Era uma tarde de sexta-feira quando saí da escola e estava indo para casa. Chegando na minha rua, encontrei trei com Nelson que veio até mim e disse que queria me comer aquela tarde. Disse a ele que só iria almoçar e tomar um banho antes de ir pra casa dele. Ele então disse que não tinha como, pois sua esposa tinha ido ao médico pela manhã e estava de atestado o restante do dia. Questionei então o que faríamos. Ele disse para encontrá-lo próximo a pracinha em frente a minha escola por volta das 14h e que ele estaria de carro. Concordei e fui para casa achando que Nelson iria me levar ao motel.
No horário marcado lá estava eu esperando como combinado. Nelson chegou e eu já fui entrando no carro. Ele começou a dirigir e foi em direção a um bairro da zona norte da cidade. Em determinado momento ele pegou uma rua estreita que desembocou em uma estrada de terra. Achei estranho mas não disse nada, afinal de contas, confiava nele. Conforme seguimos, chegamos a uma área rural. Em um lugar com um descampado ele parou o carro e saímos. Ele disse para não me preocupar que já tinha ido ali pescar várias vezes e sabia que era muito tranquilo. Me pediu para acompanhá-lo. Andamos uns 5 minutos e chegamos em um lugar com mata mais fechada. Muitas árvores e mato alto. Ali ele me encostou em uma árvore e começou a me beijar.
Logo tirou minha camiseta e passou a chupar meus mamilos que a essa altura estavam super duros. Tirou sua camisa e a bermuda, ficando só de cueca em minha frente. Ajoelhei e comecei a baixar sua cueca segurando pelas duas laterais. Seu pau rígido pulou para fora ficando na altura dos meus olhos.
Comecei a chupar seu pau com gosto. Lambia toda sua extensão e engolia a cabeça. Chupava seu saco enquanto punhetava. Ele ia ao delírio.
Quando seu pau estava bem babado, me levantou, baixou meu short junto com a cueca e me virou de costas. Passou a esfregar seu pau no meu bumbum enquanto beijava minhas costas e pescoço. Abriu um pouco minhas pernas e me fez apoiar na árvore que estava a nossa frente. Empinei a bunda e ele se posicionou na entrada do meu rabinho. Foi forçando e metendo cada centímetro em mim. Quando colou seu corpo no meu, deu um beijo nas minhas costas e começou a meter.
Tínhamos tanta química que seu pau que não era o maior nem o mais grosso que já havia me penetrado, era sem dúvidas o mais gostoso de todos que já me comeram.
Ele me segurava pela cintura enquanto metia e essa mão firme me agarrando me levava a loucura. Era delicioso me sentir submisso a ele. Ainda mais metendo ao ar livre.
Não tinha como mudar de posição por conta do lugar, então íamos aproveitando ao máximo o que conseguíamos fazer. E Nelson metia como um esfomeado que encontrou um banquete a sua frente. E eu era esse banquete. Pedia pra ele meter mais forte e mais rápido. Ele se esforçava para me satisfazer. Logo Nelson anunciou que iria gozar todo ofegante. Estocou fundo e gemeu alto indicando que havia me inundado com sua porra.
Tirou o pau e ficou me beijando. Nisso, reparei que tinha alguém chegando pela trilha. Não deu tempo nem de me desvencilhar do abraço do Nelson. O homem que aparentava uns 40 anos, moreno e com a barriga saliente, passou até nós e deu boa tarde. Seguiu até um pouco adiante e parou. Levou calmamente a mão até o zíper da calça e o abriu, tirando seu pau meia bomba para fora. Nelson então me disse que ali era um lugar de pegação e isso era normal. Seu pau a essa altura já dava sinal de vida novamente. Me fez ajoelhar novamente para voltar a mamar. Obedeci.
Estava chupando quando percebi Nelson fazendo sinal para o cara se aproximar. Ele veio e já chegou me oferecendo seu pau que por sinal, era maior e mais grosso que o do Nelson. Timidamente peguei e passei a língua. Ao sentir o peso e ver o quanto aquele pau estava duro, me soltei e comecei a mamar gostoso. Os dois conversavam enquanto eu alternava as mamadas.
Nelson perguntou se o cara queria me comer. Ele imediatamente tirou uma camisinha do bolso, indicando que costumava frequentar aquele lugar e a estava preparado. Se posicionou atrás de mim e fez com que eu curvasse o corpo para seguir mamando Nelson enquanto ele passava a mão na minha bunda e ia esfregando o pau no meu cuzinho. Começou a forçar e não foi tá difícil entrar porque Nelson já havia me comido.
Quando entrou tudo ficou alguns instantes parado e logo começou a bombar. Enquanto ele metia eu chupava o pau do Nelson, que me chamava de putinha safada. O cara metia muito gostoso. Estava alargando meu cu. A sensação era deliciosa. Meu tesão estava a milhão. Pelado no meio do mato e dando pra dois caras. Eu me masturbava e logo gozei espirrando na perna do Nelson que estava a minha frente. Puxei ele e comecei a lamber minha porra de sua perna. Os dois riram e me chamaram de safado.
O cara então tirou o pau do meu cu, arrancou a camisinha e disse que queria gozar na minha boca. Nelson foi para trás e tomou seu lugar e voltou a me comer enquanto eu mamava meu novo comedor.
Logo ele começou a gritar e segurou forte minha cabeça para não ter como escapar (como se eu quisesse). Gozou muito na minha boca e me fez engolir tudo. Abaixou-se e me deu um selinho dizendo que eu era uma delicia.
Se afastou um pouco de nós e deu uma mijada no mato que me deixou maluco de tesão. Nelson mais uma vez acelerou e gozou no meu cuzinho. O cara vestiu suas roupas e voltou para a trilha. Nelson exausto tirou o pau do meu rabo, me deu um beijo e falou para irmos embora que não poderia ficar muito tempo fora.
Confesso que a partir desse dia fiquei curioso para voltar nesse lugar para ver quais aventuras me esperavam. Em breve conto algumas que me aconteceram nesse lugar onde a pregação rola solta até os dias atuais.
Comentem para me motivar a seguir com meus relatos.