido uma falha grave ?????

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Interessante!!!

Deveras interessante esse raciocínio sobe a Vila, a Mãe, a Bruxa e a massa de manobra!

O Esquisito vai fazer o que for preciso para atingir seus objetivos, mesmo que custe a vida de outros, mas será que na hora H ele vai perceber que a Mãe é outra coisa?

O Velho continuo batendo na tecla que é o primeiro Esquisito.

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Que ele é mais que aparerentava e aparenta isso é, só de ter dado a mochila com mapa, lá atrás, do nada sem conhecer o Sem Nome, já mostra que ele tem um certo domínio, se ele tá conduzindo ele mesmo para fora da onde ele mesmo acredita que não se consegue sair, vai ser impossível sair, mas como dizem os loucos e não canso de repetir "O impossível é questão de opinião"

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Mas aí entra minha ideia do Loop.

O Velho vai se aprimorando nas sucessivas tentativas dos outros! Me prendo na tatuagem do Kiev.

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Mas exatamente se o Velho, o Kiev e o Sem Nome são a mesma pessoa e o Kiev veio antes do Sem Nome, como o Sem Nome não tem a mesma tatuagem e também a Caçadora não o reconheceu, somente a fez lembrar do Kiev?

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Pq acho que o Loop tem prazo de validade. E a idade do Velho é esse prazo.

A Caçadora deve guardar fragmentos de suas lembranças. Ele deve se lembrar da tatuagem só e da musica.

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Mas como o Sem nome não tem tatuagem, não é reencarnação, pois o espírito do Velho ainda tá encarnado?

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Mas no Sobrenatural vale tudo!!

Vc nunca assistiu filmes que uma pessoas velha encontra a si mesmo jovem?

É isso!! Será que o Velho é o Dr. Emmet Brown e o Esquisito é o Marty Macfly??

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Tá mas a tatuagem, só se o Sem Nome for antes , mas veio depois entende?

Aí que a caramilhola vira espiriculina aditivado.

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Voltando!!

A tatuagem vai se apagando a cada volta! No Esquisito anterior estava escrito Kiev e o Brasão, agora só o Brasão.

O Velho precisa desses sinais pois ele tbm esta em um ambiente hostil e esta lutando para se manter são.

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Mas de onde e de quem vem as mudanças, já que Velho não saiu dali, se são voltas temporais, se são somente cronológicas com k mesmo corpo físico viajando no tempo e espaço, já que não podem ser reencarnações, qual a explicação lógica de uma tatuagem apagar do corpo?

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Para mim é que o Velho tem um limite de "tentativas" para achar a saída da Floresta.

Vc notou que o Velho tinha tudo pronto para o Esquisito? Mochila, Taco, arame farpado, a cabana com as armas, as fitas, enfim...

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Sim, meu problema é se os três são k mesmo, como o Kiev tinha a tatuagem, só se o Kiev não for o Sem Nome, somente o Velho ser o Sem Nome só que mais novo, o Kiev seria mais um Peão no tabuleiro.

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Pode ser tbm!

Mas o Velho, na minha visão usa os Esquisitos para procurar uma saida.

E temos a Chata e a Bruxa que sabem de muitas coisas. A Caçadora ainda não sei.

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Isso é mais que certo, apesar do Velho mesmo ter perdido a esperança de fuga para ele, isso é macabro.

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Só acompanho hehehehe

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Você não é o único maluco não kkkkkkk

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Isso eu percebi há tempos kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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Terminei!

Excelente é pouco! Esta demais de empolgante!

O taco do Negan apareceu! Referencia direta a Walking Dead!

A criatura do Celeiro, os lobos e a Raiz Negra com os corpos nela me lembraram Resident Evil!

A Caçadora seria uma homenagem a Alice de Resident Evil o a Maggie de The Walking Dead? Ou as duas?

O Velho eu não tiro da cabeça que é o primeiro Kiev!

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Que bom que está gostando. Quando estava escrevendo essa série, fiquei um pouco apreensivo em postar, achei muito gore para pouco erotismo. Mas vamos seguindo!

Eu lembrei do Negan quando estava escrevendo essa aprte kkkkkkk acabou servindo como referência.

Acho que não tive muita referência para a Caçadora, ela surgiu do nada kkkkkkk

Ainda não posso falar muito das referências que usei, mas sempre que escrevia algo do Velho, eu imaginava a voz do Luiz Percy. A voz dele sempre combina com velhinhos kkkkkkk

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Vou ser muito sincero contigo. Não ligo para sexo nos contos. Tem que saber escrever uma boa cena de sexo! Para mim aqui tá bem legal pq foca nas sensações dele e não se alongam, são curtas e precisas.

Carlão escreve muito bem cenas de sexo mais pesadas pois ele tem um conto que o inspirou. Nanda escreve cenas de sexo muito melhor que o Mark. Quando vcs lerem Obetão vcs vão se deliciar com as cenas de sexo! Intensas e de bom gosto. Giz escreve tbm muito bem cenas mais hardcores.

Agora Ryu, Bayoux e Manfi, eu adoro que eles jogam mais com as sensações e as ideias do sexo do que com as descrições. Para mim são extremamente eróticas.

Olha a reação que a Giz teve com a Carmem!! É surreal!!

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O Italiano Fabrizio e Carminha, no conto Cumplices do Bayoux tentando e depois conseguindo fazer o sexo anal foi impagável!! E praticamente não teve descrição nenhuma!! Mas foi extremamente tesuda essa cena!

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Eu tento ser o mais detalhista possível, gosto de escrever as cenas eróticas do jeito que eu gosto de lê-las, então para mim é imprescindível. Mas as cenas numa história como essa, vou admitir, fui meio capenga e às pressas mesmo. Menos a última, a última eu tive que caprichar de certa forma...

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Temos agora Esquisito, Kiev, O Velho, A Chata, A Noiva, A Caçadora e A Bruxa.

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Agora que vc escreveu sobre a Noiva... pqp que passagem fodah foi essa...

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Foi foda mesmo Fernando! Foi surreal o fim da cena da Noiva!!

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Olha o detalhe que Esquisito é o Velho e o Kiev!!

"A imagem do mapa pareceu subitamente muito menos abstrata."

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"— Então você tem boas habilidades de luta — ele parecia genuinamente surpreso, pegou o taco e o examinou."

Mais inclinado a achar que o Velho é o primeiro Kiev!

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Eu começo a pensar seriamente que o Velho é o Esquisito velho!!

Caraí!!! Muito louco!!!!!!!!!!

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Eu continuo perdido!

Cara, esse mundo está ficando cada vez mais insano.

O mais louco é que, nesse mundo, você já não sabe mais o que é monstruoso, o que é necessário para sobreviver e o que é simplesmente uma ideia completamente absurda que alguém teve e todo mundo resolveu aceitar como normal. O protagonista mal consegue processar uma bizarrice e já aparece outra pior !

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Você pegou a essência que eu queria transmitir naquele aviso antes de começar o primeiro capítulo. Acho que vou pegar ele e ir postando nos comentários a cada novo capítulo, aquilo diz muito sobre tudo isso!

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Adquiri um novo hobby na minha Musa Suprema Manú!

Caça Detalhes!

Amigo Lenhador e bebedor de Café Colombiano!! Estou me esbaldando no seu conto!!

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KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK sempre dou risada com o Lenhador.

No final vai ficar um quebra-cabeça fudido viu...

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Quando o velho falou de uma bruxa para o protagonista, pensei comigo "Será que o nome da bruxa é Gillian?" kkkkkkk.

A lance das pessoas da vila se alimentando da criatura que se regenera... achei massa. Pessoas que exploram algo natural, deixam esse ser vivo no limite... Ai vem a pergunta e se a criatura se rebelar? Se o protagonista ao invés de matar a criatura, apenas soltar ela?

Os homens que atacaram o protagonista e a caçadora, com partes de árvores brotando dos seus corpos... não consegui não imaginar eles como os "Homens ocos" do filme "Entre Montanhas". Eu detesto esse hábito meu de sempre querer correlacionar assuntos... ou obras... mas não consegui evitar.

Cada vez mais animado com a trama... vc manda bem demais mano...

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Eu sabia que a Gillian ia surgir nos comentário desse capítulo e não me surpreende ter sido por você kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk vamos deixar Gillian vivendo conto de fadas dela em paz, ela já sofreu muito...

Essa Bruxa da floresta é mais sofrida, tadinha.

Acho que esse filme eu não assisti ainda, são homens árvores, tipo os ents de Senhor dos Anéis? Kkkkkkk

Valeu meu amigo, vamos seguindo!

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Se eu tivesse lido todos seus contos, algo que ainda pretendo fazer se meus trabalhos extras permitirem, eu estaria correlacionando mais personagens kkkkk. Hoje em dia tudo vira um multiverso na minha cabeça caótica...kkkkk

Os homens ocos não pessoas que se fundiram com vários objetos estanhos, principalmente animais e plantas. Eles parece um pouco os Ents, mas bem mais sombrios...

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A, pior que eu usei um personagem da série Império pornô na saga Pestilência, ficou daora, um multiverso kkkkkkkkkkkkkk

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Nova teoria: é o purgatório, kkkk

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Parece né? Kkkkkkkkkkkkkkkkk no cap 1 ou 2 falaram do umbral, mas descartaram a possibilidade, acho que agora essa teoria vai voltar com força

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Eu pensei no Umbral!!

Mas aí ele estaria morto irmão!!

O que pode vir a ser extremamente interessante!!

Ou não precisaria estar morto não!!

Todos estão mas ele achou u Portal para o Umbral e ficou preso!

Os Akashicos acreditam que existem 7 Portais no Plano Terreno.

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Pois é, esse estado entre a vida e a morte... é interessante... isso me deu uma ideia de uma nova saga hehehehehhe

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Já passei por aí, na série do capeta. O purgatório era uma ilha doida que misturava Tolkien, Lost, Avalon, King Kong, Vikings e a Ilha da fantasia. Exagerei, kkkk

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Eu não sou Kardecista, mas o tal do Vale dos suicidas é horripilante!!

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Acho que tem muito "material" sobre a vida e a morte, reencarnação e etc., onde daria para vc escrever uma serie espetacular com uma pegada mais séria!

E se tem alguém que consiga fazer isso é vc!

Gosto muito desses temas, acho fascinante pois eles existem sim!

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Eu adicionei na lista de ideias, dei uma pausa de escrever enquanto publico essa série. Mas a próxima que eu vou produzir é uma que vai ter elementos de teatro, mas vai ser meio pesada também...

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Creepy demais, vou ter que rever minha teoria mirabolante dos andróides, kkkk

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Ainda não li!!

Mas jaja leio e o Sensatez chega junto!!

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Aqui entramos na parte obscura da floresta hehehehehe

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Oba!!!!

Café Colombiano servido!!!!

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Café colombiano com gotas de óleo de macaco da meia noite

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Ou gosto de chulé de sapato sem meia???? hahahaha

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o sapato sem meia vai ficar para a história kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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Credo por isso que só tomo meu cafezin Brazuca mesmo kkkkkkkkk

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Sensatez,

Nodei uma coisa hoje, tem um povo que sumiu da pagina do mineiro.

To me sentindo um tubo de Detefon!! hahahaha

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Kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Isso é FUCDC.

WE'RE FOREVER AND STRONG.

KKKKKKKKKKKKKKKKKKKK TMJ SEMPRE

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kkkkkkkkkkkkkk

FUCDetefon!!!!!!

Mas em contrapartida, levamos segurança para nossa Musa se expor mais.

Notou?

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Temos que ficar alertas para que nenhum engraçadinho meta os pés pelas mãos, inclusive com nossa amiga maior a Giz também, a responsabilidade aumenta Amigo e tô pronto.

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Não vão!!! Nem com a nossa querida amiga e nem com ninguém que gostamos!

E pronto sempre estamos!!

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Todos é verdade, mas não é que a Giz precise de mais proteção, pois eu acredito que não seja mais o caso, mas eu julgo que ela merece mais proteção, entende, exatamente por tudo que ela já venceu.

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Sim!!!

Me lembro e sei do que vc está falando!

Presenciei ataques a ela quando comecei a interagir no Mimadinho.

Tenha certeza que não irei tolerar o que existia, mas reforço que minha intervenção será sempre com educação!

Tamos juntos!!!

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Inclusive na vida pessoal dela também, A Giz tem uma história bonita, mas sofrida, quase trágica amigo, ela venceu muita coisa, mas muita coisa mesmo, que até me emociono em pensar, mas o importante é que ela venceu e merece só coisas boas inclusive proteção extra.

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Eu sei meu querido, nós já conversamos por outros canais!

História muito bonita mesmo! Muita garra!!

E outra coisa, ela não deixa de ser minha Irmã de Fé né!!!

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Todos somos irmãos de Fé, só a altura do salto que é diferente kkkkkk

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Vamos aumentar esse 1 metro aí Irmão!!!!!

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Tô tentando, vamos continuar conversando.

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Não vamos parar nunca de conversar!

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Isso é certo, inclusive eu demoro a voltar a ler um capítulo do Obetão, para absorver e entender a estória, mas também tudo o que conversamos principalmente, que é mais intrisiseco e pessoal em entendimento.

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Lá vc faz certinho!! Bem devagar e prestando muita atenção!!!

E lá no Obetão vc não faz ideia de como vamos poder conversar muito mais seriamente sobre tudo!

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Opa vou pegar meu taco com arame farpado e vamos atrás dessa pessoa. Ninguém mexe com um integrante do FUCDC!!!!

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Só ela que pode me bater virtualmente, mais ninguém!!

Talvez o Mhcmm tbm! hahaha

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